Alessandra Chaves - Psicóloga

Alessandra Chaves - Psicóloga Psicóloga
Atendimento clínico de adolescentes e adultos

Já faz um tempo que vocês me veem por aqui, mas resolvi me apresentar adequadamente. Me chamo Alessandra, sou graduada e...
20/03/2024

Já faz um tempo que vocês me veem por aqui, mas resolvi me apresentar adequadamente. Me chamo Alessandra, sou graduada em Psicologia pelo UNIVAG desde 2013. Pós graduada em Saúde Mental e especialista em Psicologia Jurídica e Forense.

Durante esses 10 anos de formação (pois acredito que a formação se dá de maneira contínua) tive a oportunidade de percorrer por vários campos da Psicologia, o que me trouxe uma visão ampla sobre o ser psicóloga, algo que me favoreceu muito em salá de aula enquanto professora universitária.

Dentre esses campos atuei em hospitais, na área jurídica como psicóloga da equipe técnica do Fórum e avaliação psicológica. Atualmente atuo como psicóloga clínica, tanto na rede de saúde mental do SUS quanto no consultório particular.

Minha escuta sempre foi atravessada pela psicanálise, e com isso auxilio pessoas na construção de uma melhor narrativa de suas histórias.

O curso de Psicologia Jurídica: teoria e prática, tem o objetivo de apresentar a teoria e prática da psicologia jurídica...
12/05/2022

O curso de Psicologia Jurídica: teoria e prática, tem o objetivo de apresentar a teoria e prática da psicologia jurídica e forense nas suas diversas formas de atuação.
O curso contará com uma carga horária de 30 horas/aula, que será realizada nos dias 08, 09 e 10/07 e 22, 23 e 24/07
São três os motivos para você fazer esse curso:
- Há uma crescente demanda por solução de problemas no sistema judiciário brasileiro;
- A criação de leis que determinam que profissionais da psicologia atuem em determinadas atividades jurídicas;
- Há cada vez mais temas enfrentados em juízo que são extremamente complexos, exigindo que os juízes, advogados, promotores e defensores contem com a atividade de profissionais especializados, pois estes podem auxiliar, de forma ética e científica, na defesa de direitos e na promoção de justiça.

Inscrições até às 23hs do dia 05/07/2022
Link para inscrições:
https://forms.gle/8vMz4jQjBjAgykbb6


No início desse mês foi publicado um artigo que escrevi sobre violência sexual contra crianças e adolescentes e os impac...
23/02/2022

No início desse mês foi publicado um artigo que escrevi sobre violência sexual contra crianças e adolescentes e os impactos causados pelo isolamento social em decorrência da pandemia da Covid-19.

Convido vocês a lerem esse material que construí com tanto carinho e cuidado, e a refletirem sobre o assunto. É somente falando sobre o assunto que iremos construir uma forma melhor de lidar com o problema.

Acesse para ler na íntegra.
https://www.atenaeditora.com.br/post-artigo/59697

Alessandra Chaves da Silva
Psicóloga
CRP 18/02021

O atendimento online já é uma prática regularizada pelos sistemas conselhos de psicologia, e que com o surgimento da pan...
31/01/2022

O atendimento online já é uma prática regularizada pelos sistemas conselhos de psicologia, e que com o surgimento da pandemia do novo coronavirus e suas variantes, tem ganhado cada vez mais espaços nas práticas psicológicas.
E você pode se beneficiar desse serviço do conforto de sua casa, com agendamentos descomplicado e de onde você estiver.

Estou te esperando na plataforma do Psicologia Viva, agende seu horário.
https://perfil.psicologiaviva.com.br/AlessandraChaves


Atendimento presencial e online.


21/01/2022

Os transtornos alimentares são caracterizados por hábitos alimentares que causam danos para a saúde de uma pessoa, seja pela redução extrema ou consumo em excesso de alimentos.
Os principais transtornos alimentares são: a anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno de compulsão alimentar.

A anorexia é um transtorno alimentar que provoca uma perda de peso acima do que é considerado saudável para a idade e altura da pessoa. Pessoas acometidas por este transtorno costumam ter muito medo de ganhar peso, mesmo quando estão abaixo do seu peso normal.
A pessoa anoréxica se torna refém do espelho, onde as “imperfeições” e insatisfações aparecem. Elas tendem a não aceitar o seu próprio corpo, ficando muito incomodadas com o mesmo, passando a ter uma imagem distorcida de si, acreditando que estão com o peso muito acima do que realmente estão. O medo de engordar é a principal característica de quem desenvolve anorexia. Devido a esse medo exagerado, elas passam a restringir o seu campo de interesses, tendem a se isolar do convívio social e a viver exclusivamente em função da dieta, de exercícios físicos, do peso e da imagem corporal, fazendo com que o momento da refeição se torne desconfortável, evitam se sentar à mesa com medo do olhar julgador dos demais, fazendo com que o seu comportamento alimentar se torne cada vez mais secreto, e muitas vezes ritualizado.

