Psicologa Renata Coutinho

Psicologa Renata Coutinho Psicóloga clínica com foco em ansiedade e depressão.

28/01/2026

“Todo bom psicoterapeuta tem uma boa dose de dor psíquica.”
— Contardo Calligaris

Existe uma ideia equivocada de que quem estuda a mente não sente. Como se o conhecimento blindasse a alma.

Mas não é assim.

Antes de sermos profissionais, somos humanos.
Sentimos ansiedade, atravessamos dores, carregamos medos e inseguranças.

Na psicoterapia , muitas vezes não chegamos à clínica apesar da dor psíquica, mas através dela.
É a dor elaborada que sustenta a escuta.

Porque já conhecemos a angústia.
Porque entendemos o silêncio, a resistência e o medo de tocar em certas memórias.

Isso não nos desqualifica.
Ao contrário, nos aproxima.

A dor atravessada vira escuta sensível.
Vira presença ética.
Vira cuidado sem pressa e sem julgamento.

E quando a dor pede mais do que conselhos rápidos,
talvez seja um convite para se permitir ser escutado com profundidade e humanidade.

▪️Faça terapia! 🤩

A depressão vai muito além de uma tristeza passageira. 🥹Quando não é reconhecida e tratada, ela pode impactar profundame...
26/01/2026

A depressão vai muito além de uma tristeza passageira. 🥹

Quando não é reconhecida e tratada, ela pode impactar profundamente a saúde emocional, física e relacional.

Alterações no sono, no apetite, na imunidade, na concentração e até no funcionamento do corpo são sinais de que algo precisa de cuidado. A mente e o corpo não funcionam de forma separada. O que não é acolhido emocionalmente encontra outras formas de se manifestar.

▪️Buscar ajuda não é sinal de fraqueza.

É um gesto de responsabilidade consigo mesmo e com a própria história.

Cuidar da saúde mental também é cuidar da saúde como um todo. 🧠💚

Na correria da vida moderna, é comum se sentir ansioso, confuso ou sobrecarregado. A terapia é um espaço seguro para com...
23/01/2026

Na correria da vida moderna, é comum se sentir ansioso, confuso ou sobrecarregado. A terapia é um espaço seguro para compreender emoções, identificar padrões e fortalecer a autoestima. Se conhecer é o primeiro passo para mudanças reais e mais conscientes.

▪️Cuidar da saúde mental é um ato de responsabilidade e autocuidado.

21/01/2026

Dizer “não” pode despertar culpa, medo ou desconforto.
E ainda assim, é um movimento necessário.

Aprender a se posicionar faz parte do cuidado com a saúde emocional.
Não para afastar, mas para preservar.
Não para ferir, mas para se respeitar.

Limites não anulam o afeto.
Eles organizam as relações e protegem aquilo que é essencial.

Limites também são uma forma de amor. 🫀✨

20/01/2026

Nem sempre o que dói é deixar alguém.

Às vezes, o mais difícil é perceber que o amor que era natural já não encontra espaço na pessoa que o outro se tornou.

A decepção não apaga o sentimento, mas muda o lugar onde ele precisa existir. Quando o afeto deixa de ser acolhido, ele pede redirecionamento. E esse movimento não é fraqueza, é proteção emocional.

Guardar esse amor para si é um gesto de respeito próprio. É transformar entrega em cuidado, presença em autocompaixão e vínculo em maturidade. O amor não acaba, ele aprende a se posicionar.

Redirecionar o afeto é um dos maiores exercícios de crescimento emocional. Permite continuar sensível sem se ferir, empático sem se anular e disponível apenas para quem sabe receber.



🧠💚

Segunda-feira chegou, e com ela a oportunidade de olhar com mais atenção para o que realmente importa: a sua saúde menta...
19/01/2026

Segunda-feira chegou, e com ela a oportunidade de olhar com mais atenção para o que realmente importa: a sua saúde mental.🤗

O Janeiro Branco nos convida à reflexão, ao cuidado e à conscientização sobre o equilíbrio emocional. Assim como cuidamos do corpo, é fundamental cuidar da mente, reconhecer limites, acolher sentimentos e buscar ajuda quando necessário.

▪️Que este início de semana seja um convite ao autoconhecimento, ao autocuidado e a escolhas mais saudáveis para a sua vida emocional.

-feira

💬 Terapia também pode ser conversa, escuta e acolhimento.Nem sempre é fácil colocar em palavras o que sentimos. Na terap...
17/01/2026

💬 Terapia também pode ser conversa, escuta e acolhimento.

Nem sempre é fácil colocar em palavras o que sentimos. Na terapia, cada fala tem espaço, cada silêncio tem significado e cada passo é respeitado. É um processo construído a dois, com cuidado, empatia e profissionalismo.

Com a psicóloga Renata Coutinho, o diálogo é o ponto de partida para compreender emoções, organizar pensamentos e encontrar caminhos mais saudáveis para lidar com a vida.

▪️Se permitir falar já é um começo.

15/01/2026

No Bipolar Show, Débora Falabella abriu um espaço raro e necessário. Falou da angústia que invade, do vazio que não se explica, do peso diário e, principalmente, da coragem que é pedir ajuda.

