Psicóloga Gissiane Q. dos Santos

Psicóloga Gissiane Q. dos Santos Atendimentos Individuais, casais e famílias. Atendimento Individual (criança, adulto e idoso), Casal e Individual.

Formação em andamento Terapia Sistêmica Integrativa pelo INFAPA. Locais para atendimento: Bom Fim e Jardim Lindoia.

✨ “Mãe, o coelhinho não existe…”E agora, como responder? 🐰💛Neste finde passei por está experiência com meu filho mais ve...
29/03/2026

✨ “Mãe, o coelhinho não existe…”
E agora, como responder? 🐰💛

Neste finde passei por está experiência com meu filho mais velho 🥺

Esse momento chega… e, para muitos pais, vem junto um misto de dúvida, culpa e até tristeza.

Mas a verdade é:
👉 isso não é o fim da magia
👉 é o início de um novo nível de vínculo

Quando a criança descobre, ela não precisa de mais fantasia…
Ela precisa de verdade + acolhimento.

💬 Em vez de negar ou desconversar, experimente:
“E o que você pensa sobre isso?”

Escute. Valide. Este é um momento de crescimento.

Depois, você pode dizer:
“As histórias fazem parte da magia da infância… mas o mais importante sempre foi o amor, a nossa conexão e tudo que vivemos juntos."

Aqui decidimos que manteremos a busca pela cesta, só que agora ele sabe que eu e meu esposo vamos esconder com muito carinho 🥰 (foi sugestão dele fazer desta forma). Ficou com receio de não ganhar mais chocolates 😅

💛 Não é sobre “mentir”
É sobre construir memórias afetivas

E tem um passo lindo aqui:
✨ Convide seu filho a fazer parte dessa magia para os menores

Isso transforma a frustração em:
🌱 pertencimento
🌱 amadurecimento
🌱 empatia

No final…
o que permanece não é o coelhinho 🐰
é o vínculo que vocês construíram 💛

Manter um convívio saudável com as famílias de origem após o casamento é um dos grandes desafios — e também oportunidade...
22/03/2026

Manter um convívio saudável com as famílias de origem após o casamento é um dos grandes desafios — e também oportunidades — da vida a dois. Quando bem cuidado, esse vínculo pode fortalecer o casal; quando não, pode gerar conflitos, invasões e desgaste emocional.

1. O casal como nova prioridade

Após o casamento, forma-se um novo sistema familiar. Isso não signif**a abandonar as famílias de origem, mas sim reorganizar os lugares. (Aqui uma das maiores dificuldades, pois exige lidar com o vínculo estabelecido com os pais, que nem sempre é satisfatório).

👉 O casal precisa ser a base das decisões
👉 Lealdade principal passa a ser entre os dois

2. Estabelecer limites claros (com respeito)

Limites não são afastamento, são organização.
Exemplos:
Definir frequência de visitas
Evitar interferência em decisões do casal
Não expor conflitos conjugais para familiares

💡 Dica: limites devem ser comunicados com gentileza, mas firmeza.

3. Comunicação alinhada entre o casal

Antes de lidar com a família, o casal precisa estar alinhado.
Perguntas importantes:
O que é importante para nós como casal?
O que nos incomoda nas relações familiares?
Como vamos nos posicionar juntos?

Aqui f**a mais intenso com a chegada dos filhos/netos.

👉 Evite que um parceiro “fique sozinho” diante da própria família — o ideal é postura conjunta.

4. Equilíbrio entre proximidade e autonomia

Nem afastamento total, nem fusão.
Proximidade saudável: afeto, presença, apoio
Autonomia: decisões próprias, rotina do casal preservada

5. Reconhecer e respeitar histórias
Cada família tem valores, crenças e formas de se relacionar.

👉 Ao invés de tentar mudar, busque compreender
👉 Respeito não signif**a concordância

6. Atenção a sinais de alerta

Fique atento quando houver:
Intromissões frequentes
Comparações entre famílias
Culpa ao dizer “não”
Conflitos recorrentes após encontros familiares

Esses sinais indicam necessidade de ajuste de limites.

7. Construir novos rituais

Criar tradições próprias fortalece o casal:
Datas comemorativas com identidade do casal
Momentos só dos dois
Novas formas de celebrar com as famílias

Faz sentido para ti?

Psicóloga Gissiane Santos ❤️

POST embasado no atendimento em andamento 🥰De “nós dois” para “nós três”Antes, o casal era o centro da relação.Com o beb...
18/03/2026

POST embasado no atendimento em andamento 🥰

De “nós dois” para “nós três”
Antes, o casal era o centro da relação.
Com o bebê, surge um terceiro elemento que reorganiza tudo:
Tempo
Prioridades
Energia emocional

👉 É comum um dos parceiros sentir que perdeu espaço ou atenção. Neste atendimento o casal estava com algumas dificuldades, principalmente na comunicação, a terapia de casal auxiliou na melhora destas questões.

