Dra. Mariana Pedrini Uebel

Dra. Mariana Pedrini Uebel Dra. Mariana Pedrini Uebel
Médica Psiquiatra da Infância, Adolescência e Adultos pela Associação Brasileira de Psiquiatria de Psiquiatria Médica.

Psiquiatra da Infância, Adolescência e Adultos pela Associação Brasileira de Psiquiatria de Psiquiatria
Mestrado em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Doutorado em em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Fellowship em Neuroimagem pelo Psychiatric Institute da Columbia University em Nova York
Pós-Doutorado em Psiquiatria pela Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)
Projetos de Pesquisas em Transtorno do Humor Bipolar e Esquizofrenia em Estágios Precoces
Preceptora do ambulatório de Saúde Mental da Mulher do Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

28/02/2026

O intestino afeta o cérebro?

Inflamação intestinal, disbiose, permeabilidade aumentada e alterações na microbiota podem impactar diretamente humor, ansiedade, foco e até risco de depressão.

No vídeo, explicamos como funciona essa conexão e por que tratar o cérebro começa, muitas vezes, pelo intestino.

Benefícios da Caminhada• 1 min – o fluxo sanguíneo aumenta
• 5 min – o humor melhora
• 10 min – o cortisol reduz
• 15 mi...
27/02/2026

Benefícios da Caminhada
• 1 min – o fluxo sanguíneo aumenta
• 5 min – o humor melhora
• 10 min – o cortisol reduz
• 15 min – a glicose sanguínea reduz
• 30 min – a queima de gordura começa
• 45 min – o excesso de pensamentos reduz
• 60 min – a dopamina aumenta
Busque 10 mil passos por dia 🚶🏻‍♀️

Caminhadas regulares reduzem hormônios do estresse, como o cortisol, aumentam endorfinas — responsáveis pela sensação de bem-estar — e estimulam o BDNF, uma proteína essencial para o crescimento dos neurônios e para a proteção contra o declínio cognitivo.

Alguns estudos sugerem, inclusive, que a caminhada em ritmo acelerado pode ser tão ef**az quanto antidepressivos em casos leves a moderados de depressão.

Fomos condicionados a acreditar que saúde precisa ser extrema para funcionar. Mas isso não é verdade.
Caminhar é uma forma de medicina preventiva.

É acessível, gratuita e uma das estratégias mais poderosas para melhorar sua saúde, um passo de cada vez.
E você, já bateu sua meta de passos hoje?

Muita gente tem o hábito de deixar o celular na cabeceira carregando, mas esse costume pode estar sabotando o seu descan...
27/02/2026

Muita gente tem o hábito de deixar o celular na cabeceira carregando, mas esse costume pode estar sabotando o seu descanso.

➡️ Mesmo em modo avião, o celular emite campos eletromagnéticos que prejudicam a produção de melatonina — o hormônio do sono.

➡️ Isso signif**a mais despertares noturnos, menos sono profundo e maior risco de fadiga, irritabilidade e dificuldade de concentração ao longo do dia.

A estratégia é simples: deixe o celular fora do quarto ou, no mínimo, afastado da cama, desconectado do carregador e em modo avião. Seu cérebro e seu corpo agradecem.

doi: 10.5935/1984-0063.20200128
doi:10.1371/journal.pone.0110825
https://doi.org/10.33069/cim.2024.0004
https://doi.org/10.3389/fpubh.2024.1481537
https://doi.org/10.1186/s12940-022-00882-8
doi: 10.3389/fphys.2022.943108
doi:10.1001/jamanetworkopen.2025.2493

26/02/2026

Mais uma semana incrível de atendimentos presenciais aqui em São Paulo.

Atendendo pacientes muito especiais, que vêm de várias cidades e até de outros países, em busca de um cuidado mais profundo, individualizado e baseado em raciocínio clínico estruturado.

E está sendo ainda mais especial ver a VS crescendo. A clínica está sendo ampliada, ganhando novos espaços, f**ando com cara nova… tudo pensado para oferecer uma experiência cada vez mais acolhedora e alinhada com o que acredito na prática médica.

Essa semana também está sendo acompanhada por uma das minhas mentorandas queridas, vivenciando de perto o raciocínio clínico, a condução dos casos e a integração da psiquiatria funcional na prática real.

É sempre muito especial estar aqui!

25/02/2026

Foco e disposição não dependem só de força de vontade.

O nosso cérebro precisa de substrato. Precisa de nutrientes e ativos que participem da produção de neurotransmissores, da geração de energia mitocondrial e da regulação do estresse mental.

