Dr. Francisco Vaz - Neurocirurgia

Dr. Francisco Vaz - Neurocirurgia Neurocirurgia, Cirurgia da Coluna Vertebral e Cirurgia Minimamente Invasiva

As férias deveriam ter sido descanso. Sol, mar, risadas, fotos na areia. Mas bastou um segundo. Uma onda mais forte. Uma...
03/03/2026

As férias deveriam ter sido descanso. Sol, mar, risadas, fotos na areia. Mas bastou um segundo. Uma onda mais forte. Uma queda na praia.

E o chão sumiu. O diagnóstico veio pesado: a medula cervical foi lesionada. Sem força nos braços e nas pernas, havia um homem e sua família que pareciam ter acabado ali, naquela areia. Foi assim que começou meu “ano neurocirúrgico”.

Operamos. Cirurgia longa e delicada: Descompressão + Artrodese de quatro níveis por via anterior. Uma cirurgia incomum para casos bem selecionados. Tudo correu bem. Quando terminei, senti aquele misto de exaustão e oração. “Será que vai voltar?”. Porque há momentos em que a técnica vai até certo ponto. Depois disso é fé.

Nos primeiros dias, ele mal conseguia mexer os braços. O olhar era de quem ainda estava tentando entender se aquilo era um pesadelo. Mas aí aconteceu algo que eu nunca me canso de testemunhar: o ser humano começou a reagir. Um pequeno movimento. Depois outro. Um dedo que responde. A vida é teimosa. E ele também.

Ainda no hospital, iniciou a reabilitação. Com dor. Com cansaço. Mas com disciplina. Com esperança. Semanas depois cruzou um oceano e hoje está em um centro de reabilitação no seu país, perto de casa, junto da família. Treina como quem reconstrói, e celebra, a própria casa tijolo por tijolo.

Pense comigo. Quantas vezes reclamamos porque o vôo atrasou? Porque o treino foi cancelado? E há alguém reaprendendo a mover as mãos. A vida muda em um segundo, mas, às vezes, ela também recomeça em segundos. Pequenos segundos de movimento.

Eu não sei qual será o desfecho final dessa história. Medicina não é roteiro fechado de cinema. É trabalho. É insistência. Mas eu sei de uma coisa. Enquanto houver fé, haverá futuro. E talvez seja essa a maior lição: a força não está apenas em andar. Está em decidir lutar quando o corpo não obedece.

Hoje, se você pode caminhar, abrace alguém. Se você pode mover as mãos, construa algo. E, se estiver passando por sua própria queda, física, emocional ou profissional, lembre-se: a reabilitação começa quando a esperança decide ficar.

Que Deus nos dê humildade para valorizar o que temos. E coragem para reconstruir o que perdemos.

Confete é leve.Dogma é pesado.Hipocrisia faz barulho.Quando a crítica vira monopólio e a liberdade desfila só na ala cor...
20/02/2026

Confete é leve.
Dogma é pesado.
Hipocrisia faz barulho.

Quando a crítica vira monopólio e a liberdade desfila só na ala correta, talvez o problema não seja o conservadorismo, mas o medo dele.

Entre o tambor e a prudência, eu fico com o que constrói.

E viva o Carnaval!

Que tenhamos todos um excelente final de semana de saúde, paz, reflexão e também oração.

Afinal 2026 acabou de começar pra valer.

A notícia chegou do jeito que ninguém gosta: rápida, seca, sem aviso.Chegou numa sexta-feira. E isso muda tudo. A vida t...
07/02/2026

A notícia chegou do jeito que ninguém gosta: rápida, seca, sem aviso.

Chegou numa sexta-feira. E isso muda tudo. A vida tem dessas crueldades silenciosas.

“Sexta-feira, mei-dia, quem fez, fez…”

Henrique Maderite morreu jovem. De repente. Como se o tempo tivesse decidido encurtar o próprio caminho. Isso incomoda.

Ele era aquele sujeito que organizava a semana de milhões de pessoas com uma frase simples mas que não era só um bordão. Era um combinado coletivo. Um alívio compartilhado. Um sorriso automático.

