10/02/2026
No verão, é muito comum observar um aumento signif**ativo das alergias oculares. O calor, o clima mais seco em alguns períodos, a maior circulação de poeira, pólens e até o contato frequente com piscinas e praias criam um ambiente favorável para irritações nos olhos.
Entre as alergias oculares mais comuns nessa época está a conjuntivite alérgica, que costuma provocar coceira intensa, vermelhidão, ardor, sensação de areia nos olhos e lacrimejamento excessivo. Diferente das conjuntivites infecciosas, ela não é contagiosa, mas pode causar bastante desconforto e impactar diretamente a qualidade de vida.
Outro quadro frequente é a ceratoconjuntivite alérgica, que pode ser mais persistente e, se não tratada corretamente, levar a complicações na superfície ocular. Crianças e adolescentes costumam ser mais afetados, principalmente aqueles com histórico de rinite, asma ou dermatite alérgica.
Durante o verão, hábitos aparentemente inofensivos podem piorar os sintomas, como coçar os olhos (o que intensif**a a inflamação), entrar em piscinas com excesso de cloro ou usar óculos de sol sem proteção adequada contra os raios UV. Além disso, o uso indiscriminado de colírios sem orientação médica pode mascarar sintomas e agravar o problema a longo prazo.
Com diagnóstico correto e acompanhamento oftalmológico, é possível controlar os sintomas, aliviar o desconforto e evitar complicações. Cada paciente possui uma sensibilidade diferente, por isso o tratamento deve ser sempre individualizado, levando em conta o histórico clínico e o estilo de vida.
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