Clinica Vania Ligia

Clinica Vania Ligia 🏥 ginecologista , obstetrícia ( infantil é idoso ) mais 54 anos dedicado a medicina com muito amor 💙👩🏼‍⚕️

Clínica Vânia Lígia / 1997 / trabalhando para você mulher ( ginecologista e obstetra) mais de 18 mil partos cesárias !!! Com muito amor , carinho e Deus no coração para trata os pacientes da melhor forma possível .

13/05/2026

Um atalho em estudo

Uma das maiores dificuldades no tratamento de tumores é fazer o sistema de defesa perceber a ameaça com rapidez suficiente para reagir de forma eficiente.

É nesse ponto que uma vacina experimental de mRNA vem chamando atenção. A proposta é usar a tecnologia para ativar sinais de defesa do organismo de maneira ampla, sem depender inicialmente de uma vacina totalmente personalizada para cada paciente. Em vez de começar identificando todas as marcas específicas do tumor, a estratégia tenta acordar a imunidade primeiro e fortalecer a resposta contra células alteradas.

Nos estudos pré-clínicos, os pesquisadores observaram que esse estímulo aumentou a atividade de células de defesa e tornou tumores mais receptivos à ação de imunoterapias. Isso é relevante porque muitos tumores conseguem escapar do sistema imune ou se tornam pouco sensíveis a medicamentos que deveriam ajudar o corpo a combatê-los.

A ideia não elimina a importância das vacinas personalizadas. Pelo contrário, uma das possibilidades em investigação é usar as duas estratégias em sequência. Primeiro, uma formulação mais rápida e pronta para uso poderia iniciar a ativação imunológica. Depois, uma vacina personalizada poderia direcionar a resposta contra características específicas do tumor de cada paciente.

Mas esse caminho ainda está em fase inicial. Os próximos te**es em humanos precisam responder perguntas fundamentais: qual dose é segura, quanto tempo dura a ativação, quais pacientes podem se beneficiar, quais combinações fazem sentido e se os resultados em laboratório se repetem na prática clínica.

O avanço mostra uma mudança importante na medicina. Em vez de olhar apenas para o tumor, a pesquisa tenta reorganizar o ambiente imunológico ao redor dele, tornando o corpo mais preparado para responder.

Você acredita que esse tipo de estratégia pode abrir uma nova fase na imunoterapia?

04/05/2026

Uma nova aposta para a coluna

A medicina regenerativa vem observando de perto uma tecnologia que pode mudar a forma como problemas nos discos da coluna são tratados no futuro.

Pesquisadores estudam um hidrogel injetável desenvolvido para atuar diretamente nos discos intervertebrais, estruturas que funcionam como amortecedores entre as vértebras. A proposta é que o material seja aplicado por meio de uma agulha e ajude a recuperar parte das propriedades do tecido danificado, em vez de apenas reduzir sintomas como a dor.

Em estudos laboratoriais com tecido humano e em modelos pré-clínicos, esse tipo de gel demonstrou potencial para melhorar características mecânicas dos discos e estimular processos associados à reparação da matriz que sustenta o tecido. Ainda assim, os resultados pertencem a uma fase experimental e precisam ser confirmados em estudos clínicos maiores.

A expectativa dos pesquisadores é que, se a tecnologia avançar com segurança, ela possa oferecer uma alternativa menos invasiva para casos de degeneração discal. Por enquanto, o tratamento ainda não substitui fisioterapia, acompanhamento médico, medicamentos ou procedimentos já estabelecidos.

Você já tinha ouvido falar em um gel injetável estudado para recuperar discos da coluna?

01/05/2026

🙏🏻🩵👶 desenvolvimento do bebê 1 a 40 semanas

01/05/2026

CAR-T mostra resposta rápida contra glioblastoma em estudo inicial

Pesquisadores do Mass General Cancer Center chamaram atenção ao testar uma versão modificada da terapia CAR-T contra o glioblastoma, um dos tumores cerebrais mais agressivos e difíceis de tratar.

