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Eu Vivo Bem APRENDA A VIVER BEM COM SUA DOENÇA AUTOIMUNE! Psicoterapia, mentoria e grupos de apoio.

Atendimento terapêutico especializado, grupos online, psicoterapia e conteúdos relacionados à esclerose múltipla e outras doenças autoimunes.

Hoje é 1º de abril, o “dia da mentira”, mas para quem convive com uma doença crônica, algumas frases que ouvimos parecem...
01/04/2026

Hoje é 1º de abril, o “dia da mentira”, mas para quem convive com uma doença crônica, algumas frases que ouvimos parecem piada de mau gosto o ano inteiro. 🤥

Muitas vezes, por falta de conhecimento, as pessoas reproduzem ideias que, em vez de ajudar, geram sobrecarga, culpa e isolamento. No carrossel de hoje, listei 3 grandes mentiras que costumam cercar as condições crônicas de saúde.

O objetivo? Trazer luz para o que é real. 💡

A maior verdade de todas é que você não precisa carregar o peso de “parecer bem” o tempo todo para que seus sintomas sejam validados. Viver com uma condição crônica não é uma questão de “falta de força de vontade” ou de “pensamento negativo”. É um processo complexo que envolve manejo biológico e adaptação psicológica.

✨ Dica de ouro: É aqui que a ciência faz a diferença. Abordagens como a Terapia de Aceitação e Compromisso (ACT) e a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são ferramentas fundamentais para ajudar você a filtrar essas “mentiras” sociais. Elas permitem focar no que realmente funciona para a sua qualidade de vida, promovendo flexibilidade psicológica e estratégias de manejo baseadas em evidências, e não em palpites.

Viver bem com uma doença crônica é possível quando trocamos os mitos pelo suporte adequado.

👇 Qual dessas frases você mais ouve por aí? Ou qual outra “mentira” você acrescentaria nessa lista? Vamos conversar nos comentários.

Muita gente me pergunta como consigo manter a rotina de trabalho e a funcionalidade convivendo com a Esclerose Múltipla ...
31/03/2026

Muita gente me pergunta como consigo manter a rotina de trabalho e a funcionalidade convivendo com a Esclerose Múltipla desde 2003. A resposta não está em uma “fórmula mágica” ou em ter nascido com uma força de vontade inabalável.

A resposta está na construção de uma rotina inegociável.

A minha rotina não é um “estilo de vida fit”. É um protocolo técnico e, acima de tudo, um ato de amor-próprio pela minha saúde física e mental.

Quando eu pratico musculação, corrida ou yoga, o objetivo não é estético. Essas são intervenções fundamentais para sinalizar ao meu sistema nervoso que o corpo precisa se manter ativo. Isso ajuda na modulação da inflamação, estimula a neuroplasticidade e é essencial para a minha regulação emocional.

Da mesma forma, a minha alimentação não é uma restrição punitiva. Ela é desenhada para me dar a energia necessária para driblar a fadiga ao longo do dia.

A disciplina não é sobre ser inflexível, mas sobre entender que essa rotina é o que me protege. É o que me permite ser a psicóloga que atende, a mulher que vive e a pessoa que constrói o próprio caminho.

Mas agora, em vez de se cobrar de forma cruel, a pergunta que eu te convido a fazer é: o que você pode fazer hoje, por menor que seja, para proteger a sua funcionalidade de amanhã?

Eu posso te ajudar a construir uma rotina mais saudável.

Entre em contato comigo.

A solidão que acompanha a Esclerose Múltipla não significa falta de amor ou de companhia. Significa que, por mais que as...
26/03/2026

A solidão que acompanha a Esclerose Múltipla não significa falta de amor ou de companhia. Significa que, por mais que as pessoas ao seu redor tentem ser empáticas, elas esbarram no limite das próprias vivências. Elas não sentem o peso da sua fadiga nem a instabilidade do seu amanhã.

Eu sei disso porque também percorro esse caminho. E sei o quanto é exaustivo ter que ser a “explicadora oficial” da própria condição quando tudo o que a gente mais quer é descansar.

Mas a saída disso tudo não é se fechar, e sim, redirecionar a sua energia.

