Aserghc Associação forte e representativa, realizando atividades de integração, protestos, assembleias e lutas em defesa dos trabalhadores do GHC.

LEI DO DESCONGELA: ASERGHC COBRA PAGAMENTO DE DIREITOS CONGELADOS NA PANDEMIA!A ASERGHC enviou ofício à Direção do GHC e...
14/01/2026

LEI DO DESCONGELA: ASERGHC COBRA PAGAMENTO DE DIREITOS CONGELADOS NA PANDEMIA!

A ASERGHC enviou ofício à Direção do GHC exigindo o pagamento dos valores referentes a direitos que foram congelados durante a pandemia de Covid-19 e que agora contam com autorização legal para serem quitados.

Entre maio de 2020 e dezembro de 2021, uma lei federal suspendeu a contagem de tempo de serviço e o pagamento de vantagens como adicionais por tempo, quinquênios, licença-prêmio e outros benefícios, mesmo para trabalhadoras e trabalhadores da saúde que seguiram atuando normalmente durante o período mais crítico da pandemia. Desde então, essa legislação vinha sendo usada como justificativa para a não concessão desses direitos.

Esse cenário mudou em janeiro de 2026, com a sanção da Lei Complementar nº 226/2026, que altera a lei da pandemia e autoriza estados, municípios e entes públicos a reconhecerem o tempo congelado e a realizarem o pagamento dos valores retroativos correspondentes ao período de 28 de maio de 2020 a 31 de dezembro de 2021. Com a nova lei, deixa de existir o impedimento legal que vinha sendo alegado até agora.

Diante dessa mudança, a ASERGHC formalizou a cobrança junto ao GHC, destacando que há respaldo jurídico para o pagamento administrativo dos valores atrasados e solicitando que a instituição informe como e quando pretende aplicar a nova legislação.

A Associação entende que o trabalho realizado durante a pandemia precisa ser reconhecido e que a reparação desses direitos não pode ser adiada. A ASERGHC seguirá acompanhando o tema e mantendo a base informada sobre os próximos desdobramentos.

🙋🏽‍♀️DÚVIDAS & PERGUNTAS? Manda pra gente pois vamos responder em publicações futuras!

Manifestamos nosso profundo pesar pelo falecimento de Maria Lourdes Somagal Turella, enfermeira do Hospital Nossa Senhor...
13/01/2026

Manifestamos nosso profundo pesar pelo falecimento de Maria Lourdes Somagal Turella, enfermeira do Hospital Nossa Senhora da Conceição, profissional admirada por colegas e referência pelo compromisso, dedicação e humanidade ao longo de sua trajetória. Neste momento de dor, nos solidarizamos com familiares, amigos e companheiros de trabalho, desejando força para enfrentar essa perda irreparável.

O velório ocorrerá nesta terça-feira, 13 de janeiro, a partir das 8h, no Cortel São Vicente, Cemitério e Crematório, sala 7, em Canoas, com cerimônia de despedida às 18h. Maria Lourdes deixa um legado de cuidado e exemplo que seguirá vivo na memória de todos que conviveram com ela.

Cuidar da saúde mental dos trabalhadores do GHC não é um favor. É dever da gestão. Neste Janeiro Branco, a ASERGHC trans...
12/01/2026

Cuidar da saúde mental dos trabalhadores do GHC não é um favor. É dever da gestão. Neste Janeiro Branco, a ASERGHC transforma o grito de socorro dos trabalhadores em uma cobrança pública. A omissão, o silêncio e a má gestão também adoecem. E seguir ignorando isso tem consequências graves para os trabalhadores e para a qualidade do cuidado prestado à população.

O sofrimento mental não é uma fragilidade individual. Ele é consequência direta das condições de trabalho e da ausência de política institucional

Leia nossa coluna no Sul21:  Correios, Petrobras, Trensurb e o Grupo Hospitalar Conceição continuam formalmente estatais...
08/01/2026

Leia nossa coluna no Sul21: Correios, Petrobras, Trensurb e o Grupo Hospitalar Conceição continuam formalmente estatais, mas vêm sendo administrados como empresas privadas

Correios, Petrobras, Trensurb e o Grupo Hospitalar Conceição continuam formalmente estatais, mas vêm sendo administrados como empresas privadas

