Paloma Psicóloga

Paloma Psicóloga Dicas,frases,textos e reflexões sobre Psicologia,Emoções e Comportamento Humano!!!

02/03/2026
Hoje tive a honra de participar do Momento Família e CAD, a convite da Transportadora TPF, em um bate-papo conduzido por...
01/03/2026

Hoje tive a honra de participar do Momento Família e CAD, a convite da Transportadora TPF, em um bate-papo conduzido por Ricardo e Gustavo.
Falamos sobre algo essencial: como a família pode ser o braço direito da segurança do motorista. Porque segurança não começa apenas na estrada — começa em casa. Começa no diálogo, no apoio emocional, na escuta atenta, no cuidado com a saúde mental e física.
Refletimos sobre a saudade que acompanha quem vive na estrada, sobre o peso invisível que muitos motoristas carregam em silêncio e sobre a importância de uma rede de apoio que fortalece, acolhe e orienta.
Ao lado do Dr. Eduardo, neurologista, ampliamos o olhar para os cuidados com o corpo e com a mente, entendendo que atenção, equilíbrio emocional e saúde caminham juntas.
Minha gratidão à TPF pela confiança e pelo compromisso em olhar para o motorista como um ser humano inteiro — profissional, pai, filho, marido… alguém que sente, que ama e que precisa voltar para casa com vida e qualidade.
Porque na estrada não se trata de chegar primeiro.
O motorista precisa chegar inteiro.
Por si.
E por quem o ama.

“Tem saudade que acorda antes da gente. Principalmente no domingo.”O domingo tem um silêncio diferente.Ele não corre com...
01/03/2026

“Tem saudade que acorda antes da gente. Principalmente no domingo.”
O domingo tem um silêncio diferente.
Ele não corre como a segunda.
Ele não distrai como a sexta.
Ele para.
E quando tudo para… a ausência fala.
No luto, a saudade não pede licença.
Ela acorda cedo, senta na beira da cama e sussurra memórias que a gente jurou que estavam organizadas.
O cheiro do café.
O som da casa.
O lugar vazio na mesa.
A mensagem que não chega.
E dói de um jeito manso… mas profundo.
Dizem que o luto diminui com o tempo.
Mas talvez ele não diminua.
Talvez a vida é que vá crescendo ao redor dele — como eu mesma já refleti um dia.
A saudade de domingo é a prova de que houve amor.
E amor não desaparece.
Ele muda de forma.
O luto não é esquecer.
É aprender a continuar mesmo carregando.
E tem uma verdade que quase ninguém fala:
algumas manhãs sempre serão mais pesadas.
E tudo bem.
Sentir falta não é fraqueza.
É vínculo.
Se a saudade acordou antes de você hoje, não brigue com ela.
Sente ao lado.
Agradeça pelo que foi vivido.
Chore o que precisar.
E depois… levante.
Porque quem partiu não levou o amor.
O amor ficou.
E é ele que, aos poucos, ensina a gente a viver de novo.

“Quer me ensinar o que nem vive? Dispenso a aula. Aprendo com quem realmente faz.”Porque existe uma diferença gritante e...
01/03/2026

“Quer me ensinar o que nem vive? Dispenso a aula. Aprendo com quem realmente faz.”
Porque existe uma diferença gritante entre discurso e prática.
Tem gente que coleciona frases prontas, mas nunca enfrentou o silêncio depois da decisão difícil.
Nunca sentiu o peso de sustentar um limite.
Nunca pagou o preço da coerência.
É fácil falar sobre coragem sem ter encarado o medo.
É fácil falar sobre perdão sem ter sido ferido.
É fácil falar sobre disciplina sem ter vencido a própria procrastinação.
Mas quem vive… carrega marcas.
E marca ensina mais do que microfone.
Não é sobre desrespeitar quem ensina.
É sobre escolher referências com critério.
Eu não preciso de teoria sobre limites de quem vive ultrapassando os próprios.
Eu não preciso de aula sobre amor-próprio de quem se abandona para ser aceito.
Eu não preciso de orientação sobre caráter de quem negocia valores por conveniência.
Aprender com quem faz é aprender com quem paga o preço.
E preço é a única coisa que valida discurso.
A pergunta que f**a é :
Você está aprendendo com vozes ou com exemplos?
Porque conselho sem prática é barulho.
Exemplo é autoridade silenciosa.
E maturidade é saber de quem você aceita lição.

O julgamento de quem eu não admiro é um elogio involuntário.Parece arrogância?Talvez.Mas, na verdade, é consciência.Porq...
01/03/2026

O julgamento de quem eu não admiro é um elogio involuntário.
Parece arrogância?
Talvez.
Mas, na verdade, é consciência.
Porque quando alguém que você não respeita tenta te diminuir, o que ela está dizendo, no fundo, é:
“Você me incomoda.”
E só incomoda quem se move.
Quem se posiciona.
Quem escolhe não caber.
Existe uma verdade difícil de engolir:
muita gente não critica seus erros — critica sua coragem.
Coragem de impor limites.
Coragem de mudar.
Coragem de não aceitar migalhas emocionais.
Coragem de sair de lugares onde todos se acomodaram.
O julgamento quase sempre nasce da comparação.
E a comparação, muitas vezes, nasce da insegurança.
Mas aqui vai o ponto mais provocativo:
Se você absorve toda crítica, você terceiriza sua identidade.
Se você reage a todo julgamento, você entrega sua paz.
Nem toda opinião é direção.
Nem toda crítica é crescimento.
Nem toda voz merece eco dentro de você.
Pergunte-se com honestidade brutal:
Eu quero me tornar alguém parecido com quem está me julgando?
Se a resposta for não…
então talvez o julgamento seja apenas o som da sua autenticidade atravessando o conforto alheio.
E isso, sim, é um elogio involuntário.
Porque quem vive para agradar nunca é julgado.
É apenas esquecido.