A bulimia nervosa é um transtorno alimentar que ocorre quando a pessoa come de maneira exagerada e, em seguida, elimina o que comeu por meio do vômito ou pelo uso de laxantes para evitar o ganho de peso. Estudos apontam que muitos casos de bulimia surgem em idade escolar, muitas vezes provocados a partir do bullying.
Dentro do quadro bulímico, os episódios de compulsão alimentar aparecem como principal sintoma e costumam surgir no decorrer de uma dieta. A compulsão alimentar se configura por um aspecto comportamental de comer uma quantidade de alimento considerado exagerado se comparado ao que uma pessoa comeria em condições normais; e a um componente subjetivo relacionado à sensação de total falta de controle sobre o seu próprio comportamento. A compulsão alimentar no início pode parecer relacionada à fome, todavia quando instalado o ciclo compulsão alimentar-purgação, isso vai ocorrer em todo tipo de situação, gerando sentimentos negativos, como tristeza, culpa, frustração, vergonha, desejo de autopunição, etc. Estes episódios costumam acontecer às escondidas.

O que desencadeia os transtornos alimentares?

Não se sabe ao certo a causa específica dos transtornos alimentares, podendo ser gerada pela combinação de fatores sociais, biológicos e comportamentais.
Um dos gatilhos para que a pessoa desenvolva um transtorno alimentar como a anorexia, é o meio social em que ela vive. Pais ou amigos que ficam muito focados em dietas, perda de peso, estética, “cultura do corpo” tendem a influenciá-la a serem assim também.

Não tem nada de natural uma pessoa ficar excessivamente preocupada com o próprio peso. Se isso acontecer, é preciso verificar a causa.

Fatores de risco:
- Culto excessivo ao corpo;
- Maus hábitos alimentares;
- Distorção da imagem corporal;
- Autoestima baixa;
- Sentimento de culpa;
- Questões hormonais;
- Distúrbios emocionais.

Dificilmente a pessoa sozinha consegue se livrar de um transtorno alimentar, é necessário que haja um tratamento especializado , integrando as abordagens médica, psicológica e nutricional para que o tratamento obtenha resultados positivos. O objetivo principal do tratamento é a melhora do estado nutricional do indivíduo, onde serão restabelecidos os hábitos alimentares saudáveis de acordo com a necessidade e estrutura física da pessoa. É necessário que haja uma avaliação prévia, analisando, principalmente, os fatores psicossociais que estejam contribuindo para o desenvolvimento e a manutenção do problema. Os distúrbios alimentares têm cura, mas se não tratados podem levar o paciente a óbito

Em sua grande maioria, as principais vítimas dos transtornos alimentares são as mulheres, porém, o número de homens tem crescido de maneira substancial. Um estudo realizado pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido, concluiu que uma importante parte dos transtornos alimentares está ligada às redes sociais.

Então, lembre-se que você deve respeitar sempre os limites de seu corpo, e que algumas de nós nunca iremos alcançar os padrões estéticos do "corpo perfeito" (não é uma questão de vontade, é estrutural!) Dito isso, seja consciente daquilo que você se alimenta nas redes sociais, pois nem tudo o que vemos é de fato real.
(Dá uma olhadinha nesse vídeo que eu fiz um tempo atrás: https://www.instagram.com/tv/CO6XIHNF4J1/?utm_source=ig_web_copy_link)

