Adriana Leão Nutricionista

Adriana Leão Nutricionista Nutrição comportamental, Terapias Integrativas e Programas de Gerenciamento de Peso. Atendimentos

11/05/2026

Genteeeeee!! Minha primeira resenha de filme.
Valorizem 🥰

Eu amei o filme. Fiquei tão encantada que resolvi fazer esse vídeo com minhas impressões.
E vocês, já assistiram o filme Agneta, na Netflix??! O que acharam? Comenta aqui

11/05/2026

Genteeeeee!!! Minha primeira análise de filme. Valorizem por favor 🙏🏽🥰
Eu fiquei tão encantada com o filme “Agneta” e com todos os símbolos presentes nele que precisava dividir minhas impressões com vocês.

E vocês, já assistiram o filme? Gostaram? Que partes te impactaram?? Me conta aqui.

08/05/2026

A gente cresce acreditando que se conhece. Mas a verdade é que conhecemos apenas a parte que foi aceita, validada, organizada.

O lado B ( pegou a referência?) impublicável, menos confortável, impulsivo e contraditório também existe e faz parte de nós.
E é esse lado que muitas vezes nos guia, de forma inconsciente, claro.

Como eu percebo a ação do lado B na minha vida? através de reações desproporcionais, padrões repetitivos, escolhas inexplicáveis.

Geralmente tentamos resolver tudo isso com controle, sem acessar as raizes. Daí surgem os conflitos internos que muitas vezes se deslocam para outros lugares:
- para o corpo.
- para a comida.
- para relações disfuncionais que se repetem.

Não há erro em não se conhecer totalmente. Mas viver como se não houvesse nada a descobrir, certamente é um problema.

Se você se reconheceu aqui… não é coincidência

Mãe tem nome e individualidade. Ou, pelo menos, deveria ter.Ao se tornar mãe, a mulher não abdica de si mesma e de sua i...
07/05/2026

Mãe tem nome e individualidade. Ou, pelo menos, deveria ter.
Ao se tornar mãe, a mulher não abdica de si mesma e de sua identidade pessoal por querer: ela é conduzida pela estrutura social a se tornar alguém que agora não tem mais seu nome próprio, não é vista como um indivíduo com metas e objetivos que vão além do maternar.

A ela é imposta uma condição em que não existem camadas em seu ser e em suas ocupações. Agora, ela é somente uma coisa: mãe.

Mas a mulher, antes de se tornar mãe, tinha sonhos, tinha vida. Hobbies, atividades, trabalho. Personalidade. Ela era um mundo inteiro. O que sobra — ou sobrevive — dela após essa despersonalização social?

Você, como mulher e mãe, já se sentiu engolida pelos padrões sociais? Sua personalidade coexiste com a maternidade ou tudo se tornou uma coisa só?
Você se reconhece como mulher além de mãe?

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04/05/2026

Existe uma parte de você que você reconhece. E existe outra que você evita.

A gente gosta de acreditar que se conhece, mas na prática, vive em conflito com aquilo que não aceita em nós mesmas.

E o problema não é não conhecer, o problema é lutar contra o que aparece, como se essa parte de nós fosse um erro.
Sabe …
- Aquela reação que você julga.
- Aquele impulso que você tenta controlar.
- Aquele padrão que você insiste em repetir.

Nada disso é aleatório, é parte de você pedindo reconhecimento. Só que ao invés de escutar você tenta corrigir, calar, melhorar e o ciclo continua.

Porque o que não é integrado não desaparece. Se intensifica e se repete. E, o pior, encontra outras formas de se mostrar, como na compulsão alimentar.🥲

29/04/2026

Você aprendeu a olhar pro corpo como algo que precisa ser controlado. Ninguém te ensinou a escutar o que ele expressa.

Na compulsão alimentar, você vê o corpo físico mas quem está jogando é o corpo simbólico.
É nele que ficam:
– as emoções não nomeadas
– as experiências não elaboradas
– as necessidades que não foram atendidas.

A comida, então, deixa de ser alimento e vira linguagem.
Não é falta de controle. É excesso de coisa não digerida emocionalmente.
E quanto mais você tenta controlar mais o sintoma insiste.
Porque ele não quer ser calado, ele quer ser compreendido.

A repetição não acontece porque você “não aprendeu”.
Acontece porque algo em você ainda não foi integrado.
E o corpo… continua tentando.

27/04/2026

Tem uma parte sua que você evita. E, talvez seja exatamente ela que está conduzindo sua vida no silêncio.

Lendo o livro A sombra em nós, de Verena Kast, algumas verdades ficam impossíveis de ignorar:

1. Somos estrangeiras para nós mesmas
Você tenta controlar seu corpo, sua fome, seus impulsos…
mas, no fundo, nem sempre entende de onde tudo isso vem.
Existe uma parte sua que você ainda não conhece — e ela influencia muito mais do que você imagina.

2. A inconsciência da sombra te prende em regras rígidas
Quando você não olha para dentro, começa a viver baseada no “certo e errado”.
Dietas, controle, culpa, medo.
Mas seguir regras não é liberdade — muitas vezes é só uma tentativa de não entrar em contato com o que você sente.

3. Há ouro na sombra
Aquilo que você rejeita em você não é só defeito.
Pode ser força, autenticidade, potência emocional.
Mas enquanto você negar… não acessa.

