Maísa Nogueira - Psicóloga Clínica

Maísa Nogueira - Psicóloga Clínica Avaliação Neuropsicológica. Psicoterapia de Casais. Avaliação Psicológica. Psicoterapia.

Fazer psicoterapia é um processo de ajudar a si mesmo. Agende uma consulta e seja ouvido.
25/05/2017

Fazer psicoterapia é um processo de ajudar a si mesmo.
Agende uma consulta e seja ouvido.

Agende uma consulta, faça psicoterapia.
23/05/2017

Agende uma consulta, faça psicoterapia.

Dia 18 de Maio. Dia Nacional da Luta Antimanicomial.
19/05/2017

Dia 18 de Maio. Dia Nacional da Luta Antimanicomial.

Agende uma consulta.
19/05/2017

Agende uma consulta.

Faça psicoterapia.
02/05/2017

Faça psicoterapia.

11/04/2017

Ser Psicólogo:
Ser psicólogo é tarefa nobre e requer extrema sensibilidade, é aquecer o sujeito quando ele sente frio na alma e auxiliá-lo a levantar quando não resta mais nada para dar amparo, é o ofício de reunir o que restou de suas potencialidades, atualizar e recordar conquistas de outrora, trazer novamente o brilho do olhar, de que o amanhã ainda existe, de que a vida vale a pena ser vivida. Alavancar a esperança e permitir que o que foi tido com sem importância ganhe notoriedade.
E fazer do gesto simples de ouvir, uma ferramenta para alavancar a quem a vida estava sem forças para prosseguir, ouvir é permitir que o psicólogo funcione como uma câmara de eco, cada vez que o cliente fala vai se descortinando novas possibilidades de entender seu problema, logo, falar na sessão é uma maneira eficaz de escutar a si mesmo.
(Por Marcos Bersam).

10/04/2017

“Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste”
Sigmund Freud

Você que mora em Pouso Alegre e região agende uma consulta.(35) 988656550.Maísa Nogueira _ CRP 04/40659
22/09/2016

Você que mora em Pouso Alegre e região agende uma consulta.
(35) 988656550.
Maísa Nogueira _ CRP 04/40659

Como identificar a Dislexia?A Dislexia é um transtorno de aprendizagem do tipo verbal – que envolve símbolos, gráficos e...
21/09/2016

Como identificar a Dislexia?

A Dislexia é um transtorno de aprendizagem do tipo verbal – que envolve símbolos, gráficos e códigos de linguagem fonológica – que nasce e cresce com a criança, ou seja, que se apresenta desde tenra idade levando a problemas de aquisição de pré-requisitos para a alfabetização durante o seu desenvolvimento e que, por extensão, acarretará futuras dificuldades para o processo de aquisição da aprendizagem da leitura e da escrita, com demora na construção de frases, erros frequentes de ortografia e falta de concentração.

Ela não tem “cara” nem tampouco forma física sendo uma condição que se identifica somente na observação do comportamento da criança quando em contato com informações ou meios que se utilizam de formas, letras e números. Não dá em exames, não pode ser identificada em imagens cerebrais nem em eletroencefalograma, só afetando indivíduos muito inteligentes e criativos.

A Dislexia é um transtorno de desenvolvimento resultante de alterações, falhas, disfunções em regiões específicas do cérebro responsáveis pela análise, integração e coordenação de processos que envolvem leitura e escrita. Desde a percepção visual, auditiva e espacial, até a integração destes estímulos com habilidades fonológicas e de memória de trabalho verbal, o cérebro do disléxico não consegue interconectar estas áreas funcionais de forma organizada e estruturada. Ao ler e escrever, o portador tem lento processamento e reduzida capacidade de fluência e memorização por estes caminhos para adquirir o volume de conhecimento desejado e esperado. Demoram 4 vezes mais para entender uma frase e costumam confundir, durante a percepção, os sons e as formas de letras o que leva a se atrapalharem com a junção das mesmas no processo de formação das palavras. Esta lentidão prejudica a compreensão e a fluência.

Mais comum em meninos (4-5 vezes mais) e de predominante herança genética (60-90% dos casos), é comum afetar famílias e suas consequentes gerações. Os primeiros sinais podem aparecer nos primeiros anos de vida como atraso na aquisição da fala, trocas fonéticas tardias, omissões frequentes de sílabas na fala ou chegar em idades mais tardias, falando muito “enrolado” e de forma ininteligível. Oitenta por cento dos disléxicos apresentam história de atraso de linguagem expressiva e este sinal é de grande valia para vigilância durante o desenvolvimento da criança e levantar suspeita.

Nos anos que se passam, observa-se que estas crianças são mais desengonçadas, incoordenadas, desastradas, imaturas e “esquecidas”. Esquecem pequenos recados, letras de canções, parlendas, rimas e aliterações, costumando se perder nos nomes de objetos de seu convívio pessoal. Ao tentar nomear as coisas, esquecem, confundem-se, tentam rememorar por meio da função ou de um evento que lembre o objeto desejado. Demoram mais para aprender sequências motoras, se perdem na orientação espacial de trajetos e de sequências de tarefas. Acabam, no início da alfabetização, tendo muita dificuldade para memorizar letras e seus sons, assim como números e seus nomes, não raramente se desinteressam por atividades que envolvem livros, frases, representação ou formas gráficas. A memorização de textos, frases, tabelas, tabuadas, nomes de ruas, identificação de direita-esquerda e das horas em relógio analógico encontram-se também muito defasadas e podem se estender por toda a vida.