Sou grata por esse coraçãoque se quebra tão facilmente…mas ama tão profundamente.Há quem veja fragilidadeem quem sente d...
28/02/2026

Sou grata por esse coração
que se quebra tão facilmente…
mas ama tão profundamente.
Há quem veja fragilidade
em quem sente demais.
Eu vejo coragem.
Porque é preciso muita força
para continuar acreditando
depois de cada decepção.
É preciso muita luz
para não endurecer
quando o mundo tenta nos ensinar a frieza.
Meu coração já rachou em silêncios,
já doeu em despedidas,
já se sentiu pequeno diante da ausência.
Mas ele nunca deixou de amar grande.
E talvez essa seja a beleza:
não a de ser invencível,
mas a de permanecer sensível.
Que eu nunca troque profundidade por proteção.
Que eu nunca confunda maturidade com indiferença.
Que eu nunca me orgulhe de não sentir.
Se for para quebrar,
que seja por ter amado demais.
Porque no fim,
o que nos cura
não é endurecer…
é continuar inteiro naquilo que sentimos.

O Dia Mundial das Doenças Raras nos convida a olhar para aquilo que é pouco visto — mas profundamente vivido.É celebrado...
28/02/2026

O Dia Mundial das Doenças Raras nos convida a olhar para aquilo que é pouco visto — mas profundamente vivido.
É celebrado sempre no fim de fevereiro e representa milhões de pessoas no mundo que convivem com condições pouco frequentes, mas de grande impacto.
Raro não é sinônimo de inexistente.
Raro não é exagero.
Raro não é “frescura”.
Raro é viver entre consultas, exames e incertezas.
É ouvir “é só fase” quando o corpo ou a mente gritam que não é.
É lutar por diagnóstico, por tratamento, por compreensão.
Mas também é desenvolver uma força silenciosa.
É aprender sobre resiliência antes mesmo de saber escrever essa palavra.
É transformar dor em consciência.
Hoje não é apenas sobre doenças.
É sobre pessoas.
Sobre famílias que se reorganizam.
Sobre mães e pais que se tornam especialistas.
Sobre crianças que ensinam coragem sem perceber.
Como psicóloga e diagnosticada com uma doença rara sei que o impacto não é apenas físico — é emocional, social, financeiro.
É o medo do amanhã.
É o cansaço de explicar.
É a solidão de não se sentir compreendido.
Por isso, este dia é um convite:
• À empatia — porque você não precisa entender tudo para respeitar.
• À informação — porque conhecimento combate preconceito.
• À sensibilidade — porque ninguém escolhe o que enfrenta, mas pode escolher como apoia.
Que possamos olhar para o raro com menos julgamento e mais humanidade.
Porque, no fim, raro mesmo é a falta de compaixão.
E essa, a gente pode curar.

É sobre sentir… e mesmo assim seguir em frente.Não é sobre ser forte o tempo todo.É sobre tremer por dentro e ainda assi...
28/02/2026

É sobre sentir… e mesmo assim seguir em frente.
Não é sobre ser forte o tempo todo.
É sobre tremer por dentro e ainda assim dar um passo.
Sentir medo não te faz fraco.
Sentir tristeza não te paralisa — a menos que você escolha f**ar.
Sentir cansaço não signif**a desistir.
A maturidade emocional não está em não sentir.
Está em não se abandonar por causa do que sente.
Tem dias em que o coração pesa.
Em que a saudade aperta.
Em que a insegurança sussurra que você não vai dar conta.
E ainda assim… você vai.
Porque seguir em frente não é ignorar a dor.
É caminhar com ela sem permitir que ela dirija.
É dizer:
“Eu estou com medo, mas vou.”
“Eu estou triste, mas continuo.”
“Eu estou cansada, mas não vou me largar.”
Coragem não é ausência de sentimento.
É movimento apesar dele.
E talvez hoje você não precise ser gigante.
Talvez precise apenas ser constante.
Um passo.
Depois outro.
Sentindo.
Respirando.
Vivendo.

Cada pessoa nos enxerga a partir das próprias feridas, expectativas, inseguranças e histórias. Às vezes você é forte dem...
28/02/2026

Cada pessoa nos enxerga a partir das próprias feridas, expectativas, inseguranças e histórias. Às vezes você é forte demais para alguém que se sente frágil. Às vezes é distante demais para quem teme abandono. Às vezes é “egoísta” simplesmente porque aprendeu a impor limites.
O que o outro pensa sobre você passa pelo filtro dele — não pelo seu caráter.
Isso não signif**a viver sem responsabilidade. Somos responsáveis pelas nossas atitudes, pelas nossas palavras, pela nossa intenção e pela coerência entre o que falamos e fazemos. Mas não somos responsáveis pela interpretação que o outro faz depois que a nossa parte foi feita com respeito.
Tentar controlar a imagem que todos fazem de nós é uma prisão emocional.
E viver tentando agradar todas as versões que criaram sobre você é abandonar quem você realmente é.
Psicologicamente, maturidade é isso:
ter coragem de ser íntegra
suportar não ser compreendida por todos
e ainda assim permanecer fiel aos seus valores
Quem te ama de verdade vai se relacionar com quem você é — não com a fantasia que criou.
E talvez a pergunta mais importante seja: Você está vivendo para sustentar versões criadas sobre você… ou para honrar sua verdade?

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