Dra. Tatiana Karenini Müller

Dra. Tatiana Karenini Müller Ajudo pessoas com doenças autoimunes a terem uma vida plena.

Nos últimos anos, os inibidores de JAK mudaram de forma significativa o cenário das doenças imunomediadas, especialmente...
29/04/2026

Nos últimos anos, os inibidores de JAK mudaram de forma significativa o cenário das doenças imunomediadas, especialmente na reumatologia. Saímos de um momento inicial de grande entusiasmo para uma fase mais madura, baseada em evidência, experiência clínica e maior cautela na indicação.

Esses medicamentos atuam bloqueando vias importantes da inflamação, com resposta rápida e eficácia já bem estabelecida em doenças como a artrite reumatoide, a artrite psoriásica e as espondiloartrites. Além disso, ampliamos seu uso para outros contextos, sempre com avaliação individualizada.

Com o tempo, também passamos a entender melhor seu perfil de segurança. Estudos mais recentes trouxeram alertas importantes, especialmente em pacientes com maior risco cardiovascular, histórico de trombose ou algumas neoplasias. Isso não invalida seu uso, mas reforça a necessidade de uma indicação criteriosa.

Hoje, os iJAK ocupam um lugar bem definido: são opções modernas, eficazes e, em muitos casos, estratégicas, quando outros tratamentos não tiveram a resposta esperada.

O grande avanço não foi apenas terapêutico, mas também na forma de prescrever: com mais critério, personalização e segurança. Na prática, isso significa escolher o tratamento certo, para o paciente certo, no momento certo.

Dra. Tatiana K. Müller
MÉDICA | REUMATOLOGISTA
CRM: 21438 | RQE: 12862

A dor crônica nas doenças reumáticas nem sempre está relacionada apenas à inflamação. Em muitos casos, o sistema nervoso...
28/04/2026

A dor crônica nas doenças reumáticas nem sempre está relacionada apenas à inflamação. Em muitos casos, o sistema nervoso passa a amplificar os sinais de dor, um processo conhecido como sensibilização. É nesse contexto que entra a neuromodulação: uma estratégia que atua diretamente na forma como o cérebro e os nervos interpretam a dor.

Ela pode utilizar técnicas invasivas, como implantes, ou não invasivas, como estimulação magnética ou elétrica, com o objetivo de modular a atividade neural e reduzir a dor. Essa abordagem tem mostrado benefícios em condições como fibromialgia, casos mais graves de artrite reumatoide e outras dores crônicas persistentes.

A neuromodulação amplia o olhar para o paciente como um todo, considerando corpo, mente e a forma como a dor é percebida. Quando bem indicada, pode ser uma importante aliada no controle da dor crônica reumática e na melhora da qualidade de vida. Em casos de dúvidas, conte comigo!

Dra. Tatiana K. Müller
MÉDICA | REUMATOLOGISTA
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Hoje tivemos uma importante reunião com patrocinador parceiro sobre pesquisa clínica.Estiveram presentes na reunião os i...
28/04/2026

Hoje tivemos uma importante reunião com patrocinador parceiro sobre pesquisa clínica.

Estiveram presentes na reunião os investigadores principais das áreas de dermatologia , nefrologia , oncologia Carlosbarrios, cardiologia e eu representando a reumatologia.

Presentes também na reunião e .chimal

Com certeza, teremos muitos estudos à frente com benefício a vários pacientes de todas essas áreas.

23/04/2026

A Jornada ConeSul de Reumatologia é um evento que ocorre a cada 2 anos, reunindo reumatologistas do Sul do Brasil em um ambiente acolhedor de aprendizado e reencontros.

Foi uma honra poder participar dessa XXV jornada e palestrar sobre um assunto que para mim foi fora da minha zona de conforto.
Assim, pude estudar, aprender e compartilhar um pouquinho da minha experiência.

Obrigada pelo convite e parabéns pela excelência na condução dessa Jornada!

Muita gente acha que é só “cansaço”, mas, na artrite psoriásica, existe diferença e entender isso muda tudo. A fadiga é ...
17/04/2026

Muita gente acha que é só “cansaço”, mas, na artrite psoriásica, existe diferença e entender isso muda tudo. A fadiga é um esgotamento profundo, que não melhora apenas com descanso; já a falta de energia pode estar ligada a hábitos, rotina ou até o sono.

A inflamação crônica característica da artrite psoriásica é a principal responsável pela fadiga. É como se o corpo estivesse trabalhando o tempo todo, mesmo quando você está parado. Além disso, dor, rigidez e noites mal dormidas agravam ainda mais essa sensação, e fatores como estresse, ansiedade e até anemia também podem contribuir.

Ou seja: nem todo cansaço é igual e nem tudo se resolve apenas “descansando mais”. Identificar a causa é essencial para um tratamento mais assertivo; então se você sente que sua energia não é mais a mesma, vale investigar. Cuidar da doença como um todo é o caminho para recuperar qualidade de vida.

