Iris Sens Mentora, terapeuta, palestrante e analista comportamental. Terapia informada para o trauma.

Quando pensamos no corpo feminino, muitas vezes ele é moldado pela pressão externa: padrões de beleza impostos pela soci...
19/12/2025

Quando pensamos no corpo feminino, muitas vezes ele é moldado pela pressão externa: padrões de beleza impostos pela sociedade, expectativas familiares, e até a comparação constante com outras mulheres. Mas é essencial entender que o cuidado com o corpo deve ser uma escolha pessoal, uma maneira de cuidar de si mesma, e não uma imposição do que os outros esperam.

A psicanálise nos ensina que, muitas vezes, a relação da mulher com o seu corpo é um reflexo do que ela carrega em sua mente e nas suas emoções. Quando a mulher se conecta com o seu corpo de forma consciente e saudável, ela cria uma relação mais equilibrada entre o físico e o emocional. Ela nos convida a refletir sobre como muitas mulheres criam uma relação conturbada com seus corpos. Essa relação não é apenas física, mas também emocional e psíquica. O corpo é visto, muitas vezes, como um campo de batalhas internas: uma guerra entre o que se quer ser e o que a sociedade diz que se deve ser.

Essa desconexão pode gerar um sofrimento profundo, porque o corpo não é apenas uma “embalagem”. Ele é um reflexo da nossa psique, de como nos vemos e como nos sentimos. Já pensou em como a sua relação com seu corpo poderia ser mais saudável se você o cuidasse como um reflexo do seu próprio valor e não da expectativa dos outros?

Atividades físicas, como caminhar, dançar, pilates, musculação, são poderosas ferramentas para melhorar a saúde do corpo e da mente. Elas não só ajudam a manter o corpo em movimento, mas também reduzem o estresse, aumentam a autoestima e liberam endorfinas, os hormônios do prazer. Ao se exercitar, a mulher fortalece não apenas o corpo, mas também o seu psíquico, criando um ciclo positivo de amor próprio e bem-estar.

Cuidar de si mesma é um ato de autocompaixão. Não se trata de se ajustar aos padrões alheios, mas de se valorizar por quem você é, no seu próprio ritmo e tempo.

💖Lembre-se: o corpo é seu. Cuide dele por você, não pelos outros.

Reflexão: Qual a sua relação com o seu corpo hoje? Como você pode começar a cuidar de si mesma de forma mais amorosa e consciente?

Quem sou eu além dos papéis que desempenho?✨Mulher. Mãe. Profissional. Filha.✨Papéis importantes, sim — mas não suficien...
13/12/2025

Quem sou eu além dos papéis que desempenho?
✨Mulher. Mãe. Profissional. Filha.✨

Papéis importantes, sim — mas não suficientes para definir quem eu sou.

Desde cedo, muitas mulheres aprendem a se moldar às expectativas: cuidar, dar conta, ser forte, agradar. E, aos poucos, o desejo próprio vai ficando em segundo plano. Na psicanálise, entendemos que quando a mulher se identifica apenas com os papéis que ocupa, ela corre o risco de se afastar de si mesma.

Existe um “eu” que não cabe em rótulos.
Um eu que sente, deseja, cansa, sonha.
Um eu que não precisa performar o tempo todo para ser válido.

Reconhecer-se para além dos papéis é um movimento de escuta interna. É permitir-se perguntar: o que é meu e o que me foi imposto?

Quando essa pergunta surge, inicia-se um processo profundo de reconexão e transformação.

✨ Você não é só o que faz.
Você é também o que sente, o que deseja e o que ainda está se tornando.💜

Você já se fez essa pergunta hoje?





✨Quando a Criança Que Fomos Assume o Volante da Vida Adulta✨Na psicanálise, entendemos que nada do que vivemos na infânc...
06/12/2025

✨Quando a Criança Que Fomos Assume o Volante da Vida Adulta✨

Na psicanálise, entendemos que nada do que vivemos na infância passa despercebido. As primeiras relações, as faltas, os afetos, os medos e até as frases que ouvimos repetidas vezes moldam a forma como respondemos ao mundo hoje.

