27/01/2026
Desde muito pequena, cresci lidando com a morte, mas sem ter com quem falar sobre ela.
Repetiam aquelas velhas frases: “não é assunto de criança”, “criança não pode ir a cemitério”, “quando for mais velha você vai entender”…
Foi na faculdade que encontrei, no livro dessa autora, a morte apresentada como ela é: natural.
O luto, as perdas e as dores fazem parte do ciclo que chamamos de vida.
E é justamente quando fazemos contato com a nossa finitude que a vida ganha ainda mais valor.
Grata por ouvir o silêncio do que não é dito e por acolher não só a adulta que sou hoje,
mas também a criança que ficou lá atrás. 💜✨️🫂