A estratégia usa as próprias células imunológicas do paciente, que são reprogramadas para reconhecer e atacar as células malignas. No estudo inicial, três pacientes com glioblastoma recorrente receberam uma única dose do tratamento.

O resultado chamou atenção pela velocidade. Em todos os casos, os tumores encolheram logo após a infusão. Em um dos pacientes, a regressão foi quase completa em poucos dias. Em outro, houve redução superior a 60 por cento, mantida por mais de seis meses.

Esse tipo de resposta tem peso real porque o glioblastoma costuma voltar mesmo depois de cirurgia, radioterapia e quimioterapia, e as opções disponíveis ainda são muito limitadas quando a doença recorre.

Ao mesmo tempo, a história precisa ser contada com responsabilidade. O estudo ainda é pequeno, envolve apenas três pacientes e está em fase inicial. Além disso, os próprios pesquisadores reconhecem que a durabilidade da resposta continua sendo o maior desafio, porque os tumores voltaram com o tempo.

Mesmo assim, o marco é importante. Não por anunciar uma cura pronta, mas por mostrar que a imunoterapia celular conseguiu produzir uma resposta rápida e visível em um tipo de câncer que historicamente resiste a quase tudo.

Às vezes, um avanço não muda o fim da história de imediato. Mas muda o que a ciência passa a considerar possível.
Sem links ou fonte.
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01/05/2026

A Austrália está prestes a se tornar o primeiro país a eliminar o câncer de colo do útero como problema de saúde pública, resultado de uma estratégia sólida baseada em vacinação contra o HPV e rastreamento eficiente.

Com políticas públicas bem estruturadas, o pals conseguiu reduzir drasticamente a incidência da doença, especialmente entre jovens, onde já não há registros recentes em mulheres com menos de 25 anos.

A vacinação em larga escala diminuiu significativamente a circulação dos tipos mais agressivos do HPV, enquanto a adoção do teste de HPV no rastreamento aumentou a detecção precoce e a efetividade das intervenções.

Esse modelo mostra que a integração entre prevenção, tecnologia e adesão populacional pode transformar o cenário de uma doença historicamente desafiadora.

Apesar dos avanços, desafios como queda na cobertura vacinal, atraso no rastreamento e desigualdade no acesso ainda exigem atenção. É nesse contexto que o farmacêutico ganha protagonismo, atuando não apenas no tratamento, mas também na prevenção, orientação e acompanhamento do paciente ao longo de toda a jornada oncológica.

Esse movimento reforça uma mudança clara: o farmacêutico deixa de ser apenas suporte e passa a ser peça estratégica na oncologia moderna.

Se você quer se posicionar nesse cenário e atuar com segurança e protagonismo no cuidado ao paciente com câncer, a Pós-Graduação em Farmácia Hospitalar e Acompanhamento Oncológico do ICTQ é o caminho ideal. Café com Gaza

27/04/2026

Adesivo ósseo inspirado em ostras avança em estudo na China

O Bone-02 passou a chamar atenção da comunidade médica por tentar resolver um dos problemas mais difíceis da ortopedia: a fixação de fraturas com múltiplos fragmentos em um ambiente biológico úmido e rico em sangue.

Desenvolvido por pesquisadores ligados à Universidade de Zhejiang, o material foi inspirado no mecanismo natural de adesão das ostras. A proposta é permitir que fragmentos ósseos sejam fixados com rapidez e precisão, sem depender exclusivamente de placas e parafusos metálicos em determinadas situações clínicas.

Os dados divulgados pela equipe indicam que o material consegue aderir o osso em 2 a 3 minutos. Também foi relatada força máxima de adesão acima de 200 quilos, além de biodegradação em cerca de seis meses, o que sugere potencial para acompanhar a regeneração óssea sem necessidade obrigatória de retirada posterior do material.

Na prática, isso pode representar ganho importante em cirurgias de fraturas cominutivas, principalmente quando há fragmentos pequenos e difíceis de estabilizar com instrumentos convencionais. A equipe também informou resultados iniciais positivos em mais de 150 participantes de um estudo clínico multicêntrico randomizado.

