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Tem alguém na sua família dizendo que “já passou da idade” para começar a se exercitar? Envie este post para essa pessoa...
12/03/2026

Tem alguém na sua família dizendo que “já passou da idade” para começar a se exercitar? Envie este post para essa pessoa — ou para quem está tentando convencê-la.

Convencer pais (idosos ou quase) a fazer atividade física não é simples. Se fosse, bastaria repetir que “é importante”. Mas mudança de hábito exige estratégia, paciência e abordagem correta.

Primeiro ponto: pare de falar em academia. Fale em autonomia. A maioria dos idosos não está preocupada com estética. Está preocupada em continuar viajando, andando com segurança, levantando do sofá sem ajuda e mantendo independência.

Segundo: seja específico. Atividade física ajuda a reduzir dores, melhora o controle da diabetes, pode melhorar quadros de osteoporose, auxilia em doenças como Parkinson e pode trazer benefícios cognitivos, inclusive em quadros de Alzheimer. Além disso, mesmo duas vezes por semana já há evidências de redução de risco de morte em pessoas com diabetes.

Terceiro: reconheça que começar é difícil. Pode haver desconforto muscular no início. Pode haver insegurança. Validar essa dificuldade aproxima mais do que pressionar.

Quarto: muitas vezes o obstáculo é o desconhecido. Levar para conhecer a academia, conversar com o profissional e mostrar outras pessoas da mesma idade treinando pode mudar completamente a percepção.

Quinto: treinem juntos. Transformar o exercício em tempo de convivência aumenta a adesão e fortalece vínculos.

Sexto: explique a ideia de reserva fisiológica. Massa muscular funciona como uma poupança de saúde. Em caso de internação ou doença aguda, quem tem mais força e condicionamento se recupera melhor.

E, por fim, lembre-se: fortalecimento muscular melhora equilíbrio, reduz risco de quedas e preserva qualidade de vida.

Persistência respeitosa costuma funcionar melhor do que cobrança.

Envelhecer com autonomia não acontece por acaso. É construção diária.

Compartilhe este “Oscar da Prevenção” com alguém do seu elenco familiar. Porque aqui a gente quer menos drama e mais fin...
09/03/2026

Compartilhe este “Oscar da Prevenção” com alguém do seu elenco familiar. Porque aqui a gente quer menos drama e mais final feliz.

🎬 Semana do Oscar: em Hollywood tem tapete vermelho. Em casa, o tapete… a gente prefere que NÃO escorregue.

E os efeitos especiais? Que sejam só os da televisão, não os do remédio dando tontura no meio da cena. Aqui a estatueta não vai pra “Melhor Queda”, “Melhor Madrugada Acordado” nem “Melhor Correria pro Pronto Atendimento”. Vai pra categoria que todo mundo quer ver ganhar: Autonomia do Ano.

O segredo é que o filme do envelhecer bem não é blockbuster: é série longa. E quem salva a temporada são os bastidores, aqueles ajustes pequenos que ninguém posta, mas que evitam os episódios ruins.

🤝 E um recado pro cuidador: você não é figurante, viu? Você é protagonista. E o protagonista sem pausa vira burnout em 3 episódios. Revezamento, apoio e descanso também fazem parte do cuidado.

Agora me diz: qual “categoria do Oscar” a sua casa estava concorrendo sem querer… e precisa virar o jogo este ano?

Quando falamos em tipos de Parkinson, é importante esclarecer algo fundamental:👉 existe uma Doença de Parkinson, mas exi...
08/03/2026

Quando falamos em tipos de Parkinson, é importante esclarecer algo fundamental:
👉 existe uma Doença de Parkinson, mas existem vários tipos de parkinsonismo.

A Doença de Parkinson é a forma mais conhecida.
Ela acontece pela degeneração progressiva de áreas do cérebro responsáveis pelo movimento, principalmente pela redução da dopamina. Os sintomas costumam evoluir lentamente e, na maioria dos casos, há uma boa resposta aos medicamentos dopaminérgicos, como a levodopa.