Muitas vezes, aquela “criança interna” — que buscava acolhimento, proteção ou aprovação — continua atuando silenciosamente nas nossas escolhas adultas.

Reagimos de modo impulsivo, evitamos conflitos, aceitamos menos do que merecemos ou nos cobramos além da conta… não porque somos “fracos”, mas porque uma parte antiga em nós ainda tenta resolver histórias que ficaram abertas.
Olhar para isso não é culpa, é consciência.

É reconhecer que a vida adulta só se fortalece quando damos à nossa criança interior aquilo que, na época, ela não pôde ter: afeto, limites, escuta e segurança.

A transformação começa quando paramos de repetir e começamos a compreender.

Se esse tema fez sentido para você, salve para refletir depois e compartilhe com alguém que precisa ler isso. 💜

Quantas vezes você já se viu aceitando migalhas de afeto, e acabou chamando isso de amor?A psicanálise nos ajuda a enten...
27/11/2025

Quantas vezes você já se viu aceitando migalhas de afeto, e acabou chamando isso de amor?
A psicanálise nos ajuda a entender que isso não acontece por acaso, mas por uma série de fatores emocionais que acabam moldando nossas relações.

Muitas de nós crescemos em um ambiente onde o afeto era escasso, condicionado ou manipulado. O resultado? Começamos a aceitar o mínimo, porque acreditamos que é o máximo que merecemos.

Mas a verdade é dura: migalha de afeto não é amor.

O amor verdadeiro, aquele que nos preenche, não é feito de fragmentos esparsos. Ele é inteiro, é constante, é cuidado genuíno. Quando você começa a se dar conta disso, começa a perceber que merece mais.

E por que, então, muitas de nós aceitamos essas migalhas?

Porque, em algum momento da vida, fomos ensinadas a acreditar que amor é algo que se conquista. Que o carinho é uma recompensa, e que devemos ser “boas o bastante” para merecer atenção e afeto.
Às vezes, é o medo de estar sozinha que nos faz acreditar que a migalha é melhor do que nada.

Mas, em cada migalha, estamos nos permitindo apenas sobreviver emocionalmente, e não viver plenamente.

E viver de migalha significa viver com fome. Fome de cuidado real, de atenção genuína, de amor profundo. Não é sobre quantidade, mas sobre qualidade. Amor verdadeiro é inteiro, é constante, é nutridor. Quando você começa a se valorizar, a perceber o que realmente te preenche, as migalhas se tornam visíveis e você se dá permissão para não aceitá-las mais.

Como sair desse ciclo?
✨ Reconheça os padrões que se repetem;
✨ Fortaleça sua autoestima emocional;
✨ Estabeleça limites saudáveis;
✨Busque autoconhecimento e cura emocional.

Você merece ser amada de forma plena, constante e verdadeira.

Se você também acredita que migalha de afeto não é amor, compartilhe esse post com quem você sabe que merece mais.

E você… já teve essa sensação de estar recebendo apenas migalhas?

Você já se perguntou por que insistimos no que nos faz sofrer? Essa é uma pergunta que leva muitas pessoas à psicanálise...
17/11/2025

Você já se perguntou por que insistimos no que nos faz sofrer? Essa é uma pergunta que leva muitas pessoas à psicanálise.

Freud chamou esse fenômeno de compulsão à repetição, que pode ocorrer por duas razões principais. A compulsão, de modo geral, é quando a pessoa não consegue controlar seus impulsos — como acontece na compulsão alimentar, em que a pessoa não consegue impedir determinados comportamentos.

