Claudine von Saltiél - Consultório de Psicologia e Terapia Ocupacional

Claudine von Saltiél - Consultório de Psicologia e Terapia Ocupacional Consultório de Psicologia. Avaliação Psicológica e Psicodiagnóstico. Psicanálise Vincular: Te Em 2006 formou-se em Psicologia.

Claudine von Saltiél formou-se no ano de 2000 em Terapia Ocupacional. Fez residência hospitalar e do trauma no Hospital de Pronto Socorro-HPS. Atuou como psicóloga na SUSEPE, realizando avaliações psicológicas de apenados e posteriormente com saúde pública e comunitária. No momento trabalha com avaliação psicológica para diversos fins.

19/11/2025

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"A gente só morre quando é esquecido" Frase do filme: Viva - A vida é uma festaHoje, feriado de finados, momento de lemb...
02/11/2025

"A gente só morre quando é esquecido"

Frase do filme: Viva - A vida é uma festa

Hoje, feriado de finados, momento de lembrar os mortos.

Nesse local, está representada simbolicamente a última morada de duas pessoas muito importantes pra mim.

Minha irmã e meu pai.

Eles jamais morrerão, pois jamais serão esquecidos, assim como no filme.

Eles nos ensinaram em vida e fazem parte da nossa história que. será levada adiante na história dos meus filhos.

Aos que vieram depois de nós e não puderam nos acompanhar.

Que o amor que transcende entre nós (como dizia Cazuza " daqui a eternidade"), perdure para todo o sempre.

Hoje, 13/10 celebramos as profissões de Terapia Ocupacional e de Fisioterapia.Elas completam 56 anos de reconhecimento n...
13/10/2025

Hoje, 13/10 celebramos as profissões de Terapia Ocupacional e de Fisioterapia.
Elas completam 56 anos de reconhecimento no Brasil.
Desde então, essas duas profissões vem evoluindo exponencialmente, ampliando seu alcance e importância em todos os níveis de atenção a saúde.
A TO foi minha primeira formação, há 25 anos, onde tudo era mato 😂
Sempre gostei da saúde mental.
Dedico esse post a tantos colegas que nunca tiveram reconhecido merecido

Aniversário de 1 ano da Teresinha, para os íntimos Tetê.Sua mãe teve vários filhotes pelas ruas e praça do JVI até algué...
13/10/2025

Aniversário de 1 ano da Teresinha, para os íntimos Tetê.

Sua mãe teve vários filhotes pelas ruas e praça do JVI até alguém conseguir capturá-la e castrar.

Com aproximadamente 1 mês de vida bebê Tétis já estava com a gente.
A doisa hiperativa que nós amamos. 😸😺😽

Outubro Rosa!Por favor, se cuide, faça o auto exame, consulte seu ginecologista anualmente. Cuide de sua saúde.A vida é ...
12/10/2025

Outubro Rosa!

Por favor, se cuide, faça o auto exame, consulte seu ginecologista anualmente.

Cuide de sua saúde.

A vida é única e a prevenção sempre será a melhor opção.





Quando você tem um paciente que viaja pelo mundo e sempre te leva no ❤️Mimos direto de Paris, Índia e Sri Lanka. Não é o...
04/10/2025

Quando você tem um paciente que viaja pelo mundo e sempre te leva no ❤️

Mimos direto de Paris, Índia e Sri Lanka.

Não é o material, mas sim a felicidade de saber que nosso momento terapêutico é levado com ele em suas experiências de vida quando termina a sessão.

O mês de setembro representa simbolicamente o caso de um jovem americano que cometeu suicídio no mês de setembro e tinha...
21/09/2025

O mês de setembro representa simbolicamente o caso de um jovem americano que cometeu suicídio no mês de setembro e tinha um carro amarelo que gostava muito.

Desde então, potencializou a divulgação sobre o auxílio e valorização da saúde mental.

Entretanto, sabemos o quanto ainda ocorre estigma e preconceito quando pessoas buscam ajuda.

Percebo que cada vez mais a sociedade naturaliza a terapia e a psiquiatria, e torço que um dia todos tenham acesso e tratamento adequado.

Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro....
31/08/2025

Quando eu era pequena, não entendia o choro solto da minha mãe ao assistir a um filme, ouvir uma música ou ler um livro. O que eu não sabia é que minha mãe não chorava pelas coisas visíveis. Ela chorava pela eternidade que vivia dentro dela e que eu, na minha meninice, era incapaz de compreender. O tempo passou e hoje me emociono diante das mesmas coisas, tocada por pequenos milagres do cotidiano.É que a memória é contrária ao tempo. Enquanto o tempo leva a vida embora como vento, a memória traz de volta o que realmente importa, eternizando momentos. Crianças têm o tempo a seu favor e a memória ainda é muito recente. Para elas, um filme é só um filme; uma melodia, só uma melodia. Ignoram o quanto a infância é impregnada de eternidade.
Diante do tempo envelhecemos, nossos filhos crescem, muita gente parte. Porém, para a memória ainda somos jovens, atletas, amantes insaciáveis. Nossos filhos são crianças, nossos amigos estão perto, nossos pais ainda vivem.Quanto mais vivemos, mais eternidades criamos dentro da gente. Quando nos damos conta, nossos baús secretos – porque a memória é dada a segredos – estão recheados daquilo que amamos, do que deixou saudade, do que doeu além da conta, do que permaneceu além do tempo.
A capacidade de se emocionar vem daí: quando nossos compartimentos são escancarados de alguma maneira. Um dia você liga o rádio do carro e toca uma música qualquer, ninguém nota, mas aquela música já fez parte de você – foi o fundo musical de um amor, ou a trilha sonora de uma fossa – e mesmo que tenham se passado anos, sua memória afetiva não obedece a calendários, não caminha com as estações; alguma parte de você volta no tempo e lembra aquela pessoa, aquele momento, àquela época...
Amigos verdadeiros têm a capacidade de se eternizar dentro da gente. É comum ver amigos da juventude se reencontrando depois de anos – já adultos ou até idosos – e voltando a se comportar como adolescentes bobos e imaturos. Encontros de turma são especiais por isso, resgatam as pessoas que fomos, garotos cheios de alegria, engraçadinhos, capazes de atitudes infantis e debilóides, como éramos há 20 ou 30 anos.
Segue no post...

E hoje é o dia da profissão que escolhi para vida.A psicologia me completa, talvez nem consiga mais diferenciar quem sou...
27/08/2025

E hoje é o dia da profissão que escolhi para vida.

A psicologia me completa, talvez nem consiga mais diferenciar quem sou eu da profissional psicóloga.

Minha escolha foi baseada no desejo em compreender os indivíduos. Como se constituíram, suas relações familiares, sociais, culpas, medos e prazeres.

Em 1995, quando iniciei a faculdade de Terapia Ocupacional, nunca mais parei.

Um caminho sem volta.

Veio a psicologia em 2002 e foi amor a primeira vista!

As faculdades foram a formação da base de conhecimento, depois vieram residência, pós graduações e a quarta em andamento. Não paro, não canso, continuo com a mesma força e motivação do início.

Não é só pelo desejo de aprimoramento, é pelo amor que envolve toda a escuta.

Quando alguém está na minha frente, me torno melhor, meu olhar muda, minha escuta é atenta, estou me reinventando também.

Uma conexão verdadeira cheia de empatia e, mesmo em momentos de dor e lágrimas busco trazer a leveza necessária sem desrespeitar e minimizar o discurso do outro.

Parabéns aos colegas que mesmo enfrentando desvalorizações na saúde pública, nos planos de saúde e sem respaldo do CRP/CFP, estamos lutando por um mundo mais humano.

Hoje, um menino de 7 anos me disse que eu "não servia para nada.”Assim começou meu último dia como professora primária e...
22/08/2025

Hoje, um menino de 7 anos me disse que eu "não servia para nada.”

Assim começou meu último dia como professora primária em uma escola pública.

Sem ironia.
Sem raiva.

Apenas uma voz indiferente, como se estivesse comentando sobre o tempo.