Eu sei que tem gente que lê isso e pensa que é exagero, mas não é. Eu aprendi isso do jeito menos poético possível e, provavelmente por isso, me identifiquei tanto com alguém que nunca conheci pessoalmente. Foi também numa sexta-feira que estive perto demais do fim. Nesse dia eu fiquei. E poderia não ter ficado. Henrique não ficou.

Depois disso, TUDO muda. O tempo deixa de ser garantido e passa a ser presente, no sentido mais literal da palavra. A sensação clara de que estar vivo é algo muito menos sólido do que a gente imagina. Para perceber que o amanhã não é um direito adquirido. Para aprender que continuar aqui é algo que não se explica, apenas se agradece.

A vida é um sopro. Não como frase bonita. Como constatação. Talvez por isso o bordão dele nunca tenha sido só brincadeira. “Quem fez, fez” carrega uma verdade dura e silenciosa: nem todo mundo faz depois. Nem todo mundo alcança a próxima sexta. Nem todo mundo tem tempo para adiar. Eu fiquei pra fazer. Ele não. E isso não é mérito, nem escolha, nem justiça. É mistério. É acaso. É a vida passando e escolhendo caminhos diferentes.

Então, quando chegar a próxima “sexta-feira, mei-dia” e alguém disser “sextou, bebê”, que isso não seja só brincadeira. Que seja aviso. Que seja gratidão. Que seja um lembrete delicado de que estar aqui é raro e
precioso. Que seja coragem de viver agora.

Porque quem fez, fez. E quem ainda pode, que faça.

Porque a vida é estrada. E a gente nunca sabe onde desce.


Orelha não morreu sozinho. Ele morreu em um mundo que me deu Mamute e Urso. É esse contraste que machuca.Mamute foi minh...
01/02/2026

Orelha não morreu sozinho. Ele morreu em um mundo que me deu Mamute e Urso. É esse contraste que machuca.

Mamute foi minha primeira criança. Quase quinze anos de fidelidade cotidiana e amor sem cláusulas. Rabugento, mas dono de uma doçura quase infantil. Cuidamos dele até o fim como se cuida do que é sagrado: com tempo, paciência e amor.

E quem chama isso de “só um cachorro” nunca experimentou o privilégio de ser amado por uma criatura assim. Eu não me irrito mais com essa frase. Eu sinto pena.

Uma semana depois, Deus me pediu Urso.
Minha segunda criança. Um bebê lindo, vivo e brincalhão. Havia entre eles um amor que não precisava de palavras. Urso era alegria insistente. Não havia tristeza que resistisse àquela vontade infinita de brincar. Talvez por isso Deus o tenha chamado logo depois. Há amores que já nascem prontos.

Eu gosto de imaginá-los agora correndo atrás de São Francisco de Assis. Não como fantasia infantil, mas como co***lo adulto. São Francisco entendia algo que a gente desaprendeu: quem é capaz de amar um animal já começou a amar corretamente o mundo.

E então vem Orelha. Um cão de rua.
Sem casa, sem defesa. Orelha, metonímia perfeita da escuta que a sociedade perdeu.

Santo Agostinho ensinou algo simples: o mal não é uma coisa que nasce pronta, mas acontece quando o bem falta. Quando ninguém segura a mão. Quando ninguém interrompe o golpe. O que fizeram com Orelha não é um desvio isolado. É um vazio onde a bondade deveria estar. Séculos depois, Tomás de Aquino também nos ensinou que o bem nos torna mais humanos. A crueldade faz o oposto, nos diminui, nos deforma.

Se ainda houver saída para o nosso tempo, e eu acredito que há, ela não virá embrulhada em novidade. Será antiga, simples e exigente. Será voltar a Deus não no que se diz, mas no que se faz. Voltar às mãos que protegem, à misericórdia que interrompe o golpe. À fé que se reconhece no cuidado, porque fé sem compaixão é só barulho.

“Não é só um cachorro.” Mamute. Urso. Orelha. Hoje correm juntos. Três nomes. Três vidas. Um mesmo chamado à nossa consciência. Porque quem é capaz de amar os pequenos ainda não se perdeu, e onde essa bondade existe, Deus continua morando.

Em pouco mais de um ano a vida nos concedeu um privilégio que não cabe no calendário, só no coração. Testemunhamos duas ...
26/01/2026

Em pouco mais de um ano a vida nos concedeu um privilégio que não cabe no calendário, só no coração. Testemunhamos duas travessias, dois corações pequeninos se abrindo para a responsabilidade adulta.