Busque suporte onde você não precisa traduzir o que sente. Cercar-se de profissionais e pares que compreendem a sua doença é uma decisão de autocuidado.

O diagnóstico pode ter sido um evento solitário, mas a construção da sua nova rotina não precisa ser. 🧡

Entre em contato pelo link na bio.

Como a Esclerose Múltipla se comporta à medida que os anos passam? 🤔Um estudo importante publicado na Multiple Sclerosis...
24/03/2026

Como a Esclerose Múltipla se comporta à medida que os anos passam? 🤔

Um estudo importante publicado na Multiple Sclerosis Journal acompanhou grupos de mulheres por décadas para entender como o envelhecimento impacta a vida de quem convive com a EM.

Aqui estão os 3 pontos principais que você precisa saber:

1️⃣ O corpo sente mais que a mente: O estudo mostrou que a função física tende a declinar de forma mais rápida com a idade. Por isso, manter a mobilidade e a fisioterapia em dia é um investimento para o seu "eu" do futuro.

2️⃣ Resiliência mental: A boa notícia? A saúde mental e o bem-estar emocional mostraram-se muito mais estáveis! Isso mostra a incrível capacidade de adaptação e resiliência de quem enfrenta a jornada da EM.

3️⃣ Atenção à memória: Pequenos esquecimentos podem se tornar mais comuns com o tempo. Estimular o cérebro com leitura, novos aprendizados e vida social é fundamental.

O envelhecimento é inevitável, mas entender como ele interage com a EM nos ajuda a focar no que realmente importa: prevenção e qualidade de vida. 🛡️✨

Você sente que sua rotina de cuidados mudou com o passar dos anos? Comenta aqui embaixo! 👇

Referência: Cortese M, et al. Aging with multiple sclerosis: A longitudinal study of physical function, mental health, and memory in two cohorts of US women. Mult Scler. 2022.

"Como faço para eles entenderem o que eu sinto?"Essa pergunta costuma ser um pedido de socorro emocional. Mas a resposta...
18/03/2026

"Como faço para eles entenderem o que eu sinto?"

Essa pergunta costuma ser um pedido de socorro emocional. Mas a resposta que você precisa não é de um "tradutor" da sua dor, e sim de um protocolo de limites.

Tentar descrever a fadiga ou a dor para quem não vive a sua condição é, muitas vezes, um esforço inútil. Você não consegue transferir sua experiência sensorial para o outro. E, honestamente? Você não precisa.

A ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso) nos ensina que a energia gasta no "convencimento" é energia roubada do seu próprio cuidado.

Entenda: quando você explica demais, você está, implicitamente, pedindo permissão para estar doente.

Pare de pedir licença para suas limitações e comece a estabelecer acordos de autocuidado.

Me conta aqui: hoje, você gasta mais tempo tentando explicar sua dor ou estabelecendo os limites que precisa? Vamos analisar isso nos comentários. 👇

Ter uma lesão neurológica não significa que a função foi perdida para sempre. Significa que o caminho antigo está compro...
14/03/2026

Ter uma lesão neurológica não significa que a função foi perdida para sempre. Significa que o caminho antigo está comprometido e o seu cérebro precisa construir uma nova rota.

Isso tem um nome: neuroplasticidade. 🧠

Mas existe um detalhe que muitos ignoram: o cérebro é extremamente econômico. Ele não vai gastar energia criando novas conexões se você não mostrar para ele que elas são necessárias.

É por isso que eu bato tanto na tecla do protagonismo. O exercício físico libera o BDNF, uma proteína que funciona como um "fertilizante" para novas sinapses. Já a TCC ajuda a mapear suas respostas emocionais, abandonando trilhas antigas de medo para construir rodovias de resiliência.

A medicação segura a progressão da doença, mas o seu estilo de vida molda a sua funcionalidade. A neuroplasticidade é a prova biológica de que o diagnóstico não é um roteiro imutável. Você tem as ferramentas para recrutar novas áreas do seu cérebro e retomar o controle.

Como você tem "provocado" o seu cérebro a criar novos caminhos hoje?


"Agradeça que o remédio está funcionando."Quantas vezes você ouviu isso enquanto tentava esconder o inchaço causado pelo...
12/03/2026

"Agradeça que o remédio está funcionando."

