Alyane Audibert Silveira

Alyane Audibert Silveira Doutora em Aconselhamento de Carreira Processos de escolhas, desenvolvimento e transições de carreira

Gaúcha de Porto Alegre
Mora em Lisboa
Gremista e Benfiquista
Filha da Márcia e do Airton
Dinda da Vitória e da Beatriz
Psicóloga e orientadora de carreira
Gedcaster
Ama pôr-do-sol
Gosta de ler biografias, cuidar e viajar

Existe um momento em que a gente percebe que comparar caminhos só confunde, não orienta.Cada pessoa carrega uma história...
06/04/2026

Existe um momento em que a gente percebe que comparar caminhos só confunde, não orienta.

Cada pessoa carrega uma história, um tempo, escolhas possíveis e contextos diferentes. Quando tentamos seguir a rota de alguém, muitas vezes nos afastamos do que faz sentido para nós.

A jornada ganha outra qualidade quando deixa de ser sobre “acompanhar o ritmo dos outros” e passa a ser sobre reconhecer o próprio caminho com suas pausas, desvios, recomeços e descobertas.

Nem todo desconforto é um problema a ser evitado. Às vezes, ele é apenas um sinal de que algo dentro de você mudou.Aquil...
30/03/2026

Nem todo desconforto é um problema a ser evitado. Às vezes, ele é apenas um sinal de que algo dentro de você mudou.

Aquilo que antes parecia suficiente começa a parecer pequeno. Conversas que antes faziam sentido deixam de ressoar. Ambientes que antes acolhiam passam a parecer limitados.

E então surge uma sensação difícil de explicar: não é exatamente insatisfação, mas também já não é pertencimento.

Crescer muitas vezes traz esse tipo de desconforto silencioso. Não porque algo esteja necessariamente errado, mas porque você já não é a mesma pessoa que era antes.

E quando a gente cresce, alguns lugares (internos ou externos) deixam de caber.

Talvez esse incômodo não seja um sinal de que você precisa voltar atrás. Talvez seja apenas o primeiro indício de que é hora de seguir adiante.

Durante muito tempo, o trabalho ocupou o centro da vida de muitas pessoas. Mas quando ele se torna o único espaço de rea...
29/03/2026

Durante muito tempo, o trabalho ocupou o centro da vida de muitas pessoas. Mas quando ele se torna o único espaço de realização, reconhecimento ou pertencimento, o risco de esgotamento aumenta e muito.

Por isso, uma pergunta importante para o nosso bem-estar é: fora o trabalho, quais são os lugares que te nutrem?

Pode ser uma atividade física, um hobby, momentos com amigos, um curso que desperta curiosidade, tempo em família, contato com a natureza ou simplesmente um espaço de pausa.

Esses lugares funcionam como fontes de energia emocional e mental. Eles ajudam a ampliar nossa identidade para além do papel profissional e lembram que somos mais do que aquilo que fazemos para trabalhar.

Cuidar do bem-estar no trabalho também passa por cuidar da vida fora dele.

E você? Quais são os lugares que te nutrem além da sua rotina profissional?

Você analisou a situação, fez escolhas com as informações que tinha naquele momento e tentou agir da melhor forma possív...
25/03/2026

Você analisou a situação, fez escolhas com as informações que tinha naquele momento e tentou agir da melhor forma possível. Ainda assim, a culpa aparece.

Isso acontece porque, muitas vezes, a culpa não nasce apenas do que fizemos, mas das expectativas que carregamos. Expectativas de sermos perfeitos, de não decepcionar ninguém, de conseguir prever todas as consequências, de sempre fazer “a melhor escolha”.

Mas a verdade é que a vida raramente oferece cenários completamente claros. Grande parte das decisões é tomada em meio a dúvidas, emoções e limitações de tempo, energia ou informação.

Sentir culpa mesmo depois de ter feito o melhor que podia pode ser um sinal de algo importante: talvez você esteja se cobrando um nível de controle que ninguém realmente tem.

Autoconhecimento também passa por aprender a olhar para si com mais honestidade e menos dureza.

Às vezes, fazer o melhor possível já é suficiente.

Nem sempre o caminho mais difícil é o da mudança.Às vezes, o mais difícil é permanecer onde já não existe espaço para re...
23/03/2026

Nem sempre o caminho mais difícil é o da mudança.
Às vezes, o mais difícil é permanecer onde já não existe espaço para respirar.

Toda fase da vida traz seus próprios desafios. Mudar pode doer, porque envolve incerteza, despedidas e o desconforto do novo. Mas ficar exatamente no mesmo lugar, quando algo dentro de nós pede transformação, também pode sufocar.

Entre esperar e agir existe um processo. Esperar exige paciência para respeitar o tempo das coisas. Agir exige coragem para dar passos mesmo sem ter todas as respostas.

A verdade é que quase nada que realmente transforma a nossa vida acontece de forma simples ou imediata. Mas cada fase, até as mais confusas, carrega algum tipo de aprendizado.

Talvez o segredo não esteja em evitar os processos difíceis,
mas em reconhecer que eles também fazem parte do caminho.

Nem todo lugar que um dia fez sentido continuará sendo o lugar certo para você crescer.Alguns ambientes nos ajudam a com...
18/03/2026

Nem todo lugar que um dia fez sentido continuará sendo o lugar certo para você crescer.