Dra. Tatiana K. Müller
MÉDICA | REUMATOLOGISTA
CRM: 21438 | RQE: 12862

09/04/2026

No dia 31/03/26, aconteceu o primeiro encontro presencial do canal IMUNOMEV.

Foi lindo ver a participação de pacientes e amigas durante o evento.
Tivemos brindes e coffee.
Agradeço de coração ♥️ a presença de cada uma e a .personal pelo momento movimento!

Que venham os próximos!

Um abraço cheio de carinho 🥰

Dra. Tatiana Karenini Müller

Muitas vezes, só percebemos o valor da saúde quando algo começa a limitar o nosso dia a dia. A dor persistente, a rigide...
07/04/2026

Muitas vezes, só percebemos o valor da saúde quando algo começa a limitar o nosso dia a dia. A dor persistente, a rigidez ao acordar, o cansaço que não melhora… tudo isso pode impactar não só o corpo, mas a forma como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos.

Cuidar da saúde é olhar para esses sinais com atenção, buscar orientação e, principalmente, não normalizar o desconforto como parte da rotina. E na reumatologia, o objetivo vai além do controle da doença, é devolver autonomia, movimento e qualidade de vida.

Porque saúde de verdade é conseguir viver bem, com liberdade para ser e fazer o que importa. ✨

Dra. Tatiana K. Müller
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Páscoa é sobre aproveitar do seu jeito. Aproveitando os doces, celebrando ao lado das pessoas que amamos ou descansando,...
05/04/2026

Páscoa é sobre aproveitar do seu jeito. Aproveitando os doces, celebrando ao lado das pessoas que amamos ou descansando, tudo vale!

E aí… Qual vibe combina mais com você hoje?

Dra. Tatiana K. Müller
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A perimenopausa e a menopausa são fases marcadas por mudanças hormonais importantes, principalmente pela queda do estrog...
30/03/2026

A perimenopausa e a menopausa são fases marcadas por mudanças hormonais importantes, principalmente pela queda do estrogênio, um hormônio que também tem papel na regulação do sistema imunológico. Essa oscilação hormonal pode influenciar diretamente o comportamento de doenças como artrite reumatoide, lúpus e outras condições inflamatórias.

Algumas mulheres podem perceber mais dores articulares, fadiga ou até o surgimento de sintomas que antes não existiam; em outros casos, pode haver até melhora, pois cada organismo responde de uma forma. Além disso, dores no corpo, alterações de humor, cansaço e distúrbios do sono, comuns na perimenopausa, podem se confundir com sinais de doenças reumatológicas, dificultando o diagnóstico.

Por isso, olhar para essa fase de forma integrada é essencial. Não é “só hormônio” e nem “só reumatológico”, muitas vezes, é a soma dos dois. O acompanhamento com uma especialista ajuda a diferenciar os quadros, ajustar o tratamento e trazer mais qualidade de vida nessa transição. Seu corpo muda e o cuidado com ele também precisa evoluir!

Dra. Tatiana K. Müller
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28/03/2026

Hoje foi realizado o II ReumaIntegra, evento promovido pela O evento contou com palestras muito interessantes e integração dos serviços de reumatologia do estado do RS.
Obrigada pela participação.
Até 2027!

Essa dúvida é comum e a resposta pode variar de pessoa para pessoa.Esses medicamentos são amplamente utilizados no trata...
24/03/2026

Essa dúvida é comum e a resposta pode variar de pessoa para pessoa.

Esses medicamentos são amplamente utilizados no tratamento de doenças reumatológicas por sua potente ação anti-inflamatória e imunossupressora e, de forma geral, eles não costumam causar sono diretamente. Na verdade, em algumas pessoas podem até provocar o efeito oposto, como sensação de agitação ou dificuldade para dormir, principalmente quando usados em doses mais altas.

Por outro lado, outras pessoas relatam melhora da disposição após iniciar o tratamento. Isso acontece porque, ao controlar a inflamação da doença, sintomas como dor, rigidez e fadiga tendem a diminuir. Vale lembrar que a fadiga também pode fazer parte da própria doença reumatológica, e não necessariamente ser causada pelo medicamento.

Qualquer efeito diferente percebido durante o tratamento deve ser conversado com a reumatologista, para que o acompanhamento seja feito de forma segura e individualizada. Conte comigo!

Dra. Tatiana K. Müller
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As doenças reumatológicas podem afetar qualquer pessoa, mas muitas delas são mais comuns em mulheres.A atenção para sint...
23/03/2026

As doenças reumatológicas podem afetar qualquer pessoa, mas muitas delas são mais comuns em mulheres.

A atenção para sintomas persistentes ou qualquer alteração no corpo é essencial para buscar avaliação e diagnóstico adequados.

Confira os cards e se ficar alguma dúvida, vamos conversar.

Dra. Tatiana K. Müller
MÉDICA | REUMATOLOGISTA
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