INAPE PSICOLOGIA E FONOAUDIOLOGIA LTDA

INAPE PSICOLOGIA E FONOAUDIOLOGIA LTDA INAPE LTDA-CLÍNICA DE PSICOLOGIA E FONOAUDIOLOGIA, ATENDENDO CRIANÇAS, ADULTOS, IDOSOS, RESPEITANDO CADA SER E SUAS PARTICULARIDADE

Clínica INAPE LTDA., localizada na Av. Venâncio aires, 1191 sala 92, atende Crianças, Adolescentes, Adultos e Terceira Idade. Na área de Psicologia realizamos: psicoterapia, psicodiagnóstico, Orientação Vocacional, Hiperatividade, Ludoterapia, Déficit de Atenção, De´ressão, Stress, Terapia Casal, Sexualidade, Dependências Químicas. Na área de Fonoaudiologia realizamos atendimentos para: dificuldade de aquisição de Fala e da Linguagem, Dificuldade de Leitura e Escrita, Gagueira, Alterações na qualidade da Voz, Aperfeiçoamento Vocal para profissionais, Afasias e Disartrias, Disgrafias. Na a´rea de Psicopedagogia atendimentos para: Dificuldade de aprendizagem, Reforço Escolar, Memória, Concentração, Motricidade. Os atendimentos clínicos são feitos individualmente e em grupos, particular ou convênios (CABERGS / FUSEX) e atendimentos domicilar a pacientes neurológicos.

10/08/2024
09/05/2019

Quando amar signif**a sofrer, é hora de repensar. Quando as conversas são só sobre o outro, sobre os problemas e pensamentos do outro é porque o amor está demais, está voltado para fora de você. Quando você não admira as características, os valores, os comportamentos básicos do outro, mas acaba passando por cima de tudo e de todos para se tornar atraente e compreensivo, para que ele se modifique por você, definitivamente você está amando demais.
Para falarmos de amor e relacionamento, obrigatoriamente precisamos falar de autoestima e é preciso entender que o Ser Humano se desenvolve e evolui de acordo com as relações que estabelece com o mundo, com os outros e – principalmente – com a relação que estabelece consigo mesmo. É essa relação que vai fazer a gente compreender que esse primeiro objeto de amor, para que qualquer relacionamento possa dar certo, PRECISA ser o seu amor com você mesmo.

29/04/2019

Para promover uma 'pegadinha' na escola, um menino de cinco anos pediu à mãe que cortasse seu cabelo igual ao do amigo - no olhar do menininho, esta era a...

05/02/2019

O que é a Psicologia? Uma pergunta essencial para os que desconhecem o que esta ciência que facilita a nossa felicidade e bem-estar. De uma forma global a psicologia é uma ciência, que estuda o comportamento e a mente humana, com o objetivo geral do ser humano sentir-se bem consigo próprio, com os que se relaciona e com o ambiente à sua volta. A psicologia está em cada um de nós, em cada decisão, em cada medo, no sucesso e no fracasso.
Resumindo, o resultado final de uma operação matemática , nada nos diz como foi feita a operação. Na psicologia, passa-se algo semelhante, um problema pouco nos diz sobre a sua origem se não for pesquisado. Por outro lado, a psicologia está longe de ser uma ciência exata, visto a variedade e a complexidade do ser humano, é impossível encontrar formulas resolventes. Não há duas pessoas iguais, logo não há duas terapias iguais.

Uma técnica simples para controlar as crises de pânico: nesse exercício você precisa inalar o ar quatro vezes sem expira...
23/10/2018

Uma técnica simples para controlar as crises de pânico: nesse exercício você precisa inalar o ar quatro vezes sem expirar. Mantenha por no mínimo 5 segundo e depois salte o ar em 4 expirações. Isso faz com que nos concentremos em nossa respiração, se esquecendo do motivo do pânico.

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Vamos seguindo em frente....
29/10/2017

Vamos seguindo em frente....