Mesmo assim, o enquadramento científico correto exige cautela. Resultado inicial promissor não equivale a tratamento plenamente validado para uso amplo. Ainda serão necessários mais acompanhamento, comparação independente e confirmação do desempenho em diferentes tipos de fratura e em períodos mais longos.

O valor real dessa descoberta está justamente aí. Ela não entrega uma substituição imediata de toda a fixação metálica, mas abre uma possibilidade concreta e tecnicamente relevante para cirurgias menos invasivas em casos selecionados.

Quando uma inovação médica começa a mostrar resultado sob condições reais, ela não encerra o debate. Ela inaugura a próxima fase dele.

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Fonte: Sir Run Run Shaw Hospital / Xinhua / Advanced Science

25/04/2026

Agora, pacientes brasileiros têm acesso a uma terapia de crioablação, desenvolvida pela empresa israelense IceCure Medical e representada no Brasil pela KTR Medical. A técnica, minimamente invasiva, utiliza temperaturas extremamente baixas para congelar e destruir tumores sem a necessidade de cirurgia, dor ou lesões físicas.

A tecnologia foi apresentada recentemente pela Câmara Brasil-Israel (BRIL Chamber), em São Paulo, com a participação de mais de 30 profissionais renomados da área médica, que puderam compreender em detalhes o impacto dessa inovação. A Dra. Vanessa Sanvido, Profa. Adjunta do Departamento de Ginecologia da EPM-UNIFESP, destacou as vantagens dessa abordagem: não requer internação hospitalar, anestesia geral ou equipe multidisciplinar, podendo ser realizada apenas com anestesia local. O procedimento é feito com uma incisão de apenas 2 mm, e a maioria dos pacientes retorna às suas atividades normais em até 24 horas.

Essa tecnologia disruptiva traz um novo horizonte para o tratamento de tumores, oferecendo menos riscos e mais qualidade de vida aos pacientes.

Fonte: BRIL Chamber

Dr. Natalício Kern Filho - Médico Hematologista, Hemoterapeuta RQE10.418 | RQE 10.419, Medicina Interna | RQE 10.403. Preceptor Sírio Libanês CRM RS18819
Agende sua consulta📲(51) 993500536 - NH (51)39393628 - NH (51) 99354.3495 Whatsapp - Caxias do Sul (54)999297173 WhatsApp

25/04/2026

Estudo inicial mostra sinal de melhora em doença degenerativa da retina

Pesquisadores da UC Davis divulgaram os resultados de um estudo de fase 1 com uma terapia experimental voltada à retinite pigmentosa, doença degenerativa da retina que provoca perda progressiva da visão e ainda impõe grandes limitações de tratamento.

A abordagem testada utilizou células-tronco CD34+ obtidas da própria medula óssea dos participantes. Depois do isolamento em laboratório, essas células foram aplicadas em um dos olhos afetados, com a proposta de avaliar segurança e observar possíveis sinais iniciais de benefício clínico.

Esse ponto é importante. Em estudos de fase 1, o objetivo principal não é comprovar eficácia definitiva, mas verificar se o procedimento é viável e tolerável. Nesse caso, a equipe informou que o tratamento foi bem tolerado e que não houve sinais graves de infecção ou de complicações sérias relacionadas à aplicação.

Além disso, quatro dos sete participantes apresentaram melhora mensurável da visão. O dado ganhou relevância porque a retinite pigmentosa costuma seguir um curso progressivo, com perda de campo visual e piora funcional ao longo do tempo.

Mesmo assim, o enquadramento científico correto continua sendo de cautela. O número de pacientes ainda é pequeno, o estudo é inicial e os resultados precisam ser reproduzidos em pesquisas maiores antes que qualquer conclusão mais ampla seja feita.