A conversa foi conduzida por Michel Melamed com a sensibilidade que um tema como esse exige. Sem pressa. Sem julgamento. Com escuta real.

É assim que a gente avança.
Quando pessoas públicas usam sua voz para iluminar um assunto ainda cercado de silêncio, como a saúde mental.

Depressão não é falta de vontade.
Não é exagero.
Não é frescura.

É uma condição real, que afeta milhões de pessoas.
E tratamento não é sinal de fraqueza. É sinal de lucidez.

Quando Débora fala sobre como a terapia a ajudou a atravessar o momento mais difícil, ela lembra a todos nós que pedir ajuda é um ato de força.

Se você está passando por algo parecido, por favor, não enfrente isso sozinho.
Procure apoio. Peça ajuda.

E se alguém ao seu lado está sofrendo, lembre-se: a sua escuta pode ser o primeiro socorro. 💚

14/01/2026

Quem faz terapia desenvolve uma espécie de 5G emocional.

A conexão consigo mesmo se torna mais rápida, clara e estável.

As emoções deixam de travar. Os sentimentos passam a ser reconhecidos antes de transbordar. E as reações ganham mais consciência.

Na terapia, aprendemos a identificar sinais internos, nomear o que sentimos e compreender a origem de muitos padrões que antes se repetiam no automático. Isso não elimina a dor, mas amplia a capacidade de atravessá-la sem se perder nela.

Há mais escuta interna, mais presença e menos ruído emocional.

Assim como o 5G não impede falhas na rede, mas melhora a qualidade da conexão, a psicoterapia não elimina os desafios da vida. Ela fortalece a forma como nos relacionamos com eles.

No fim, é sobre ampliar a consciência, enriquecer o repertório emocional e construir respostas mais maduras para a vida.

13/01/2026

Esperar que o outro reaja, ame ou entregue na mesma medida que você é uma forma silenciosa de se frustrar.

Cada pessoa carrega sua própria história, seu tempo e seu nível de consciência. Aquilo que para você é claro, para o outro pode ainda não ser.

A maturidade começa quando entendemos que ninguém sente, demonstra ou ama da mesma forma. E tudo bem.

O desequilíbrio não está na diferença, mas na expectativa criada sobre quem ainda não consegue oferecer o que você já aprendeu a dar.

A paz nasce quando você faz o seu melhor sem tentar controlar a resposta do outro. O controle termina onde começa a liberdade alheia.

O que é verdadeiro se ajusta com o tempo. O que não é, se afasta naturalmente.

▪️E isso também é crescimento.

12/01/2026

O recorte da fala de Bruna Marquezine, em sua participação no Pod Delas Podcast, ao abordar seu processo terapêutico, revela de forma sensível a ferocidade com que o sujeito pode voltar contra si forças pulsionais originalmente dirigidas ao mundo externo. Freud, em O Eu e o Id (1923), aponta que a autocrítica severa nasce da identificação com o olhar exigente do Outro, estruturando um Supereu que vigia, julga e pune. Quando a atriz afirma ser capaz de ser “seu pior hater”, evidencia-se justamente essa instância psíquica que, em vez de proteger, se converte em fonte de sofrimento.

O reconhecimento de que sua autoimagem era moldada pelo olhar alheio dialoga com o que Lacan descreve como captura imaginária. O sujeito busca confirmar sua existência no espelho do Outro, mesmo quando esse reflexo é hostil. Ao mencionar que esse olhar “nem sempre vem coberto de empatia”, Bruna toca no ponto em que o discurso social adquire potência superegóica, impondo ideais e julgamentos que silenciam o desejo.

Quando relata sua chegada à análise dizendo “não sou louca”, emerge outra dimensão freudiana fundamental: a resistência, sustentada por estigmas culturais em torno do sofrimento psíquico. É somente quando a palavra encontra acolhimento que o sujeito começa a diferenciar a voz crítica que tenta organizá-lo daquela que o fere. Nesse sentido, Winnicott nos lembra que é no ambiente suficientemente bom que o Eu pode emergir de forma mais autêntica.

Outro ponto relevante aparece quando Bruna afirma que tenta “calar essa voz”. Esse movimento aponta para um deslocamento clínico importante: sair das identificações tirânicas e construir uma posição mais ética diante de si mesma. Um processo contínuo, cotidiano e profundamente humano, que não elimina a crítica, mas a reinscreve em um lugar onde ela deixa de ferir para, finalmente, cuidar.

09/01/2026

Que honra participar, logo nos primeiros dias do ano, de uma entrevista tão especial com a competente , com produção da incrível .

A conversa trouxe à tona o papel da mulher na sociedade e, sobretudo, aprofundou a reflexão sobre a maternidade: os desafios, as escolhas, as expectativas e as múltiplas perspectivas da mulher que também é mãe.

Um diálogo necessário, sensível e atual, que amplia olhares e provoca reflexões importantes.

Endereço

Rio Mar Trade Center
Recife, PE
5

Telefone

+81996762637

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