Alessandra Chaves da Silva
Psicóloga CRP 18/02021

18/01/2022

Os transtornos de humor são caracterizados por alterações prolongadas no humor ou no estado emocional. É no transtorno de humor que encontramos as doenças depressivas, como vimos no nosso último vídeo.
O transtorno bipolar é um transtorno de humor caracterizado pela oscilação entre períodos de depressão e períodos de euforia (mania ou hipomania).
Essa alteração de humor se dá devido o desequilíbrio de neurotransmissores no cérebro: a dopamina e glutamato.
Os principais sintomas são:
Na fase depressiva o sujeito pode apresentar:
- desinteresse por atividades que antes gostava;
- falta de energia e de vontade de viver;
- apatia;
- raciocínio lentificado;
- frustração;
- culpa;
- falta de sentido e ideias suicidas.
Já na fase de mania ou hipomania, o sujeito pode apresentar:
- euforia;
- menor necessidade de sono;
- pensamento acelerado;
- autoconfiança e otimismo extremos;
- sentimento de poder, superioridade, riqueza;
- aumento da libido;
- irritabilidade.
Além de aumentar as tendências para comportamentos de risco como: direção perigosa, agressividade, gastos descontrolados, reações impulsivas, excessos, relações se***is desprotegidas e, em casos mais graves, delírios e alucinações.
Segundo a Associação Brasileira de Transtorno Bipolar (ABTB), o transtorno bipolar é a doença que mais provoca suicídios.
Apesar de não se falar em cura, existe a intervenção medicamentosa somado ao acompanhamento psicológico.
Entender a doença é o primeiro passo para ajudar a pessoa que sofre com esse transtorno.

Alessandra Chaves da Silva
CRP18/02021


14/01/2022

A depressão é o transtorno de humor que mais acomete os indivíduos na atualidade. Dentro dos sinais e sintomas, observamos que a maioria das pessoas acometidas pela depressão apresentam queixas tanto queixas emocionais quanto queixas físicas. Dentre os sintomas temos:
- a presença da ansiedade;
- hiperatividade;
- irritabilidade;
- alterações do sono;
- alterações do apetite (geralmente a perca);
- diminuição do prazer;
- baixa autoestima;
- semblante triste;
- choro frequente;
- comunicação deficiente.
No período depressivo, o indivíduo ainda apresenta dificuldades de realizar tarefas com sucesso, tendo uma baixa no seu desempenho e diminuição da capacidade de concentração.
A depressão é classificada conforme o tempo de duração como: temporária, transitória, constante (ou estável) e crônica, sendo esta última sua forma mais grave.
A causa da depressão é multifatorial, ou seja, não tem origem em apenas um fator em específico. Os fatores mais comuns, estão associados as perdas reais ou fantasiadas (como a morte ou separação do objeto de amor).
Outro fator desencadeante da depressão é a redução da autoconfiança e da autoestima.
O papel da família é dos educadores é fundamental na criação desses conceitos e valores na vida das crianças.
Importante salientar que a tristeza, assim como a ansiedade, é um sentimento natural de um ser humano. Não existe uma pessoa sempre feliz, e a até mesmo a felicidade em extremo pode ser considerado patológico (tema para outro momento).
É importante que saibamos que em algumas ocasiões iremos nos experimentar a tristeza ou a frustração, e ter a consciência que isso é passageira.
Para avaliarmos se a tristeza tem um caráter patológico, é necessário avaliarmos o grau e o tempo de duração. Se a tristeza não passa, e surgem sentimentos como apatia, indiferença, desesperança, falta de sentido e de prazer pela vida, podemos estar diante de um quadro depressivo.
O tratamento, dependendo da gravidade do quadro, irá incluir o acompanhamento psiquiátrico com o uso de psicofármacos, e o acompanhamento psicológico.

Alessandra Chaves da Silva
CRP 18/02021

12/01/2022

A ansiedade, é um sentimento/reação natural do ser humano, diante de situações desconhecidas, ou de situações que podem provocar medo, dúvida ou expectativa.
Mas quando sabemos que ansiedade deixou de ser uma reação natural e passou a ser patológica?
O medo e a ansiedade passam a ser reconhecidos como patológicos no momento em que há a presença do exagero, uma desproporcionalidade em relação a reação diante do motivo. Quando o medo e a ansiedade começam a interferir na qualidade de vida do indivíduo, trazendo prejuízos para o seu desempenho diário.
Os transtornos ansiosos mais frequentes são o transtorno de ansiedade de separação, o transtorno de ansiedade generalizada (TAG), e as fobias específicas, dentre elas a fobia social e o transtorno de pânico. Além desses tipos, ainda temos: Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC).

