Cecília Martins de Oliveira

Cecília Martins de Oliveira Psicóloga clínica disponível para atendimento infantil e adulto aprendiz da Psicanálise!Agenda aberta Atendimento para crianças, adolescente e adultos!

Nem tudo precisa ser resolvido para ser acolhido.Existe uma pressa quase automática em entender, organizar, dar nome, en...
02/05/2026

Nem tudo precisa ser resolvido para ser acolhido.

Existe uma pressa quase automática em entender, organizar, dar nome, encontrar respostas. Como se sentir só fosse válido depois que tudo faz sentido. Mas, na maioria das vezes, o que você precisa não é de mais explicação. É de mais aproximação.

Se aproximar do que sente muda o ritmo. Tira o peso da cobrança e abre espaço para uma escuta mais honesta, mais gentil, mais possível.

Sem pressa. Sem a exigência de dar conta de tudo agora. Só um movimento, ainda que pequeno, de não se abandonar diante do que existe em você.

Porque, às vezes, é nesse lugar mais simples que algo começa a se organizar.

30/04/2026

Esse espaço não nasce da pressa de entender tudo. Ele nasce da possibilidade de existir sem precisar se explicar o tempo inteiro. 🤍

Aqui, não tem roteiro certo, nem expectativa de respostas prontas. Não é sobre chegar organizada, consciente de tudo o que sente. E sim sobre ter onde colocar aquilo que ainda está confuso, atravessado, difícil de nomear.

Você não precisa saber exatamente o que dizer. Pode ir no seu tempo, com as palavras que tiver ou até no silêncio. Porque, às vezes, o que mais faltou não foi entendimento, foi um lugar onde fosse possível simplesmente ser.

E o começo pode ser mais simples do que parece. Ele começa no momento em que você percebe que não precisa mais se afastar de si para continuar. ✨

27/04/2026

Tem coisa que a gente sente, mas nunca aprendeu a nomear. Existe uma percepção ali, quase como um pressentimento interno, mas que não se organiza em frase, não se explica com facilidade e, muitas vezes, acaba sendo deixada de lado por não caber em palavras.

E não é porque falta entendimento. Em muitos casos, o que faltou foi espaço. Faltou escuta, presença, acolhimento. Faltou um ambiente seguro o suficiente pra que isso pudesse aparecer sem julgamento, sem pressa, sem a necessidade de fazer sentido imediatamente.

Então, você foi guardando. Foi aprendendo a engolir o que sentia, a minimizar, a seguir em frente mesmo sem compreender. E, aos poucos, pode ter começado a se afastar de si, como se essa desconexão fosse a única forma possível de continuar. 🫥

Mas o que você sente não está errado só porque ainda não tem forma. Nem tudo nasce claro. Algumas experiências precisam de tempo, de cuidado e de um certo silêncio pra se transformarem em algo que possa ser reconhecido.

E talvez, o primeiro passo não seja entender tudo agora. Talvez, seja permitir que isso exista, mesmo sem nome. Se dar um pouco mais de espaço interno, um pouco mais de escuta, e começar, aos poucos, a não se abandonar no meio do caminho. ✨

Tem uma diferença importante entre não saber o que você sente e nunca ter tido espaço para escutar isso com cuidado. Mui...
24/04/2026

Tem uma diferença importante entre não saber o que você sente e nunca ter tido espaço para escutar isso com cuidado.

Muitas pessoas cresceram aprendendo a silenciar o que sentiam, a engolir, a seguir e a não dar trabalho, como se sentir fosse algo que precisasse ser controlado ou evitado.

Com o tempo, isso pode virar confusão, não porque você não sente, mas porque nunca te ensinaram a reconhecer, acolher e dar nome ao que está aí dentro. E, quando isso acontece, é comum surgir a culpa, culpa por sentir demais, por não entender, por não conseguir explicar. Mas sentir não é um erro, e não saber também pode fazer parte do processo.

Na psicoterapia, não existe pressa para organizar tudo, existe espaço para ir, aos poucos, se aproximando de você, sem culpa, sem cobrança, no seu tempo. E isso, por si só, já é um começo.

24/04/2026

Em 1995, a grande atriz e humorista Dercy Gonçalves falou de forma aberta, e até ousada para a época, sobre algo que ainda era cercado de estigma: a análise, hoje mais conhecida como psicoterapia.

Em meio ao humor e à irreverência, ela compartilha partes muito profundas da sua história. Fala sobre ter crescido sem estrutura, sobre relações marcadas por ausência, sobre experiências intensas… e até sobre o vínculo que criou durante o próprio processo terapêutico.

E talvez seja justamente aí que mora algo importante.

Porque, muitas vezes, o que a gente vive, perdas, ausências, relações difíceis, não desaparece. Isso vai ficando no corpo, nas formas de se relacionar, no jeito de sentir… mesmo quando a gente não consegue nomear.

O que não pôde ser sentido lá atrás, encontra outras formas de aparecer. E a psicoterapia não é sobre voltar ao passado por curiosidade.

É sobre, aos poucos, permitir que essas experiências encontrem um espaço seguro para existir e, finalmente, serem compreendidas.

Nem sempre a gente entende o que sente. Mas isso não significa que não exista um porquê. E, com cuidado, isso pode começar a ser olhado.

Tem coisas que a gente chama de normal só porque aprendeu a conviver assim, sem questionar muito, sem parar para se escu...
23/04/2026

Tem coisas que a gente chama de normal só porque aprendeu a conviver assim, sem questionar muito, sem parar para se escutar de verdade, como se fosse apenas o jeito que a vida funciona. Aos poucos, isso vai deixando de causar estranhamento e passa a ocupar um lugar silencioso na rotina, como algo que simplesmente é.

