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No Dia da Mentira, quase todo mundo pensa nas mentiras que contamos para os outros. Mas e as que contamos para nós mesmo...
01/04/2026

No Dia da Mentira, quase todo mundo pensa nas mentiras que contamos para os outros. Mas e as que contamos para nós mesmos?

“Não doeu tanto.”
“Eu já superei.”
“Eu mereci.”
“Não foi nada demais.”

Muitas dessas frases não nascem da maldade — nascem da sobrevivência. A mente cria narrativas para reduzir o impacto do que foi difícil demais sentir na hora. Negação, minimização e racionalização são mecanismos de defesa, não falhas de caráter.

O problema começa quando a mentira que protege também impede o processamento da dor.

Nem toda mentira é consciente. Algumas são estratégias emocionais para continuar funcionando.

E talvez o primeiro passo não seja se julgar — mas perceber.

A Páscoa costuma ser associada a união, família e celebração. Mas para algumas pessoas, ela também pode ser gatilho emoc...
26/03/2026

A Páscoa costuma ser associada a união, família e celebração. Mas para algumas pessoas, ela também pode ser gatilho emocional.

Datas simbólicas ativam memórias. Conflitos familiares não resolvidos, lutos, traumas antigos ou relações difíceis podem ganhar mais intensidade quando o discurso social fala apenas de harmonia.

Nem todo mundo vive a mesma experiência diante da mesma data. E sentir tristeza, irritação ou ansiedade em períodos festivos não é “ingratidão” — pode ser memória emocional sendo reativada.

Reconhecer isso não tira o significado da Páscoa.
Amplia a compreensão sobre a complexidade humana.

A Páscoa convida à fé, à renovação e ao recomeço. E para muitas pessoas, isso é fonte real de força.Mas é importante lem...
24/03/2026

A Páscoa convida à fé, à renovação e ao recomeço. E para muitas pessoas, isso é fonte real de força.

Mas é importante lembrar: fé ajuda. Tratamento também é cuidado.

Buscar terapia, acompanhamento psicológico ou psiquiátrico não significa falta de espiritualidade. Significa responsabilidade com a própria saúde emocional. Culpa, trauma, ansiedade ou depressão não são ausência de Deus — são experiências humanas que podem precisar de suporte técnico.

Espiritualidade pode ser suporte.
Tratamento é ferramenta.

Não é uma escolha entre um ou outro.
É possível caminhar com fé… e com acompanhamento profissional.

20/03/2026

Nem toda ajuda protege. Às vezes, ela coloca quem ajuda em risco.

Conviver com alguém em dependência pode levar amigos e familiares a tentar salvar, encobrir, sustentar… até o ponto em que a própria segurança emocional, financeira e até física começa a ser afetada.

Existe uma linha difícil, mas necessária, entre apoiar e se expor.
Ajudar não pode significar se anular ou se colocar em perigo.

Em alguns casos, estabelecer limites — e até se afastar — não é abandono. É proteção.

Cuidar do outro também exige não se perder de si.

Quando denúncias como as que envolvem Magid Nauef Láuar vêm à tona, muitas pessoas se perguntam: por que a dor parece vo...
19/03/2026

Quando denúncias como as que envolvem Magid Nauef Láuar vêm à tona, muitas pessoas se perguntam: por que a dor parece voltar anos depois?

Trauma não funciona como uma memória comum. Ele pode ficar encapsulado por muito tempo, especialmente quando a sobrevivência exigiu silêncio, adaptação e negação. Na infância ou adolescência, o cérebro prioriza proteger — não elaborar.

Anos depois, quando algo semelhante ganha visibilidade pública, a memória emocional pode ser reativada. Não é “reviver por escolha”. É o sistema nervoso reconhecendo um padrão antigo de ameaça.

A indignação adulta muitas vezes é a voz que a criança não pôde usar.
E quando a ferida reaparece, não significa fraqueza — significa que algo nunca foi verdadeiramente processado.

Quando uma denúncia envolvendo Magid Nauef Láuar vem a público, muitas pessoas se perguntam: por que outras histórias co...
17/03/2026

Quando uma denúncia envolvendo Magid Nauef Láuar vem a público, muitas pessoas se perguntam: por que outras histórias começam a aparecer depois?

Na psicologia, isso tem explicação. O silêncio coletivo sustenta o medo individual. Quando alguém rompe essa barreira, cria-se validação social — a percepção de que talvez eu não esteja sozinho, de que talvez eu possa ser ouvido.

Principalmente em casos que envolvem poder, prestígio e hierarquia, o medo de não ser acreditado paralisa por anos. Uma denúncia pública não cria vítimas. Ela pode apenas reduzir o isolamento emocional de quem já carregava a dor.