Os sintomas mais comuns incluem:

» preocupação excessiva sobre coisas antes de estas acontecerem;
» preocupação ou interesse constante sobre o desempenho no trabalho, amigos, jogos esportivos etc.;
» medos extremos de cometer erros;
» baixo autoestima;
» pensamentos ou ações repetitivos (em sua maioria pensamentos negativos);
» palpitação/taquicardia;
» sudorese;
» falta de ar;
» dificuldade de deglutição;
» alterações de memória;
» alterações do son o;
» aumento da pressão arterial;
» formigamento nas extremidades;

A forma fácil de diferenciar ansiedade normal de ansiedade patológica é basicamente avaliar se a reação ansiosa é de curta duração, autolimitada e relacionada ao estímulo do momento ou não. Importante que se avalie a frequência e a intensidade em que os sintomas se manifestam.
O tratamento dos transtornos de ansiedade vai incluir o acompanhamento psicológico e em alguns casos, dependendo do grau dos sintomas, o uso de alguns psicofármacos, como os ansiolítico por exemplo. É importante que se procure um profissional da Saúde Mental, como o médico psiquiatra ou o psicólogo para estar iniciando o tratamento. No geral, os transtornos ansiosos respondem bem ao tratamento psicológico especializado.

Qualquer dúvida, estou a disposição.

Alessandra Chaves da Silva
Psicóloga CRP18/02021

Vocês sabiam que em toda a história humana crianças e adolescentes foram expostos ao abandono, violência e maus-tratos, ...
13/07/2021

Vocês sabiam que em toda a história humana crianças e adolescentes foram expostos ao abandono, violência e maus-tratos, nem sempre tendo sido respeitados seus direitos e condições peculiares, enquanto seres em desenvolvimento?
Se olharmos pra trás vamos perceber que nem sempre eles foram vistos e entendidos como seres de direito e em processo de desenvolvimento. Antes do ECA tínhamos o Código de Menores, mas esse código só travava de questões relacionadas aos "menores em situação irregular", ou seja, o interesse maior era tirar os "menores" infratores da sociedade. Não era levado em consideração o processo de desenvolvimento, priorizava-se a internação e a institucionalização sem se preocupar com os danos dessa ação.
Até aqui, você consegue perceber porque não utilizamos mais o termo "menor" para se referir a crianças e adolescentes? Pois esse termo é carregado de significados negativos e estigmatizantes, e não é isso que desejamos para nossas crianças e adolescentes.
No ano de 1990 foi criado o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que objetiva a proteção e garantia de direitos de crianças e adolescentes.
O ECA nos auxilia a compreender que crianças e adolescentes são:
- Sujeitos de Direitos, ou seja, são pessoas que têm direitos garantidos pelas leis brasileiras, que devem ser respeitadas por todos.
- Pessoas em desenvolvimento, ou seja, ainda não atingiram a maturidade de uma pessoa adulta, nem fisicamente e nem psicologicamente. Vale o mesmo para a sua sexualidade, que também não deve ser tratada como a sexualidade de uma pessoa adulta.
- Pessoas que precisam ser protegidas integralmente, a proteção de crianças e adolescentes precisa ocorrer em todos os aspectos da sua vida.

Hoje comemoramos os 31 anos do ECA, mas ainda há muito pelo que lutar!
Crianças submetidas a uma criação pontuada pelo violência, pela negligência e pelo abuso podem ter seu crescimento comprometido, resultando em crianças com comportamentos delinquentes e desafiadores.
Que futuro vocês querem deixar pra eles?

Créditos
Texto:
Imagens: Campanha Unicef, Childhood e Cultura, 2020

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Instituto Sou da Paz e o Ministério Público do Estado de São Paulo...
11/05/2021

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Instituto Sou da Paz e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), realizaram um estudo objetivando a verificação dos possíveis impactos gerados em virtude do isolamento social na ocorrência e na notificação da violência sexual contra criança e adolescentes.
Conforme aponta o referido relatório, os dados analisados denunciam uma queda significativa dos casos registrados de estupros de vulnerável (cerca de 40%).
"Nossa análise aponta, portanto, para um provável aumento da subnotificação desses casos de estupro. Considerando outros fatos conhecidos da dinâmica da violência sexual contra meninos e meninas, esse resultado não surpreende: as escolas, espaço mais comum onde eles e elas são acompanhados fora de casa, foram fechadas; o contato com adultos fora do círculo familiar imediato diminuiu bastante, para a maioria. Outros espaços importantes para a construção de vínculos de confiança com adultos fora de casa, como CCFV (Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos) e cursos e atividades extra curriculares, culturais e esportivos, também ficaram indisponíveis. Mais distantes de espaços e pessoas em condição de observar sinais de violência, as possibilidades de denúncia para as vítimas, ou por elas, diminuem muito."
É preciso estar cada vez mais atentos no combate à violência sexual contra crianças e adolescentes.

🌻

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