05/12/2025
Quando falamos de joelho, a resposta é simples: cada paciente carrega uma história diferente e a cirurgia precisa respeitar isso.
Um paciente 50+ geralmente chega com artrose avançada, desgaste global da articulação e perda importante de função.
Nesses casos, planejamos uma cirurgia que devolva mobilidade e qualidade de vida, com foco em alinhamento, estabilidade e durabilidade, muitas vezes com apoio da cirurgia robótica para garantir precisão milimétrica.
Já o atleta chega com um joelho que não está desgastado, mas lesionado. Ligamentos, meniscos e cartilagem sofrem impactos específicos.
Aqui, o objetivo é outro: reconstruir, preservar e permitir que o paciente volte ao esporte com segurança, explosão e confiança.
A técnica muda, o planejamento muda e o limite de carga também.
A cirurgia é personalizada porque o joelho e o futuro de cada um, é único.
E é assim que eu trabalho, cada joelho tem uma história própria.