— Você não sabe fazer TikToks. Minha mãe diz que pessoas velhas como você já deveriam se aposentar.
Eu sorri.
Aprendi a não levar para o lado pessoal.
Mas mesmo assim... algo dentro de mim quebrou um pouco mais.

Meu nome é professora Helena.
Ensinei o 1º ano em uma cidadezinha nos arredores de Belo Horizonte por 36 anos.

Hoje, arrumei minha sala pela última vez.
Quando comecei, no fim dos anos 80, ensinar era um chamado.
Um laço sagrado.

As pessoas confiavam em nós. Até nos admiravam.

Não ganhávamos muito, mas havia respeito.
E isso valia mais do que qualquer salário.
Os pais levavam bolo de fubá nas reuniões.
As crianças faziam cartões de aniversário cheios de erros de português e corações tortos.

E quando alguém lia sua primeira frase em voz alta...

Era uma alegria que nenhum dinheiro podia pagar.
Mas alguma coisa mudou.
Devagar.
Silenciosamente.
Ano após ano.

Até que um dia, olhei para minha sala e não reconheci mais o trabalho que tanto amei.

Não é só por causa de tablets e lousas digitais – embora também seja.
É o cansaço.
A falta de respeito.
A solidão.

Antes, eu passava as tardes recortando maçãs de papel para enfeitar as paredes.
Agora, passo preenchendo relatórios em um aplicativo de comportamento, caso algum pai resolva me processar.

Já gritaram comigo na frente de toda a turma.
Não alunos — pais.
Um deles me disse:
— A senhora não sabe lidar com criança. Vi um vídeo no celular do meu filho.
Ele tinha me filmado enquanto eu tentava acalmar outro aluno em crise.

Ninguém perguntou como eu estava.
Ninguém quis saber que eu estava funcionando à base de chiclete, café e pura força de vontade.

As crianças também mudaram.
E a culpa não é delas.

Vivem num mundo acelerado, barulhento, desconectado.
Chegam à escola sem dormir, viciadas em telas e emocionalmente despreparadas.

Alguns vêm com raiva.
Outros, com medo.
Muitos não sabem segurar um lápis, esperar a vez ou dizer “por favor”.
E esperam que a gente dê conta de tudo.
Seis horas por dia.
Sem assistentes.
Com 28 alunos. E um orçamento que não dá nem pra bolo de aniversário.

Lembro de quando minha sala era um abrigo.
Tínhamos um cantinho da leitura com almofadas coloridas.
Cantávamos toda manhã. Aprendíamos a ser gentis antes de aprender a somar.
E agora?
Agora me pedem para focar em “metas de aprendizagem”, “métricas”, “resultados mensuráveis”.
Meu valor se mede pela forma como uma criança de 6 anos preenche bolinhas em uma prova padronizada de março.
Uma vez, um supervisor me disse:
— Você é muito “afetiva”. Nosso município quer resultados.
Como se conectar com crianças fosse um defeito.
Mas eu continuei.
Porque sempre existiram momentos. Pequenos. Sagrados.
Uma criança que cochichou pra mim:
— Você parece minha vó. Queria morar com você.
Outra que deixou um bilhete na minha mesa:
— Aqui me sinto seguro.
Ou aquele menino tímido que finalmente me olhou nos olhos e disse:
— Li sozinho.
Agarrei esses momentos como se fossem boias salva-vidas.
Porque eles me lembravam que, mesmo quando o mundo gritava o contrário, eu ainda estava fazendo algo que importava.
Mas este último ano... me quebrou.
A violência aumentou.
Um aluno jogou uma cadeira pela sala. Outro me ameaçou:
— Vou levar uma coisa de casa amanhã.
E tudo porque pedi para ele sentar.
O telefone da escola virou linha direta de emergência.
A coordenadora pediu demissão em outubro.
Em novembro, não havia mais professores substitutos.
A exaustão virou uma névoa densa e constante.
E eu?
Comecei a me sentir invisível. Substituível.
Como uma máquina velha em um mundo digital que já não acredita no toque humano.
Arrumei minha sala hoje.
Arranquei desenhos desbotados das paredes – alguns de décadas atrás.
Encontrei uma caixa de cartinhas de uma turma de 1995.
Uma delas dizia:
— Obrigado por gostar de mim mesmo quando fui bagunceiro.
Chorei ao ler.
Porque, naquela época, ser professora significava alguma coisa.
Hoje, parece uma profissão pela qual a gente precisa pedir desculpa.
Não houve festa. Nem discurso.
Só um aperto de mão do novo diretor, que me chamou de “senhora” e checou o celular no meio da despedida.
Esqueci minha caixa de adesivos. Minha cadeira de balanço. Minha paciência.
Mas levei comigo a lembrança de cada criança que um dia me olhou com encanto, com confiança ou com alívio.
Isso é meu. Ninguém pode me tirar.
Não sei o que vem agora.
Talvez eu seja voluntária na biblioteca da cidade.
Talvez eu aprenda a fazer pão caseiro.
Ou talvez eu apenas me sente na varanda com um chá quente, lembrando de um tempo que era mais gentil.
Porque sinto falta.
Sinto falta de quando ser professora era ser aliada, não alvo.
Quando escola e família caminhavam juntas.
Quando educar era cultivar, não apenas medir desempenho.
Se você já foi professor ou professora, você entende.
A gente não fez isso pelas férias.
Fizemos pelo menino que aprendeu a amarrar os cadarços.Pela menina que finalmente sorriu depois de semanas em silêncio.Pelos que precisavam de nós de um jeito que nenhuma prova consegue mensurar.
Fizemos por amor. Por esperança. Por acreditar que ainda dava para mudar o mundo.
Então, se um dia você encontrar uma professora – de ontem ou de hoje – agradeça.
Não com uma xícara. Nem com uma maçã.
Com sua voz. Seus olhos. Seu respeito.

