Institut Avuí

Institut Avuí O Institut Avuí, oriundo da Clínica Luciana Ferreira, fundada em 1993, reúne profissionais das á Dra.

LUCIANA FERREIRA
Diretora do Institut Avuí
Doutora em Educação
Psicopedagoga, Psicanalista e Neurocientista
Atendimento clínico e institucional
Assessoria e Supervisão Psicopedagógica
Adolescente, Adulto, Idoso e Inclusão
http://lattes.cnpq.br/1368130845450185

Me. FERNANDA TRAGE
Mestre em Psicologia
Especialista em Infância e Família
Psicóloga
Atendimento clínico
Família, Criança, Adolescente, Ad

ulto

Me. CAREN SCHULTES BORGES
Psicóloga Sistêmica
Mestre em Desenvolvimento Regional
Especialista em Psicodiagnóstico
Terapeuta de Família e Adultos

Esp. KARINE FAURI
Psicopedagoga
Mestranda em Saúde e Desenvolvimento Humano
Pedagoga Empresarial
Terapeuta de Crianças e Adolescentes
Inclusão Deficientes no Mercado de Trabalho

Esp. Carolina Abichequer
Psicopedagoga
Especialista em Educação Orgânica
Bebê, Crianças e Inclusão

Uma pesquisa recente mostrou algo que a maioria de nós já suspeita, mas raramente coloca em prática: largar as redes soc...
20/05/2026

Uma pesquisa recente mostrou algo que a maioria de nós já suspeita, mas raramente coloca em prática: largar as redes sociais de vez e aprender a usá-las com mais consciência produzem efeitos diferentes, e os dois têm valor.

Quem parou completamente sentiu menos ansiedade e estresse. Quem aprendeu a usar de forma intencional sentiu menos solidão e menos aquela sensação de estar perdendo alguma coisa. O ponto não é qual dos dois é melhor. É entender que o problema quase nunca é a plataforma em si, é o modo de usá-la.

Abrir o Instagram sem propósito definido, consumir passivamente, comparar a própria vida com recortes cuidadosamente editados da vida dos outros. Esse padrão tem um custo real para a saúde mental, e a ciência vem confirmando isso com consistência.

A pergunta que vale fazer não é “quanto tempo eu passo nas redes?”, mas “como eu me sinto depois?”.

Se a resposta costuma ser: ansioso, insuficiente, desconectado, talvez seja hora de revisar não o tempo de tela, mas o que você está consumindo e por quê.

Pequenas mudanças de comportamento digital fazem parte do cuidado com a saúde mental. Estamos aqui para ajudar nesse processo. 💙

18/05/2026

Não é manha, é neurociência. 🧠

Você já sentiu que seu filho entra em uma espécie de transe com telas ou comida e, ao ser interrompido, a reação é desproporcional?

A explicação está no funcionamento do cérebro. Quando a criança sente um desconforto (tédio, frustração, tristeza) e encontra um alívio rápido, como um jogo ou um vídeo, o cérebro aprende esse caminho. Cria-se um ciclo.

E quanto mais cedo o cérebro aprende a aliviar o mal-estar dessa forma, maior o risco de consolidar um padrão compulsivo.

Precisa de ajuda para entender os limites e o comportamento do seu filho? O Institut Avuí está aqui para caminhar com você.

16/05/2026
Ghosting é uma palavra nova para um abandono antigo. A diferença é que agora a pessoa não desaparece de verdade; ela con...
15/05/2026

Ghosting é uma palavra nova para um abandono antigo. A diferença é que agora a pessoa não desaparece de verdade; ela continua existindo online, postando, aparecendo em sugestões, vivendo numa vida que simplesmente deixou de incluir você. Sem aviso. Sem explicação.

E aí vem o pior: a cabeça tenta entender o que não tem resposta. A culpa ocupa o espaço que a clareza deveria ter. O luto por algo que nunca teve fim oficial, e por isso não sabe bem como ser luto.

Não há fechamento que venha de fora nesse caso. O que há é um processo de parar de se responsabilizar pelo que foi uma limitação do outro, de reconhecer a dor sem ser engolido por ela, de aprender a confiar de novo sem transformar toda nova conexão num campo minado.

Isso leva tempo. E não precisa ser feito sozinho.

Blood on the Tracks, 1975. Bob Dylan acabara de se separar. Em vez de guardar a dor para si, ele fez o que os grandes ar...
13/05/2026

Blood on the Tracks, 1975. Bob Dylan acabara de se separar. Em vez de guardar a dor para si, ele fez o que os grandes artistas fazem: transformou em arte o que não conseguia dizer em palavras diretas. O álbum inteiro é um mapa do luto por um amor perdido, a busca por quem foi embora, a dor que invade um momento banal, a culpa, a raiva, a tentativa de encontrar algum tipo de fechamento que nunca vem completamente.

Décadas depois, as pessoas ainda ouvem aquelas músicas e sentem que alguém finalmente entendeu.

Porque o luto por uma separação é assim: complexo, contraditório e profundamente solitário. Não segue etapas ordenadas. Aparece no meio do almoço, numa rua onde vocês costumavam caminhar juntos, numa música que tocava naquele tempo. Mistura amor e raiva. Saudade e alívio. Culpa sem endereço certo.

E a sociedade tem muito pouco espaço para isso. Se passaram alguns meses, espera-se que você já tenha “seguido em frente”. Como se luto tivesse prazo.
Não tem.