4. O outro como espelho
Sabe aquilo que te irrita profundamente em alguém?
Pode não ser só sobre o outro.
A sombra se revela nas projeções — mostrando partes suas que ainda não foram reconhecidas.

5. O que você reprime, se intensifica
Você tenta controlar, esconder, evitar…
Mas o que não é olhado cresce no escuro.
E muitas vezes aparece em forma de compulsão, ansiedade ou desconexão com o próprio corpo.

E não… mais controle não vai resolver isso.
🌿 Se você sente que está presa nesse ciclo — eu posso te ajudar.
Nas minhas sessões terapêuticas, a gente não fala só sobre alimentação.
A gente acessa o que está por trás dela.
👉 Me chama no direct e vamos começar esse processo juntas.

20/04/2026

Gosto de pensar no corpo como casa…

E tu, gosta da casa onde mora?


Há algumas semanas, vi no Threads uma postagem de uma moça perguntando quais nutrientes uma mulher 30+ deveria repor.Ela...
15/04/2026

Há algumas semanas, vi no Threads uma postagem de uma moça perguntando quais nutrientes uma mulher 30+ deveria repor.
Ela pediu orientações para pessoas na internet, e não uma orientação profissional e médica. É aqui que está o grande erro que muitas mulheres cometem.
Você pode, sim, reforçar a sua alimentação.
Consumir legumes, vegetais e frutas. Ter um sono regular, momentos de lazer e respeitar sua saúde mental.
Mas ouvir a opinião de gurus da internet pode te gerar um problema que, originalmente, não existia. Na postagem, havia comentários sensatos — e outros, no mínimo, duvidosos, com orientações de vitaminas e minerais que, sem acompanhamento profissional, podem se tornar um problema.
Se você chegou à casa dos 30 e sente que está mais cansada, com menos vitalidade, ou mais lenta, com menos foco nas atividades, o melhor que você pode fazer por si mesma é tentar entender o que está acontecendo.
Pode ser uma mudança na sua rotina ou, de fato, algo interno. Comigo, você pode ter um acompanhamento nutricional que une o técnico ao emocional.
Juntas, vamos entender o que está acontecendo com você.
E, mais importante, encontrar a melhor forma de cuidar disso.
Agende uma conversa gratuita comigo. É o primeiro passo para entendermos o que está acontecendo. Vamos? 💚
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nutrirecife

Em março entramos no equinócio de outono. Um momento do ano em que dia e noite se equilibram e tem a mesma duração.Isso ...
10/04/2026

Em março entramos no equinócio de outono. Um momento do ano em que dia e noite se equilibram e tem a mesma duração.

Isso me fez lembrar o quanto, na nossa vida cotidiana, acabamos perdendo o equilíbrio em várias situações - o contexto sempre por trás disso.

E trouxe aqui para você essa questão: como estão os pratinhos da sua vida? Está conseguindo manter o equilíbrio entre eles?

Se você se identifica com um dos pratinhos acima, não se cobre: a gente reflete para justamente agir para consertar; reequilibrando dentro do nosso possível.

Você sente que precisa de ajuda nessa etapa de repor o pratinho no lugar?

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Hoje eu tive o privilegio de visitar a exposição “A alma humana, você e o universo de Jung” aqui no Recife. E, vou tenta...
09/04/2026

Hoje eu tive o privilegio de visitar a exposição “A alma humana, você e o universo de Jung” aqui no Recife.
E, vou tentar descrever aqui, como essas imagens me atravessaram.

A jornada inicia no sentir, no corpo e nas formas de comunicaçāo que ele se utiliza. Cada sintoma é uma expressāo do inconsciente: antes do remédio, a compreensão. A cada síntoma eu via uma história que já me foi contada na clínica.

O inconsciente coletivo é descrito nos arquetipos- como formas onde podemos modelar imagens- e nos mitos milenares que habitam nosso imaginario.

Conceitos como: Animus e Animas, a Sombra, ego se mostram em imagens da nossa cultura, não tem como não se reconhecer.

O Complexo, esse me tomou. Aqui ser tomado por um complexo é ser capturado por uma rede, você se debate e se entranha mais. Não dá para se desvencilhar facil.

A persona encanta com suas múltiplas máscaras, não se iluda com elas. Escolha qual usar, mas cuidado para não se perder do “si mesmo”, volte sempre ao espelho.

A sincronicidade é o besouro dourado - fui capturada por ele e já vislubrei o anel, o jardim, a conversa.

O processo alquimico não podia faltar - Transformar chumbo em ouro. Passar pelas etapas, separar para integrar, tornar-se nobre, valoroso, elevado, podendo se misturar de novo sem deixar de ser.

Me deslumbrei com as Mandalas, o Livro Vermelho(nunca tinha visto o físico) e os personagens direto do inconsciente de Jung…

Tudo muito simbólico, muito junguiano. Um mergulho sensorial na sua obra, uma oportunidade de perceber os conceitos de um outro ponto de vista.
Essas sāo apenas algumas das minhas persepções.
Para quem ainda não foi, vale a pena a visita, para junguianos e não junguianos.

Endereço

Rua Ribeiro De Brito
Recife, PE
51021-310

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