Psicóloga Luciana França

Psicóloga Luciana França Página da Psicóloga Luciana França Cescon
CRP 06/98202
Cognitivo Comportamental
Atendimento online Especialista em Terapia Cognitivo Comportamental (CETCC).

LUCIANA FRANÇA CESCON
Psicóloga - CRP 06/98.202

Psicóloga Clínica (UNIP, 2009). Atua na Prefeitura Municipal de Santos (Saúde Mental) desde 2012 . Mestre Profissional em Ciências da Saúde (UNIFESP Baixada Santista, 2015) com a dissertação: "Cuidado, frágil: aproximações e distanciamentos de trabalhadores de um CAPS na atenção ao suicídio". Aprimoramento em Psicoterapia para pessoas enlutadas (LELu PUC SP). Supervisora do curso de Especialização em Terapia Cognitiva Comportamental (CETCC - Santos). Professora convidada em cursos de Especialização
Docente no curso de Psicologia da UNIP Santos desde março de 2020. Integrante da equipe do Instituto Vita Alere de Prevenção e Posvenção ao Suicídio. Associada fundadora da ABEPS - Associação Brasileira de Estudos e Prevenção de Suicídio. Especialista em Saúde Pública com Ênfase em Saúde da Família (ATUALIZE, 2013). Especialista em Psicologia Forense e Jurídica (UNYLEYA). Especializanda em Neurociências (UNIFESP).

28/02/2026
25/02/2026

📺: Jantar com Beatriz

Um elefante adulto, forte e capaz de arrancar árvores, permanece preso no circo por uma pequena estaca. Ele poderia se s...
24/02/2026

Um elefante adulto, forte e capaz de arrancar árvores, permanece preso no circo por uma pequena estaca. Ele poderia se soltar com facilidade, mas não tenta.

Quando era filhote, foi amarrado à mesma estaca. Tentou se libertar inúmeras vezes, mas não conseguiu. Pequeno e frágil, aprendeu que escapar era impossível. Com o tempo, desistiu. Cresceu, ganhou força, mas manteve a crença construída na infância: “eu não consigo”.

Assim, mesmo tendo hoje recursos suficientes para se libertar, continua preso não pela corrente, mas pela convicção de incapacidade.

Muitas vezes, nossas limitações atuais também não vêm da falta de força, mas de aprendizagens antigas. Na infância, ouvimos frases que, mesmo ditas sem intenção de ferir, podem se transformar em verdades internas:

“Você é sensível demais.”
“Engole o choro.”
“Isso não é para você.”
“Você nunca termina nada.”
“Relacionamento é sofrimento.”
“Dinheiro é difícil.”

Uma criança não tem repertório para questionar essas mensagens. Ela as incorpora. E, assim, podem nascer crenças como:

“Eu não sou capaz.”
“Minhas emoções são um problema.”
“Eu preciso me calar para ser aceita.”
“Amar é perigoso.”

Na vida adulta, mesmo quando já temos autonomia, experiência e força, podemos continuar reagindo como aquele filhote: evitando tentar, desistindo antes, permanecendo em relações ou contextos que já poderíamos transformar.

A corrente pode já não ser real.
Mas a crença ainda é.

O trabalho terapêutico é justamente esse: diferenciar o que foi verdade na infância do que é possível agora. Atualizar a própria história. Reconhecer que crescemos.

E então, a pergunta se amplia:

Quais “estacas” do passado ainda sustentam suas crenças atuais?
E, sobretudo: essa limitação é um fato do presente — ou uma memória antiga ainda conduzindo suas escolhas?

20/02/2026

📺: Carol e o Fim do Mundo

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Praia Grande, SP

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