No ano passado celebramos o Bar Mitzvah de um menino doce e gentil, desses que falam baixo e amam alto, educado nos gestos e bondoso no olhar. Neste ano celebramos uma menina que chega com a força de um vendaval e a precisão de um relógio suíço.

É como se Deus tivesse decidido nos ensinar, em sequência acelerada, que a delicadeza também é força e que a força, quando guiada pelo amor, se torna beleza.

Nesta última semana o tempo fez mais uma pausa. Foi o momento de celebrar o Bat Mitzvah da minha Anne.

Ela é energia que não cabe em silêncio.
É força com delicadeza. Perfeccionista ao extremo, exigente consigo e com o mundo e, ainda assim, amorosa como quem sabe acolher. Nela convivem a pressa e a profundidade. O rigor e o carinho. A coragem de quem não foge e a ternura de quem permanece.

Maimônides ensinava que “o verdadeiro caminho está no equilíbrio”. E eu olho para minha menina e vejo isso acontecer diante de mim. Nem dureza excessiva. Nem doçura ingênua. Equilíbrio. Caráter em construção sólida. Ele também dizia que “não somos definidos pelo que sabemos, mas pelo que fazemos com o que sabemos”.

Minha eterna pequena começa hoje a responder por seus atos, suas escolhas, sua palavra. E que honra é vê-la pronta para isso. O vestido, a Torá, as velas, a mesa, a família reunida para testemunhar o nascimento público de uma mulher consciente do seu papel, da sua fé e da sua responsabilidade no mundo.

Como pai, vivo o orgulho que transborda e o coração que aprende a soltar. A alegria de ver crescer e a saudade antecipada de quem já sabe que o tempo não pede licença.

Que você siga com coragem e com amor. Com exigência sim, mas sempre temperada pela misericórdia pois, como ensinou Maimônides, “o ser humano deve sempre inclinar-se para o bem”.

Hoje, minha menina, você não apenas completa um ciclo. Você inaugura uma história. E eu sigo aqui. Observando. Aplaudindo. Agradecendo a Deus.

Mazel Tov, amor da minha vida!

Uma breve pausa nas férias.Terminei de ler a avaliação divulgada sobre os cursos de medicina no Brasil. Li os números. F...
20/01/2026

Uma breve pausa nas férias.

Terminei de ler a avaliação divulgada sobre os cursos de medicina no Brasil. Li os números. Fechei a tela. Fiquei em silêncio. Porque, antes de qualquer indignação, veio um pensamento incômodo, e ele não é novo. Isso não começou hoje.

Há alguns anos, decidiram aumentar a oferta de cursos. Flexibilizaram critérios critérios, facilitaram acessos. A intenção, eu sei, era nobre: formar mais médicos, suprir demandas regionais, democratizar oportunidades. Mas toda escolha tem um preço. E estamos começando a pagar a conta.

Quando se reduz o rigor de entrada de uma profissão que exige vocação, disciplina contínua e sacrifício, você muda o perfil de quem entra. Não de todos, claro. Mas de muitos.

E aí, o que acontece?

Entram pessoas que não querem ser médicas. Querem parecer médicas. Querem o jaleco, o carimbo, o título, o suposto status social. Querem o bônus, mas não aceitam o ônus. Não querem as madrugadas, a responsabilidade, o peso moral de decidir sobre a vida alheia.

Medicina não é um adereço social. Não é um projeto de vaidade. É vocação. E vocação cobra caro.

Quando a régua desce, o esforço médio cai. Quando o esforço cai, o preparo cai. Quando o preparo cai… o resultado aparece em avaliações ruins, em formações frágeis, em profissionais inseguros.

E o mais grave: quem paga essa conta não é o aluno despreparado. É o paciente.

Vivemos uma era estranha, em que se confunde acesso com afrouxamento, inclusão com negligência, crítica com elitismo. Mas exigir excelência em medicina não é ser elitista. É ser responsável.

Nem todo sonho precisa ser incentivado.
Alguns precisam ser confrontados.
Talvez esteja faltando alguém dizer, com honestidade: “Isso não é para você. E está tudo bem.”

