Guilherme Carvalho Psicologia

Guilherme Carvalho Psicologia Psicólogo graduado pela Universidade Federal de São Carlos. Há mais de 20 anos cuidando de pessoas.

Experiência e seriedade no tratamento de transtornos mentais e emocionais.

Lembrando do nossos roles de manhã: café e um pouquinho de sol!
17/02/2026

Lembrando do nossos roles de manhã: café e um pouquinho de sol!

13/02/2026

Nunca foi muito sobre gostar ou não gostar.

É sobre estar aberto.

A gente não precisa amar todas as manifestações do nosso tempo…
mas talvez precise atravessá-las com curiosidade.

Às vezes crescer é isso:
não virar outra pessoa,
mas permitir novas experiências.

Só comenta VBC se você decidiu sair do improviso.
10/02/2026

Só comenta VBC se você decidiu sair do improviso.

09/02/2026

Quem é de verdade percebe quando há presença.



Se você tem um objetivo com a Psicologia, comenta aqui pra gente conversar.
07/02/2026

Se você tem um objetivo com a Psicologia, comenta aqui pra gente conversar.

07/02/2026

Esse debate costuma ser tratado de forma rasa demais.

Ou o psicólogo ocupa o lugar do salvador, cobra pouco e se orgulha do próprio sacrifício.

Ou veste um personagem de sucesso, aposta na estética do luxo e chama isso de “valorizar a profissão”.

Os dois caminhos têm algo em comum:
evitam olhar com seriedade para a própria sustentação clínica.

Enquanto a gente briga nessa polarização infantil, questões estruturais seguem intactas:

política pública, piso profissional, SUS, convênios, exploração do trabalho do psi.

No fim, o peso recai sobre o psicólogo individual,
que paga boleto, cria filho, mantém casa e tenta não adoecer.

Isso não se resolve com culpa,
nem com heroísmo,
nem com personagem.

Se resolve com implicação.

Fico curioso pra saber o que você pensa sobre o assunto.

Vamos falar a verdade?Esses dias, tomando um café com um mentorado, esse assunto apareceu.O quanto nós, psis, ficamos de...
04/02/2026

Vamos falar a verdade?

Esses dias, tomando um café com um mentorado, esse assunto apareceu.
O quanto nós, psis, ficamos desconfortáveis em assumir que gostamos, sim, de reconhecimento, de dinheiro, de nos sentirmos valorizados.

Eu já me culpei muito por isso também.
Como se fosse errado, soberbo. Como se eu me tornasse menos humano, menos ético, menos generoso, só por gostar do que me faz sentir bem.

Foi aí que eu percebi uma coisa simples: quando eu nego o que é verdade pra mim, eu acabo boicotando meu próprio crescimento.

Então hoje eu consigo dizer, com mais tranquilidade: sim, eu gosto de viver bem.
De ser reconhecido pelo impacto do meu trabalho na vida das pessoas.
E, sim, de ser bem remunerado por isso.

Isso não me faz herói. Nem vilão.

Eu me posiciono a favor de sermos livres para ser quem somos e assumir, sem culpa, o que queremos de verdade.

Cada psi carrega consigo a alquimia da sua trajetória de vida. A sua autenticidade é verdadeira fórmula mágica pra alcan...
28/01/2026

Cada psi carrega consigo a alquimia da sua trajetória de vida. A sua autenticidade é verdadeira fórmula mágica pra alcançar aquilo que você busca.

Aprender gestão é se abrir para o amadurecimento profissional.Muitos psicólogos nunca tiveram espaço para pensar o consu...
26/01/2026

Aprender gestão é se abrir para o amadurecimento profissional.
Muitos psicólogos nunca tiveram espaço para pensar o consultório como algo que também precisa ser cuidado, protegido e estruturado.
E isso é fruto de uma falta substancial de referências...
Com orientação adequada, a gestão deixa de ser um bicho-papão e passa a ser um apoio silencioso para que a clínica funcione com mais estabilidade, menos interferências e mais tranquilidade.
É assim que eu trabalho na Mentoria Viver Bem da Clínica: avaliando junto com cada mentorando o que faz sentido aprender, o que precisa ser organizado e como sustentar uma clínica viva, ética e possível ao longo do tempo.


Eu me descobri winnicottiano quando entrei em contato com a teoria do amadurecimento emocional.Sua honestidade nomeou o ...
25/01/2026

Eu me descobri winnicottiano quando entrei em contato com a teoria do amadurecimento emocional.

Sua honestidade nomeou o que eu já sustentava na clínica, mas ainda parecia improviso.

Foi a teoria que mais se aproximou do que eu inaugurei na saúde mental e trouxe como repertório para a clínica particular.

Depois desse encontro, eu nunca mais consegui fazer clínica com pressa.

Nunca mais insisti em um formalismo que me afastasse do encontro, nem no fetiche por uma técnica ou teoria única.

Foi ali que eu me autorizei a ser humano, nada mais que humano, na vida e na clínica.

Na minha prática, isso aparece no modo como sustento presença, espera e silêncio.

Antes de qualquer aprofundamento, eu priorizo o estabelecimento do vínculo e da confiança.

Eu sustento o tempo necessário para que algo possa acontecer.

Eu sou um terapeuta que sobrevive.

Sobreviver, aqui, é não responder com pressa ao que pede tempo.

Isso me colocou em oposição direta à clínica do resultado e ao diagnóstico precoce.

Ao impulso de responder, interpretar e colocar alguém em análise antes do tempo.

Esse encontro não criou minha clínica.
Deu vocabulário e legitimidade a uma técnica humana que eu já vinha desenvolvendo.

Sem isso, a espontaneidade teria me parecido arriscada demais.

Se o que relatei também te atravessa, talvez faça sentido pensarmos Winnicott juntos, numa manhã de sábado.

Existe uma confusão perigosa circulando por aí.Como se a clínica psicológica fosse um espaço onde o profissional escolhe...
25/01/2026

Existe uma confusão perigosa circulando por aí.
Como se a clínica psicológica fosse um espaço onde o profissional escolhe o que faz por gosto, opinião ou conforto pessoal.

Não é disso que se trata.

Mas também é raso fingir que a clínica se resolve apenas com artigos, manuais e protocolos replicáveis.
Porque o sofrimento humano não é um objeto neutro.
É atravessado por história, linguagem, cultura, laço e singularidade.

Evidência científica é importante.
Mas ela não substitui escuta, responsabilidade clínica e decisão ética caso a caso.

Quando a psicologia tenta se comportar como uma medicina mal copiada, ela perde justamente o que tem de mais potente.
A capacidade de sustentar o não-saber e trabalhar com o singular.

Clínica não é preferência.
Mas também não é receita.

É trabalho sério.
E exige muito mais maturidade do que escolher um lado dessa falsa disputa.

Existe uma diferença grande entrerespeitar o tempo da clínicae romantizar precarização.Nem todo mundo pode “esperar”.Alg...
24/01/2026

Existe uma diferença grande entre
respeitar o tempo da clínica
e romantizar precarização.

Nem todo mundo pode “esperar”.
Algumas pessoas precisam viver da clínica
enquanto ela se constrói.

Estratégia não é milagre.
Não é atalho.
Não é traição à ética.

É o que permite continuar escutando
com dignidade, sem adoecer
e sem fingir que sofrimento é virtude.

Se o caminho se faz ao caminhar,
porque ficar esperando?

Endereço

Rua Quinze De Novembro, 905
Presidente Prudente, SP
19020-460

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