O que tem é processo. E nenhum processo precisa ser atravessado sozinho.

O Google anunciou que o Gemini passará a direcionar usuários para linhas de apoio em crise quando a conversa indicar ris...
11/05/2026

O Google anunciou que o Gemini passará a direcionar usuários para linhas de apoio em crise quando a conversa indicar risco de suicídio ou automutilação. A medida vem em resposta a processos judiciais, alguns deles envolvendo mortes, que acusam ferramentas de IA de causar danos reais a pessoas vulneráveis.

É uma notícia que merece ser lida com atenção e sem pressa de concluir.

Por um lado, qualquer recurso que aproxime uma pessoa em sofrimento de ajuda profissional é bem-vindo. Por outro, a pergunta que f**a é mais incômoda: como chegamos ao ponto em que uma ferramenta de linguagem, sem formação, sem vínculo, sem ética clínica, tornou-se o principal interlocutor de pessoas em crise?

Não é uma crítica à tecnologia em si. É uma reflexão sobre o que ela revela: a escassez de escuta humana disponível, o isolamento que faz as pessoas buscarem conexão onde encontram resposta, seja ela qual for.

Chatbots não fazem terapia. Não constroem vínculo terapêutico. Não sustentam o peso de um sofrimento real ao longo do tempo. O que eles podem fazer, no melhor dos casos, é abrir uma porta. O que está do outro lado dessa porta ainda precisa ser humano.

Saúde mental é um campo que exige presença, ética e formação. Estamos aqui para isso.

08/05/2026

Será que é só uma fase ou um sinal de alerta? 🤔

Muitas vezes, olhamos para o comportamento dos nossos filhos e pensamos: “Ele só gosta muito de telas” ou “É apaixonado por esse doce”. Mas existe uma linha tênue entre o prazer de uma atividade e a compulsão.

Como explica a psicóloga Fernanda Trage, do nosso corpo clínico, a compulsão na infância vai além da repetição: é a perda da capacidade de parar, mesmo quando aquilo já não faz bem.

A criança não nasce sabendo se autorregular. Nós somos os correguladores. Nosso papel é ajudar os pequenos a atravessarem o desconforto emocional sem precisar "fugir" para um comportamento compulsivo.

O sinal de alerta não é o quanto seu filho gosta de algo, mas o quanto ele não consegue f**ar sem.

Tem um luto que ninguém fala sobre a maternidade. Não é o luto por algo que morreu; é o luto por alguém que ficou para t...
06/05/2026

Tem um luto que ninguém fala sobre a maternidade. Não é o luto por algo que morreu; é o luto por alguém que ficou para trás. A mulher que tinha metas, projetos, uma forma própria de existir no mundo. Que sabia quem era quando se olhava no espelho.

Depois do bebê, essa mulher não desaparece de vez. Ela vai sendo, aos poucos, deslocada. Pela exaustão, pelas demandas que não param, pela expectativa de que ser mãe deveria ser suficiente e pela culpa quando não é.

Isso não é ingratidão. Não é falta de amor pelo filho. É o peso real de uma transição que a sociedade romantiza e raramente ampara. A identidade de uma mulher não precisa ser apagada para que ela seja uma boa mãe.

Reconhecer que você não está inteira não é fraqueza. É o começo de voltar para si.

04/05/2026

Calma, não é um adeus!

Hoje, a Luciana Ferreira, diretora do Institut Avuí, trouxe uma novidade que vai transformar a nossa conversa por aqui. O que antes era reflexão, agora ganha ainda mais clareza e ciência.

Prepare suas dúvidas, pois o Avuí Explica está chegando para desmistif**ar temas da psicanálise e psicopedagogia de um jeito direto, pontual e que todo mundo entende.

Qual é aquela pergunta que você sempre quis fazer para um especialista? Deixe aqui nos comentários! 💬

Existe um trabalho que não aparece em nenhuma lista de tarefas, mas ocupa a mente de muitas mães o tempo inteiro: lembra...
01/05/2026

Existe um trabalho que não aparece em nenhuma lista de tarefas, mas ocupa a mente de muitas mães o tempo inteiro: lembrar de tudo, antecipar o que falta, gerenciar o que ninguém pediu para gerenciar. Isso é carga mental, e pesquisas mostram que ela recai de forma desproporcional sobre as mulheres.

O problema não é só o volume. É a invisibilidade. O que não é visto, não é dividido. E o que não é dividido, vai acumulando, até que o corpo começa a cobrar: sono ruim, imunidade baixa, mente nublada, um cansaço que nenhuma folga resolve.
Reconhecer isso não é reclamar. É entender o que está acontecendo e abrir espaço para que algo mude.

Se esse texto tocou em algo que você sente, talvez seja hora de conversar. 💙

Em 2026, cuidar da saúde mental deixou de ser exceção para se tornar necessidade. O ritmo acelerado, a pressão digital e...
29/04/2026

Em 2026, cuidar da saúde mental deixou de ser exceção para se tornar necessidade. O ritmo acelerado, a pressão digital e as exigências do cotidiano cobram um preço que nem sempre percebemos, até que o corpo e a mente chegam no limite.

Mindfulness, movimento, sono de qualidade, vínculos reais e suporte profissional não são receitas mágicas: são pilares. E construir esses pilares é um processo; não uma virada de chave.

Se você está sentindo que algo não está bem, isso já é informação suficiente para começar.

Endereço

Avenida Nilo Peçanha, 3245/806
Porto Alegre, RS
91330-001

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