Porque querer o título sem amar o processo não é ambição. É ilusão.

No fim das contas, a avaliação negativa não é uma surpresa. Ela é um sintoma. Sintoma de um país que, em nome da quantidade, começou a relativizar a qualidade.

E que agora precisa decidir se vai continuar fingindo que não vê, ou se vai ter coragem de subir a barra de novo.

F**a a pergunta, que não é simples, mas é necessária: que tipo de médicos queremos formar… e a que custo?

Havia postado apenas como stories, mas como o absurdo é indescritível e a revolta contra uma barbaridade dessas é imensa...
09/01/2026

Havia postado apenas como stories, mas como o absurdo é indescritível e a revolta contra uma barbaridade dessas é imensa, trago aqui pro feed.

Que fique, portanto, aqui registrado.

Aproveito e convido aqueles que escreveram palavras desaforadas em comentários privados para que o façam publicamente. Não vou responder no privado nem vou expor ninguém aqui no post porque eu não perco tempo com quem tem QI de bonobo ou sofre de carência patológica e quer atenção a qualquer custo.

Ergam-se e mostrem quem são pois, mesmo para um homúnculo de índole vulpina, a coragem é uma virtude que deve ser perseguida.

Que Deus abençoe esse país e que as pessoas entendam que isso só vai acabar quando os princípios da desobediência civil estejam impregnados em milhões de mentes e corações. Assim, sem o consentimento do povo governado, não há poder ilegítimo que encontre meios para prosperar.

Leiam “A desobediência civil” de Henry Thoreau e tenham fé porque nenhum mal dura pra sempre.

Segue link para o livro na Amazon
https://a.co/d/12OeQEt

Retrospectiva 2025! E que ano! Que o poema de Friedrich Schiller, que inspirou Beethoven a compor a maior obra musical d...
29/12/2025

Retrospectiva 2025! E que ano!

Que o poema de Friedrich Schiller, que inspirou Beethoven a compor a maior obra musical da história da humanidade, também nos inspire, com alegria, a buscar no ano novo Aquele que mora “acima do céu estrelado”

“Ode à Alegria

Ó, amigos, mudemos de tom!
Entoemos algo mais prazeroso
E mais alegre!

Alegria, formosa centelha divina,
Filha do Elíseo,
Ébrios de fogo entramos
Em teu santuário celeste!
Tua magia volta a unir
O que o costume rigorosamente dividiu.
Todos os homens se irmanam
Ali onde teu doce vôo se detém.

Quem já conseguiu o maior tesouro
De ser o amigo de um amigo,
Quem já conquistou uma mulher amável
Rejubile-se conosco!
Sim, mesmo se alguém conquistar apenas uma alma,
Uma única em todo o mundo.
Mas aquele que falhou nisso
Que fique chorando sozinho!

Alegria bebem todos os seres
No seio da Natureza:
Todos os bons, todos os maus,
Seguem seu rastro de rosas.
Ela nos deu beijos e vinho e
Um amigo leal até a morte;
Deu força para a vida aos mais humildes
E ao querubim que se ergue diante de Deus!

Alegremente, como seus sóis voem
Através do esplêndido espaço celeste
Se expressem, irmãos, em seus caminhos,
Alegremente como o herói diante da vitória.

Abracem-se milhões!
Enviem este beijo para todo o mundo!
Irmãos, além do céu estrelado
Mora um Pai Amado.
Milhões, vocês estão ajoelhados diante Dele?
Mundo, você percebe seu Criador?
Procure-o mais acima do Céu estrelado!
Sobre as estrelas onde Ele mora!”

Uma manjedoura. O mundo inteiro passando apressado ao lado. De um lado, o ouro e palácios. Do outro, o feno e um estábul...
24/12/2025

Uma manjedoura. O mundo inteiro passando apressado ao lado. De um lado, o ouro e palácios. Do outro, o feno e um estábulo.

O Eterno escolheu o pequeno. Nasceu onde ninguém procuraria. Veio como ninguém esperava. Revelou-se onde olhos ocupados demais não conseguem enxergar.

Enquanto o homem buscava poder, Ele ofereceu serviço. Enquanto o homem erguia tronos, Ele se deitou na palha. Enquanto o mundo gritava grandeza, Deus sussurrou amor.

