Deise Cavalcante Gineco

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Seu corrimento pode dizer muito do seu ciclo, mas ele precisa ser observado com atenção.A secreção va**nal pode variar a...
08/05/2026

Seu corrimento pode dizer muito do seu ciclo, mas ele precisa ser observado com atenção.

A secreção va**nal pode variar ao longo do mês por influência hormonal, principalmente no período fértil, antes da menstruação ou logo após o sangramento. Quando vem sem odor forte, sem coceira, sem ardor e sem dor, muitas vezes faz parte do funcionamento natural do corpo.

Mas alguns sinais merecem cuidado:

🤍 transparente e elástico: comum no período fértil, quando o muco cervical f**a mais fluido

🤍 branco cremoso ou leitoso: pode aparecer antes ou depois da menstruação

💗 rosado ou marrom: geralmente indica pequena presença de sangue, podendo surgir no início ou fim do ciclo

💛 amarelo com odor forte: pode indicar infecção e precisa ser avaliado

💚 esverdeado, com coceira, ardor ou cheiro forte: merece consulta ginecológica, pois pode estar relacionado a vulvovaginites ou infecções sexualmente transmissíveis

O ponto principal é observar o conjunto: cor, cheiro, textura, coceira, ardor, dor pélvica, dor na relação ou sangramento fora do período menstrual.

E nada de se automedicar, porque sintomas parecidos podem ter causas diferentes, e o tratamento correto depende de avaliação.

Salve esse guia para acompanhar seu corpo com mais consciência 🤍

07/05/2026

A candidíase de repetição não é apenas “uma coceirinha que vai passar”.

Quando os episódios voltam várias vezes, principalmente 3 ou mais vezes no ano, é sinal de que o corpo precisa ser investigado com mais atenção.

Os sintomas mais comuns são:

📌 coceira intensa na região íntima
📌 ardência ou sensação de queimação
📌 vermelhidão e inchaço na v***a
📌 dor ou desconforto durante a relação
📌 dor ao urinar, principalmente pelo contato da urina com a pele irritada
📌 corrimento branco, espesso, em grumos, geralmente sem cheiro forte
📌 pequenas fissuras ou rachaduras na região íntima

E um ponto importante: nem toda coceira é candidíase.

Outras infecções e alterações ginecológicas podem causar sintomas parecidos, por isso repetir pomadas ou comprimidos por conta própria pode atrasar o diagnóstico correto.

Se a candidíase vive voltando, o caminho não é só tratar a crise, é entender o motivo da recorrência.

Procure avaliação ginecológica, investigue, cuide da sua saúde íntima com responsabilidade 🤍

Sentir dor durante a relação sexual tem nome: dispareunia.E quando essa dor aparece com frequência, ela precisa ser inve...
06/05/2026

Sentir dor durante a relação sexual tem nome: dispareunia.

E quando essa dor aparece com frequência, ela precisa ser investigada com seriedade, porque o corpo pode estar sinalizando alterações ginecológicas, hormonais, musculares ou inflamatórias.

💢 Pode estar relacionada a infecções va**nais, ressecamento, alterações da menopausa, endometriose, adenomiose, miomas, cistos ovarianos, vaginismo, vulvodínia ou tensão da musculatura do assoalho pélvico.

Também é importante observar como essa dor aparece:

🌷 dor na entrada da va**na
🌷 ardência ou queimação
🌷 dor profunda durante a penetração
🌷 dor após a relação
🌷 sangramento ou desconforto associado
🌷 sensação de travamento ou contração involuntária

Nenhuma mulher deve se acostumar com dor para manter uma vida sexual.

A relação sexual precisa ser segura, confortável e respeitar o corpo da mulher. Quando existe dor, a conduta correta é investigar a causa, avaliar o histórico, realizar exame ginecológico e, quando necessário, solicitar exames complementares.

Dor não deve ser ignorada, nem tratada como “coisa da cabeça”.

Procure uma ginecologista para entender o que está acontecendo com o seu corpo e receber o tratamento adequado. 💗

Fontes de embasamento: ACOG, Mayo Clinic e MSD Manual, que descrevem a dor na relação como um sintoma que pode estar ligado a condições como endometriose, cistos ovarianos, alterações hormonais, dor pélvica, vulvodínia e disfunções do assoalho pélvico.

Você conhece o seu método ou só usa o que alguém indicou? 💗Os DIUs hormonais, como Mirena e Kyleena, liberam levonorgest...
04/05/2026

Você conhece o seu método ou só usa o que alguém indicou? 💗

Os DIUs hormonais, como Mirena e Kyleena, liberam levonorgestrel diretamente dentro do útero, um tipo de progestagênio que ajuda a deixar o muco cervical mais espesso e o endométrio menos favorável para uma gestação.

Isso signif**a que, mesmo quando a ovulação continua acontecendo, o método pode manter uma alta eficácia contraceptiva.

📌 Mirena > possui 52 mg de levonorgestrel, pode ser usado por até 8 anos para contracepção e também pode auxiliar no controle de sangramentos intensos, cólicas, endometriose e adenomiose, quando há indicação médica.

📌 Kyleena > possui 19,5 mg de levonorgestrel, tem duração de até 5 anos e, por ser menor, pode facilitar a adaptação em alguns casos, inclusive em mulheres que nunca gestaram.

Mas a escolha nunca deve ser feita apenas pela duração, pelo tamanho ou pela dose hormonal.

É preciso avaliar seu histórico, seu fluxo menstrual, suas dores, seus exames, seu desejo reprodutivo e possíveis contraindicações.

O melhor método é aquele que faz sentido para o seu corpo e para a sua fase de vida.