🧠 Já o parkinsonismo é um termo usado para descrever um conjunto de sintomas, como lentidão, rigidez e tremor, que parecem parkinson, mas podem ser outras doenças.

Entre eles estão:

Parkinsonismos atípicos, que costumam evoluir mais rápido, ter outros sinais associados (como quedas precoces, alterações cognitivas ou autonômicas) e pouca resposta à levodopa.

Parkinsonismos secundários, causados por medicamentos, AVCs, toxinas ou outras condições neurológicas, que podem até melhorar quando a causa é tratada.

🔸 Por isso, nem todo “Parkinson” é igual, e nem todo parkinsonismo é Parkinson.

Um diagnóstico bem feito, com acompanhamento ao longo do tempo, é essencial para definir o melhor tratamento, orientar a família e planejar o cuidado de forma realista e segura.

Se esse conteúdo te ajudou a entender melhor, vale salvar e compartilhar com quem convive com essa dúvida.

“Mas você está tão bonita pra sua idade!”Às vezes isso vem como carinho. Mas, para muitas mulheres, vem também como um l...
08/03/2026

“Mas você está tão bonita pra sua idade!”

Às vezes isso vem como carinho. Mas, para muitas mulheres, vem também como um lembrete de que existe uma régua escondida. Um “pra sua idade” que sugere que o tempo deveria aparecer menos. Que a gente deveria se manter de um jeito específico. Que envelhecer, para a mulher, é errado.

E eu queria te dizer que não é.
Você não tem que parecer mais nova para ser admirada.
Você não tem que apagar marcas para ser respeitada.
Você não tem que se explicar por mudar.

O problema nunca foi a sua idade.
O problema é o olhar do mundo sobre ela.

Porque a sociedade costuma tratar a mulher como se a beleza tivesse prazo. Como se a juventude fosse um requisito. E isso vai entrando devagarzinho na gente: na forma de comparação, de culpa, de cobrança, de um incômodo ao se olhar no espelho em dias comuns.

Como se o corpo estivesse sempre “devendo” alguma coisa. Só que o seu corpo não está devendo nada.

Ele está contando a sua história. Cada linha, cada mudança, cada fase nova não é “queda”. É vida acontecendo. É você atravessando dias difíceis, construindo coisas, cuidando de pessoas, trabalhando, recomeçando, aprendendo, insistindo.

Beleza não se mede por idade. Beleza que mora em cada um, no jeito de olhar, no que sustenta, no que já superou. Se hoje te disseram “pra sua idade”, eu te convido a traduzir: “Eu estou bonita, e ponto” E isso basta.

Compartilhe este post com alguém que anda dizendo “pra mim já passou”. Às vezes, a gente só precisa ouvir a frase certa ...
02/03/2026

Compartilhe este post com alguém que anda dizendo “pra mim já passou”. Às vezes, a gente só precisa ouvir a frase certa na hora certa.

Brasil está animado com a chance do nosso cinema brilhar lá fora.
Mas, no meio dessa conversa, uma história me tocou de um jeito especial: a da Tânia Maria. Até os 72 anos, ela nunca tinha assistido a um filme no cinema. Vivia num povoado pequeno no semiárido do RN, trabalhando como artesã e costureira. A vida era simples, repetida, real. E então, em 2018, veio um convite inesperado para ser figurante em Bacurau. Ela topou.

📌 Depois disso, vieram outros convites. Hoje, aos 78, ela soma seis filmes. Todos depois dos 70. E em O Agente Secreto, como Dona Sebastiana, ela chegou ao radar internacional e entrou em listas de apostas para prêmios importantes.

Quando perguntam sobre a personagem, ela diz: “Sou eu mesma.” O que essa história me lembra, como médico e como gente? Que a idade não é uma sentença. É número. Uma fase. Com limites, sim. Mas também com espaço para decisão, cuidado e sentido.

