Psicóloga Maria Eugênia Bartz

Psicóloga Maria Eugênia Bartz Psicóloga, idealizadora do UNNA40+, foco em mulheres 40+ e adolescentes, estilo elegante, escuta afiada e presença digital consistente.

Este Natal acontece de um jeito que nunca tinha acontecido: longe dos meus filhos, agora adolescentes, pela primeira vez...
25/12/2025

Este Natal acontece de um jeito que nunca tinha acontecido: longe dos meus filhos, agora adolescentes, pela primeira vez. Em tantos outros, éramos nós quatro. Havia barulho, algum caos, risadas fora de hora, a repetição quase automática de um ritual que eu achava garantido. Hoje não. Hoje o Natal me encontra num hospital, e essa ausência não é apenas geográf**a: ela atravessa. E muito!
Na lógica psicanalítica, a dor não está só no que falta, mas no que a falta revela. A distância dos meus filhos toca direto no ponto mais sensível: a fantasia de proteção, de presença contínua, de que eu conseguiria sustentar tudo ao mesmo tempo. Este momento escancara a minha dificuldade com tudo o que estamos vivendo. Não por fragilidade, mas porque há experiências que desmontam o eu, suspendem as defesas e exigem um trabalho psíquico que não se faz com pressa.
O Natal, aqui, perde o enfeite e ganha verdade. Entre corredores quase silenciosos e pensamentos que insistem, aprendo (a contragosto) que amar também é suportar a ausência sem transformá-la em culpa. É reconhecer o limite, aceitar a angústia e seguir, mesmo assim, ligada a eles por um fio invisível que não se rompe com a distância. Este talvez seja o Natal mais difícil. E, paradoxalmente, o mais honesto.

Que muito em breve possamos estar todos reunidos, falando besteiras, rindo à toa e discutindo qual série assistir. kkkkk

A fotografia não ficou legal. A cor do cartaz ficou sem brilho. Mas o que esta frase me trouxe? Quero dividir com vocês....
22/12/2025

A fotografia não ficou legal. A cor do cartaz ficou sem brilho. Mas o que esta frase me trouxe? Quero dividir com vocês. Sim, diz muito mais a meu respeito do que eu poderia expor aqui (ou não) mas se faz tão necessário, tão necessário! É preciso que humanizemos as relações.

Todo final de ano me atravessa assim. Não como fechamento, mas como um suspiro longo. O corpo cansado, a alma meio em desordem, e ainda assim algo começa a se mexer por dentro. Não é entusiasmo. É outra coisa. Uma espécie de aceitação silenciosa de que eu cheguei até aqui. Com falhas, com perdas, com desvios, mas inteira o suficiente para continuar.

Quando dizem que todo final é também um grande início, eu penso que não se trata de virar a página, e sim de reler algumas linhas com mais gentileza. O início não vem limpo. Ele vem marcado. Vem com memória. Vem com o que ficou por dizer e com o que finalmente aprendeu a calar. Começar, nesse tempo do ano, é permitir que algo em mim respire diferente. Sem promessas heroicas. Só com a coragem discreta de seguir.

E então seguimos rumo a 2026, contagem regressiva.

13/12/2025

O Frankenstein de Guillermo del Toro não é um filme sobre monstros; é um filme sobre tudo o que o abandono faz com uma alma. A narrativa inteira respira dor, criação e desencanto, como se cada quadro fosse um fragmento de vida costurado às pressas. A fotografia é um corpo vivo: sombras que engolem, luzes que redimem, texturas que fazem a matéria pulsar. Nada é gratuito. Nada é leve.

O Monstro nasce não como ameaça, mas como consequência. Cada movimento dele carrega uma inocência brutal, como alguém que chega ao mundo já ferido. Sua existência é uma pergunta sem resposta: o que acontece quando aquilo que criamos sabe sentir mais do que nós? Ele é força, fragilidade e fome de pertencimento. A grande tragédia é que ele entende a dor humana antes mesmo de entender a própria forma.

Victor Frankenstein é o arquétipo do criador que foge da criação. Ambicioso, brilhante e emocionalmente míope, ele desafia a natureza sem compreender o impacto das próprias escolhas. Sua genialidade não o protege da covardia afetiva. Ele é um homem que constrói vida, mas não sabe sustentá-la. É a personif**ação do excesso de intelecto sem maturidade emocional.

E então surge Elizabeth. Ela é o contraponto de tudo: calor onde há frio, ternura onde há experimento, olhar onde há recusa. Sua relação com o Monstro não nasce de fascínio mórbido, mas de percepção sensível. Ela enxerga a humanidade que Victor rejeita. Ela sente o que ninguém ousa sentir. Sua paixão não é romantização; é compreensão profunda do que signif**a estar vivo, mesmo quando viver dói. Elizabeth é a única personagem que realmente escuta.

O filme, assim, não discute criação. Discute responsabilidade. Discute amor e abandono. Discute o que acontece quando negamos aquilo que produzimos, e como a rejeição pode transformar até o mais doce dos seres em ferida aberta. Del Toro nos lembra que monstros não nascem prontos. Eles são moldados pelo olhar de quem não os reconhece.

No fim, Frankenstein é um espelho. O que chamamos de monstruoso muitas vezes é apenas aquilo que não queremos ver em nós mesmos.