Mudança de papéis
O casal agora também assume novos papéis:
Mãe
Pai
Provedor
Cuidador

Esses papéis nem sempre são divididos de forma equilibrada, o que pode gerar:
Sobrecarga (principalmente materna)
Sentimentos de injustiça
Conflitos silenciosos

😌 Durante os atendimentos de casal fomos trabalhando os novos papéis a serem desenvolvidos, necessidades de ajuste e equilíbrio.

Comunicação em crise (ou em evolução)
Com cansaço, sono irregular e novas demandas:
A comunicação pode f**ar mais direta (ou mais explosiva)
Pequenas coisas viram grandes conflitos
Falta de tempo para conversas profundas

👉 Aqui mora um ponto-chave: muitos casais não estão em crise… estão em adaptação. Importante a empatia e capacidade de um entender que o processo não está sendo fácil para nenhum dos dois.😉

Impacto emocional individual
Cada um vive esse momento de forma diferente:

Mãe pode sentir:
Culpa
Exaustão
Perda de identidade

Pai pode sentir:
Exclusão
Pressão financeira
Dificuldade de encontrar seu lugar

Reedição da própria história familiar
Na visão sistêmica, a chegada do filho ativa:
Modelos de criação que cada um recebeu
Relações com seus próprios pais
Crenças sobre educação e família

👉 Muitas divergências vêm daí, não do presente. Neste caso trabalhamos os modelos de parentalidade, crenças limitantes, mudanças de paradigmas, etc.

OPORTUNIDADE 😌
Esse momento também abre espaço para:
✨ Construir uma parentalidade mais consciente
✨ Fortalecer o vínculo do casal em outro nível
✨ Criar novos acordos mais maduros
✨ Desenvolver empatia profunda

CAMINHOS SAUDÁVEIS PARA O CASAL💛
⭐Criar pequenos momentos de conexão (mesmo que curtos)
⭐Nomear sentimentos sem acusação
⭐Dividir responsabilidades de forma possível (não perfeita)
⭐Validar o esforço

Neste atendimento a paciente estava contando sobre sua frustração em não ser tão boa quanta a irmã na escrita, porém jun...
13/03/2026

Neste atendimento a paciente estava contando sobre sua frustração em não ser tão boa quanta a irmã na escrita, porém juntas exploramos sua potencialidades e surgiu um sapo de origami 🥰

Atividades manuais ajudam as crianças a regularem emoções. 💗🙏

As crianças muitas vezes ainda não conseguem explicar o que sentem com palavras.

Por isso, atividades manuais podem se tornar uma forma saudável de expressão emocional.

Atividades como:
🎨 desenhar
✂️ recortar e colar
📄 dobrar papel como no Origami
🧩 montar e construir

Ajudam a criança a organizar pensamentos e emoções.

Quando a criança usa as mãos para criar, ela desenvolve:
🧠 criatividade
✋ coordenação motora
💭 concentração
💛 expressão emocional

Essas atividades também ajudam na regulação emocional, porque:
✔ reduzem a ansiedade
✔ ajudam a acalmar o corpo
✔ permitem expressar sentimentos de forma segura

Outro ponto importante: 😉

⭐Durante a atividade, o adulto pode conversar, escutar e acolher a criança.

⭐Assim, a criatividade se transforma também em momentos de vínculo.

Gissiane Santos
Psicóloga | Psicologia Sistêmica
Família • Crianças • Relações saudáveis

Neste dia especial para as mulheres, gostaria homenagear a maior referência na minha vida, mãe. ❤️Ela é força e determin...
08/03/2026

Neste dia especial para as mulheres, gostaria homenagear a maior referência na minha vida, mãe. ❤️
Ela é força e determinação, uma mulher que criou os irmãos, foi agricultura, o braço masculino para meu avô junta as demais irmãs ( são 6 mulheres 😅).
Se casou veio para a cidade com quase nada junto ao meu pai, após anos decidiu voltar estudar, terminar ensino fundamental e médio, começa magistério e depois pedagogia. E agora aos 58 anos tira a carteira de moto 😅 E ainda faz academia todos os dias e supera uma perda de mais de 50kg. Ninguém segura essa mulher 🙏🥰

Mãe, tua coragem me inspira todos os dias.

Obrigada por tua luz e me mostra que possa ser tudo que quero sempre ❤️
quevedo.3

Ninguém para essas maravilhosas 🙏Nossa manhã produtiva de discussão de casos, rendeu muita conversa, reflexão e acolhime...
07/03/2026

Ninguém para essas maravilhosas 🙏
Nossa manhã produtiva de discussão de casos, rendeu muita conversa, reflexão e acolhimento.
Orgulho de fazer parte dessa equipe 🥰

O Dia da Mulher não é apenas sobre força.É sobre consciência.Na perspectiva sistêmica, muitas dores femininas não começa...
03/03/2026

O Dia da Mulher não é apenas sobre força.
É sobre consciência.
Na perspectiva sistêmica, muitas dores femininas não começam na mulher de hoje — elas atravessam gerações.
Quando uma mulher aprende a se priorizar, ela não está sendo egoísta.
Ela está rompendo padrões silenciosos.
Que você possa honrar sua história,
mas não se aprisionar a ela.

