07/01/2026
O caso da brasileira que dizia namorar Brad Pitt pela internet revela algo muito maior do que um golpe.
A pergunta que todo mundo fez foi:
“Como uma mulher pode acreditar nisso?”
Mas a pergunta mais honesta é outra:
o que acontece quando falta conexão verdadeira, consigo mesma e com a própria vida?
Não é sobre precisar de alguém.
É sobre estar desconectada de si, dos próprios desejos, do próprio valor.
Vivemos uma era de muitas mensagens e pouca presença.
De relações rápidas, frágeis, descartáveis.
De pessoas que se falam o tempo todo, mas quase não se encontram de verdade.
Depois dos 40, muitas mulheres atravessam mudanças profundas:
relações que terminam, rotinas que mudam, um corpo que pede novos cuidados.
Quando falta propósito, autocuidado e pertencimento, qualquer atenção pode parecer grande demais.
O cérebro busca sentido.
E quando ele não encontra vínculos reais, projetos próprios e autoestima sólida, ele se apega àquilo que oferece significado, mesmo que seja ilusório.
E aqui está o ponto central:
felicidade não nasce quando alguém nos prioriza.
Ela nasce quando nós nos priorizamos.
Quando aprendemos a viver a solitude como força.
Quando deixamos de esperar e começamos a construir.
Ser feliz não é ser escolhida.
É se escolher todos os dias.
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