Agende sua consulta e vamos avaliar juntas qual opção combina com você.

Se você tem endometriose, provavelmente já ouviu que “é só tomar anticoncepcional”.Mas a verdade médica é um pouco mais ...
01/05/2026

Se você tem endometriose, provavelmente já ouviu que “é só tomar anticoncepcional”.

Mas a verdade médica é um pouco mais profunda.

O anticoncepcional pode ajudar no controle da dor em algumas pacientes, principalmente porque reduz a estimulação hormonal, diminui ou bloqueia o sangramento menstrual e pode aliviar sintomas como cólica intensa, dor pélvica e dor no período menstrual.

Mas ele não cura a endometriose.

Ele também não elimina, necessariamente, as lesões já existentes. Em muitos casos, o anticoncepcional melhora os sintomas, mas não investiga a extensão da doença, não avalia comprometimento intestinal, urinário, ovariano ou aderências, e pode acabar mascarando sinais importantes por anos.

📌 O ponto principal é: funcionar para dor não signif**a tratar tudo que está acontecendo no corpo.

A endometriose precisa de avaliação individualizada, escuta clínica, exame físico direcionado e, quando indicado, exames de imagem feitos por profissionais preparados para rastrear a doença.

O tratamento pode envolver anticoncepcional, progestagênios, DIU hormonal, medicações específ**as, fisioterapia pélvica, cirurgia em casos selecionados e planejamento reprodutivo, principalmente quando existe desejo de engravidar.

Endometriose não combina com receita pronta.

Cada mulher tem uma história, sintomas, prioridades e um tipo de acometimento diferente, e é exatamente por isso que o acompanhamento com uma ginecologista capacitada faz tanta diferença. ❤️

Agende sua avaliação com Dra. Deise Cavalcante.

30/04/2026

O câncer de colo de útero é um dos tipos de câncer com maior chance de prevenção, mas ainda pode evoluir em silêncio por anos.

Na maioria dos casos, ele está ligado à infecção persistente pelo HPV, um vírus comum, transmitido principalmente pelo contato sexual. O ponto principal é que prevenção existe e precisa fazer parte da rotina.

Consultas ginecológicas regulares ajudam a identif**ar alterações antes que elas se tornem algo mais sério, a vacina contra o HPV está disponível pelo SUS para o público indicado e o pr********vo também reduz o risco de transmissão.

Fique atenta a sinais como sangramento fora do período menstrual, dor pélvica, sangramento após relação, corrimento com odor ou alterações que fogem do seu padrão.

Seu corpo dá sinais, mas nem sempre o câncer de colo de útero começa com sintomas. Por isso, esperar sentir algo para procurar atendimento pode atrasar um diagnóstico que poderia ser feito cedo.

Prevenção não é medo, é cuidado com a sua saúde. Agende sua consulta, mantenha seus exames em dia e converse com sua ginecologista. 💖

DIU de cobre parece simples, mas merece uma escolha bem orientada ✨Ele é um método contraceptivo não hormonal, de longa ...
27/04/2026

DIU de cobre parece simples, mas merece uma escolha bem orientada ✨

Ele é um método contraceptivo não hormonal, de longa duração, reversível e com alta eficácia. Funciona criando um ambiente dentro do útero que dificulta a sobrevivência e a movimentação dos espermatozoides, reduzindo a chance de fecundação.

Pode ser uma ótima opção para quem busca praticidade, quer evitar hormônios ou deseja um método que não dependa de uso diário, semanal ou mensal.

Mas aqui entra o ponto principal: ele não combina com todas as mulheres.

Em algumas pacientes, pode aumentar o fluxo menstrual, intensif**ar cólicas e causar sangramentos mais prolongados, principalmente nos primeiros meses. Por isso, quem já tem menstruação intensa, anemia, dor pélvica importante ou suspeita de infecção precisa passar por avaliação antes da escolha.

E vale lembrar: DIU previne gravidez, mas não protege contra ISTs, o pr********vo continua sendo necessário em relações com risco.

Método bom é aquele que faz sentido para o seu corpo, seu histórico e sua rotina.

Você já conhecia o DIU de cobre dessa forma?

30+ é a idade em que muita mulher começa a normalizar cansaço, queda de cabelo, ciclo irregular, dificuldade para emagre...
24/04/2026

30+ é a idade em que muita mulher começa a normalizar cansaço, queda de cabelo, ciclo irregular, dificuldade para emagrecer, compulsão por doce, baixa libido e alterações de humor, como se tudo isso fosse apenas rotina.

Mas o corpo costuma avisar antes de adoecer.

Ferritina avalia os estoques de ferro, muito importante em mulheres com menstruação intensa, cansaço, tontura ou queda capilar.

Estradiol, progesterona, FSH e LH ajudam a entender o eixo hormonal, ovulação, resposta ovariana e alterações do ciclo, principalmente quando existe irregularidade menstrual, sintomas persistentes ou desejo de engravidar.

Glicose em jejum e hemoglobina glicada mostram como o corpo está lidando com o açúcar no sangue, ajudando a identif**ar alterações metabólicas antes que virem um problema maior.

E a insulina, apesar de muitas vezes ser ignorada, pode revelar sinais de resistência insulínica, especialmente em casos de SOP, ganho de peso, gordura abdominal e dificuldade de controle alimentar.

O check-up não deve ser uma lista aleatória de exames, precisa considerar sua idade, sintomas, histórico familiar, uso de anticoncepcional, ciclo menstrual e fase de vida.

Cuidar da saúde feminina é investigar com critério, antes que o corpo precise gritar.

Salve esse post e leve esses pontos para a sua próxima consulta. ❤️

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