Dr Ivan Silva Dermatologista

Dr Ivan Silva Dermatologista Ivan Sidney Batista Silva
Médico Dermatologista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)
CRM/RS 41079 / RQE 34794
Atendimentos em Porto Alegre.
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Dermatologia Estética, Capilar e Imunológica

Você não precisa de 10 produtos, precisa de estratégia.Hidratante já entrega ativo.Vitamina C nem sempre é essencial.E o...
26/03/2026

Você não precisa de 10 produtos, precisa de estratégia.

Hidratante já entrega ativo.
Vitamina C nem sempre é essencial.
E o protetor solar resolve mais do que muita rotina cara.

Mais produto não é mais resultado.
É só mais gasto.

Salva isso antes da próxima compra.

20/03/2026

será que é só lifting?
será que é só procedimentos do consultório?
será que é só skincare?
será?
será que envelhecer é um problema?
o que você acha?

19/03/2026

A radiação solar que impacta a pele vai além do FPS. Estamos falando de UVB, UVA e luz visível — as três principais radiações que interagem com a pele.

O UVB está mais relacionado à queimadura solar.
O UVA penetra mais profundamente e está ligado ao envelhecimento e manchas.
A luz visível, principalmente a azul, também induz hiperpigmentação.

Por isso, a fotoproteção ideal precisa cobrir essas três faixas.

E é aqui que o protetor com cor se destaca: os pigmentos (óxidos de ferro) ajudam a proteger também contra a luz visível — algo que o protetor sem cor não faz de forma significativa.

Mas existe um ponto essencial: quantidade.
Para atingir a proteção descrita na embalagem, são necessários cerca de 2 dedos no rosto.

Na prática, para melhorar a tolerância:

• 1 dedo de protetor sem cor + uma camada de protetor com cor
• 2 dedos de protetor solar com cor

Aqui usei esse que segue muito a minha pele o Hydrofluid com cor da

Como você usa o seu protetor solar com cor?

P u b l i

16/03/2026

react da para a

Laser não é milagre em uma única sessão. Quando alguém diz que faz “todos os lasers”, isso pode significar alguns conceitos importantes dentro da dermatologia.

Primeiro, constância e manutenção. Tecnologias de rejuvenescimento estimulam remodelação de colágeno de forma progressiva, com resultados que se acumulam ao longo de múltiplas sessões e manutenção periódica.

Segundo, planejamento médico. O resultado não depende apenas do equipamento utilizado, mas do diagnóstico da pele e da estratégia de tratamento definida por quem indica e executa o procedimento.

Terceiro, tratamento em multicamadas. “Todos” também pode significar o uso de diferentes plataformas de laser, cada uma atuando em alvos específicos da pele. Alguns lasers atuam mais na epiderme, tratando pigmento e manchas. Outros atuam na derme superficial, melhorando textura e poros. Outros atingem camadas mais profundas estimulando colágeno e firmeza, além de tecnologias direcionadas para vasos ou glândulas sebáceas.

Por isso, em muitos casos, protocolos combinam diferentes tecnologias para tratar várias camadas da pele de forma complementar.

Estudos mostram que lasers fracionados e outras plataformas promovem remodelação gradual do colágeno e melhora de textura, com resultados progressivos ao longo de sessões repetidas, sendo comum a combinação de tecnologias para atingir diferentes alvos da pele.

Bronzear a pele costuma ser mais agressivo para a pele do que muitos lasers de rejuvenescimento.Radiação UV causa inflam...
13/03/2026

Bronzear a pele costuma ser mais agressivo para a pele do que muitos lasers de rejuvenescimento.
Radiação UV causa inflamação, degradação de colágeno e aumento do risco de câncer de pele.
Laser dermatológico é controlado, com parâmetros específicos para estimular reparo da pele.
Dormir com brinco pode estirar o lóbulo ao longo do tempo, principalmente se for pesado. O resultado pode ser um lóbulo mais alongado e com aspecto flácido.
Pseudofoliculite (pelo encravado): trocar aparelhos multilâminas por lâmina única pode ajudar. As múltiplas lâminas tracionam o fio e o cortam abaixo da superfície da pele, favorecendo que ele cresça para dentro.
Cremes “anti-idade” costumam trazer resultado imediato por hidratação. Ingredientes como glicerina, ceramidas e ácido hialurônico aumentam água na camada córnea e melhoram temporariamente a aparência da pele. Produtos simples e acessíveis também conseguem esse efeito.

11/03/2026

A queda de cabelo, principalmente a alopecia androgenética (calvície), é uma condição lenta, crônica e progressiva. Isso significa que não existe “cura” definitiva, mas tratamentos que reduzem a velocidade da queda, estimulam crescimento e manter o máximo possível de fios ao longo do tempo.

Mesmo os tratamentos mais eficazes não conseguem bloquear completamente todos os mecanismos envolvidos. A miniaturização dos folículos é influenciada por fatores hormonais, genéticos, inflamatórios e pelo próprio envelhecimento do folículo. Por isso, nenhum tratamento consegue interromper a queda em 100% dos casos.

Medicamentos como finasterida e dutasterida apresentam evidência clínica robusta e conseguem melhorar densidade capilar e retardar a progressão da calvície em muitos pacientes. Porém, a resposta varia entre indivíduos e o efeito depende de uso contínuo ao longo dos anos. Quando o tratamento é interrompido, a tendência é que o processo de miniaturização volte a progredir.