Coluna da ASERGHC no Sul21: 2026 entre a esperança e a frustração: a política neoliberal nas estatais brasileiras O iníc...
07/01/2026

Coluna da ASERGHC no Sul21: 2026 entre a esperança e a frustração: a política neoliberal nas estatais brasileiras

O início de um novo ano costuma renovar expectativas. Para milhares de trabalhadores das empresas estatais brasileiras, no entanto, a sensação é de repetição. O calendário muda, mas a lógica que orienta a gestão dessas instituições permanece a mesma. Discursos de eficiência, modernização e responsabilidade fiscal seguem sendo usados para justificar arrocho salarial, precarização do trabalho e o esvaziamento das relações sindicais.

Essa sensação é ainda mais dura porque contraria expectativas concretas. A eleição de um novo governo, em 2022, alimentou entre os trabalhadores das estatais a esperança de ruptura com a lógica de arrocho, precarização e exclusão sindical herdada dos governos anteriores. Esperava-se mudança de rumo, reconstrução e valorização de quem sustenta o serviço público. Passados quase quatro anos, já às vésperas do último ano deste governo, o que se impõe é a frustração. A lógica neoliberal não foi superada, apenas reembalada.

Correios, Petrobras, Trensurb e o Grupo Hospitalar Conceição continuam formalmente estatais, mas vêm sendo administrados como se fossem empresas privadas. Defende-se o prédio, a marca e os ativos, mas não se defende gente. Não se defendem os trabalhadores que fazem essas empresas funcionarem todos os dias. Essa dissociação entre patrimônio público e valorização humana abre caminho para o mesmo projeto de desmonte operado por gestões partidarizadas.

Nesse modelo, a negociação coletiva existe apenas no discurso. Mesas permanentes de negociação transformam-se em espaços de enrolação, onde pautas estruturais são empurradas indefinidamente. As entidades sindicais são mantidas à margem, tratadas como meros carimbadores de propostas já prontas, sem qualquer construção real com a base. Planos de Cargos, Carreiras e Salários seguem congelados ou mutilados, enquanto propostas são apresentadas de forma impositiva. O resultado é um ambiente de trabalhadores desmotivados, submetidos a trabalho mecânico, sem perspectiva, largados pela gestão, vivendo frustração constante e adoecimento. Isso se expressa no aumento das faltas, afastamentos e licenças médicas, sintomas de um cotidiano de sobrecarga, insegurança e desgaste que já não pode ser tratado como normal.

Não se trata de falhas pontuais ou de gestores isolados. O que está em curso é uma opção política. Em nome do chamado equilíbrio fiscal e de metas econômicas, escolhe-se sangrar a base trabalhadora. A precarização das relações de trabalho, a terceirização crescente e a postura abertamente antissindical fazem parte de um mesmo projeto. Um projeto que, embora se apresente com nova roupagem, carrega as mesmas marcas do neoliberalismo que orientou governos anteriores, transferindo o custo do ajuste para quem está no chão de fábrica, no balcão de atendimento e nas emergências do SUS.

No Grupo Hospitalar Conceição, essa lógica se manifesta de forma clara. Os trabalhadores estão largados, atuando sob rotinas cada vez mais mecanizadas, sem incentivo, sem perspectiva de valorização e sem a implementação de um Plano de Cargos, Carreiras e Salários que há anos é reivindicado. A pressão por produtividade, metas e ampliação de procedimentos ocorre sem o devido dimensionamento de pessoal e sem reconhecimento financeiro. Ao mesmo tempo, a gestão empurra acordos goela abaixo nas mesas de negociação e avança em terceirizações que excluem categorias inteiras de direitos futuros, aprofundando a fragmentação da força de trabalho.

O discurso que sustenta essas escolhas costuma apontar para um suposto passivo trabalhista bilionário, apresentado de forma genérica como responsabilidade dos próprios trabalhadores. Repete-se a lógica de que o rombo precisa ser combatido à custa de salários, benefícios e concursos, enquanto contratos terceirizados, desperdícios e decisões administrativas equivocadas seguem intocados. Ainda assim, a conta é jogada nas costas de quem sustenta o funcionamento diário das instituições.

As consequências desse modelo não recaem apenas sobre os trabalhadores. Quando quem faz o serviço público acontecer é desvalorizado, o impacto chega diretamente à população. Falta de continuidade, perda de qualidade, improviso permanente e ineficiência não são acidentes. São resultados previsíveis de uma gestão que aposta na precarização como estratégia.

