17/01/2026
Terminando um; começando outro. Sempre que vejo postagens de tantos livros lidos no ano ou as capas dos livros nos stories de quem vai à praia, fico pensando: ‘uau, que pessoa culta!’ Já cansei de tentar ler nas viagens; já levei livros para ‘passear’ na praia e não consigo. Admiro demais quem consegue essa façanha, principalmente no RS, onde está cheio de caixas de som nas areias, atrapalhando o marulho relaxante. Na vida cotidiana também tenho muita dificuldade em ler, seja pelo meu TDAH, pelo uso constante do smartphone ou pela minha filha que ama gritar por mim. Fato é que eu não sou a pessoa culta que alguém pode pensar que sou quando vir este post.
Fiz alguns combinados comigo mesma na virada do ano e um deles é dar atenção aos vários livros que compro e deixo guardados na prateleira. Tadinhos, alguns ainda estão no plástico, como esse da que comprei há quase três anos, assim que a Tarsila nasceu. Este do já teve mais sorte: comecei após o réveillon e consegui ler sem desistir nas primeiras páginas ou pegar o celular no meio do parágrafo para dar uma olhada aqui no Insta. Acho que o assunto ajudou.
Minha ideia sobre essa mudança de hábito entra na questão não da minha ‘promessa’ de ano novo, mas talvez na necessidade de diminuir o ritmo antes de dormir. Tive um fim de ano conturbado e não estava conseguindo relaxar. Melhorar meu português também é uma necessidade, mas essa tranquilidade que a leitura nos proporciona é única.
Então, peoples, deixo essa dica aqui, e sem qualquer demagogia: leiam. Talvez vocês ainda prefiram os meios digitais (ok, são válidos), mas essas belezinhas analógicas nunca falham. Elas nos dão calmaria, tempo de qualidade para o nosso cérebro absorver as informações e, se vocês não optarem por autores duvidosos, podem ter acesso a grandes histórias (ou estórias).
*texto orgânico, sem interferência de IA.
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