Mas, às vezes, não é leve, não é cuidado, não é o que você precisaria sustentar por tanto tempo. É só algo que foi ficando, porque, de alguma forma, era o possível naquele momento, era o que dava para fazer, para sentir, para suportar.

Com o tempo, a gente se acostuma, se adapta, aprende a seguir mesmo com esse incômodo baixo, quase constante, que não chega a parar tudo, mas também nunca vai embora por completo.

E tudo bem reconhecer isso agora, com mais calma, sem pressa, sem culpa. Nem tudo que é comum precisa continuar sendo, principalmente quando já não faz sentido para quem você é hoje.

20/04/2026

Em algum momento da sua vida, alguém te ensinou que as suas emoções eram excessivas. Que chorar era fraqueza. Que se magoar facilmente era imaturidade. Que sentir com intensidade atrapalhava, incomodava, afastava.

E você, como qualquer pessoa que quer ser amada e aceita, foi aprendendo a se adaptar. Foi diminuindo o volume das suas emoções. Foi ficando em silêncio quando queria falar. Foi se encolhendo quando queria se expandir.

Mas aqui vai uma verdade que a psicologia confirma: sentir não é o problema. É a falta de espaço seguro para sentir que machuca.

Quando não temos onde colocar o que sentimos, as emoções não desaparecem, elas se instalam no corpo, nos relacionamentos, nos padrões que repetimos sem entender por quê. Viram ansiedade. Viram distância. Viram um cansaço que não passa mesmo depois de dormir.

Você não precisa continuar assim.

No meu consultório, você não precisa ser forte o tempo todo. Não precisa explicar por que chora, nem se desculpar por sentir. Aqui, as suas emoções têm espaço para ser nomeadas, compreendidas e, aos poucos, integradas à sua história de um jeito que liberta em vez de aprisionar.

Trabalhar as emoções não é sobre deixar de senti-las. É sobre aprender a estar com elas sem que elas tomem o controle. É sobre entender o que cada sentimento está tentando te dizer. É sobre se reconectar com partes suas que você aprendeu a ignorar.

Se você sente que carrega muito e sente sozinho esse pode ser o momento de começar diferente.

Estou aqui.

A gente se acostuma a ser “a pessoa forte”. Aquela que resolve, que não reclama, que dá conta de tudo e de todos. Com o ...
15/04/2026

A gente se acostuma a ser “a pessoa forte”. Aquela que resolve, que não reclama, que dá conta de tudo e de todos. Com o tempo, passamos a acreditar que esse é apenas o nosso jeito de ser.

Mas, muitas vezes, essa necessidade de controle e o medo de incomodar são reflexos de feridas antigas, de ausências ou de responsabilidades que nos deram cedo demais.

Se você se reconheceu em algum desses sinais, saiba que existe um espaço onde você pode baixar a guarda. Na terapia, o objetivo não é te dar mais tarefas, mas sim resignificar seu sentir em relação a tanta responsabilidade.

Não é sobre “dar conta”. É sobre ter espaço para ser você, com toda a sua história.

Às vezes, a gente trava antes de começar a terapia porque acha que precisa chegar com o problema "resolvido" ou bem expl...
12/04/2026

Às vezes, a gente trava antes de começar a terapia porque acha que precisa chegar com o problema "resolvido" ou bem explicado. Como se fosse obrigatório saber o nome do que sente ou a origem exata de cada angústia.

Mas a verdade é que nem tudo precisa de nome para ser cuidado.

Se existe um incômodo aí dentro, um aperto que aparece ao lembrar da infância, um cansaço emocional com a família ou aquele luto que parece não ter fim, isso já é motivo suficiente.

Meu trabalho aqui é oferecer calma e um espaço seguro para que você não precise ter todas as respostas de imediato. A terapia é justamente o lugar para a gente desatar esses nós juntos, no seu tempo e sem rótulos rígidos.

O cuidado começa na escuta. E eu estou aqui para te ouvir, mesmo que as palavras ainda estejam confusas.
Vamos começar por onde der?

11/04/2026
10/04/2026

Eu acredito que nem tudo precisa de uma resposta imediata. Às vezes, o que a gente mais precisa é só de um lugar seguro para baixar a guarda e respirar.

A Violeta nasceu justamente desse desejo: ser um espaço de acolhimento, de escuta real e, acima de tudo, de respeito ao seu tempo. No meu trabalho, a pressa não tem lugar. Não existe jeito certo ou errado de sentir o que você sente.

O que existe é presença, cuidado e um caminho que a gente vai desenhando juntos, passo a passo. Se permitir viver esse processo já é uma coragem imensa.

Se você chegou até aqui… quem sabe esse não é o nosso começo? 💜

28/02/2026

Ao adotar uma criança a família necessita estar ciente que seu filho trará consigo toda sua história de vida, com privações de afeto, carinho e também privações materiais, que irá refletir sobre seu comportamento, a criança necessita de tempo e um ambiente suficientemente bom( Winicott), onde possa trazer toda carga emocional que foi vivida durante o tempo antes da adoção, então virá variados sentimentos, desde raiva, insubordinação, tristeza, teimosia, mentiras; como se estivesse testando os pais pra perceber se suportam, então é importante ter consciência e orientação, paciência da família para oferecer amparo para esta criança!!! Se precisar eu estou a disposição!!!




Endereço

Presidente Prudente, São Paulo
Presidente Prudente, SP
01013905

Horário de Funcionamento

Quarta-feira 10:00 - 16:30
Sexta-feira 14:00 - 20:00
Sábado 09:00 - 12:00

Telefone

+5518988245300

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Cecília Martins de Oliveira posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Cecília Martins de Oliveira:

Compartilhar