27/02/2026
Imagine suas vias aéreas como caminhos, canos flexíveis. Na asma, elas se inflamam e se fecham, mas com o tratamento certo, geralmente voltam ao normal. Mas e se, com o tempo, essa flexibilidade diminuísse? 🤔
É exatamente esse o ponto de atenção na relação entre asma e DPOC.
Em alguns pacientes com asma - principalmente naqueles com inflamação persistente e controle inadequado da doença - a estrutura dos brônquios pode mudar. Esse processo, chamado "remodelamento", pode deixar as vias aéreas permanentemente mais estreitas.
Quando isso acontece, o paciente desenvolve uma obstrução fixa ao fluxo aéreo 🫁 Na prática, seus exames de função pulmonar (como a espirometria) e seus sintomas podem se tornar indistinguíveis dos de um paciente com DPOC.
O fator de risco mais importante para isso é uma asma mal controlada, mas o tabagismo acelera drasticamente esse processo.
A lição mais valiosa: Cuidar da sua asma hoje- com disciplina e acompanhamento médico- é a melhor forma de garantir que seus pulmões continuem funcionando bem por toda a vida, minimizando o risco de desenvolver essa sobreposição.
A grande mensagem aqui é sobre PREVENÇÃO e CONTROLE! Uma asma bem tratada e controlada com acompanhamento médico regular NÃO costuma evoluir para um quadro de obstrução fixa.
Cuidar da sua asma hoje é investir na saúde do seu pulmão para o resto da vida.
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👩🏻⚕️ Dra. Ana Luiza Moreira • Pneumologista - CRM/RS 22.529 - RQE 14.671
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Fontes: GINA, GOLD e The Lancet