O valor real desse avanço está em mostrar que uma terapia celular autóloga pode ser aplicada com segurança inicial e, possivelmente, abrir espaço para benefício visual em uma doença que historicamente oferece poucas possibilidades de reversão.

Na medicina, resultados preliminares não encerram uma história. Mas podem indicar que um novo caminho começou a ser desenhado.

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Fonte: UC Davis Health / Ophthalmology Science

19/04/2026

A degeneração macular relacionada à idade compromete a região central da retina, prejudicando funções essenciais como leitura, reconhecimento de rostos e percepção de detalhes finos.

Em um estudo clínico recente com humanos, pesquisadores avaliaram uma nova abordagem: um implante retiniano sem fio capaz de contornar os fotorreceptores danificados e estimular diretamente as células ainda funcionais da retina. Esse sistema, conhecido como PRIMA, consiste em um microchip de silício inserido sob a retina, precisamente na área responsável pela visão central que foi afetada pela doença.

O funcionamento do dispositivo depende de um conjunto de óculos especiais que capturam imagens do ambiente e as transformam em luz infravermelha próxima. Essa luz, invisível ao olho humano, ativa o chip implantado, que contém centenas de micropixels. Esses pixels convertem o sinal luminoso em impulsos elétricos, enviados ao cérebro de forma semelhante ao processo natural da visão. Como o sistema utiliza luz infravermelha, a visão periférica preservada não é prejudicada.

Com o passar do tempo e treinamento adequado, muitos pacientes conseguem interpretar esses estímulos visuais como padrões reconhecíveis, incluindo letras e formas. Em um ensaio clínico com duração de um ano, envolvendo pacientes com estágio avançado da doença, mais de 80% apresentaram melhora significativa na capacidade visual. Alguns participantes voltaram a ler e a se orientar com mais autonomia.

Apesar de a qualidade da visão ainda ser limitada, com imagens em preto e branco e resolução reduzida, os resultados representam um avanço relevante na tentativa de restaurar a visão em pessoas com degeneração retiniana avançada.

📄 DOI: 10.1056/NEJMoa2501396

19/04/2026

O que realmente faz a caneta criada por Lívia Eberlin

A tecnologia desenvolvida por Lívia Eberlin ganhou destaque porque tenta resolver um problema central da cirurgia oncológica: saber, com mais precisão e rapidez, onde termina o tumor e onde começa o tecido saudável.

A MasSpec Pen funciona como um dispositivo de análise molecular acoplado a um espectrômetro de massa. Ao tocar o tecido, ela usa uma microgota de água para extrair moléculas da superfície. Em seguida, essas moléculas são analisadas e comparadas a padrões já conhecidos, permitindo gerar uma leitura quase em tempo real da composição do tecido.

O valor disso para a medicina é grande. Em muitas cirurgias, a equipe precisa decidir durante o procedimento quanto tecido remover. Se a margem for pequena demais, o tumor pode não ser retirado por completo. Se for ampla demais, estruturas saudáveis e importantes podem ser sacrificadas sem necessidade.

Os resultados publicados até aqui mostram que a tecnologia já teve desempenho forte em contextos específicos, como tireoide e paratireoide, com acurácia superior a 90% em estudo intraoperatório. Também houve publicações anteriores e aplicações em outras linhas de pesquisa oncológica, o que reforça o potencial da plataforma.

Mas é importante manter o tamanho correto da notícia. A caneta não funciona como diagnóstico isolado e nem substitui todo o processo tradicional de análise. Ela é uma ferramenta de apoio para decisões mais rápidas e mais informadas durante a cirurgia, enquanto continua sendo validada em diferentes tipos de tumor e em novos centros clínicos.

No Brasil, o início da avaliação clínica no Einstein ajuda a expandir esse processo e mostra que a tecnologia está saindo do ambiente restrito de desenvolvimento para ganhar novos te**es em prática real.

Na ciência médica, uma inovação importante nem sempre muda tudo de uma vez. Às vezes, ela começa ajudando o médico a enxergar melhor o que está diante dele no momento mais crítico.

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Fonte: JAMA Surgery

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