No caso da compulsão de repetição, a pessoa repete determinadas situações sem conseguir se impedir, mesmo sabendo que aquilo a machuca. Um dos exemplos mais comuns é a repetição de relacionamentos ruins. Muitas mulheres acabam escolhendo sempre parceiros com o mesmo perfil — um perfil que as faz sofrer. Elas até pensam: “No próximo relacionamento vou escolher alguém diferente, alguém que não me faça sofrer.” Mas, quando percebem, estão envolvidas novamente com alguém muito parecido com o anterior.

Mas por que isso acontece?

Uma das razões pode estar ligada à primeira infância. Se, quando criança, você não recebeu validação, reconhecimento ou segurança suficientes por parte dos seus pais ou cuidadores, pode acabar buscando, na vida adulta, pessoas que aparentemente ofereçam aquilo que faltou.
Assim, você pode se relacionar com pessoas que parecem muito seguras de si, fortes, poderosas — pessoas que, aos seus olhos, vão te proporcionar a segurança que você não teve lá atrás. No começo, elas realmente parecem oferecer isso. Mas, com o tempo, você percebe que não.

Ainda assim, você permanece. Por quê?

Porque, inconscientemente, existe um ganho: a sensação de segurança — mesmo que ilusória. A esperança de finalmente ter aquilo que faltou na infância nos mantém ali.
Essa é apenas uma das possíveis razões. Um estudo mais profundo pode revelar seu verdadeiro motivo.

Com o auxílio de um psicanalista, você pode compreender por que isso acontece, que ganho inconsciente está por trás desse comportamento
e quais satisfações você busca, mesmo que tudo isso esteja te machucando.

A partir do momento que você toma consciência, finalmente adquire condições de sair dessa repetição que te machuca.

O desejo feminino sempre foi envolto em silêncios. Desde cedo, muitas mulheres aprendem a desejar o que é permitido: o a...
13/11/2025

O desejo feminino sempre foi envolto em silêncios. Desde cedo, muitas mulheres aprendem a desejar o que é permitido: o amor do outro, o papel de quem cuida, a dedicação ao outro em nome da maternidade, da família, do trabalho. Mas o que acontece quando o desejo próprio é silenciado, sufocado pelo peso de tantas responsabilidades e expectativas?

Quando o desejo se cala, a vida se torna automática. O corpo se torna funcional, e a mulher passa a existir mais pelo olhar do outro do que pelo próprio sentir. Quantas vezes você já se pegou vivendo no “dever” e não no “querer”? Quantas vezes se sentiu culpada por desejar descanso, prazer, ou simplesmente um momento para si?

O desejo feminino é livre e, por isso, muitas vezes é visto como perigoso. Mas essa liberdade é o que sustenta nossa autenticidade como mulheres. Mesmo como mães, muitas de nós carregam a culpa por sentirem desejo, como se o ato de desejar fosse algo egoísta ou até incompatível com a figura materna. A sociedade muitas vezes nos faz acreditar que, como mães, devemos nos anular para viver em função dos outros, esquecendo que nossa autenticidade e nosso prazer também são essenciais para sermos inteiras.

É possível ser mãe e mulher ao mesmo tempo, e isso não significa renunciar aos nossos próprios desejos. Uma mulher pode cuidar, ser presente, e ao mesmo tempo, se permitir desejar, se amar, se cuidar e se entregar a momentos de prazer e intimidade sem sentir vergonha ou culpa. O desejo de ser amada, de se sentir desejada, de viver a vida com intensidade e prazer não é um ato egoísta, mas sim uma necessidade vital.

Mas, tantas vezes, o desejo da mulher é silenciado pela culpa, pela pressa, pelo medo de parecer egoísta.

Aprendemos a desejar em silêncio, como se querer fosse um pecado.

A psicanálise nos convida a escutar esse silêncio: a reconhecer o que foi calado, a entender de onde vem essa culpa e a reabrir o espaço para o prazer de existir — não só de cuidar.