Porque num mundo que corre depressa demais, elas ficaram.

Num sistema que desmoronou, elas resistiram.
E numa sociedade que as esqueceu, elas se lembraram de cada criança.

Que as professoras do passado saibam que não estão esquecidas.
Que as de hoje saibam que não estão sozinhas.

Simples Assim: Ruth Toledo
Reproduzido de: Chico - Cartas de Paz e Consolação

O melhor de tudo, no dia do meu aniversário  foi receber carinhos e mimos que não tem preço. suporte
01/08/2025

O melhor de tudo, no dia do meu aniversário foi receber carinhos e mimos que não tem preço. suporte

  ..Somos aquela geração que não voltará mais. Crescemos com os sapatos sujos de terra, os joelhos ralados e o coração a...
22/07/2025

..
Somos aquela geração que não voltará mais. Crescemos com os sapatos sujos de terra, os joelhos ralados e o coração apressado — não para mexer no celular, mas para terminar o lanche e correr para a rua, onde a maior expectativa era uma bola e alguns amigos. Éramos os que voltavam da escola a pé, falando alto ou apenas sonhando em silêncio, com a cabeça já no próximo jogo, na nova aventura, entre um buraco cavado na areia e um segredo cochichado atrás do muro. Um graveto virava espada, uma poça d’água se transformava em mar. Nossos tesouros eram bolinhas de gude, figurinhas, barquinhos de papel. E o céu era o nosso único limite. Não tínhamos backup — apenas lembranças na memória e nos negativos fotográficos. As fotos se tocavam, tinham cheiro, eram guardadas em caixas — junto com cartas escritas à mão, postais dos avós, e desenhos coloridos que os pais guardavam como relíquias. À noite, debaixo das cobertas, sussurrávamos para o irmão ou irmã na cama ao lado, rindo por bobagens, com medo que algum adulto ouvisse e calasse aquele mundinho feito de cumplicidade. Essa geração está se afastando devagar, como uma foto que vai perdendo a cor, mas que ninguém tem coragem de jogar fora. Estamos partindo em silêncio, levando uma bagagem invisível: o som das risadas na rua, o cheiro do pão quente, as corridas sem destino e aquela liberdade que nunca soube o que era uma notificação. Fomos crianças numa época em que ainda se podia ser. E talvez, essa tenha sido nossa maior sorte.

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