Fisioterapeuta Pélvica Daniele Varela

Fisioterapeuta Pélvica Daniele Varela A Fisioterapia Pélvica, engloba a uroginecologia, obstetrícia, coloproctologia, sexologia e algias. Seja bem vinda á minha página!

Apaixonada pela fisioterapia pélvica, levo a cada paciente, dedicação, despreendimento, disciplina e determinação no tratamento. Meu intuito é levar até vocês o conhecimento dos músculos do assoalho pélvico.

Ninguém te ensinou a olhar pra sua própria va**na.E quando você não conhece… qualquer coisa vira dúvida, medo ou vergonh...
02/05/2026

Ninguém te ensinou a olhar pra sua própria va**na.

E quando você não conhece…
qualquer coisa vira dúvida, medo ou vergonha.
Mas o seu corpo não está errado.

Ele está se comunicando.
Cheiro, lubrificação, cor, ciclo… tudo isso é linguagem.

O problema é que você nunca aprendeu a traduzir.
E quando aprende, algo muda:
Você para de se julgar… e começa a se entender.
Isso também é saúde.





30/04/2026

Muitas mulheres ainda acreditam que sentir dor na relação é “normal” ou pior, que precisam conviver com isso em silêncio.
Mas não é.

A dor na relação geralmente está ligada a um corpo em estado de proteção: tensão, medo, desconexão e falta de orientação adequada.
E é exatamente aqui que a fisioterapia pélvica entra.

Mesmo no atendimento online, é possível conduzir um processo completo, baseado em evidência, que inclui:
– Consciência corporal
– Técnicas de relaxamento do assoalho pélvico
– Dessensibilização gradual
– E, quando indicado, o uso progressivo de dilatadores
Tudo isso respeitando o tempo de cada mulher.

Porque não se trata só de “tirar a dor”.
Se trata de devolver segurança, autonomia e uma nova relação com o próprio corpo.

Se você sente dor na relação, saiba: existe tratamento. E você não precisa passar por isso sozinha.

📩 Me chama no direct para entender como funciona o acompanhamento.





A pergunta que mais escuto no consultório:“Isso aqui é normal?”E quase sempre… é.Lábios maiores e menores variam em: for...
25/04/2026

A pergunta que mais escuto no consultório:“Isso aqui é normal?”
E quase sempre… é.

Lábios maiores e menores variam em: forma, cor, tamanho e simetria.
E mesmo assim, muitas mulheres crescem achando que há algo errado com o próprio corpo.

Não porque existe um problema. Mas porque existe um padrão que não representa a realidade.

Essa desconexão com a própria anatomia não é estética.
Ela impacta diretamente:
– a autoestima
– a percepção corporal
– e até a relação com o prazer

Quanto menos você conhece o seu corpo, mais fácil é sentir vergonha dele.

E vergonha nunca combina com saúde.
Hoje, o convite é simples: se observe com curiosidade, não com crítica.

Seu corpo não precisa se encaixar em um padrão.
Ele precisa ser entendido.

📍Atendimentos em Porto Alegre e online
Vamos conversar?





Prazer não é sorte, é construção. Muitas dificuldades na vida sexual não estão ligadas à falta de desejo, mas à desconex...
24/04/2026

Prazer não é sorte, é construção.
Muitas dificuldades na vida sexual não estão ligadas à falta de desejo, mas à desconexão com o próprio corpo.

A fase de excitação é um divisor de águas.
É nela que acontece o preparo fisiológico:
aumento do fluxo sanguíneo, lubrificação e adaptação dos tecidos.
Sem isso, o corpo não interpreta o estímulo como prazer, e sim como invasão.

O orgasmo não é um ponto de partida. Ele é consequência de um corpo que foi respeitado no tempo certo.

E a resolução… é o corpo voltando ao equilíbrio, com sensação de segurança, relaxamento e vínculo.

Agora te faço uma pergunta: você respeita o tempo do seu corpo ou tenta acelerar o processo?
O prazer real não está no fim.
Ele está na presença.





Existe uma força silenciosa na mulher que se escolhe.E o corpo… sempre revela isso.
23/04/2026

Existe uma força silenciosa na mulher que se escolhe.
E o corpo… sempre revela isso.

O desconforto íntimo não deveria ser o “novo normal” da sua vida.Mesmo assim, muitas mulheres atravessam a menopausa ou ...
18/04/2026

O desconforto íntimo não deveria ser o “novo normal” da sua vida.

Mesmo assim, muitas mulheres atravessam a menopausa ou o pós-tratamento de câncer em silêncio, acreditando que o ressecamento, a dor e a perda de sensibilidade fazem parte do processo.
Não fazem.

A queda do estrogênio provoca alterações profundas na fisiologia íntima: os tecidos se tornam mais finos, o fluxo sanguíneo diminui e o equilíbrio da flora va**nal se perde.