Live Especial dia 08/03 às 18h aqui no Instagram.
Espero vocês 🥰

O jogo da torre (como torre de blocos ou tipo Jenga) é muito mais do que uma brincadeira. Ele é um recurso riquíssimo pa...
02/03/2026

O jogo da torre (como torre de blocos ou tipo Jenga) é muito mais do que uma brincadeira. Ele é um recurso riquíssimo para o desenvolvimento infantil — inclusive pode ser usado em contexto terapêutico.

1. Desenvolvimento Cognitivo
2. Coordenação Motora
3. Regulação Emocional
4. Habilidades Sociais

Leitura Sistêmica 😌
A torre pode representar:
⭐Estrutura familiar
⭐Base emocional
⭐Sustentação dos vínculos

Você pode perguntar em atendimento:

“O que sustenta essa torre?”
“Qual peça parece mais frágil?”
“O que acontece quando alguém sai do lugar?”

É um recurso metafórico potente para terapia infantil e familiar.

Gissiane Santos | Psicóloga Sistêmica Integrativa
Famílias • Crianças • Vínculos Saudáveis 🌿

Mãe, psicóloga e mulher: como está sendo essa experiência?Tem dias em que me sinto inteira.Tem dias em que me sinto divi...
25/02/2026

Mãe, psicóloga e mulher: como está sendo essa experiência?

Tem dias em que me sinto inteira.
Tem dias em que me sinto dividida.

Ser mãe me atravessa no amor mais profundo — mas também nas culpas mais silenciosas.

Ser psicóloga me convida a sustentar o cuidado — inclusive quando eu também estou cansada.

Ser mulher me lembra que, além dos papéis, existe alguém que também precisa ser vista.

Existe uma expectativa silenciosa de que a mãe psicóloga “deveria saber lidar com tudo”.

Mas saber não anula sentir.
Conhecimento não elimina vulnerabilidade.
Eu continuo aprendendo: – A me priorizar sem me culpar.

– A aceitar que erro também educa.
– A lembrar que antes de ser função, eu sou pessoa.

Ser mãe, psicóloga e mulher não é sobre dar conta de tudo.

É sobre integrar partes.
É sobre humanidade.
É sobre vínculo — inclusive comigo. 🩵🩵

Você atende famílias, casais, crianças ou  adolescentes…mas sente que, na hora do conflito, falta clareza no raciocínio ...
23/02/2026

Você atende famílias, casais, crianças ou adolescentes…mas sente que, na hora do conflito, falta clareza no raciocínio clínico?

Este grupo é um espaço de aprofundamento na Psicologia Sistêmica, com foco em leitura relacional, intervenções estruturadas e fortalecimento do terapeuta.

Aqui trabalho:
✨ Análise de casos reais
✨ Genograma e padrões transgeracionais
✨ Alianças, triangulações e lealdades invisíveis
✨ Manejo emocional do terapeuta
✨ Aplicações práticas inspiradas em Salvador Minuchin

Mais do que técnica, desenvolvemos presença e posicionamento clínico.

Público-alvo:
Psicólogos recém-formados
Psicólogos que querem migrar para terapia familiar
Terapeutas que querem aprofundar visão sistêmica

📅 Encontros quinzenais
👥 Vagas limitadas
📩 Entre para a lista de espera pelo direct

🌿 Fortalecer vínculos começa pelo fortalecimento do terapeuta.

A culpa aparece porque existe amor. ❤️Mas viver só a partir dela machuca.✨ O que ajuda a lidar com a culpa materna: • Re...
21/02/2026

A culpa aparece porque existe amor. ❤️

Mas viver só a partir dela machuca.

✨ O que ajuda a lidar com a culpa materna:
• Reconheça seus limites humanos (cansaço, sono, fome, etc).
• Diferencie culpa real de culpa idealizada (uma é baseada em fatos, a outra é baseada em construções mentais perfeccionistas).
• Pare de se comparar.
• Repare quando errar (isso também ensina) Pedir desculpas por ter gritado, por exemplo.

🌱 Crianças não precisam de mães perfeitas.
Precisam de mães presentes, reais e emocionalmente disponíveis.

💬 O que mais desperta culpa em você hoje?






Psicologia

***Reflexão****Existe uma cobrança silenciosa sobre mães psicólogas.Como se a profissão anulasse emoções.Mas filhos ativ...
18/02/2026

***Reflexão****

Existe uma cobrança silenciosa sobre mães psicólogas.

Como se a profissão anulasse emoções.

Mas filhos ativam nossas camadas mais profundas.

E isso não é fracasso.

É humanidade.

A diferença não está em nunca errar.

Está em saber reparar.

E você?

Já se cobrou por “dever dar conta melhor”?

Nos próximos POST educativos vou abordar a temática: culpa materna.

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