Interpretações de Andrew Garfield como o Monstro, Oscar Isaac como Victor Frankenstein e Mia Goth como Elizabeth dão corpo e alma a essa obra.
Roteiro e direção inspirados nos escritos clássicos de Mary Shelley.

11/12/2025

Capítulo 6 — O primeiro passo que mudou o resto da história

Ainda dá tempo de escolher por você.

Vídeo:
Helena não esperou janeiro, nem promessas de ano novo.
Ela escolheu começar agora, do jeito que estava.
E essa escolha tão simples abriu um mundo novo dentro dela.

Quando você escolhe por você, tudo começa a se reorganizar.
É pequenino… mas é poderoso.

Se dezembro está te chamando para uma virada, escuta com carinho.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua.

10/12/2025

Capítulo 5 — O que o corpo dela revelou quando começou a se sentir segura

O corpo sempre agradece quando a alma encontra espaço para respirar.

Com Helena, percebemos algo muito bonito:
quando ela começou a se escutar com gentileza, o corpo respondeu.
O sono melhorou, a respiração ficou mais leve, o riso veio mais fácil.

Às vezes, o corpo não está gritando por caos.
Está pedindo cuidado, pausa, alegria possível.
Quando ela entendeu isso, tudo pareceu ganhar uma cor nova.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua

09/12/2025

Capítulo 4 — O dia em que Helena se autorizou a desejar coisas bonitas de novo

Você pode desejar uma vida que te faça sorrir de verdade.

Quando perguntei o que ela desejava de verdade, Helena hesitou… depois abriu um sorriso tímido.
‘Quero sentir leveza. Quero rir mais. Quero olhar para mim sem pressa.’

Desejar é um gesto tão bonito.
É o coração dizendo: ainda estou aqui.
E quando Helena permitiu esse desejo, algo em seu rosto se iluminou de um jeito novo.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua.

08/12/2025

Capítulo 3 — A pergunta que fez Helena sorrir de surpresa

Em que momento você sentiu orgulho de você pela última vez?

Perguntei para Helena:
‘De que momento seu coração ainda sorri?’

Ela ficou em silêncio… e depois riu.
Lembrou de uma viagem antiga, de um bolo que fez e deu certo, de um elogio que recebeu há anos.
Às vezes, a gente não está perdida.
Só está desconectada das partes boas que continuam vivas.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua.

E você? Qual foi seu último momento de orgulho?
Me conta nos comentários.

07/12/2025

Capítulo 2 — O domingo em que ela descobriu que descanso também ilumina

Descansar também é um jeito de florescer.

Helena passou tanto tempo correndo que tinha esquecido da delícia que é respirar sem pressa.
Aí, num domingo simples, ela se permitiu um café mais demorado, uma música leve, um banho quente.
E percebeu que descanso não é sinal de fraqueza.
É sinal de vida voltando a pulsar.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua.

06/12/2025

Capítulo 1 — O dia em que Helena voltou a sentir luz por dentro

Às vezes, basta um instante de coragem para acender tudo de novo.

Helena, 42 anos, chegou dizendo: ‘Acho que esqueci como é sentir alegria.
Mas ao longo da conversa, fui percebendo pequenos brilhos escapando nas entrelinhas dela.
Era como se a vida estivesse ali… só esperando permissão para voltar a florescer.

Quando a gente está cansada demais, parece que a alegria some.
Mas ela não some. Ela só f**a quietinha, aguardando um espaço para reaparecer.
E naquele dia, Helena deu o primeiro passo desse retorno tão bonito.

Helena, nome fictício. Já a história dela? Pode ser a sua.

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Juliana Barbosa, Marcia P...
06/12/2025

Gostaria de agradecer aos meus mais novos seguidores! Estou muito feliz por ter vocês a bordo! Juliana Barbosa, Marcia Pavoski De Oliveira, Mara Rosane Pereira, Vania Teodoro, Maria Martim Ballejo, Aninhas Coimbra Silva, Eliene Lili Oliveira, Giandecir Vargas, Isabell Oliveira

Sonhos de Trem é uma ferida aberta em forma de narrativa.Nada acontece de repente; tudo dói devagar. A fotografia parece...
05/12/2025

Sonhos de Trem é uma ferida aberta em forma de narrativa.
Nada acontece de repente; tudo dói devagar. A fotografia parece feita de silêncio, poeira e memória, como se cada quadro carregasse o peso do que já foi perdido e nunca será recuperado.

O protagonista atravessa a vida como quem caminha sobre trilhos internos: rígidos, inevitáveis, marcados por um luto que o tempo não desfez. Ele não explode. Ele dissolve. A dor vira paisagem, e o afeto que restou se transforma em fantasma.

O filme fala sobre isso: o que permanece quando tudo se vai.
A solidão que molda.
Os sonhos que tentam resgatar aquilo que a realidade arrancou.
A tentativa de existir apesar do vazio.

No fundo, Sonhos de Trem nos lembra que há silencios que nunca se encerram, apenas aprendem a respirar dentro da gente.

05/12/2025

Você pode transformar dezembro em um ponto de virada.
Não precisa esperar janeiro, não precisa esperar tudo se alinhar.
Às vezes, o que muda a vida é uma decisão pequena, silenciosa, que você toma hoje.
Uma gentileza com você mesma, um limite respeitado, uma verdade finalmente aceita.
O último mês do ano também pode ser o primeiro passo de uma nova história.

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Porto Alegre, RS

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