E isso não impacta só o corpo.
Impacta a forma como você se sente, sua autoestima e sua relação com o próprio corpo.

Mas existe tratamento. Existe recuperação. E existe um caminho seguro para retomar o conforto e a confiança.

A integração entre ginecologia e fisioterapia pélvica permite restaurar a função, qualidade tecidual e bem-estar íntimo.

Você não precisa se acostumar com isso.
👉 Se sua saúde íntima mudou, esse é o momento de olhar para ela com cuidado.

💚 Agendamentos pelo link na bio.

**nal



Ardência, desconforto, vontade de urinar logo após a relação…Muitas mulheres passam por isso e acham que faz parte.Mas n...
17/04/2026

Ardência, desconforto, vontade de urinar logo após a relação…
Muitas mulheres passam por isso e acham que faz parte.
Mas não faz.

A chamada cistite de lua de mel é uma infecção urinária que pode surgir após a relação sexual.

Apesar do nome, não é uma infecção sexualmente transmissível.
E mesmo não sendo considerada grave, impacta diretamente sua qualidade de vida, sua segurança e até sua relação com o próprio corpo.

O que pouca gente te conta é que dá para prevenir e principalmente, tratar quando isso se repete.
- Urinar após a relação ajuda na limpeza da uretra.
- Higiene íntima deve ser equilibrada (excesso também prejudica).
- Hidratação é essencial.
- Imunidade influencia mais do que você imagina.
Se isso acontece com frequência, vale investigar.

👉 Seu corpo não está falhando. Ele está sinalizando.

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16/04/2026

Recentemente, tive a oportunidade de palestrar sobre um tema que impacta profundamente a vida de muitas mulheres, mas que ainda é cercado de dúvidas: a dor gênito-pélvica e a importância de um olhar integrado na fisioterapia pélvica.

Muitas mulheres buscam ajuda porque sentem dor, mas escutam que “está tudo normal” nos exames.
E é justamente aqui que começa o verdadeiro entendimento.

O corpo não está falhando.
Ele está funcionando em um padrão de proteção.

Quando a dor se torna persistente, o sistema nervoso entra em estado de hipervigilância, e a musculatura do assoalho pélvico aumenta o tônus como forma de defesa.

Por isso, não basta dizer “relaxa” ou focar apenas em exercícios de força.
É preciso reeducar esse sistema e restaurar a percepção corporal.

É nesse ponto que meu trabalho acontece.

Eu guio cada paciente a sair do foco exclusivo no sintoma e a compreender o sistema que sustenta essa dor.
Porque dor, cansaço e até a ausência de prazer não são falhas, são estratégias de proteção.

🙏 Agradeço à Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul, ao Comitê de Sexualidade e à SBRASH pela oportunidade de compartilhar esse olhar.

🩷 Se isso fez sentido pra você, talvez seu corpo não esteja falhando, ele só precisa de outra abordagem.





Dor na relação sexual não é normal.Mas foi normalizada por tempo demais.1 em cada 10 mulheres vive isso, e muitas contin...
11/04/2026

Dor na relação sexual não é normal.
Mas foi normalizada por tempo demais.

1 em cada 10 mulheres vive isso, e muitas continuam em silêncio.
Por vergonha, por medo ou por acharem que “é assim mesmo”.
Não é.

A dor pode ter várias causas:
hipertonia do assoalho pélvico, vaginismo, ressecamento, cicatrizes, fatores hormonais ou emocionais.
E cada uma delas precisa de um olhar específico.

A boa notícia?
👉 Existe tratamento
👉 Existe solução
👉 Existe um caminho sem dor

Você não precisa se adaptar à dor.
Você pode tratar.

Agende sua avaliação.
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Você já ouviu falar de vulvodínia?Se não, talvez seja porque ainda é um tema pouco falado, mesmo sendo mais comum do que...
10/04/2026

Você já ouviu falar de vulvodínia?
Se não, talvez seja porque ainda é um tema pouco falado, mesmo sendo mais comum do que parece.

A vulvodínia é uma dor crônica na v***a, diagnosticada após excluir infecções ou inflamações.
Ou seja: os exames aparecem “normais”, mas a dor continua.

Ela pode surgir:
- ao longo do dia
- na relação sexual
- de forma intermitente

E pode ser influenciada por fatores como:
ciclo menstrual, estresse, hipersensibilidade local, roupas apertadas ou produtos irritantes.

Mas existe um ponto importante que quase ninguém te conta:
👉 dor não é normal, e tem tratamento.

O cuidado é multidisciplinar:
ginecologista para diagnóstico + fisioterapia pélvica para reabilitação.

Se você sente dor, seu corpo está tentando te dizer algo. Escutar isso muda tudo.

📍 Atendimentos presenciais (Porto Alegre) e online.
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