16/02/2026
A gente costuma ter muito medo de ser abandonado pelos outros, né? Mas a verdade é que o abandono mais doloroso é aquele que você faz com você mesmo — e o pior: você faz isso no automático, sem nem perceber. Você acha que está sendo 'legal', 'produtivo' ou 'resiliente', quando, na verdade, só está se deixando para trás."
"Quer saber como você se abandona?
Primeiro: Quando você diz 'sim' para todo mundo querendo agradar, mas esse 'sim' é um 'não' gigante para o seu próprio descanso e para os seus limites.
Segundo: Quando você sente uma emoção — uma tristeza, uma raiva — e logo empurra ela para baixo do tapete dizendo que 'é bobagem' ou que 'não tem tempo para isso'. Invalidar o que você sente é a forma mais pura de abandono emocional.
Terceiro: Quando você ignora os sinais do seu corpo. Aquela dor de cabeça, o cansaço extremo ou a insônia... você trata como um incômodo técnico, e não como um pedido de ajuda de quem habita em você.
E o principal: Quando você coloca todos os seus planos e sonhos em uma gaveta chamada 'depois', priorizando a urgência de pessoas que nem estariam lá por você."
"A gente faz isso porque fomos ensinados que cuidar de si é egoísmo. Mas pensa comigo: como você pretende sustentar a vida que deseja se a pessoa que deveria liderar essa vida — que é você — está exausta, ignorada e sem voz? Se você não se escolher hoje, quem vai?"
"O autocuidado não é só skin care e banho quente. É a coragem de não se abandonar quando as coisas ficam difíceis. Começa pequeno. Começa hoje. Para de se deixar para depois, porque o 'depois' é um lugar que nunca chega.
Olha para você agora. O que você precisa e está fingindo que não sabe?"
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