25/10/2017

DICAS PARA COMBATER A INSÔNIA
• Tenha um horário regular para dormir, evitando cochilos durante o dia.
• Use cama só para dormir, não associe cama à com excitação ou ansiedade lendo na cama, falando ao telefone, conversando, comendo, preocupando-se, etc.
• Banho quente antes de dormir ajuda no relaxamento muscular.
• Evite muito liquido antes de dormir (para que a vontade de urinar não atrapalhe o sono) não coma comida pesada e não tome cafeína. (chás, café, coca cola, etc)
• Não faça exercícios logo antes de dormir. Faça exercícios leves, como caminhadas ao final da tarde.
• Diminua os estímulos, como reduzir a luz, a entrada de sons no quarto, etc. Mantenha o quarto ventilado.
• Ao deitar-se faça um relaxamento progressivo.
• Faça 15 minutos de respiração diafragmática.
• Não se force a dormir, desista de tentar dormir a todo custo. Preste atenção só no relaxamento.
• Deixe a tensão de lado. Desligue-se da agitação diária definindo para si mesmo este horário como um tempo para não pensar nos problemas, combine consigo mesmo que só voltará a “trabalhar” no dia seguinte.

• Se acordar no meio da noite não “brigue” com a situação, saiba que isso é normal, relaxe e se tiver dificuldade para voltar a dormir levante e leia um livro, tome um copo de leite ou outra coisa leve e quando o sono voltar vá pra a cama.
• Identifique a função desta insônia, qual seu ganho secundário. Há algo de bom em manter-se acordado?
• Deite-se antes da meia noite, pois para a maioria das pessoas cada hora dormida antes da meia noite equivale a duas depois desse horário.
O colchão deve estar adequado ao seu peso.
• O travesseiro deve ser anatômico para que a nuca não fique suspensa no ar.
• Tenha um ritual para dormir. Tenha sempre a mesma rotina de preparo para o sono, reduza o ritmo dos seus movimentos, e não trate de assuntos sérios antes de dormir.
• A porta do sono se abre com bocejos e espreguiçamento. Provoque bocejos longos e profundos.
• Não se cubra ou vista roupas em excesso, o calor perturba o sono.
• Não adormeça no sofá para depois ter que se levantar e ir para cama.
• Não coma nada pesado depois das 20 horas.
• De manhã não se levante depressa. Espreguice, faça alongamentos. Levante com alegria.
• Não espere resultados imediatos, saiba que para tudo é preciso treino.
A dica principal sempre será: Trate a causa da insônia. Se você é ansioso poderá trabalhar a ansiedade.

23/10/2017

A insônia é um transtorno que dificulta o início e/ou a manutenção do sono. O sono deve ser reparador, isto é, que lhe ajude a repor as suas energias para recomeçar um outro dia. Quando isso não acontece esse sono é chamado de não reparador trazendo sérios prejuízos emocionais, social e profissional.
Há muitos fatores e causas que são as mais frequentes da insônia tais como: síndrome das pernas inquietas, apnéia do sono, depressão, transtorno de ansiedade, fibromialgia, problemas de tireóide, algumas medicações e estimulantes como bebidas alcoólicas. Também podemos enfatizar perdas de entes queridos, conflitos conjugais, familiares, no trabalho e muitas vezes f**ar assistindo TV e f**ar no celular até mais tarde.

O estresse é também ocasiona insônia e está bem frequente na vida das pessoas, deixando-as muito irritada, de mau humor. Situações conflituosas do quotidiano que muitas vezes tentamos resolver na hora de descansar a mente acabam perturbando o sono. Os conflitos pessoais, familiares e de trabalho que levamos para a hora de dormir, os deixa em alerta pelas preocupações, não resolvemos nada neste momento e f**amos mais ansiosos, frustrados acarretando no dia seguinte sérias consequências no desempenho do trabalho, um risco maior de acidentes, uma péssima qualidade de vida e outros problemas psicológicos. O importante é perceber que tudo isso está ocupando muito a sua mente, trazendo pensamentos negativos e inquietações na hora do sono. Então e hora de começar a se cuidar e tratar desses sintomas imediatamente.

Enfim, se você tem problemas para dormir, se f**a apenas adormecido acordando a todo momento, se você f**a cansado(a) depois de uma noite de sono, você dever sofrer de insônia, então procure imediatamente um médico, uma terapia para se tratar. Um boa noite de sono, lhe dará um dia

20/10/2017

PÂNICO:
As crises de pânico – ou ataques de pânico – consistem em períodos de intensa ansiedade, geralmente com início súbito e acompanhados por uma sensação de catástrofe iminente. A frequência das crises varia de pessoa para pessoa e a duração é variável, geralmente durando alguns minutos.