Desejar é existir.💜

E existir é o primeiro passo para se reencontrar consigo mesma. ✨😍

📚 MÃE C — A PLANEJADA, A DETALHISTA, A ESTRUTURA EM PESSOAA mãe C é sinônimo de organização e lógica.Ela busca segurança...
08/11/2025

📚 MÃE C — A PLANEJADA, A DETALHISTA, A ESTRUTURA EM PESSOA

A mãe C é sinônimo de organização e lógica.
Ela busca segurança, rotina e previsibilidade — tudo o que possa oferecer estabilidade ao filho.
Pensa antes de agir, analisa antes de decidir.

É aquela que guarda todos os exames, boletins e lembrancinhas em ordem alfabética. 💼

🧩 Quando o filho adoece: checa o remédio, as instruções e monitora tudo com atenção.
🧩 Quando a vida pesa: tenta manter o controle, mas se culpa quando algo foge do planejado.
🧩 Seu maior desafio: permitir-se errar e improvisar — entender que amor não precisa de roteiro.

🎬 Referência de filme: Helen Parr (Mulher-Elástica) — equilibrando trabalho, filhos e responsabilidades com raciocínio e precisão.
Ela é o retrato da mãe C: prática, protetora e metódica, mas com um coração enorme. ❤️

✨ Encerrando nossa série sobre os perfis comportamentais das mães (base DISC):

Nenhuma mãe é apenas D, I, S ou C.
Todas nós temos um pouco de cada — em diferentes momentos e intensidades.

O DISC é um meio de autoconhecimento, não um rótulo.
Ser mãe — solo ou acompanhada — é um ato de amor, coragem e descoberta.
E entender seu perfil é apenas o primeiro passo para viver essa jornada com mais leveza, consciência e verdade. 💙

✨ Frase que representa:

“Planejo o melhor, mas aprendo a fluir com o que vem.”

🌷 Lembrete importante:

O DISC é uma ferramenta que ajuda você a entender como age, sente e reage — na maternidade e na vida.

Ele não é um rótulo, é um espelho de autoconhecimento.

Todos temos os quatro perfis dentro de nós — mas um, dois ou até três podem se destacar e guiar a forma única como cada mãe ama, educa e se reconstrói todos os dias. 💫

🔸 Dando continuidade à nossa série sobre os perfis comportamentais das mães (base DISC)...Hoje é dia de falar dela — a M...
01/11/2025

🔸 Dando continuidade à nossa série sobre os perfis comportamentais das mães (base DISC)...
Hoje é dia de falar dela — a MÃE S, o perfil Estável. 💚

🌿 MÃE S — A ACOLHEDORA, A CALMA, O ABRAÇO QUE CONFORTA.

A mãe S é o porto seguro.
É calma, paciente e busca sempre o equilíbrio.
Mesmo nas tempestades, tenta manter a paz dentro de casa — e dentro do coração. 💫

Ela acredita que estar presente é mais importante do que ser perfeita.

🧩 Quando o filho adoece: é pura calma e cuidado — aquece a sopa e o coração.
🧩 Quando a vida pesa: chora quietinha, respira fundo e segue.
🧩 Seu maior desafio: lembrar-se de si mesma e aprender a dizer “não” sem culpa.

🎬 Referência de filme: Marmee March (Adoráveis Mulheres) — doce, acolhedora e sábia.
Ela representa a essência da mãe S: amor que guia e paciência que transforma.

✨ Frase que define:
“Sou força silenciosa e amor constante.”

💫 Mas afinal, por que esse perfil é chamado de “S”?

No DISC, o S vem de “Estabilidade” — e é exatamente isso que a mãe S traz para a vida:
tranquilidade, segurança emocional e constância.
Ela é aquela pessoa que mantém tudo em harmonia, que prefere evitar conflitos e que demonstra amor através da presença e do cuidado. 💕

Valoriza as relações duradouras, é leal, empática e tem um coração gigante.
Mas, por querer cuidar de todos, muitas vezes esquece de cuidar de si mesma — por isso, seu maior aprendizado é colocar-se também como prioridade. 🌷

🚨Todas nós temos um pouco dos quatro perfis, mas sempre um, dois ou até três que se destacam.🚨

💭 E aí, você se identifica com esse estilo da Mãe S?