Coragem é contagiosa.
E quando o silêncio perde força, a verdade encontra espaço.

13/03/2026

Você conhece o sinal universal de pedido de ajuda?

O gesto é simples: polegar dobrado dentro da palma da mão e os dedos se fechando por cima. Ele foi criado para que pessoas em situação de violência possam pedir ajuda de forma silenciosa, especialmente quando não conseguem falar.

Se você perceber esse sinal em público, a orientação é agir com cuidado: não confronte diretamente quem possa estar acompanhando a vítima. Tente se aproximar de forma natural, fazer perguntas simples que possam ser respondidas com “sim” ou “não”, e buscar apoio seguro no local. Em caso de risco, é possível acionar o 190 ou buscar orientação pelo 180.

Reconhecer esse gesto pode fazer diferença em situações de perigo. Informação e atenção podem salvar vidas.

Denúncias envolvendo Magid Nauef Láuar reacendem um ponto essencial: autoridade não é sinônimo de caráter.Cargo, prestíg...
12/03/2026

Denúncias envolvendo Magid Nauef Láuar reacendem um ponto essencial: autoridade não é sinônimo de caráter.

Cargo, prestígio e reconhecimento social podem criar uma camada de blindagem simbólica — mas não substituem responsabilidade ética. Quando a figura acusada ocupa posição de poder, o impacto psicológico é ainda maior: a vítima enfrenta não apenas o trauma, mas o peso da incredulidade coletiva.

Hierarquia pode intimidar. Status pode silenciar.
Mas nenhum título está acima da apuração e do direito à escuta.

Questionar não é atacar instituições. É reforçar que poder exige ainda mais transparência.

Casos recentes envolvendo o sobrinho do desembargador Magid Nauef Láuar reacendem uma conversa difícil, mas necessária: ...
10/03/2026

Casos recentes envolvendo o sobrinho do desembargador Magid Nauef Láuar reacendem uma conversa difícil, mas necessária: o abuso dentro da família costuma ser o mais silencioso.

Quando existe vínculo, hierarquia e autoridade, o medo de não ser acreditado se mistura com culpa, vergonha e receio de “destruir a família”. Muitas vítimas só conseguem nomear o que viveram anos depois — não por falta de verdade, mas porque o silêncio foi uma forma de sobrevivência.

Quando uma denúncia aparece, outras histórias podem surgir. Não é coincidência. É validação coletiva rompendo o medo.

Falar sobre violência intrafamiliar não é atacar estruturas — é proteger pessoas. O silêncio protege o agressor. Informação e responsabilidade protegem possíveis vítimas.

A Educação Emocional é extremamente importante. Sentir raiva não é um problema! A questão está na forma que você express...
05/03/2026

A Educação Emocional é extremamente importante. Sentir raiva não é um problema!
A questão está na forma que você expressa sua raiva, sua frustração.
A raiva ela é importante para noa impulsionar em trabalhos, em movimentos da vida. Lembra que faz parte da mesa das emoções no filme do divertidamente?

Mas quando não está bem empregada, pode passar a suprimir o outro, tentar denegrir, partindo para diversas formas de violência.
Entender as emoções e educá-las é de suma importância para que sua qualidade de vida melhore em todas as áreas. Busque auxílio com profissional capacitado.

̈s

04/03/2026

Bloqueio não é indireta.
Não é joguinho.
Não é convite para insistir.

Quando alguém bloqueia, está estabelecendo um limite claro: não quero mais contato. Criar perfis falsos, acompanhar escondido ou tentar “dar um jeito” não muda a decisão do outro — apenas ultrapassa um limite.

No Brasil, perseguição reiterada, inclusive no ambiente digital, é crime (Lei 14.132/2021 – art. 147-A do Código Penal). O que muita gente chama de “insistência” pode configurar stalking.

Respeitar o bloqueio é respeitar a autonomia do outro.
E maturidade emocional também aparece na forma como lidamos com rejeição.

Desde cedo, muitas mulheres aprendem a suportar em silêncio, a cuidar de todos antes de si e a chamar exaustão de força....
03/03/2026

Desde cedo, muitas mulheres aprendem a suportar em silêncio, a cuidar de todos antes de si e a chamar exaustão de força. O sofrimento vira rotina, e a dor, algo “normal”.

Mas o que foi normalizado não é saudável. Relações que ferem, cansaço constante e culpa por se priorizar não são destino — são construções que podem ser questionadas.

Cuidar de si também é um ato de coragem. E escolher não sofrer mais é uma forma de resistência.

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