🧩 Um detalhe simbólico: ela fumou por mais de 60 anos e decidiu parar para não perder oportunidades e conseguir viajar. Cuidar, muitas vezes, começa assim: um passo possível que abre caminho. E tem outro exemplo forte: Anthony Hopkins ganhou um Oscar aos 83 anos por Meu Pai. Um lembrete de que potência e relevância não têm prazo de validade.

Existe vida independente da idade. E, às vezes, ela começa no dia em que você para de se tratar como “tarde demais”.

Me conta: qual é um plano que você ainda quer viver “daqui pra frente”?

Compartilhe com alguém que ainda acha que IMC é só estética, porque este estudo conecta IMC com risco de demência.🧠 Os a...
25/02/2026

Compartilhe com alguém que ainda acha que IMC é só estética, porque este estudo conecta IMC com risco de demência.

🧠 Os autores do estudo focaram especialmente na chamada “demência vascular-relacionada” (eles agrupam demência vascular + demência não especificada, por compartilharem fatores cardiovasculares e por questões de classificação diagnóstica).

Como eles estudaram isso:
Usaram randomização mendeliana, uma abordagem genética que ajuda a reduzir vieses comuns de estudos observacionais (como “quem tem IMC maior também ter outros fatores associados”).

📈 O que encontraram (resultado principal):
IMC mais alto apareceu ligado a maior risco de demência vascular-relacionada. Na meta-análise (1-sample MR), o risco foi OR 1,63 por aumento de 1 desvio-padrão no IMC (IC95% 1,13–2,35).
Em análises adicionais (2-sample MR), o resultado manteve direção semelhante (por exemplo, OR 1,54 no método IVW).

Qual pode ser o “caminho” dessa associação?
A análise de mediação sugere que parte do efeito do IMC passa pela pressão arterial:
• PAS mediou ~18%
• PAD mediou ~25%

⚠️ Ressalvas (importantes):
• O desfecho “vascular-relacionado” inclui demência não especificada, o que pode misturar fenótipos.
• As estimativas de mediação têm intervalos amplos, então o “quanto” mediado pode variar.

Mensagem prática: se o risco aparece mais forte no componente vascular, proteger o cérebro passa por proteger os vasos, e pressão arterial entra com força nessa história.

Compartilhe este post com alguém que cuida de um idoso e pode estar convivendo com isso sem saber. A análise do PPGCS da...
24/02/2026

Compartilhe este post com alguém que cuida de um idoso e pode estar convivendo com isso sem saber.

A análise do PPGCS da PUCPR, baseada no Censo Demográfico de 2022, estimou que a prevalência autodeclarada de TEA em pessoas com 60 anos ou mais é de 0,86%, cerca de 306.836 idosos no Brasil (0,94% entre homens e 0,81% entre mulheres).

🧩 Autismo não “some” com o tempo. Apesar de os sinais geralmente aparecerem na infância, o TEA é uma condição que permanece ao longo da vida. Em adultos mais velhos, o reconhecimento ainda é limitado, tanto no diagnóstico quanto no acesso a terapias adequadas.

Por que o diagnóstico pode demorar? Algumas manifestações como isolamento social, inflexibilidade, comportamento rígido e interesses restritos podem ser confundidas com características de outros transtornos ou com sintomas de ansiedade, depressão ou demência. Além disso, a falta de profissionais capacitados e mudanças nos critérios também dificultam a identificação.

📝 Como a família pode lidar melhor (e ajudar a buscar avaliação):
• Observe se esses padrões acompanham a pessoa há muitos anos, e não apenas recentemente.
• Anote exemplos do dia a dia, incluindo situações de dificuldade de comunicação, sobrecarga sensorial e rigidez de comportamento.
• Leve essas informações para uma avaliação com profissional capacitado.

Para muitos idosos, receber o diagnóstico vem com alívio: ele pode explicar dificuldades interpessoais e sensoriais vividas ao longo da vida, favorecendo autocompreensão e aceitação.