No geral, as crises de pânico apresentam pelo menos quatro dos seguintes sintomas: taquicardia, falta de ar, dor ou desconforto no peito, formigamento, tontura, tremores, náusea ou desconforto abdominal, visão embaçada, boca seca, dificuldade de engolir, sudorese, ondas de calor ou frio, sensação de irrealidade, despersonalização, sensação de iminência da morte.

Há crises de pânico mais completas e outras menores, com poucos sintomas.

As crises de pânico podem tanto começar com uma reação inesperada do corpo ou a partir de pensamentos negativos. Em ambos os casos, surge a resposta emocional de ansiedade e os pensamentos catastróficos que vão acentuando a ansiedade, produzindo a crise.

Há quatro tipos principais de pensamentos catastróficos que aparecem nas crises de pânico: (1) de que se está perdendo o controle, (2) que se vai desmaiar, (3) que vai morrer e (4) que está enlouquecendo. Acreditando em algum destes pensamentos catastróficos negativos, a pessoa f**a aprisionada na dinâmica da Síndrome do Pânico.

Com a repetição das crises surge um medo de ter novos ataques de pânico, um fenômeno chamado ansiedade antecipatória. Sentindo isto é comum a pessoa começar a restringir sua vida ao mínimo, limitando toda forma de estimulação para tentar evitar que “aquilo volte”. Ela começa evitando ir a certos lugares, a fazer determinadas coisas, o que passa a limitar sua vida pessoal e profissional.

Em alguns casos, o acompanhamento de um psiquiatra paralelamente à terapia também é indicado, com a administração de medicamentos específicos. O bom resultado dos tratamentos requer tempo e esforço. Os sintomas costumam a reduzir dentro de semanas, e diminuem signif**ativamente ou desaparecem por completo dentro de alguns meses.
Quem possui os sintomas da síndrome do pânico, deve procurar ajuda médica o mais rapidamente possível. Os ataques de pânico, enquanto altamente desconfortáveis, não são perigosos, porém são um problema difícil de lidar por conta própria, e tendem a piorar se não houver tratamento.

17/10/2017

PSICOLOGIA / FONOAUDIOLOGIA

Cada dia mais vem se tornando comum o "casamento" entre especialidades da área da saúde, a fim de proporcionar tratamentos completos e assim auxiliar pacientes portadores de patologias e/ou em pré e pós cirúrgico de cirurgias diversas, a se reabilitar por inteiro, e, pessoas que sofreram um AVC.
Não obstante, a fonoaudiologia é uma área que pode se unir a diversas outras especialidades como a odontologia, pedagogia, biologia, psicologia, entre outras.
No caso da interdisciplinaridade entre a fonoaudiologia e a psicologia, a atuação acontece em grande parte, no âmbito da linguagem e educação. Muitas vezes, a causa de problemas levados até o fonoaudiólogo como a gagueira, por exemplo, advém de questões emocionais e psicológicas (em alguns casos) e por isso, deve ser tratada também por um psicólogo.
Em contrapartida, outros problemas levados ao psicólogo como questões ligadas ao equilíbrio emocional, afetividade, associação de ideias, memória, etc., são fatores que influenciam bastante no comportamento dos indivíduos e deve ser tratado pelo profissional especializado conjuntamente, o fonoaudiólogo e o psicólogo.
Por razões como esta é que o tratamento multidisciplinar se faz necessário; enquanto uma área trata a função, outra trata a raíz do problema e vice-versa.

