27/05/2020
Se proteção é uma das armas contra o novo coronavírus, como fazer com aqueles que não podem se defender sozinhos? Este é um dos desafios de vir ao mundo em meio à uma pandemia: de tão pequenos, os recém-nascidos não podem utilizar máscaras, lavar as mãos e, muitas vezes, nem se manter totalmente em isolamento social, já que precisam se deslocar para consultas médicas. É neste cenário que atuam os face shields, ou "escudos faciais" em tradução livre. No Recife, duas iniciativas começaram a produzir e doar os equipamentos a bebês, adicionando o elemento solidariedade na luta contra a doença.
A fonoaudióloga Gabriella Pacheco teve a ideia de construir os escudos faciais quando viu uma notícia de que o equipamento estava sendo utilizado em um hospital da Tailândia. Como trabalha no Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros (Cisam), no bairro da Encruzilhada, na Zona Norte do Recife, maternidade que dá assistência a gestações e partos de alto risco, Gabriella pensou em fornecer este tipo de proteção aos bebês. Segundo ela, na unidade, muitos nascem prematuros, com baixo peso e até com problemas respiratórios relacionados à prematuridade, por isto a necessidade de cuidado redobrado com os pequenos.
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