Se você conhece alguém nessa situação, vale conversar com cuidado e sem rótulos: o objetivo é compreender necessidades e facilitar acesso a suporte e cuidado.

Ver os pais envelhecendo não acontece de uma vez.É sutil. Quase imperceptível.Um dia, a gente percebe que a volta na qua...
22/02/2026

Ver os pais envelhecendo não acontece de uma vez.
É sutil. Quase imperceptível.
Um dia, a gente percebe que a volta na quadra cansa, que decisões simples ficam mais complexas, que eles precisam de mais tempo, e de mais presença.

Como geriatra, eu vejo isso diariamente nos consultórios.
Como filho, eu sinto isso na pele.

Existe algo em nós que resiste a aceitar a fragilidade de quem sempre foi nosso porto seguro. Queremos que sejam eternos, fortes, invencíveis. Mas o tempo segue seu curso, e isso não é uma falha. É a vida acontecendo.

Cuidar dos pais não é favor.
Não é dívida.
É privilégio.

É aprender novas formas de amar, com mais paciência, menos pressa e mais escuta.
É entender que na velhice não há menos vida, há outro ritmo, outra potência, outra sabedoria.

Se você está vivendo isso, saiba: você não está só.
E estar presente, mesmo quando é difícil, é uma das experiências mais profundas que a vida nos oferece.

Compartilhe este post com alguém que convive com Parkinson. Informação clara e empática pode aliviar medo, culpa e muita...
20/02/2026

Compartilhe este post com alguém que convive com Parkinson. Informação clara e empática pode aliviar medo, culpa e muita confusão no dia a dia.

Quando a gente fala em “progressão”, muita gente imagina uma piora inevitável, rápida e sem controle. Na prática, a evolução costuma ser mais lenta, com fases, e com um detalhe fundamental: tratamento melhora sintomas e muda a forma como a pessoa percebe o próprio corpo.

📌 Um exemplo que apareceu recentemente foi o de Manoel Carlos, o Maneco. Diagnosticado com Parkinson em 2018, ele viveu mais longe dos holofotes, com uma rotina mais dentro de casa, cuidado da família, banho de sol pela manhã e leitura diária de jornais. Isso ajuda a entender que a progressão nem sempre é um “grande marco”. Muitas vezes, ela aparece como ajustes na autonomia, na energia, na rotina e na vida social.

Em média, a incapacidade motora evolui em torno de 2% ao ano do escore máximo, mas essa velocidade pode variar ao longo do tempo: No início, antes de iniciar tratamento, o avanço pode ser mais rápido (até cerca de 5% ao ano em escores motores). Depois que a levodopa entra, a incapacidade pode reduzir de forma importante, com efeito imediato e também um benefício sustentado.

Na fase avançada, podem surgir quedas frequentes, alucinações e declínio cognitivo, e a progressão pode acelerar, especialmente nos últimos anos de evolução.

E aqui vai um ponto que muda tudo: o remédio não “para de funcionar”. O que muda é o padrão da resposta. Com o tempo, flutuações motoras e discinesias ficam mais comuns, enquanto a doença segue progredindo. Ainda assim, mesmo após muitos anos, a resposta ao tratamento costuma continuar relevante.

Se você cuida de alguém com Parkinson, guarde esta ideia: progressão não é só sintoma.
É também planejamento, adaptação e suporte.

Com informação boa e acompanhamento adequado, muita gente mantém qualidade de vida por anos.

📱 O uso excessivo de telas e redes sociais não afeta apenas crianças e adolescentes. Pessoas idosas também podem desenvo...
19/02/2026

📱 O uso excessivo de telas e redes sociais não afeta apenas crianças e adolescentes. Pessoas idosas também podem desenvolver dependência digital, e isso acontece com mais frequência do que muitos imaginam.