Essa frustração acumulada, tanto de trabalhadores quanto de usuários dos serviços públicos, é politicamente perigosa. Ao produzir desgaste, descrédito e sensação de abandono, essa lógica neoliberal cria terreno fértil para discursos autoritários e soluções fáceis da extrema direita, que se alimentam justamente da percepção de que o Estado não funciona e de que o serviço público é ineficiente.

Defender as estatais, portanto, é enfrentar o neoliberalismo que opera dentro dessas empresas, desmontando direitos, enfraquecendo a organização dos trabalhadores e frustrando expectativas. Não basta retirar as estatais da fila das privatizações se, no cotidiano, a política é de arrocho, PDVs em massa, retirada de direitos e falsas mesas de negociação. Um novo ano, e o último ciclo deste governo, só fará sentido se vier acompanhado de outra lógica: valorização concreta dos trabalhadores, negociação coletiva real, planos de carreira integrais e compromisso efetivo com o serviço público.

Artigo publicado no Sul 21: https://sul21.com.br/opiniao/2026/01/2026-entre-a-esperanca-e-a-frustracao-a-politica-neoliberal-nas-estatais-brasileiras-por-aserghc/

Lamentamos o falecimento da colega Maria Bitencourt Zajackowski, mais conhecida como Lia. O velório está acontecendo no ...
06/01/2026

Lamentamos o falecimento da colega Maria Bitencourt Zajackowski, mais conhecida como Lia. O velório está acontecendo no salão da Igreja Km 37, e o sepultamento ocorrerá no cemitério de Laranjeiras, em Pescaria Brava, às 17h.

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento da colega Alessandra Garcia Eifler, nesse sábado, dia 03. Ela era téc...
04/01/2026

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento da colega Alessandra Garcia Eifler, nesse sábado, dia 03. Ela era técnica de enfermagem do setor de Neurologia do hospital Cristo Redentor.

O velório acontece nesse domingo (04), a partir das 06h, no Cemitério Jardim da Paz, na Estrada João de Oliveira Remião, 1347, Capela E. O sepultamento se dará às 11h30.

A ASERGHC lamenta mais uma perda de uma profissional da saúde, categoria bastante negligenciada quando se trata de cuidados com os trabalhadores. O cuidado com a saúde física e mental de seus trabalhadores precisa e deve ser uma preocupação do Grupo Hospitalar Conceição.

🤞🏽O ganhador do prêmio principal da promoção “Associado de Sorte”, promovido pelos lojistas que expõem nas secretarias d...
29/12/2025

🤞🏽O ganhador do prêmio principal da promoção “Associado de Sorte”, promovido pelos lojistas que expõem nas secretarias da ASERGHC, Rodinele Lucas Machado, retirou a TV de 42 polegadas nesta segunda-feira (29). A entrega foi feita pela presidenta da Associação, Luciana Almeida.

🎲O sorteio foi realizado no dia 19 de dezembro e pode ser visto em vídeo nas redes sociais da ASERGHC. 📹

🍀Confira todos os contemplados:

1️⃣Primeiro prêmio (TV de 42 polegadas): RODINELE LUCAS MACHADO, hospital Conceição.

2️⃣Segundo prêmio (air fryer): SORAYA WITTEE ZIMMER, hospital Fêmina.

3️⃣Terceiro prêmio (air fryer): VÂNIA MARLI DA SILVA ROSA MOREIRA, hospital hospital Cristo Redentor.

24/12/2025

Boas festas a todas e todos que estiveram junto da ASERGHC em mais um ano de luta.

Que 2026 nos encontre ainda mais unidos e organizados! ✊✨

🎁 O pacote da gestão para os trabalhadores do GHCDesvalorização, sobrecarga, terceirização, assédio e perseguição.Isso n...
23/12/2025

🎁 O pacote da gestão para os trabalhadores do GHC

Desvalorização, sobrecarga, terceirização, assédio e perseguição.
Isso não é presente. É precarização do trabalho.

✊ A ASERGHC segue cobrando respeito, diálogo e valorização.

Aproveitando a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, decidimos divulga...
20/12/2025

Aproveitando a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, decidimos divulgar publicamente a carta publicada no Sul21.

