Taís Straatmann - Psicóloga

Taís Straatmann - Psicóloga Psicoterapeuta Psicanalítica formada pela PUCRS há mais de 25 anos. Experiência na área clinica, psicologia social e RH.

Psicoterapia online, de orientação psicanalítica com adolescentes, adultos e idosos.

Não pense duas vezes e priorize a sua saúde mental. Entre em contato. Usufrua  dos benefícios da psicoterapia.Vamos conv...
22/02/2026

Não pense duas vezes e priorize a sua saúde mental. Entre em contato. Usufrua dos benefícios da psicoterapia.

Vamos conversar?

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O transtorno explosivo intermitente (TEI) é um distúrbio psiquiátrico caracterizado por agressão recorrente, problemátic...
04/02/2026

O transtorno explosivo intermitente (TEI) é um distúrbio psiquiátrico caracterizado por agressão recorrente, problemática e impulsiva, podendo variar desde agressões verbais e destruição de objetos até lesões corporais a terceiros.

A característica dessa explosão é que ela é sempre desproporcional ao motivo.

No TEI, distorções cognitivas levam a interpretações de situações errôneas, culminando em respostas agressivas e inadequadas, sendo que normalmente, logo após a agressão, a pessoa entende a gravidade do seu ato e se arrepende.

→ O diagnóstico requer a exclusão de outras condições médicas e psiquiátricas e também que as explosões aconteçam de maneira recorrente e causando sofrimento emocional, prejuízo social, legal ou financeiro.

O tratamento, geralmente, consiste em psicoterapia e tratamento farmacológico.

Se você se identificou com os sintomas procure ajuda, pois TEI possui tratamento.

Informação não é diagnostico. Procure auxilio profissional.

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Celebrar 27 anos de formada é reconhecer uma jornada feita de constância, reinvenção e paixão pela profissão. Um percurs...
20/01/2026

Celebrar 27 anos de formada é reconhecer uma jornada feita de constância, reinvenção e paixão pela profissão. Um percurso que soma experiências, transforma vidas e reafirma, a cada ano, o valor de seguir com propósito.

O transtorno de acumulação é um distúrbio caracterizado pela dificuldade persistente em se desfazer ou se separar de pos...
19/01/2026

O transtorno de acumulação é um distúrbio caracterizado pela dificuldade persistente em se desfazer ou se separar de posses, independentemente de seu valor real

As pessoas com esse transtorno sentem uma necessidade intensa de guardar itens e sentem angústia quando imaginam se desfazer dos mesmos.

Isso resulta em uma acumulação excessiva de objetos, podendo obstruir e entulhar áreas de convivência, inutilizando espaços e aumentando a insalubridade.

A acumulação é perigosa não só para o paciente, como também para os outros ao seu redor, pois é fator de risco para infestações, quedas e incêndio.

Os principais sintomas do transtorno de acumulação incluem:

1. Aquisição e acúmulo de objetos – até mesmo itens que parecem inúteis ou sem valor são difíceis de serem descartados.

2. Acumulação excessiva – os itens acumulados podem encher todos os espaços da casa, impedindo atividades diárias normais e a higienização adequada.

3. Sofrimento significativo – a acumulação afeta negativamente a qualidade de vida e dificulta o funcionamento social. 

Esse transtorno pode ser acompanhado por outras comorbidades em saúde mental, como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), depressão e transtornos de ansiedade.

O tratamento, geralmente, envolve psicoterapia e, em alguns casos, a medicação pode ser prescrita para tratar sintomas associados.

Caso você esteja passando por esse problema, ou conheça alguém, procure ajuda profissional!