O diagnóstico da Dislexia independe de exames neurológicos e de aparelhagens específicas. Costumam nada evidenciar. Por ser uma condição essencialmente clínica que depende de uma avaliação que passa por conhecimento e neurodesenvolvimento, como também da necessidade de exclusão de outras patologias e distúrbios, sua confirmação deve sempre passar por uma ampla avaliação interdisciplinar com a participação integrada de profissionais de saúde, de educação, especializados e dotados de conhecimentos afinados acerca do transtorno, como neuropediatra, neuropsicólogo, fonoaudiólogo, psicopedagogo e equipe educacional. Estes profissionais devem seguir protocolos consolidados pelas evidências científicas com a aplicação de te**es específicos dominados por cada especialidade que possam identificar os déficits normalmente observados em pacientes com Dislexia.

(Neuro Saber)

Qual o objetivo da psicoterapia?O objetivo da psicoterapia é levar o paciente a conhecer-se mais profundamente, compreen...
12/09/2016

Qual o objetivo da psicoterapia?

O objetivo da psicoterapia é levar o paciente a conhecer-se mais profundamente, compreendendo seus processos e mecanismos mentais, para aprender a utilizá-los em seu próprio benefício. O resultado é um ganho geral na sua vida, com aumento da auto-estima e da autoconfiança, maior sensibilidade às suas necessidades reais e qualidade nos seus relacionamentos. Aprendendo sobre si mesma, a pessoa transforma-se no agente de seu próprio destino, passando a lidar com a dor, com a ansiedade e com o sofrimento em geral de uma forma mais saudável, sem deixar-se controlar por eles e sem sabotar o seu desenvolvimento pessoal. Ao contrário, será mais livre para escolher e desfrutar da vida com leveza e harmonia, aceitando-se e respeitando-se.

O que o psicólogo faz?

O psicólogo ouve e propõe diferentes questionamentos, levando o paciente a olhar para os seus conflitos a partir de novos prismas. O resultado é o enriquecimento e a transformação do entendimento, atitude e comportamento da pessoa. A relação que se estabelece entre psicólogo e cliente é de cumplicidade e confiança. Através dessa relação, ambos caminham juntos, dialogando e trocando impressões, percepções e reflexões, o que possibilita a ampliação do entendimento acerca dos processos internos, comportamentos e causas dos conflitos do paciente.

(Agende uma consulta. (35)988656550).

COMO DESENVOLVER A AUTOESTIMA NAS CRIANÇAS?Por Miguel Lucas A autoestima é um conceito individual que se constrói ao lon...
10/09/2016

COMO DESENVOLVER A AUTOESTIMA NAS CRIANÇAS?

Por Miguel Lucas


A autoestima é um conceito individual que se constrói ao longo de uma vida. Em tenra idade os pais e educadores têm um papel fundamental na regulação e promoção da autoestima nas crianças. Para o bem e para o mal, aquilo que vamos dizendo, ou não vamos dizendo, a forma com reforçamos a criança e o que vamos associando ao valor pessoal que expressamos reconhecer na criança, certamente influencia a construção da autoestima dela. Uma boa autoestima é essencial para o desenvolvimento das crianças. É o alicerce de tudo o que fazem, de tudo o que elas são. Podemos afirmar que é o alicerce do seu futuro.
Ouça, aceite, discipline e estabeleça limites no comportamento da criança para contribuir para a construção de uma boa autoestima. Permita à criança ter decisões independentes para que possa desenvolver uma autoestima positiva. As crianças precisam da aceitação dos adultos, a fim de desenvolverem uma autoestima positiva. Toda a criança procura afeto, aprovação e reconhecimento junto dos seus educadores e pessoas significativas. Quando algum destes elementos lhe é barrado, a criança sofre com isso, coloca-se em causa, pode sentir-se desadequada no meio onde se movimenta afetando-lhe negativamente a autoestima.
A autoestima é construída pelo elogio realista. As crianças sabem quando o elogio não é realista. Ajudar a sua criança a crescer com uma forte autoestima é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como pai ou educador. Você é a principal influência sobre a forma como a criança se sente relativamente a ela e à sua autoestima. As crianças são um espelho dos seus modelos.
É imperativo que a criança se sinta amada, apoiada e aceite para edificar uma autoestima sustentada. As crianças com a autoestima elevada percepcionam-se capazes de enfrentar os seus desafios, propõe-se à realização das tarefas propostas e resistem melhor à frustração.
O QUE É A AUTOESTIMA?

A autoestima é o conjunto de crenças e sentimentos que temos sobre nós mesmos, são as nossas “auto-percepções.” A forma como nos definimos influencia as nossas motivações, atitudes e comportamentos, afetando ainda o nosso equilíbrio emocional. A construção dos padrões de autoestima começa muito cedo na vida. Por exemplo, uma criança que atinge um objetivo pretendido experimenta um sentimento de realização que reforça a autoestima.
Aprender a caminhar depois de dezenas de tentativas frustradas ensina um bebé a ter uma atitude de “consigo fazer”. O conceito de persistência para alcançar o sucesso começa cedo. As crianças tentam, falham, tentam de novo, falham de novo, e então finalmente obtêm sucesso, desenvolvendo uma ideia positiva acerca das suas próprias capacidades.

09/09/2016

QUEM NÓS SOMOS ENQUANTO PESSOAS?

Arrisco a dizer que nós somos aquele que pode mudar a si mesmo para melhor. Nós somos a pessoa que tem consciência que comporta em si algumas formas de agir que podem não servir mais, e que tem a capacidade de instituir em si mesmo novas formas de pensar, sentir e agir. Incentivo-o a promover as suas habilidades, as suas virtudes e valores. Elimine os seus maus hábitos e implemente novos comportamentos, formas de pensar e de agir sempre que se verifique serem adequados à realização dos seus sonhos. Eleve-se, tendo a noção que elevação é a capacidade de conduzir-nos e puxar por nós mesmos.
(Miguel Lucas)

Um abraço e boa noite

Endereço

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Telefone

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