04/05/2026
Por que, às vezes, parece que pioramos justamente quando estamos tentando nos curar?
Quando você entra em um processo de cura, seja qual for o caminho escolhido, é comum que algo inesperado aconteça: sensações se intensif**am, emoções vêm à tona, o corpo pede pausa… e, por um momento, tudo parece mais difícil.
Mas isso não é um retrocesso.
É movimento.
Curar não é apenas aliviar… é liberar.
E tudo aquilo que foi guardado por tanto tempo, quando começa a sair, precisa ser sentido.
É como se, por dentro, você estivesse abrindo espaço.
O que já não serve começa a se desprender… e, nesse processo, atravessa você.
Por isso, às vezes, vem o cansaço.
Às vezes, o choro.
Às vezes, até emoções que você achava que já tinham passado.
Não é que você esteja piorando.
Você está entrando em contato.
Existe uma inteligência nesse processo.
O corpo e as emoções sabem como liberar… mas precisam de permissão.
Se o corpo pede descanso, respeite.
Se a emoção pede expressão, permita.
Não é sobre se perder no que sente…
é sobre não se bloquear.
Muitas vezes acreditamos que para alcançar paz é preciso “pular etapas”.
Mas não se força leveza ignorando o que pesa.
Se há dor, ela precisa ser reconhecida.
Se há raiva, ela precisa ser vista.
Se há tristeza, ela precisa ser sentida.
Porque só se solta de verdade aquilo que foi vivido por inteiro.
Quando você escuta suas emoções, elas deixam de ser um peso e passam a ser um caminho.
Elas revelam partes suas que estavam escondidas… e mostram exatamente onde existe algo a ser cuidado.
Não tenha medo desse diálogo interno.
Ele não te afasta da cura… ele é a própria cura acontecendo.
Terapeuta Holística Especialista em Transformar Vidas e Remover Dores Físicas e Emocionais ●Criadora do Método GPS