Em idosos, o celular muitas vezes surge como uma forma de preencher o tempo, aliviar a solidão ou manter alguma sensação de conexão. O problema começa quando o uso passa a substituir atividades importantes e comprometer a saúde.

⚠️ Entre as consequências mais comuns estão:
• Ansiedade, irritabilidade e sintomas depressivos
• Alterações do sono, como insônia e cansaço constante
• Dificuldade de atenção e de memória recente
• Redução do convívio social presencial
• Medo intenso de ficar sem o celular ou sem internet (nomofobia)

Além disso, idosos são mais vulneráveis à desinformação. A dificuldade em reconhecer fake news, golpes e conteúdos manipulados pode levar a decisões importantes baseadas em informações falsas, inclusive sobre saúde.

🧠 O envelhecimento natural do cérebro, especialmente das áreas ligadas ao autocontrole, pode dificultar a percepção do excesso. Por isso, muitas vezes o problema passa despercebido pela família.

Como ajudar de forma saudável?
• Abrir diálogo com empatia, sem críticas ou acusações
• Evitar proibições radicais e focar em redução de danos
• Reorganizar a rotina com atividades fora das telas
• Estimular vínculos presenciais e hobbies abandonados
• Buscar orientação profissional quando o uso estiver fora de controle

Tecnologia não é vilã. Quando usada com propósito, pode trazer benefícios reais. O ponto central é o equilíbrio.

Cuidar do uso de telas também é cuidar da saúde mental, cognitiva e dos relacionamentos ao longo do envelhecimento.

Se esse conteúdo fez sentido, siga o perfil e compartilhe com quem cuida de alguém mais velho.

Compartilhe este post com alguém que cuida de uma pessoa com demência e já passou (ou pode passar) por uma situação cons...
12/02/2026

Compartilhe este post com alguém que cuida de uma pessoa com demência e já passou (ou pode passar) por uma situação constrangedora com comportamentos se***is.

Sim: pode existir hipersexualidade/desinibição sexual na demência. E quando aparece, costuma abalar a casa e também o cuidado profissional. O ponto mais importante é este: não é “falta de caráter” nem “perversão”. É um sintoma neuropsiquiátrico ligado às mudanças no cérebro.

Ela pode se manifestar como toques sem consentimento, exposição ge***al, masturbação em público, propostas inadequadas. Não é o mais frequente, mas acontece: estudos descrevem prevalências entre 2% e 17%, com trabalhos apontando algo em torno de 9,3%.

• Por que ocorre?
A demência pode afetar áreas que funcionam como os “freios” do comportamento: regiões ligadas a julgamento, conduta social e controle de impulsos, especialmente nos lobos frontais. Por isso, é mais comum na demência frontotemporal (variante comportamental); pode ocorrer na demência vascular (dependendo das áreas acometidas) e, no Alzheimer, tende a ser menos comum e aparecer mais em fases moderadas/avançadas.

• Antes de rotular, avalie:
Que comportamento é? Em que contexto? Com que frequência? Quais gatilhos (rotina, privacidade, estímulos)? Qual é o risco, e para quem? Há delirium, alteração de humor ou psicose? E um ponto essencial: há capacidade de consentimento na interação?

• Como lidar (primeira linha):
privacidade na higiene/trocas, reduzir gatilhos visuais, separar ambientes íntimos de áreas sociais, oferecer atividades com propósito e objetos para “ocupar as mãos”, manter rotina previsível, redirecionar com calma e sem humilhação, registrar padrões e treinar cuidadores para colocar limites claros sem confronto.

• Quando buscar ajuda médica:
se há risco, repetição/escalada, sofrimento importante ou se as estratégias ambientais não dão conta. Medicamentos podem ser considerados com cautela, porque não existe “remédio feito para isso” e os efeitos adversos precisam ser pesados com cuidado.

Cuidar é proteger sem desrespeitar. Se isso está acontecendo na sua família ou na equipe, procure orientação profissional.

Endereço

Porto Alegre, RS

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