Thais Vieira Psicologia Clínica

Thais Vieira Psicologia Clínica Thaís Vieira - Psicologia Clínica é um espaço psicoterápico para adolescentes, adultos, casais

MISSÃO
Promover bem-estar e qualidade de vida oferecendo técnicas psicoterapêuticas de acordo com a necessidade de cada indivíduo

VISÃO
Ser referência em psicoterapia clínica

VALORES
Ética
Respeito à subjetividade
Desenvolvimento pessoal
Sigilo
Acolhimento
Integralidade

INSTITUCIONAL
Thaís Vieira – Psicologia Clínica é um espaço psicoterápico para adolescentes, adultos, casais e famílias, que acolhe o sujeito em sofrimento psíquico, com o objetivo de fortalecer sua saúde mental e promover o autoconhecimento na aquisição de ferramentas para reelaboração de conflitos e flexibilização de padrões comportamentais. Nesta perspectiva, empregamos um modelo integrativo de tratamento que compreende o paciente com sua bagagem histórica e com seus padrões relacionais, problematizando os efeitos destes na sua visão de si, dos outros e do mundo e no seu sistema de crenças. A base do tratamento está na relação terapêutica paciente-psicoterapeuta, potencializando a ideia de que todo o sujeito tem a capacidade de elaborar e transformar a realidade em que vive. Cada projeto terapêutico é único, construído e partilhado com o paciente de acordo com a sua demanda. Nesta interação, acontece um processo criativo originado da tendência do ser humano de trazer-se à vida. Neste sentido, viver é muito mais que responder a estímulos do cotidiano, mas interagir com o mundo e lutar pelas coisas através da criatividade. MULTIDISCIPLINARIDADE
No campo da saúde, o avanço da ciência e da tecnologia e a crescente especialização das disciplinas trouxeram a necessidade de um maior diálogo entre os diferentes saberes denominada multidisciplinaridade. Thaís Vieira trabalha com o foco na Psicologia, apoiada em outros especialistas parceiros com a intenção de criar uma prática complementar sem hierarquias, conectada à ideia de que o sujeito é um ser integral. POR QUE BUSCAR PSICOTERAPIA
A saúde mental é tão importante como a saúde física para o bem-estar dos indivíduos, das sociedades e dos países. Não obstante, só uma pequena minoria dos 450 milhões de pessoas que apresentam perturbações mentais e comportamentais está a receber tratamento (OMS, 2002). O preconceito é um grande causador disso através do discurso de que “terapia é coisa para louco”, “conversar com o amigo é de graça”, ou “o que os outros vão pensar se souberem que vou a um psicólogo?”. Esse discurso mantém o sofrimento e impede o sujeito de ter qualidade de vida.

Eu fui uma criança bem moleca: jogava bola na rua, brincava de esconder; a rua era uma extensão de casa, junto com outra...
29/05/2021

Eu fui uma criança bem moleca: jogava bola na rua, brincava de esconder; a rua era uma extensão de casa, junto com outras crianças.

Eu me sentia livre e em plena potência, gostava de quem eu era e era aceita nos espaços onde circulava.

Com 8 anos, minha mãe me matriculou no ballet clássico. Era um tanto rígido, mas eu tinha muito prazer em aprender algo totalmente novo.

No final do ano, era organizado o espetáculo com toda escola, com direito à apresentação no palco e figurino. Isto movimentava a turma em ensaios intensos.

A minha turma foi dividida em dois por altura e cada grupo apresentaria uma coreografia. Deste jeito, em cada aula, eram duas coreografias para ensaiar.

Quando faltava uma aluna, a professora colocava uma substituta para fazer o ensaio para não se perder a marcação do lugar.

Numa destas vezes, eu rapidamente me prontifiquei para ensaiar pela colega que faltou e a professora respondeu: mas tu sabe a coreografia? Se for como tu sabe a tua, estamos mal. E riu. A turma ficou olhando em silêncio.

O meu corpo todinho formigou, como se fosse eletrocutado. Por alguns segundos fiquei paralisada. Aquela fala não encaixava com o que eu pensava de mim. Foi a primeira vez que alguém me desmoralizou diante de outres. E aquela experiência não se encaixava no meu ser.

Com o tempo, foram outras falas de outras pessoas em diferentes contextos, a ponto de chegar uma hora e eu ser tão crítica comigo mesma que eu era meu pior algoz.

Resgatar a criança feliz consigo mesma levou muito tempo, aliás ainda é um processo.

Confere lá nos Stories as minhas virtudes em uma mão.

Tem gente nova chegando por aqui e muitos são terapeutas como eu. Quero me apresentar falando exatamente deste lugar que...
19/05/2021

Tem gente nova chegando por aqui e muitos são terapeutas como eu. Quero me apresentar falando exatamente deste lugar que a gente e outres podem nos colocar: de uma pessoa com a vida perfeita.

