Dra. Patricia Santana Ribeiro

Dra. Patricia Santana Ribeiro Atendimento em Pediatria em Presidente Prudente, com olhar integrativo e foco em uma infância desmedicalizada.

Médica, escritora, mãe do Mateus e proprietária da Dengo Vacinas.

Eu sei que a intenção é boa, e aprendemos assim! Massss precisamos mudar!Muitas dificuldades alimentares que vemos na vi...
30/01/2026

Eu sei que a intenção é boa, e aprendemos assim! Massss precisamos mudar!

Muitas dificuldades alimentares que vemos na vida adulta não começam na comida.

Começam na infância.
E começam, muitas vezes, à mesa.

Frases como
“se não comer tudo, não ganha sobremesa”
ou
“parabéns, você comeu tudo”
podem parecer educativas, mas interferem em algo muito importante: a capacidade natural da criança de reconhecer fome e saciedade.

Hoje sabemos que o intestino tem cerca de 500 milhões de neurônios e se comunica diretamente com o cérebro pelo nervo vago.
Após cerca de 20 minutos de alimentação, o estômago libera hormônios que sinalizam: “já é suficiente”.

A criança nasce com esse mecanismo funcionando.
Quando insistimos, forçamos ou condicionamos a alimentação a recompensas, o corpo desaprende a se autorregular.

O resultado aparece anos depois:
adultos que comem sem fome,
que usam a comida para regular emoções,
que não sabem identif**ar saciedade.

Outro ponto pouco falado:
o estômago da criança tem o tamanho do punho da própria mão.
As porções deveriam respeitar isso, e não a expectativa do adulto.

Nosso papel é claro:
👉 nós escolhemos a qualidade do alimento
👉 a criança define a quantidade

A refeição não deve ser um momento de controle, pressão ou disputa.
Mas de rotina, presença e escuta.

Esse conteúdo não é sobre culpa!
É sobre prevenção, consciência e saúde a longo prazo.

Porque pequenas condutas repetidas todos os dias
podem impactar profundamente a saúde do seu filho.
Ao invés disto diga “ que bom filho, você comeu o suficiente!” , “sua barriguinha está feliz com o que comeu!?”
Assim eles vão aprendendo sobre saciedade!

Se isso fez sentido pra você, compartilhe.
Essa conversa precisa chegar onde quase ninguém fala. Me conta se você já falou estas frasss por aqui e aceita o desafio de mudar♥️

Eu sei que este tem a gera desconforto e muitos nem gostam de falar! Mas é preciso! Se você entende, tudo f**a mais fáci...
29/01/2026

Eu sei que este tem a gera desconforto e muitos nem gostam de falar! Mas é preciso! Se você entende, tudo f**a mais fácil! A forma como a gente fala com as crianças educa, mesmo quando não percebe.

Dentro de casa, frases repetidas no automático ensinam sobre corpo, limite, afeto, respeito e emoção. Não porque houve intenção, mas porque a linguagem vira referência.

Isso também é educação s&xu4l, só que feita sem consciência, sem proteção e totalmente disfuncional.

A educação começa dentro de casa, nas conversas do dia a dia.

Você já procurou entender mais sobre este tema? Sabe por onde começar? Me conta aqui!

Vou deixar uma dica de livro nos stories!

28/01/2026

“Eu sempre digo por aqui e nas consultas” leia o rótulo.”
Mas quem nunca precisou esticar o braço, apertar os olhos, procurar a luz perfeita…
e ainda assim encarar aquelas letrinhas microscópicas?

A charge faz rir, mas também provoca.
Porque a verdade é que querer cuidar melhor já exige esforço —
e a informação nem sempre facilita o caminho.

Se você tenta, se esforça, compara, desconfia… você já está fazendo muito
E a boa notícia é que hoje existem aliados nessa missão.

📱 Aplicativos como e ajudam a traduzir os rótulos,
especialmente quando falamos de alimentação infantil.
Eles não substituem o olhar crítico,
mas ampliam a consciência — como uma lente de aumento para escolhas mais gentis.

Cuidar também é isso:
usar as ferramentas que nos aproximam do que é mais simples, mais claro e mais saudável.

Salve este post para lembrar na próxima ida ao mercado ou farmácia 🛒
e compartilhe com quem vive apertando os olhos no corredor dos alimentos

E Seguimos nosso acompanhamento porque transformar é um processo!Hoje uma mãe me liga dizendo feliz que conseguiu voltar...
27/01/2026

E Seguimos nosso acompanhamento porque transformar é um processo!

Hoje uma mãe me liga dizendo feliz que conseguiu voltar a trabalhar e está muito feliz! Hoje uma mãe vê que valeu a pena entender que o corpo é equilíbrio!

Nem toda criança que adoece com frequência tem “imunidade baixa” por acaso.
Muitas vezes, o corpo está apenas pedindo ajuste.