10/10/2017

Muitas pessoas se questionam em relação a quando procurar um psicólogo e começar a fazer terapia. Às vezes, elas levam tanto tempo ponderando ou evitando tomar essa decisão, que acabam por chegar ao consultório bastante comprometida por seus problemas. Para facilitar a compreensão desta questão, devem avaliar pontos fundamentais a serem considerados por quem ainda não sabe se deve ou não procurar um psicoterapeuta.
1. Prejuízo em uma ou mais áreas da vida
Diariamente, temos que lidar com várias questões decorrentes das mais diversas áreas da vida: família, trabalho/estudos, finanças, amigos, amor/relacionamentos, lazer, e por aí vai. Se algo está impedindo que você possa atinjir suas metas ou realize suas atividades da forma planejada, pode ser importante buscar por ajuda profissional.
Avalie se você está tendo dificuldade em lidar com uma ou mais dessas áreas e se, por acaso, está comprometendo outras áreas por conta disso. Por exemplo, crianças que têm dificuldades escolares podem desenvolver problemas ligados à autoestima e ao senso de autoeficácia, o que pode afetar sua socialização e/ou a forma como lida com a família (como adotar uma postura rebelde e desafiadora). Também é comum encontrar adultos que tendem a sacrif**ar o lazer e o bem estar por estresse. A palavra chave aqui é equilíbrio: quando sacrif**amos um lado para compensar outro sem pensar no bem estar, podemos criar dificuldades a longo prazo.
2. Ouvir o que os outros têm a dizer sobre você
Às vezes, fechamos os olhos para nossos problemas e dificuldades, e continuamos levando a vida como estamos acostumados. Apesar de tendermos a manter nossos padrões de pensamento e de comportamento, nossos parentes e amigos mais chegados podem captar uma série de dificuldades que enfrentamos ou criamos (para nós mesmos ou para os outros) no dia a dia. Ouvir o que essas pessoas de confiança têm a dizer sobre nós pode ser uma boa base para começar a refletir sobre a necessidade de mudar. Busque conversar mais e entender os motivos que eles apontam para cada aspecto do que dizem, principalmente se o assunto foi relacionado a algum ponto que diz respeito a formas que você pode ter de lidar com as coisas que causem sofrimento para você ou para os outros.
3. Indicação de outros profissionais
A cada dia que passa é mais comum que as pessoas que buscam por terapia busquem outro profissional anteriormente. Pessoas com crises de pânico, por exemplo, tendem a buscar por clínicos gerais e cardiologistas com frequência. Além desses especialistas, psiquiatras também costumam alertar sobre a necessidade de psicoterapia em muitos casos, já que nem sempre somente a medicação é o caminho para uma mudança duradoura na qualidade de vida das pessoas. Escolas e professores também costumam alertar os pais de seus alunos sobre dificuldades cotidianas e comportamentos problemáticos.
Ao receber uma indicação, procure um psicólogo para uma avaliação. Na dúvida, vale a pena ouvir o que o profissional tem a dizer sobre o que você está apresentando. Na primeira sessão, a ideia é justamente passar para ele o que está lhe acontecendo e ouvir qual a proposta de trabalho que ele oferece para o seu caso. Você tem toda liberdade de aderir ao tratamento ou não. Já foi o tempo em que ir ao psicólogo ou ao psiquiatra era considerado um tabu. Nos dias corridos de hoje não devemos ignorar que saúde mental e qualidade de vida são fundamentais à saúde.
Existem muitos tipos de psicoterapia amplamente estudados e com eficácia comprovada. A internet é um recurso maravilhoso para ajudar a pesquisar e a entender a proposta de cada abordagem psicoterápica. Algumas delas que valem a pesquisa são a tradicional Psicanálise, a Terapia Cognitivo-Comportamental, a Gestalt-Terapia, a Psicologia Analítica de Jung e a Terapia Humanista Existencial, entre muitas outras. A frequência das sessões e a duração da terapia podem variar de acordo com cada uma das linhas e da avaliação de cada profissional.
A escolha do profissional é outra questão que influencia diretamente no sucesso do processo terapêutico. Cada um tem uma personalidade e um jeitinho próprio de trabalhar com as pessoas. Você sempre deve optar por aquele que lhe passa segurança e empatia – de nada vale arcar com um tratamento com uma pessoa que você não gosta ou não confia. Agora, feita a sua análise e considerando as dicas aqui transmitidas, nada lhe impede de ponderar com mais conhecimento sobre buscar ou não por um psicólogo!
