23/08/2025
Assim como qualquer tipo de tratamento, a substituição de dentes tem suas indicações e restrições a serem avaliadas pelo profissional. Existem casos em que o procedimento de implante dentário é inviável, em função das condições de saúde do paciente, que trazem riscos para a cirurgia e maior suscetibilidade a problemas no pós-operatório, que podem inclusive levar à perda do implante. No entanto, existem pacientes que apresentam uma limitação momentânea e reversível para realizar o tratamento. Neste artigo vamos explicar quem pode e quem não pode fazer o implante e porque o procedimento não é recomendado para algumas pessoas.
▪ Qual o melhor momento para fazer um implante dentário?
Isso varia bastante. Na prática, o dentista vai fazer uma avaliação das necessidades do paciente, determinando o momento ideal para a colocação do implante. Mas o ideal é que o implante seja colocado no momento da perda de um dente. Se a pessoa fraturou ou quebrou a raiz do dente, por exemplo, uma boa opção é no mesmo procedimento fazer a extração e a colocação de um implante, se as condições anatômicas forem favoráveis. Nesse contexto, é fundamental a análise de um dentista, que vai avaliar as especificidades daquele paciente. Depois da avaliação e da realização dos exames, é agendado o procedimento cirúrgico. Após a fixação do implante, é colocado um dente provisório.
▪Quando é recomendado fazer um implante dentário?
O implante é recomendado no caso de perda dentária, seja ela total (quando afeta todos os dentes), parcial (quando apenas alguns são perdidos) ou unitária (no caso em que apenas um dente é perdido). Essa perda pode ser ocasionada por uma série de fatores, entre eles:
● Acidentes;
● Bruxismo;
● Doença periodontal;
● Infecções;
● Cáries.
Além disso, doenças variadas, como o câncer, também podem fazer com que alguns dentes sejam perdidos. Nesse caso, a implantação de próteses também pode ser recomendada. Apesar de todas essas recomendações, a indicação de implante sempre partirá do cirurgião dentista, que avaliará as necessidades do paciente e o seu estado geral de saúde, liberando ou não a execução do procedimento.