Quantas vezes você ouviu isso enquanto tentava esconder o inchaço causado pelo corticoide ou as mudanças que o tratamento impôs ao seu corpo?

Como psicóloga e paciente, eu sei: o impacto dos medicamentos na autoimagem feminina é um dos temas mais silenciados no consultório. Existe uma pressão para que a paciente seja "grata" pelo tratamento, como se a dor de não se reconhecer no espelho fosse uma futilidade. Não é.

A autoimagem é um pilar da nossa saúde mental. Quando o corpo muda bruscamente por força da medicação, a sensação é de perda de identidade.

O meu convite hoje não é para uma autoaceitação romântica e vazia, e sim para uma aceitação estratégica. Entender que o inchaço é um fato biológico temporário, mas que a sua vaidade e o seu autocuidado são ferramentas de sobrevivência emocional.

Você não precisa amar as mudanças que o medicamento trouxe. Mas você precisa continuar sendo a gestora da sua autoimagem, encontrando formas de se sentir você mesma, apesar da tempestade.

O seu tratamento já mexe com a sua biologia. Não deixe que ele anule a sua identidade. Como você tem lidado com o seu espelho hoje? 👇

̧ascrônicas ̧asautoimunes

No consultório, uma coisa aparece com muita frequência.Muitas mulheres são extremamente sensíveis às necessidades dos ou...
08/03/2026

No consultório, uma coisa aparece com muita frequência.

Muitas mulheres são extremamente sensíveis às necessidades dos outros. Elas percebem quando alguém precisa de ajuda, de cuidado, de atenção.

Mas, curiosamente, muitas têm grande dificuldade de reconhecer as próprias necessidades.

Na orientação constante para o outro, acabam se desconectando de si mesmas.

Quando existe uma condição crônica de saúde, isso pode se tornar ainda mais desafiador. Na esclerose múltipla, por exemplo, cerca de 3 em cada 4 pessoas diagnosticadas são mulheres.

Muitas continuam cuidando de tudo: da família, do trabalho, da rotina — mesmo quando o corpo pede pausa.

Falo disso como psicóloga que trabalha com doenças crônicas, mas também como alguém que convive com esclerose múltipla há 23 anos.

Neste Dia Internacional da Mulher, talvez valha um pequeno lembrete:

cuidar dos outros é importante.
mas aprender a reconhecer as próprias necessidades também é.

E isso também pode ser um ato de coragem.

No consultório, vejo um padrão que se repete com uma frequência dolorosa: mulheres que recebem o diagnóstico de uma cond...
05/03/2026

No consultório, vejo um padrão que se repete com uma frequência dolorosa: mulheres que recebem o diagnóstico de uma condição crônica, como a Esclerose Múltipla, mas não se dão permissão para ocupar o lugar de cuidado.

Para a mulher que sempre foi o pilar da família, o diagnóstico não chega apenas como um desafio físico, e sim como uma ameaça à sua identidade de "cuidadora inabalável". Existe um peso invisível em tentar sustentar o mundo dos outros enquanto o seu próprio corpo exige pausas, tratamentos e novos limites.

A TCC (Terapia Cognitivo-Comportamental) nos revela que o maior obstáculo aqui não é a incapacidade física, mas a barreira cognitiva da culpa.

Muitas dessas mulheres operam sob crenças rígidas de que "precisar de ajuda é sinal de falência" ou que "seu valor está condicionado ao quanto ela produz para os outros". O resultado? Uma exaustão que acelera o desgaste emocional e compromete a adesão ao tratamento.

O papel da psicologia especializada, nesse contexto, é a reestruturação, descontruindo a culpa e estabelecendo limites.

Ser "imparável" não significa não ter pausas. Significa ter a sabedoria técnica de entender que, para continuar cuidando de quem você ama, o primeiro compromisso de cuidado precisa ser com você mesma.

Você se reconhece nesse papel de pilar que esquece de si? Vamos conversar sobre como a psicologia pode ajudar a equilibrar esse peso. 😉👇

Quando recebi o diagnóstico de Esclerose Múltipla, há 23 anos, ouvi do neurologista: "Tome o remédio e esqueça que você ...
28/02/2026

Quando recebi o diagnóstico de Esclerose Múltipla, há 23 anos, ouvi do neurologista: "Tome o remédio e esqueça que você tem isso. Siga sua vida normalmente".

