11/03/2026
Muita gente acredita que o sucesso de um peeling depende apenas do ácido escolhido.
Glicólico, mandélico, salicílico, retinoico…
Como se bastasse selecionar um ativo e aplicar.
Mas quem trabalha com peelings de forma realmente técnica sabe que a realidade é muito mais complexa.
O comportamento de um peeling na pele depende de diversos fatores farmacotécnicos que muitas vezes passam despercebidos:
• o pH da formulação, que determina a fração ativa do ácido
• o veículo utilizado, que influencia diretamente na permeação cutânea
• a combinação estratégica entre diferentes ácidos
• a estabilidade da formulação
• e a adequação da fórmula ao diagnóstico daquela pele
Ou seja: dois peelings com o mesmo ácido podem produzir resultados completamente diferentes dependendo de como foram formulados.
É por isso que entender a farmacotécnica dos peelings faz tanta diferença na prática clínica.
Mais do que conhecer os ácidos, é preciso entender como estruturar fórmulas e protocolos que realmente funcionem.
Nos dias 25 e 26 de março, vou conduzir uma Imersão em Peelings, onde vamos aprofundar exatamente esse tipo de raciocínio técnico — desde a escolha dos ácidos até a estruturação de protocolos mais seguros e eficazes.
Se você trabalha com estética ou com farmácia magistral e quer entender peelings de forma mais profunda, técnica e estratégica, essa imersão foi pensada para você.
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