Vitaminas do complexo B, coenzima Q10, aminoácidos como tirosina, taurina, fosfatidilserina… tudo isso influencia diretamente atenção, memória e performance cognitiva.

Uma opção que eu gosto muito é o Brain Up, da True. Ele concentra vários desses nutrientes em um único produto, facilitando a rotina.

Tem a versão AM, que contém cafeína e pode ajudar na performance ao longo do dia.
Tem a versão PM, sem cafeína, ideal para quem estuda à noite ou não metaboliza bem estimulantes.
E também a versão ready to drink, em formato de energético funcional, muito mais equilibrado e prático para o dia a dia.

Me conta: o que você faz para melhorar seu foco e disposição?

24/02/2026

Um dos momentos da minha aula no 2º Congresso de Medicina Funcional Integrativa foi exatamente esse: mostrar, na prática, como dois pacientes podem ter sintomas parecidos… mas padrões hormonais completamente diferentes.

Nesse trecho, eu comparo as curvas de cortisol ao longo de 24 horas. Enquanto um paciente ainda mantém alguma variação fisiológica, o outro apresenta o chamado padrão “flat”: sem pico matinal adequado, sem ritmo ao longo do dia e com metabolização extremamente baixa. É o que muitas vezes descrevemos como exaustão do eixo — quando o corpo já entregou tudo o que conseguia.

Mais do que fechar um diagnóstico, esses exames ajudam o paciente a entender que o que ele sente tem base biológica. O “disjuntor que caiu” aparece no papel. E quando o paciente enxerga isso, ele ganha clareza, segurança e costuma aderir muito mais ao plano terapêutico.

É esse olhar individualizado, integrando sintomas, exames e fisiologia, que sustenta a psiquiatria funcional.

Se você é profissional da saúde e quer aprender a raciocinar dessa forma, com profundidade clínica e estratégia terapêutica personalizada, se inscreva na minha Imersão em Psiquiatria Funcional. É um novo nível de cuidado, para você e para os seus pacientes.

A ciência já mostrou que quando a reclamação se torna um padrão, o cérebro aprende esse caminho. Pela neuroplasticidade,...
23/02/2026

A ciência já mostrou que quando a reclamação se torna um padrão, o cérebro aprende esse caminho. Pela neuroplasticidade, as conexões neurais que mais utilizamos f**am mais fortes. Ou seja, se reclamar vira hábito, o cérebro passa a “procurar” problemas, falhas e frustrações automaticamente. Isso se relaciona ao que chamamos de viés da negatividade.

Cada reclamação funciona como um ensaio mental. Com o tempo, isso pode aumentar a liberação de cortisol, manter o sistema de estresse mais ativado e reduzir a flexibilidade emocional. Estudos em neurociência afetiva mostram que padrões repetitivos de pensamento negativo estão associados a maior reatividade da amígdala e menor regulação pelo córtex pré-frontal — o que dificulta acessar estados como gratidão, otimismo e perspectiva, mesmo quando objetivamente está tudo bem.

Esse conceito está alinhado com pesquisas clássicas sobre neuroplasticidade, como as de Donald Hebb (“neurônios que disparam juntos, se conectam juntos”) e estudos posteriores em plasticidade dependente de experiência (Draganski et al., 2004; Maguire et al., 2000). Além disso, o viés da negatividade foi amplamente descrito por Baumeister et al. (2001), mostrando que estímulos negativos têm maior impacto psicológico e fisiológico do que os positivos.

A boa notícia é que o mesmo mecanismo funciona ao contrário. O cérebro também aprende foco em solução, regulação emocional e gratidão. Práticas intencionais, como reestruturação cognitiva, journaling positivo e treino de atenção, podem fortalecer circuitos mais adaptativos e reduzir a hiperativação do estresse.

O que você repete, você fortalece. E o que você fortalece, molda a forma como você enxerga e experimenta a vida. Treinar a mente não é pensamento positivo ingênuo — é neurobiologia aplicada.

22/02/2026

A tecnologia Exomind utiliza estimulação magnética transcraniana para modular circuitos cerebrais envolvidos em humor, ansiedade, foco e regulação emocional.

É um tratamento não invasivo, indolor e baseado em evidência científ**a, que pode auxiliar em quadros como depressão, ansiedade, insônia, zumbido e dificuldades cognitivas, especialmente quando há resposta parcial aos tratamentos convencionais.

Ao atuar diretamente na atividade neuronal, o Exomind busca restaurar padrões mais saudáveis de funcionamento cerebral.

Quer entender se essa tecnologia é indicada para o seu caso?
Clique no link da bio para mais informações, dúvidas e avaliação.

