22/04/2026
O Brasil viu a obesidade crescer 118% em menos de duas décadas. Isso não é uma discussão estética. É epidemiologia entrando no consultório todos os dias.
O que mudou na prática? O perfil dos pacientes. Hoje, obesidade frequentemente vem acompanhada de esteatose hepática, resistência à insulina, diabetes tipo 2, refluxo importante e maior risco cirúrgico e anestésico.
E tem um ponto que ainda é subestimado: obesidade é doença metabólica. Ela altera hormônios, inflamação sistêmica e a forma como fígado e pâncreas trabalham. Por isso, em muitos casos, tratar só com força de vontade ou “uma medicação isolada” não sustenta resultado no longo prazo.
A cirurgia metabólica e bariátrica, quando bem indicada, não é atalho. É ferramenta terapêutica para modificar desfechos: melhorar controle glicêmico, reduzir risco cardiometabólico, proteger órgãos e sustentar perda de peso com acompanhamento.
Se você quer entender se existe indicação no seu caso e qual estratégia faz sentido, agende sua avaliação.
📍 Atendimento em Porto Alegre e Santa Cruz do Sul
👨⚕️ Dr. Fábio Luiz Waechter – Cirurgião do Aparelho Digestivo
🏥 CAD – Centro de Cirurgia do Aparelho Digestivo
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