Neste caso clínico, o que parecia ser apenas uma sequência de infecções e dores recorrentes escondia algo mais profundo:
🔎 intestino fragilizado pelo uso repetido de antibióticos
🔎 déficits nutricionais funcionais
🔎 inflamação de baixo grau mantendo o ciclo do adoecimento

O tratamento não foi sobre “mais remédios”.
Foi sobre corrigir a base.

Com um plano integrativo individualizado — suporte intestinal, suplementação adequada, ajustes de rotina e fortalecimento da imunidade — a evolução aconteceu de forma consistente.

📌 Em 3 meses, a criança não estava mais doente.
Dormia melhor, tinha mais energia, menos dor e mais vitalidade. A melhor notícia que eu poderia receber hoje!

É sobre isto! Vocês merecem toda felicidade, e eu vibro junto!!!! ♥️♥️♥️♥️

27/01/2026

Criança educada não é a que obedece tudo.
É a que sabe quando pode dizer não.

Ensinar limites do corpo é um ato de cuidado.
É mostrar que abraço, beijo e colo só acontecem quando a criança se sente confortável.

Isso não é falta de educação.
Isso é proteção.

Quando a criança aprende que o corpo é dela,
ela aprende também que pode:
• dizer não
• confiar nos próprios sentimentos
• pedir ajuda a um adulto de confiança

Educar sobre limites é uma das formas mais ef**azes de prevenir violências na infância.

📌 Salve para lembrar
🔁 Compartilhe com quem convive com crianças

Se você quer que eu fale mais sobre
educação do corpo, limites e desenvolvimento emocional na infância,
comente “EU QUERO” 👇

26/01/2026

Seu pequeno está com febre e você f**a desesperada? 😧

Neste vídeo vou te mostrar o que você não deve fazer durante a febre!

🤒Você tem medo da febre? Me conta aqui! E comente EU QUERO se você quer saber quando levar o seu pequeno no hospital que vou preparar um conteúdo especial para você!

suplementacaoinfantil

23/01/2026

Eles não esqueceram como educar.
Eles só se lembraram de como amar com mais tempo.

Muitos avós oferecem doces, fazem vontades, passam por cima de regras…
não por desrespeito,
mas por consciência tardia.

Consciência de que, no passado,
faltou tempo, sobrou trabalho
e o amor precisou ser prático demais.

Os netos chegam como uma segunda chance:
de estar presente,
de brincar sem pressa,
de dizer “eu te amo” sem correr.

Talvez o maior pedido deles aos filhos seja silencioso:
“deixa a gente amar do jeito que hoje conseguimos.”

Porque no fim,
não é sobre o doce.
É sobre a presença.
É sobre o tempo que agora existe.

O melhor caminho, é sempre o diálogo!

👉 Esse vídeo tocou você também?
Salva, compartilha e me conta nos comentários o que sentiu.

Por que o cuidado do pai vira elogio… e o da mãe vira obrigação?Isso não é um ataque a pais, mas um retrato claro das ex...
22/01/2026

Por que o cuidado do pai vira elogio… e o da mãe vira obrigação?

Isso não é um ataque a pais, mas um retrato claro das expectativas sociais diferentes que recaem sobre mães e pais, mesmo quando o cuidado é exatamente o mesmo.

👉 Você já viveu ou presenciou algum desses duplos padrões recentemente?
Conta aqui nos comentários. Vamos falar sobre isso.

Obrigada pela reflexão! 😅

21/01/2026

Se os alimentos fossem 100% sinceros, talvez você pensasse duas vezes antes de chamar de “comida” 😅

Esses alimentos parecem inofensivos, práticos ou até “infantis”… mas carregam açúcar, gordura e aditivos que o corpo sente, mesmo quando a embalagem disfarça bem.

Não é terrorismo alimentar, é informação.

👉 Qual desses te surpreendeu mais?

Me segue para mais e compartilhe

19/01/2026

Não é TDAH em excesso.
É tela em excesso.
É sono em falta.
É infância roubada.
É falta de presença
É comida de mentira

Estamos vivendo uma geração que passa horas diante das telas — crianças e adultos — dormindo menos, brincando menos, se movendo menos… e sendo cada vez mais diagnosticados.

O problema nem sempre é um transtorno.
Muitas vezes, é privação de sono, excesso de estímulos, cérebro em alerta o tempo todo.

Uma criança que não dorme bem:
▫️ não aprende bem
▫️ não regula emoções
▫️ não sustenta atenção

E o mesmo vale para nós, adultos.

Antes de rotular, medicar ou normalizar o cansaço crônico, precisamos voltar ao básico:
🌙 sono
🥗 alimentação
🏃‍♀️ movimento
🎈 tempo de brincar
🧠 menos ruído, mais presença

Prevenção também é tratamento.
E cuidado começa na rotina.

👉 Compartilhe este vídeo com uma família, um educador ou um adulto que anda se sentindo “distraído demais”.
Talvez não seja falta de foco.
Talvez seja falta de descanso.

📹 Podcast

Endereço

Rua Tenente Nicolau Maffei 1320
Presidente Prudente, SP
19010900

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