Punta🤍! Eu volto pra minha infância no Porto, nas lojinhas da Gorleiro, andando a cavalo no El Jaguel e na Feira Hippie ...
22/02/2026

Punta🤍! Eu volto pra minha infância no Porto, nas lojinhas da Gorleiro, andando a cavalo no El Jaguel e na Feira Hippie fazendo tererê! Na adolescência, adorava admirar as uruguaias cheias de estilo na Barra. Na sacada do Portofino, fui pedida em namoro (simmmm) e noivado tb! Na rambla, andava de carrinho com a Stella e a Gabi e agora elas são minhas companhias de caminhadas! Como não amar? Estava com saudades dessa energia toda e tenho certeza de que ano que vem vai ser ainda melhor✨

Pesquisas mostram de forma consistente que conexões sociais fortes estão entre os maiores preditores de saúde, resiliênc...
21/02/2026

Pesquisas mostram de forma consistente que conexões sociais fortes estão entre os maiores preditores de saúde, resiliência e longevidade. Não é o tamanho da sua rede que importa, mas a profundidade dos seus vínculos. Poucas pessoas que fazem você se sentir segura, vista e apoiada podem impactar profundamente a sua biologia.

A solidão ativa as mesmas vias de estresse envolvidas em doenças crônicas. Ela aumenta inflamação, desregula hormônios, compromete a função imunológica e acelera o envelhecimento. A conexão faz o oposto: acalma o sistema nervoso, reduz cortisol, melhora a saúde metabólica e até influencia a expressão gênica associada à longevidade.

Por isso, comunidade é um dos pilares da medicina funcional. Alimentação, exercício, sono e suplementação são fundamentais, mas sem vínculo humano signif**ativo, o processo de cura f**a incompleto.

Invista nas suas pessoas. Cultive um círculo pequeno e confiável. Refeições compartilhadas, conversas honestas, risadas e sensação de pertencimento não são intervenções “leves” — são ferramentas biológicas poderosas para ampliar saúde e qualidade de vida ao longo dos anos.

Envie esse post para aquelas pessoas que fazem parte desse vínculo especial ❤️

20/02/2026

O problema não é buscar ajuda para dormir. O problema é quando o comprimido vira a única estratégia.

Insônia persistente quase sempre é sintoma de algo mais profundo: desregulação do eixo do estresse, inflamação crônica, alterações hormonais, deficiência de micronutrientes, excesso de estímulo noturno, ansiedade não tratada. Se a causa de base não é investigada, o cérebro continua desorganizado — apenas mascarado.

Sono saudável é resultado de ritmo circadiano equilibrado, melatonina adequada, cortisol regulado, temperatura corporal correta, segurança emocional e função metabólica estável. Quando esses pilares são ajustados, o sistema nervoso reaprende a desligar sozinho.
Medicação pode ser uma ponte. Mas a reconstrução do sono acontece com estratégia, individualização e acompanhamento.

Se você usa remédio para dormir há muito tempo, talvez não seja sobre aumentar dose — e sim sobre entender o que seu cérebro está tentando sinalizar.

Dormir menos de 6 horas por noite, de forma consistente, está associado a redução mensurável do volume cerebral.Estudos ...
19/02/2026

Dormir menos de 6 horas por noite, de forma consistente, está associado a redução mensurável do volume cerebral.
Estudos mostram que a privação crônica de sono se relaciona à diminuição da substância cinzenta, especialmente em áreas envolvidas com memória, atenção e regulação emocional, como hipocampo e córtex pré-frontal. Além disso, noites mal dormidas ao longo dos anos podem acelerar processos neurodegenerativos e aumentar o risco de declínio cognitivo.

Mesmo restrições curtas de sono já impactam o cérebro: prejudicam a plasticidade sináptica — que é a capacidade de aprender e formar novas conexões — e reduzem a eficiência do sistema glinfático, responsável por eliminar resíduos metabólicos, incluindo proteínas associadas ao Alzheimer, como o beta-amiloide.

O sono não é um estado passivo.
É o momento em que o cérebro consolida memórias, regula hormônios, reequilibra neurotransmissores, reduz inflamação e literalmente realiza manutenção celular.

Dormir pouco não é produtividade.
É desgaste cerebral acumulado.

Se você quer proteger foco, memória, humor e longevidade cognitiva, comece protegendo suas horas de sono.

Estudo: Sexton CE et al. Sleep quality is associated with gray matter volume. Neurobiology of Aging. 2017.

Endereço

Rua Mostardeiro, 157 Sala 1001
Porto Alegre, RS
90430001

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