Já parou hoje para respirar fundo e se ouvir?Muitas vezes, o dia passa como um turbilhão, e esquecemos que nosso corpo e...
15/01/2026

Já parou hoje para respirar fundo e se ouvir?
Muitas vezes, o dia passa como um turbilhão, e esquecemos que nosso corpo e mente precisam de pausas. Essa correria não é só uma escolha pessoal, mas também um reflexo de como nossa sociedade funciona: estamos sempre ocupadas, produtivas, conectadas. Mas será que estamos conectadas conosco mesmas?
A psicologia nos mostra que o tempo de qualidade consigo mesma não é um luxo - é uma necessidade. Quando paramos para nos ouvir, seja por cinco minutos ou uma hora, damos espaço para que nossas emoções se reorganizem e nosso corpo recupere energia. Estudos como o da pesquisadora Brené Brown, no livro A Coragem de Ser Imperfeito, reforçam como a vulnerabilidade e o autocuidado são cruciais para o nosso bem-estar. Além disso, um artigo recente publicado na Psychology Today destacou que pequenos momentos de pausa ao longo do dia podem reduzir o estresse e aumentar a sensação de controle sobre a própria vida.
Mas, sejamos honestas: o mundo em que vivemos não facilita isso. Somos bombardeadas por cobranças, seja no trabalho, nos relacionamentos ou nas redes sociais. Existe uma expectativa de que estejamos sempre disponíveis, produtivas, impecáveis.

• E nessa lógica, onde está o espaço para ser, em vez de apenas fazer?

Um momento para si não precisa ser longo, mas deve ser especial. Pode ser algo simples: acender uma vela e respirar fundo, tomar um café com calma, ler algo leve, ou até mesmo ficar em silêncio, apenas sentindo sua presença. Esses pequenos gestos nos ajudam a construir um vínculo mais forte com nós mesmas, algo que, muitas vezes, negligenciamos.

Como psicóloga, sempre digo que cuidar de si não é egoísmo é um ato de resistência. Resistir à ideia de que só somos valiosas quando estamos fazendo algo pelos outros. É também um ato de amor: consigo mesma e, por consequência, com aqueles ao seu redor. Afinal, quando estás bem, sua energia e presença se tornam mais genuínas.

Me conta: o que faria se tivesse cinco minutos para cuidar de si mesma agora?

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Cada volta nesse círculo nos afasta de quem realmente somos e do que merecemos viver. 2026 pode — e deve — ser diferente...
07/01/2026

Cada volta nesse círculo nos afasta de quem realmente somos e do que merecemos viver. 2026 pode — e deve — ser diferente.
Fazer diferente não significa ausência de medo, mas coragem para agir apesar dele. Significa assumir a responsabilidade pela própria história, rever escolhas, estabelecer limites e cuidar do que se passa por dentro. Significa a busca pelo auto conhecimento, pelo melhor entendimento de você e elaborar várias dificuldades conscientes e inconscientes. É conseguir tomar a decisão de não aceitar menos do que uma vida com sentido.
Fazer psicoterapia é a melhor forma para que, com auxilio de um profissional, que você
construa, passo a passo, uma vida que valha a pena ser vivida. Com mais verdade, mais presença e mais respeito por si mesmo. Que 2026 seja o ano em que você quebra padrões, escolhe a si e transforma intenção em atitude.
Entra em contato.
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Você já percebeu que quando se cobra demais, isso aumenta sua ansiedade e desconforto emocional?Tente ser generosa com v...
03/12/2025

Você já percebeu que quando se cobra demais, isso aumenta sua ansiedade e desconforto emocional?
Tente ser generosa com você, na mesma medida que é generosa com pessoas que gosta. Quando estiver se culpando ou julgando mal, pense o que falaria para uma amiga num cenário desses. Experimente falar para si mesma. Exercite a autocompaixão. Isso também é cuidar da sua mental.


 
 

Valorizar suas emoções é um gesto de cuidado consigo mesmo. Em vez de se prender ao que foi negativo, use suas experiênc...
01/12/2025

Valorizar suas emoções é um gesto de cuidado consigo mesmo. Em vez de se prender ao que foi negativo, use suas experiências para construir algo positivo. Cada vivência carrega um aprendizado, e a sua vida merece ser guiada pelo crescimento, não pelas mágoas.

Nem tudo precisa ser consertado ou retomado. Às vezes, aceitar uma distância é o maior ato de autocuidado que podemos oferecer a nós mesmos. Isso não se trata de vingança, mas de evolução e respeito próprio.