Na época, pareceu um alívio. Mas hoje, com duas décadas de convivência e a bagagem da Psicologia Especializada, eu vejo o quanto esse conselho foi equivocado. Quem esquece que tem uma condição crônica, deixa de ser protagonista do próprio tratamento.

O que eu realmente precisava ter ouvido naquele dia era:

1️⃣ A medicação é 50% do caminho. Os outros 50% estão nas suas mãos.
O remédio segura a inflamação, mas as suas escolhas diárias — manejo do estresse, sono, alimentação e atividade física — são as que moldam o seu prognóstico a longo prazo.

2️⃣ Você não é uma passageira, você é a copilota.
Não aceite ordens passivamente. Entenda seus sintomas, questione seus exames e conheça o seu corpo. O paciente que entende o que acontece no seu sistema nervoso adere melhor ao tratamento e sofre menos com a ansiedade da incerteza.

3️⃣ Sua mente é a sua maior ferramenta de manejo.
A autoresponsabilidade não é um fardo, é um superpoder. Quando você entende que suas escolhas influenciam diretamente na neuroproteção e no controle de surtos, você sai do papel de "vítima da doença" para o de gestora da sua saúde.

Esquecer a EM não faz ela sumir; apenas te deixa desarmada. Encarar a EM de frente, com estratégia e suporte psicológico especializado, é o que te permite viver — de verdade — o meu lema: Eu Vivo Bem.

Você sente que é protagonista do seu tratamento ou apenas "segue ordens"?
Vamos conversar sobre isso nos comentários. 👇

A Esclerose Múltipla é uma doença complexa e, por definição, exige um tratamento igualmente complexo. Durante mais de de...
25/02/2026

A Esclerose Múltipla é uma doença complexa e, por definição, exige um tratamento igualmente complexo. Durante mais de dez anos, eu cometi o erro de não olhar de frente para o diagnóstico. Tentei caminhos genéricos e paguei o preço em tempo, saúde e qualidade de vida...

🎯 O método que proponho hoje (focado em gestão emocional, mudança de comportamento e autorresponsabilidade) é o resultado de anos de pesquisa acadêmica cruzados com a minha própria vivência desde 2003. Não é uma ‘receita pronta’ para comer bem, se exercitar ou dormir oito horas; é um sistema refinado para pausar a progressão do impacto emocional da doença e resgatar a autonomia.

Eu levei anos para entender como ‘segurar’ a minha doença. Hoje, o que eu entrego no consultório é a destilação de todos esses erros e acertos. É a ciência aplicada com a assertividade de quem conhece cada nuance da condição autoimune.

Se você cansou de caminhos incertos e quer um olhar especializado que entenda a complexidade do que você vive, minha agenda de março está aberta. Não é sobre uma ‘consulta’ apenas, é sobre o compromisso técnico com a sua estabilidade.

👉🏻 Link na bio para informações e agendamentos.

A psicologia comum é uma ferramenta poderosa, mas quando falamos de condições desmielinizantes, como as doenças crônicas...
21/02/2026

A psicologia comum é uma ferramenta poderosa, mas quando falamos de condições desmielinizantes, como as doenças crônicas, o “comum” pode se tornar raso.

Muitos pacientes chegam até mim exaustos de serem invalidados por profissionais que tentam tratar sintomas neurológicos puramente como “questões emocionais”. A Esclerose Múltipla tem uma gramática própria. Se o profissional não domina a neurofisiologia da doença, ele corre o risco de patologizar o que é biológico ou de simplificar o que é complexo.

Eu atendo porque acredito que a alta performance na gestão de uma doença crônica exige um olhar de especialista. Alguém que entenda que a sua irritabilidade pode ser uma lesão no lobo frontal, e não apenas estresse. Alguém que saiba que sua fadiga exige modulação ambiental, não apenas “pensamento positivo”.

A autoridade clínica, para mim, é o compromisso de entregar ao paciente uma estratégia que respeite a ciência e a realidade de quem vive a condição na pele.

Você já sentiu que o suporte que recebe não alcança a complexidade da sua condição? Vamos falar sobre o valor da especialização. 👇

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