30/01/2026
Eu sei que a intenção é boa, e aprendemos assim! Massss precisamos mudar!
Muitas dificuldades alimentares que vemos na vida adulta não começam na comida.
Começam na infância.
E começam, muitas vezes, à mesa.
Frases como
“se não comer tudo, não ganha sobremesa”
ou
“parabéns, você comeu tudo”
podem parecer educativas, mas interferem em algo muito importante: a capacidade natural da criança de reconhecer fome e saciedade.
Hoje sabemos que o intestino tem cerca de 500 milhões de neurônios e se comunica diretamente com o cérebro pelo nervo vago.
Após cerca de 20 minutos de alimentação, o estômago libera hormônios que sinalizam: “já é suficiente”.
A criança nasce com esse mecanismo funcionando.
Quando insistimos, forçamos ou condicionamos a alimentação a recompensas, o corpo desaprende a se autorregular.
O resultado aparece anos depois:
adultos que comem sem fome,
que usam a comida para regular emoções,
que não sabem identif**ar saciedade.
Outro ponto pouco falado:
o estômago da criança tem o tamanho do punho da própria mão.
As porções deveriam respeitar isso, e não a expectativa do adulto.
Nosso papel é claro:
👉 nós escolhemos a qualidade do alimento
👉 a criança define a quantidade
A refeição não deve ser um momento de controle, pressão ou disputa.
Mas de rotina, presença e escuta.
Esse conteúdo não é sobre culpa!
É sobre prevenção, consciência e saúde a longo prazo.
Porque pequenas condutas repetidas todos os dias
podem impactar profundamente a saúde do seu filho.
Ao invés disto diga “ que bom filho, você comeu o suficiente!” , “sua barriguinha está feliz com o que comeu!?”
Assim eles vão aprendendo sobre saciedade!
Se isso fez sentido pra você, compartilhe.
Essa conversa precisa chegar onde quase ninguém fala. Me conta se você já falou estas frasss por aqui e aceita o desafio de mudar♥️