A dificuldade humana nunca foi entender Deus, mas parar para encontrá-lo.
Estamos ocupados demais com vitrines, ruídos e seguidores. Procuramos salvação em números, status e aplausos. E Ele… continua na manjedoura. Esperando. A graça divina não veio envolta em luxo. Veio em carne frágil e choro de bebê. Veio na simplicidade que desmonta o orgulho.

E aquela criança cresceu. Foi para o deserto, onde o mundo não vai. Ali, venceu o que nos vence todos os dias e mostrou que a obra que salva o mundo nasce no silêncio, não no palco.

Depois, a cruz. O símbolo do fracasso humano transformado no triunfo divino. Onde a morte parecia final, ela virou passagem. A ressurreição. O túmulo vazio. A esperança cheia.

Um judeu pobre, sem exército, sem palácio… refundou o mundo. Não com força ou violência, mas com verdade e amor. Mostrou o caminho. E caminhou primeiro.

Hoje o mundo precisa disso. Do bom que não faz barulho. Do verdadeiro que não muda conforme o vento.

Talvez o Natal seja isso: parar a corrida, entrar no estábulo e reconhecer que a salvação nunca esteve no alto, mas no chão.

E que este tempo seja também de Hanukkah. A festa da luz que insiste quando tudo parece escuro. De uma chama pequena, mas que resiste e vence a noite.

Hanukkah nos lembra que a esperança não precisa ser grande, apenas fiel. Que um pouco de luz verdadeira derrota séculos de escuridão. É a celebração da memória preservada, da fé que não se rende ao império, do sagrado em sua essência. É sentido contra o caos.

Que Natal e Hanukkah se encontrem onde sempre deveriam: na certeza de que o mundo só será salvo pela luz, seja ela na manjedoura ou no candelabro.

Feliz Natal e Hanukkah Sameach!
Que você encontre o Menino. E, encontrando-o, reencontre tudo.

🇧🇷Porque a gente ama o que faz. Minicraniotomia frontotemporal para remoção em bloco de glioma em giro frontal direito. ...
19/12/2025

🇧🇷Porque a gente ama o que faz. Minicraniotomia frontotemporal para remoção em bloco de glioma em giro frontal direito. A adequada avaliação dos exames pré-operatórios e o reconhecimento da anatomia craniana e de seus pontos craniométricos é fundamental para se oferecer uma abordagem segura, efetiva e minimamente invasiva em casos como esse. Paciente jovem, apresentando crises convulsivas, realizou uma ressonância que mostrou o tumor. Fizemos a abordagem de maneira precisa expondo apenas a área de interesse e com conhecimento e domínio da anatomia cirúrgica pudemos identificar os sulcos que circundam a lesão e permitem a sua remoção em bloco de maneira segura e efetiva. O uso do ultrassom intraoperatório oferece uma camada a mais de segurança e precisão!

🇺🇸 Because we love what we do.
Frontotemporal minicraniotomy for en bloc removal of a glioma in the right frontal gyrus. Proper evaluation of preoperative imaging studies and recognition of cranial anatomy and its craniometric landmarks are essential to provide a safe, effective, and minimally invasive approach in cases like this.
A young patient presenting with seizures underwent MRI, which revealed the tumor. We performed a precise approach, exposing only the area of interest. With thorough knowledge and mastery of surgical anatomy, we were able to identify the sulci surrounding the lesion, allowing for safe and effective en bloc removal. The use of intraoperative ultrasound adds an extra layer of safety and precision!

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MEUS LOCAIS DE ATENDIMENTOS🏥 Atendimento Humanizado e Exclusivo Com formação internacional e atuação em centros de excel...
15/12/2025

MEUS LOCAIS DE ATENDIMENTOS

🏥 Atendimento Humanizado e Exclusivo

Com formação internacional e atuação em centros de excelência, ofereço cuidado especializado em Recife e São Paulo, unindo precisão técnica, ampla experiência em cirurgias complexas do crânio e da coluna, e acesso às tecnologias mais avançadas da neurocirurgia moderna.

Meu compromisso é entregar atendimento personalizado, diagnóstico rigoroso e medicina de precisão para que cada paciente receba a melhor condução possível do seu caso com a máxima segurança e qualidade.

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