O texto traduz o que trabalhadores e trabalhadoras vivem hoje no GHC e o SUS que defendem: público, estatal e sustentado por financiamento adequado, gestão transparente e valorização de quem garante o atendimento todos os dias.

Reconhecemos os investimentos e a ampliação de serviços, mas esses avanços não têm sido acompanhados pela valorização dos trabalhadores

20/12/2025

Aproveitando a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, a Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (ASERGHC) decidiu divulgar publicamente a carta abaixo. O texto traduz o que trabalhadores e trabalhadoras vivem hoje no GHC e o SUS que defendem: público, estatal e sustentado por financiamento adequado, gestão transparente e valorização de quem garante o atendimento todos os dias. Não se trata de uma saudação protocolar, mas de uma cobrança direta por diálogo real e por respostas concretas a problemas que seguem sendo empurrados para depois.

CARTA AO MINISTRO DA SAÚDE
Porto Alegre, 20 de dezembro de 2025.
Excelentíssimo Senhor
Alexandre Padilha
Ministro da Saúde
Senhor Ministro,

A Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (ASERGHC) reitera, por meio desta, sua disposição permanente para o diálogo com o Ministério da Saúde, reafirmando solicitações já apresentadas anteriormente, tanto durante a gestão da Ministra Nísia Trindade quanto ao próprio Vossa Excelência, em ao menos duas oportunidades, por ocasião de agendas institucionais no Hospital Nossa Senhora da Conceição e no Hospital Fêmina.

Dirigimo-nos novamente a Vossa Excelência por ocasião de sua visita ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, instituição estratégica para o Sistema Único de Saúde e referência nacional em assistência, ensino e pesquisa.

O Grupo Hospitalar Conceição expressa, de forma concreta, o SUS que temos: um sistema que segue funcionando graças ao compromisso cotidiano de seus trabalhadores e trabalhadoras, mesmo diante de subfinanciamento, terceirizações crescentes, precarização dos vínculos de trabalho, sobrecarga das equipes e fragilização das relações institucionais.

Reconhecemos os investimentos realizados pelo Governo Federal e a ampliação de serviços no GHC. Contudo, esses avanços não têm sido acompanhados pela valorização dos trabalhadores, pela transparência nos processos de gestão e por práticas democráticas de diálogo. As entidades representativas enfrentam dificuldades recorrentes de interlocução, práticas antissindicais e restrições à negociação coletiva.

Outro ponto que merece atenção é o assédio no ambiente de trabalho, uma reclamação constante entre os servidores. Trata-se de um problema que precisa ser enfrentado de forma institucional, transparente e democrática, especialmente em uma empresa pública, com políticas claras de prevenção, acolhimento e responsabilização, sem perseguições e com respeito aos direitos dos trabalhadores.

O SUS que queremos é aquele previsto na Constituição Federal, orientado pelos princípios da universalidade, da equidade e da integralidade. Um SUS público e estatal, com gestão profissional, transparente e comprometida com o diálogo, que reconheça que não há assistência de qualidade sem trabalhadores valorizados e protegidos.

Nesse sentido, consideramos fundamental enfrentar:

● a ampliação das terceirizações, que fragilizam vínculos e fragmentam o cuidado;
● a falta de transparência nos processos decisórios e de gestão;
● a sobrecarga e o adoecimento dos trabalhadores;
● e o respeito às entidades representativas, com diálogo permanente e negociação efetiva.

Esperamos que a visita de Vossa Excelência contribua para o fortalecimento do SUS público no GHC, com encaminhamentos concretos que assegurem financiamento adequado, valorização dos trabalhadores, transparência na gestão e relações institucionais democráticas.

Nesse sentido, a ASERGHC reitera a solicitação de uma agenda formal de reunião com o Ministério da Saúde, para debater de forma direta os pontos aqui apresentados e construir encaminhamentos objetivos sobre as condições de trabalho, a gestão do GHC e o futuro do SUS na instituição.

Atenciosamente,
Associação dos Servidores do Grupo Hospitalar Conceição (ASERGHC)

Endereço

Rua Marco Polo, N. º 93
Porto Alegre, RS
91350-280

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 07:00 - 19:30
Terça-feira 07:00 - 19:30
Quarta-feira 07:00 - 19:30
Quinta-feira 07:00 - 19:30
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