Seguir em frente é um presente poderoso que você pode dar a si mesmo. E como conseguir fazer isso? Fazendo psicoterapia, elaborando situações, sentimentos, promovendo o auto conhecimento. Liberte-se, não por causa do outro, mas por você. Permita-se crescer, aprender e recomeçar, sempre com amor e compaixão por quem você é.

Já parou hoje para respirar fundo e se ouvir?Muitas vezes, o dia passa como um turbilhão, e esquecemos que nosso corpo e...
27/11/2025

Já parou hoje para respirar fundo e se ouvir?

Muitas vezes, o dia passa como um turbilhão, e esquecemos que nosso corpo e mente precisam de pausas. Essa correria não é só uma escolha pessoal, mas também um reflexo de como nossa sociedade funciona: estamos sempre ocupadas, produtivas, conectadas. Mas será que estamos conectadas conosco mesmas?

A psicologia nos mostra que o tempo de qualidade consigo mesma não é um luxo - é uma necessidade. Quando paramos para nos ouvir, seja por cinco minutos ou uma hora, damos espaço para que nossas emoções se reorganizem e nosso corpo recupere energia. Estudos como o da pesquisadora Brené Brown, no livro A Coragem de Ser Imperfeito, reforçam como a vulnerabilidade e o autocuidado são cruciais para o nosso bem-estar. Além disso, um artigo recente publicado na Psychology Today destacou que pequenos momentos de pausa ao longo do dia podem reduzir o estresse e aumentar a sensação de controle sobre a própria vida.

Mas, sejamos honestas: o mundo em que vivemos não facilita isso. Somos bombardeadas por cobranças, seja no trabalho, nos relacionamentos ou nas redes sociais. Existe uma expectativa de que estejamos sempre disponíveis, produtivas, impecáveis.

E nessa lógica, onde está o espaço para ser, em vez de apenas fazer?

Um momento para si não precisa ser longo, mas deve ser especial. Pode ser algo simples: acender uma vela e respirar fundo, tomar um café com calma, ler algo leve, ou até mesmo ficar em silêncio, apenas sentindo sua presença. Esses pequenos gestos nos ajudam a construir um vínculo mais forte com nós mesmas, algo que, muitas vezes, negligenciamos.

Como psicóloga, sempre digo que cuidar de si não é egoísmo é um ato de resistência. Resistir à ideia de que só somos valiosas quando estamos fazendo algo pelos outros. É também um ato de amor: consigo mesma e, por consequência, com aqueles ao seu redor. Afinal, quando estás bem, sua energia e presença se tornam mais genuínas.

Me conta: o que faria se tivesse cinco minutos para cuidar de si mesma agora?

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Essa distinção entre aceitação e conformismo é importante. Muitas situações ruins⁷ da vida, a maioria, nós podemos mudar...
26/11/2025

Essa distinção entre aceitação e conformismo é importante. Muitas situações ruins⁷ da vida, a maioria, nós podemos mudar, mas acabamos nos a4omodantdo. Com uma suposta aceitação, disfarçamos a falta de atitude e protagonismo na própria vida.

Frases como " se Deus quis assim", "é da vida", " o que eu posso fazer, nada né?", escondem na verdade, uma impotência muito grande, talvez insegurança, falta de autoconfiança. Avalie se aquilo que você diz aceitar, realmente não te cabe fazer nada.

Exemplo: Sou uma pessoa baixinha e queria muito ser alta. O que fazer? Nada, quanto a esse fato, só resta a aceitação. Mas: Estou muito acima do meu peso, isso me traz infelicidade. O que fazer? Aceitar? NÃO. Isso você PODE mudar. Seja buscando ajuda profissional, mudando hábitos de vida e etc. Permanecer numa situação que te traz infelicidade, mas pode mudar, é CONFORMISMO.

Avalie se na vida você se conforma ou aceita. Perceba a diferença entre essas coisas e saiba agir com coerência. Não jogue a responsabilidade da sua própria vida em cima de outro ou de algo. Tome para si essa missão. Se sentirá muito mais liberta e leve.

Não precisa fazer sozinho (a), procure uma psicóloga. Ficar esperando o tempo resolver só vai atrasar ainda mais o seu bem estar.

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Porto Alegre, RS

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