Muitas pessoas se questionam em relação a quando procurar um psicólogo e começar a fazer terapia. Às vezes, elas levam tanto tempo ponderando ou evitando tomar essa decisão, que acabam por chegar ao consultório bastante comprometida por seus problemas. Para facilitar a compreensão desta questão, devem avaliar pontos fundamentais a serem considerados por quem ainda não sabe se deve ou não procurar um psicoterapeuta.
1. Prejuízo em uma ou mais áreas da vida
Diariamente, temos que lidar com várias questões decorrentes das mais diversas áreas da vida: família, trabalho/estudos, finanças, amigos, amor/relacionamentos, lazer, e por aí vai. Se algo está impedindo que você possa atinjir suas metas ou realize suas atividades da forma planejada, pode ser importante buscar por ajuda profissional.
Avalie se você está tendo dificuldade em lidar com uma ou mais dessas áreas e se, por acaso, está comprometendo outras áreas por conta disso. Por exemplo, crianças que têm dificuldades escolares podem desenvolver problemas ligados à autoestima e ao senso de autoeficácia, o que pode afetar sua socialização e/ou a forma como lida com a família (como adotar uma postura rebelde e desafiadora). Também é comum encontrar adultos que tendem a sacrif**ar o lazer e o bem estar por estresse. A palavra chave aqui é equilíbrio: quando sacrif**amos um lado para compensar outro sem pensar no bem estar, podemos criar dificuldades a longo prazo.
2. Ouvir o que os outros têm a dizer sobre você
Às vezes, fechamos os olhos para nossos problemas e dificuldades, e continuamos levando a vida como estamos acostumados. Apesar de tendermos a manter nossos padrões de pensamento e de comportamento, nossos parentes e amigos mais chegados podem captar uma série de dificuldades que enfrentamos ou criamos (para nós mesmos ou para os outros) no dia a dia. Ouvir o que essas pessoas de confiança têm a dizer sobre nós pode ser uma boa base para começar a refletir sobre a necessidade de mudar. Busque conversar mais e entender os motivos que eles apontam para cada aspecto do que dizem, principalmente se o assunto foi relacionado a algum ponto que diz respeito a formas que você pode ter de lidar com as coisas que causem sofrimento para você ou para os outros.
3. Indicação de outros profissionais
A cada dia que passa é mais comum que as pessoas que buscam por terapia busquem outro profissional anteriormente. Pessoas com crises de pânico, por exemplo, tendem a buscar por clínicos gerais e cardiologistas com frequência. Além desses especialistas, psiquiatras também costumam alertar sobre a necessidade de psicoterapia em muitos casos, já que nem sempre somente a medicação é o caminho para uma mudança duradoura na qualidade de vida das pessoas. Escolas e professores também costumam alertar os pais de seus alunos sobre dificuldades cotidianas e comportamentos problemáticos.
Ao receber uma indicação, procure um psicólogo para uma avaliação. Na dúvida, vale a pena ouvir o que o profissional tem a dizer sobre o que você está apresentando. Na primeira sessão, a ideia é justamente passar para ele o que está lhe acontecendo e ouvir qual a proposta de trabalho que ele oferece para o seu caso. Você tem toda liberdade de aderir ao tratamento ou não. Já foi o tempo em que ir ao psicólogo ou ao psiquiatra era considerado um tabu. Nos dias corridos de hoje não devemos ignorar que saúde mental e qualidade de vida são fundamentais à saúde.
Existem muitos tipos de psicoterapia amplamente estudados e com eficácia comprovada. A internet é um recurso maravilhoso para ajudar a pesquisar e a entender a proposta de cada abordagem psicoterápica. Algumas delas que valem a pesquisa são a tradicional Psicanálise, a Terapia Cognitivo-Comportamental, a Gestalt-Terapia, a Psicologia Analítica de Jung e a Terapia Humanista Existencial, entre muitas outras. A frequência das sessões e a duração da terapia podem variar de acordo com cada uma das linhas e da avaliação de cada profissional.
A escolha do profissional é outra questão que influencia diretamente no sucesso do processo terapêutico. Cada um tem uma personalidade e um jeitinho próprio de trabalhar com as pessoas. Você sempre deve optar por aquele que lhe passa segurança e empatia – de nada vale arcar com um tratamento com uma pessoa que você não gosta ou não confia. Agora, feita a sua análise e considerando as dicas aqui transmitidas, nada lhe impede de ponderar com mais conhecimento sobre buscar ou não por um psicólogo!

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Porto Alegre, RS
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Terça-feira 08:00 - 20:00
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