Jung chamava um terapeuta de curador ferido e, para mim, este é o conceito mais apropriado pra falar da gente.

Eu conheci a psicoterapia através da dor. Em 2001, eu tive uma crise depressiva arrebatadora: me sentia a pior mãe, pior trabalhadora, pior mulher. Nada em mim tinha valor.

Junto com a , iniciei meu processo de autoconhecimento e libertação. Hoje olho para esta trajetória com orgulho, mas foi uma caminhada tortuosa, com altos e baixos.

Outras crises vieram a partir de outras demandas sempre que eu perdia a fé em mim mesma. E um novo processo se iniciou nesta crise: estudar Psicologia.

Além de teoria e técnica, minha experiência de sofrimento psíquico também é ferramenta para auxiliar os pacientes que chegam. A gente se cura e se fortalece mutuamente. Para cada pessoa que chega no meu espaço, não sou a terapeuta perfeita, mas a terapeuta que ela precisa.

Somos imperfeitos e isto é uma força motriz para quem chega para terapia também experimentar ser si mesme.

O Brasil tem o maior índice de pessoas com transtorno de ansiedade no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúd...
11/05/2021

O Brasil tem o maior índice de pessoas com transtorno de ansiedade no mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde são quase 19 milhões de brasileiros sofrendo, o que agravou com a pandemia.

Em conversa com minha amiga, a terapeuta .re1s, que tem a página aqui no instagram .gato, resolvemos abordar esse tema.

A ansiedade ou estresse é uma resposta fisiológica do nosso organismo a um estressor.Todes nós reagimos desta forma. Então, quer dizer que todes somos ansiosos? Sim e não.

Sim, porque, quando a gente vai sofrer uma situação de perigo, o corpo se adapta rápida e involuntariamente para lutar ou fugir: passamos a produzir hormônios que vão aumentar a frequência cardíaca e a pressão arterial, dilatar os brônquios para aumentar a frequência respiratória, frear o sistema digestivo e reprodutivo para que tenhamos mais energia para correr ou brigar.

Neste sentido, todes sofremos de ansiedade. No dito popular, é a ansiedade crônica ou ataque de pânico, que é quando estas alterações hormonais, necessárias para lidar com o risco, se mantém mais tempo que o normal na corrente sanguínea. A pessoa experimenta um mal estar que inclui falta de ar, coração acelerado, suor, vontade de ir aos pés com bastante frequência.

E por que isto acontece? Porque a pessoa dispara gatilhos na mente que fazem com que ela se prepare para lutar ou fugir a todo momento, ou seja, a ideia de estar em risco faz com uma pessoa experiencie muitos episódios de ansiedade de longa duração. É muito comum o perigo nem ser real.

Esta ansiedade patológica pode ser sanada através da respiração profunda que vai diminuir a frequência cardíaca e respiratória, acalmando a mente e restaurando o bem estar. É importante utilizar terapias ou terapias integrativas para tratar a ansiedade crônica, pois, se não receber a devida atenção em um curto prazo, ela desencadeia fadiga, insônia, enxaqueca, queda da imunidade, hipertensão, alterações metabólicas, etc.

A aromateria pode ser um interesse recurso para quem tem crises de ansiedade. Você pode usar o óleo essencial de olíbano junto ao de laranja doce. O óleo de olíbano trabalha a respiração, traz auto confiança, (continua)👇

A gente vem ao mundo para se tornar um sujeito independente, mas sempre em relação. Quando nossos pais entendem a máxima...
08/05/2021

A gente vem ao mundo para se tornar um sujeito independente, mas sempre em relação. Quando nossos pais entendem a máxima "filho é pro mundo", já é meio caminho andado.
O problema é quando nosso único lugar é o de superar as expectativas parentais. A gente passa uma vida toda tentando ser quem não e se é na família, no trabalho e nas demais relações.
Tentar atender a expectativa de quem quer que for é sempre um exercício de fracasso por si só, pois fala de algo que não está na gente, mas na mente de algum outro.
A sociedade também estimula muito isso, chamando de sacrifício de amor. É uma demanda especialmente imposta para as mulheres: na mão dela está o sucesso ou o fracasso de um casamento. E realmente é um grande sacrifício às custas de sua autoestima e autocuidado em uma posição de submissão.
E seguimos esta jornada de sacrifícios por gerações, ensinando às nossas filhas com nosso exemplo.
Muito já mudou, mas o quanto você ainda se sente impelido a encaixar no universo de alguém?

29/04/2019
24/04/2019

Endereço

Avenida Itaqui, 72/401
Porto Alegre, RS
90460-140

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