Conta aqui nos comentários! 💚

Hoje vamos conhecer a Mãe I — A Mãe Influente🌻Leve, comunicativa e cheia de amor.Ela acredita que criar um filho é també...
24/10/2025

Hoje vamos conhecer a Mãe I — A Mãe Influente🌻

Leve, comunicativa e cheia de amor.
Ela acredita que criar um filho é também criar memórias felizes — daqueles momentos simples que viram lembranças eternas.
É a mãe que transforma rotina em brincadeira, caos em riso e desafios em histórias cheias de afeto.

💬 Como ela é

Espontânea, otimista e inspiradora.
Gosta de ver o brilho nos olhos do filho, de viver o presente e de fazer com que cada dia tenha um toque de alegria.
Acredita que educar também é conectar — com leveza, conversa e carinho.

🧩 Quando o filho adoece

Transforma o cuidado em carinho.
Conta histórias, cria personagens, transforma remédio em poção mágica e faz o momento mais leve.

🧩 Quando a vida pesa

Busca energia na fé, nas amizades e em boas conversas.
Coloca uma música, respira fundo e segue acreditando que o amor sempre encontra um caminho.

Seu maior desafio

Manter constância e foco mesmo quando a motivação oscila.
Aprender a equilibrar o coração leve com a disciplina é seu maior exercício de autodesenvolvimento.

💡 Pontos fortes

✨ Carismática e acolhedora
✨ Encoraja a criatividade e a autoconfiança do filho
✨ Inspira leveza e otimismo por onde passa

🚨Pontos de atenção

⚠️ Pode evitar conflitos para não quebrar o clima leve
⚠️ Às vezes promete mais do que consegue cumprir
⚠️ Precisa reservar tempo pra cuidar de si mesma

🎬 Referência de filme: Donna Sheridan (Mamma Mia!) — independente, divertida e cheia de amor pela vida e pelo filho.

✨ Frase que representa:

“Ser mãe é dançar na chuva com o coração aberto.”

Você se identifica com esse perfil?❤️

🔸 Dando continuidade ao nosso post anterior...Agora vamos falar um pouquinho sobre os perfis comportamentais das mães, c...
18/10/2025

🔸 Dando continuidade ao nosso post anterior...
Agora vamos falar um pouquinho sobre os perfis comportamentais das mães, com base na metodologia DISC.

Apesar de estarmos falando de mães solo, esse conteúdo vale pra qualquer mulher que vive a maternidade.
Como já dissemos, o DISC é um meio — e não um fim.
Todas nós temos um pouco dos quatro perfis, mas sempre um ou dois que se destacam.

Hoje vamos conhecer a MÃE D.
🌪️ A Decidida. A Guerreira. A que faz acontecer.

A mãe D é foco, ação e resultado.

Ela encara a maternidade solo como um desafio a ser vencido.
Não tem tempo pra enrolar — se o problema aparece, ela resolve.
Pode parecer dura às vezes, mas é pura proteção e liderança.

🧩 Quando o filho adoece: já agenda o médico, pesquisa, organiza tudo e resolve.
🧩 Quando a vida pesa: ela pensa “eu dou conta”, mesmo que esteja exausta.
🧩 Seu maior desafio: abrir espaço pra vulnerabilidade e deixar os outros ajudarem.

🎬 Referência de filme: Sarah Connor (Exterminador do Futuro) — forte, protetora, incansável.
Ela é o retrato da mãe D: faz o impossível pelos filhos.

✨ Frase que representa:
“Eu posso estar cansada, mas nunca parada.”

Ela não espera a vida facilitar — ela cria o próprio caminho.
É estratégica, prática e determinada.
Seus filhos aprendem com ela a força de quem levanta todos os dias, mesmo sem aplausos.