Por esse motivo, na prática clínica, o tratamento da calvície costuma envolver combinação de estratégias: medicamentos que reduzem DHT, estimuladores de crescimento capilar e terapias adjuvantes. O objetivo é controlar a doença e preservar os fios existentes pelo maior tempo possível.

Referências científicas
Messenger AG et al. Management of androgenetic alopecia. J Am Acad Dermatol. 2017. DOI: 10.1016/j.jaad.2016.09.017
Rossi A et al. Finasteride vs dutasteride in androgenetic alopecia. J Drugs Dermatol. 2014. DOI: 10.36849/JDD.2014.2364
Randolph M, Tosti A. Oral minoxidil treatment for hair loss. J Am Acad Dermatol. 2021. DOI: 10.1016/j.jaad.2020.03.061

minha evolução com esse laser multicamadas.porque multicamadas?numa mesma sessão uso vários comprimentos de onda (pontei...
10/03/2026

minha evolução com esse laser multicamadas.

porque multicamadas?

numa mesma sessão uso vários comprimentos de onda (ponteiras) para atingir alvos diferentes na pele -> o rejuvenescimento e o tratamento é muito mais impactante do que só “co2” ou só “erbium” ou só “lavieen”.

Eu amo o resultado e já faço há mais de 10 anos! tento fazer 2x/ano!

09/03/2026

Esses dias eu vi dois vídeos de uma profissional explicando sobre coca cola zero e amei demais! não encontrei esse vídeo de novo, mas ela foi uma das inspirações para esse vídeo! se você souber marca aqui, por favor!

No Brasil é praticamente impossível evitar o sol. Mesmo sem tentar se bronzear, existe exposição caminhando na rua, dirigindo, sentado perto de janelas ou durante atividades do dia a dia. Essa exposição acumulada aumenta o risco de câncer de pele, que é o tipo de câncer mais comum no país e considerado um problema relevante de saúde pública.

A radiação solar causa efeitos diferentes ao longo do tempo. Em minutos a horas pode provocar vermelhidão. Em dias pode estimular manchas. Em meses e anos contribui para envelhecimento da pele e também para o desenvolvimento de câncer de pele. Como fugir completamente do sol no Brasil é praticamente impossível, a forma mais simples de reduzir essa exposição é usar protetor solar regularmente.

Algumas dúvidas aparecem com frequência. Sobre hormônios: estudos que sugeriram atividade hormonal de filtros solares foram feitos em modelos laboratoriais ou em animais usando doses muito maiores do que as usadas na vida real. Em humanos, os estudos disponíveis não mostram alterações hormonais relevantes com o uso de protetores aprovados.

Sobre vitamina D: mesmo com protetor solar ainda existe exposição solar incidental suficiente para produção de vitamina D, especialmente em países tropicais com alta radiação como o Brasil.

A lógica é simples: não dá para parar o sol. Mas dá para diminuir os danos que ele causa na pele.

Referências científicas
Lautenschlager S et al. Lancet. 2007. doi:10.1016/S0140-6736(07)60638-2
Neale RE et al. Br J Dermatol. 2019. doi:10.1111/bjd.17980
Passeron T et al. Br J Dermatol. 2019. doi:10.1111/bjd.17992
Onyango DO et al. Toxicological Sciences. 2023. doi:10.1093/toxsci/kfad082
Armstrong BK, Kricker A. J Photochem Photobiol B. 2001. doi:10.1016/S1011-1344(01)00198-1

para todas que passaram pela minha vida e me ensinaram mais do que imaginam.
08/03/2026

para todas que passaram pela minha vida e me ensinaram mais do que imaginam.

O FPS mede proteção contra UVB, radiação associada a queimadura solar e câncer de pele. Já a proteção contra UVA é expre...
06/03/2026

O FPS mede proteção contra UVB, radiação associada a queimadura solar e câncer de pele. Já a proteção contra UVA é expressa pelo FP-UVA, geralmente medido pelo método PPD (Persistent Pigment Darkening).

O PPD mede quanto a quantidade de radiação UVA necessária para induzir pigmentação persistente na pele aumenta após aplicação do protetor. Na prática, PPD 10 significa que a pele suporta 10 vezes mais radiação UVA antes de ocorrer escurecimento induzido pela luz.

No Brasil, a ANVISA (RDC nº 30/2012) determina que a proteção UVA mínima deve ser 1/3 do FPS. FPS 99 → FP-UVA mínimo 33

Esse é apenas o mínimo regulatório. Algumas formulações modernas atingem PPD muito maiores, oferecendo bloqueio mais intenso da radiação UVA.

A legislação também exige comprimento de onda crítico mínimo de 370 nm, garantindo que o protetor absorva radiação ao longo de todo o espectro UVA, incluindo UVA1 (340–400 nm). Essa faixa penetra mais profundamente na pele e está fortemente associada ao fotoenvelhecimento, degradação de colágeno, manchas e dano cumulativo ao DNA.

Muitos filtros modernos apresentam picos de absorvância próximos de 370 nm, ampliando a proteção justamente na região do espectro mais relacionada ao envelhecimento cutâneo.

Por isso, quando o objetivo é prevenção de envelhecimento, não basta olhar apenas o FPS. Vale observar também PPD/FP-UVA elevados e boa cobertura espectral em UVA, pois quanto maior o PPD, menor a quantidade de radiação UVA que alcança a pele ao longo dos anos.
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