Alguns ambientes nos ajudam a começar, aprender, desenvolver habilidades e ganhar experiência. Mas chega um momento em que aquilo que antes era oportunidade passa a se tornar limite.

E reconhecer isso nem sempre é fácil.

Muitas pessoas permanecem onde estão por segurança, por lealdade, por medo do desconhecido ou pela sensação de que “já investiram tempo demais para sair agora”. Mas crescimento profissional também exige a capacidade de avaliar se o ambiente ainda oferece espaço para evolução, aprendizado e novos desafios.

Sair não significa fracassar. Às vezes, significa justamente o contrário: reconhecer que você está pronto para um próximo capítulo.

Existem ciclos que só se completam quando temos coragem de seguir em frente.

Vivemos em um tempo que valoriza a pressa. Tudo parece exigir resultados rápidos, respostas imediatas e conquistas visív...
16/03/2026

Vivemos em um tempo que valoriza a pressa. Tudo parece exigir resultados rápidos, respostas imediatas e conquistas visíveis o quanto antes.

Mas a maioria das transformações importantes da vida não acontece na velocidade da ansiedade, acontece na constância.

É o pequeno passo repetido. É continuar mesmo quando o entusiasmo do começo já passou. É seguir fazendo o que precisa ser feito, mesmo sem aplausos, sem garantias e sem ver o resultado imediatamente.

Constância não é sobre correr. É sobre permanecer.

Quem constrói algo com significado quase sempre avança devagar, mas segue avançando.

Então, se às vezes parece que você está indo lento demais, talvez só esteja indo no ritmo necessário para construir algo que dure.

Não pare.

Vivemos em uma cultura que valoriza o movimento constante: produzir, decidir, avançar. Mas nem toda pausa é atraso. Às v...
13/03/2026

Vivemos em uma cultura que valoriza o movimento constante: produzir, decidir, avançar. Mas nem toda pausa é atraso. Às vezes, ela é estratégia emocional.

Há fases em que insistir no mesmo ritmo só aumenta o desgaste. Pausar pode ser um ato de lucidez: reorganizar prioridades, rever limites, reconhecer cansaços e ajustar expectativas.

Respirar não resolve tudo de imediato. Mas cria espaço interno para respostas mais conscientes.

Voltar diferente não significa mudar quem você é. Significa voltar mais alinhado com o que você precisa agora.

Nem toda interrupção é fracasso. Algumas são o início de uma nova forma de continuar.

Muitas vezes queremos mudar rápido: hábitos, relacionamentos, trabalho, sentimentos. Mas ignoramos uma etapa essencial d...
09/03/2026

Muitas vezes queremos mudar rápido: hábitos, relacionamentos, trabalho, sentimentos. Mas ignoramos uma etapa essencial do processo: aceitar onde estamos.

Aceitação não é conformismo. Não é desistir, nem deixar tudo como está. É olhar para a realidade com honestidade, reconhecer limites, dores, padrões e responsabilidades, sem negar ou maquiar o que existe.

Só quando paramos de lutar contra os fatos é que conseguimos direcionar energia para transformá-los.

Não há mudança consistente sem consciência. E não há consciência sem aceitação.

Existe um mito silencioso que paralisa muita gente: a ideia de que, em algum momento, vamos nos sentir completamente pro...
04/03/2026

Existe um mito silencioso que paralisa muita gente: a ideia de que, em algum momento, vamos nos sentir completamente prontos.

Prontos para mudar de área. Prontos para assumir uma nova responsabilidade. Prontos para começar algo que importa.

Mas quase ninguém se sente totalmente preparado antes de dar um passo importante. O que move trajetórias não é a certeza absoluta, é a disposição para aprender, ajustar, errar e continuar.

Estar disposto é aceitar que o processo vai ensinar o que a espera nunca ensinaria.

Talvez o próximo passo não exija mais preparo. Talvez exija mais coragem.

Parte do nosso amadurecimento vem de aceitar que algumas escolhas não cabem em explicações longas, porque nascem de valo...
25/02/2026

Parte do nosso amadurecimento vem de aceitar que algumas escolhas não cabem em explicações longas, porque nascem de valores, desejos e experiências que só você viveu. Quando a régua deixa de ser externa, a vida começa a ganhar mais coerência interna.

Isso não significa agir sem responsabilidade ou ignorar impactos. Significa reconhecer que viver tentando atender expectativas alheias cobra um preço alto: cansaço, frustração e, muitas vezes, afastamento de si.

Se te faz feliz e está alinhado com quem você é, talvez isso já seja razão suficiente para continuar.

Muita gente adia decisões importantes porque acredita que, em algum momento, vai se sentir completamente pronta. Mais se...
23/02/2026

Muita gente adia decisões importantes porque acredita que, em algum momento, vai se sentir completamente pronta. Mais segura. Mais preparada. Sem medo.

Mas a verdade é que a sensação de “estar pronto” quase nunca chega antes do primeiro passo.

Esperar demais pode custar oportunidades, aprendizados e experiências que só seriam possíveis no movimento. Porque é no caminho que a confiança se constrói, não antes dele.

Talvez você não precise de mais preparo. Talvez precise de mais permissão para começar imperfeito.

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