💥 Você se identifica com esse perfil?
Então me conta aqui nos comentários:
👉 O que te dá força pra continuar, mesmo nos dias difíceis?
Ou marca aquela mãe que é puro poder e merece esse reconhecimento! 💪🏽❤️

Ser mãe solo é uma jornada única — cheia de força, vulnerabilidade e autoconhecimento. Como analista comportamental, que...
10/10/2025

Ser mãe solo é uma jornada única — cheia de força, vulnerabilidade e autoconhecimento.

Como analista comportamental, quero te mostrar um olhar diferente: como cada perfil do DISC vive a maternidade solo. 💜

Mas antes de tudo, é importante lembrar:
👉 O DISC é um meio, não o fim.
Ele é uma ferramenta de autoconhecimento, não uma caixa onde você se encaixa.
Todos nós temos os quatro perfis (Dominância, Influência, Estabilidade e Conformidade), porém um ou dois — às vezes três — se destacam mais.

O poder do autoconhecimento está justamente aí:
🔹 em entender o que te impulsiona,
🔹 o que te desafia,
🔹 e o que te faz florescer — como mulher e como mãe.

A ideia aqui é mostrar como cada tendência se manifesta no dia a dia de uma mãe solo — nas decisões, na criação dos filhos, nas emoções e até nas formas de pedir (ou não pedir) ajuda.

✨Nos próximos posts, você vai conhecer:
a mãe D: prática, decidida, foco total em resolver;

a mãe I: leve, comunicativa, cheia de amor e conexão;

a mãe S: acolhedora, paciente, coração tranquilo mesmo nas tempestades;

a mãe C: planejada, cuidadosa e detalhista em cada passo.

✨ Porque não existe um único jeito certo de ser mãe — existe o seu.💜

O DISC é uma ferramenta que ajuda a entender como você age, sente e reage — na maternidade e na vida.

✨ Ele não é um rótulo, é um espelho de autoconhecimento.

💭 E você… já sabe qual é o seu perfil DISC como mãe solo?

Comenta aqui 👇 e me conta o que você acha que mais se destaca em você!

Como mãe solo, aprendi que precisamos — e merecemos — ter um tempo só para nós. Mas não dá para esperar que esse tempo s...
20/09/2025

Como mãe solo, aprendi que precisamos — e merecemos — ter um tempo só para nós. Mas não dá para esperar que esse tempo simplesmente apareça, porque, dentro da nossa rotina, ele quase nunca surge sozinho. É preciso criar esse espaço. ❤️

Podemos, sim, ser FELIZES, sem carregar culpas e sem dar ouvidos a julgamentos. É assim que vou driblando a vida e entregando o meu melhor em cada lugar por onde passo e para meus filhos.

📌 Dicas para nós, mães solo:

✅Crie pequenos rituais – mesmo que sejam 10 minutos para respirar, tomar um café em silêncio ou ouvir sua música favorita. Eu, por exemplo, amo colocar uma música e dançar. 💃

✅Peça ajuda sem culpa – família, amigos ou rede de apoio podem ser fundamentais. Sei que muitas vezes não temos esse suporte, mas, se tiver, peça.

✅Valorize suas conquistas diárias – cada passo, por menor que pareça, é gigante. Temos várias conquistas todos os dias; elas só acabam passando despercebidas por conta da correria.

✅Cuide da sua saúde mental – terapia, meditação ou até escrever seus sentimentos ajudam muito. Eu adoro parar e contemplar a natureza. 🌿

Permita-se descansar – não é preguiça, é necessidade. Muitas ideias boas surgem nesses momentos de pausa.

💜 Como eu sempre digo: precisamos estar bem para conseguir dar o nosso melhor aos nossos filhos.

✨ E você, como cria seus momentos no meio da correria?

Endereço

Praia Grande, SP

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 18:00
Terça-feira 09:00 - 18:00
Quarta-feira 09:00 - 18:00
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