Dr. Francisco Vaz - Neurocirurgia

Dr. Francisco Vaz - Neurocirurgia Neurocirurgia, Cirurgia da Coluna Vertebral e Cirurgia Minimamente Invasiva

16/04/2026

Neurocirurgia para retirada de um tumor cerebral num paciente de 88 anos de idade?!?! Sim, é possível! E com segurança e eficiência.

Hoje em dia, com ciência e tecnologia, além da dedicação e comprometimento de uma equipe multidisciplinar, a idade avançada está deixando de ser um fator limitante à realização de cirurgias neurológicas.

O exemplo que trazemos aqui demonstra que pacientes octogenários, quase nonagenários, podem ser sim submetidos a cirurgias de alta complexidade desde que critérios de seleção sejam adequadamente aplicados. Boa condição geral de saúde, uma família presente e que oferece total suporte e planejamento terapêutico com objetivos claros e bem estabelecidos são fundamentais para se garantir que nossos pacientes geriátricos continuem vivendo com qualidade por mais e mais tempo.

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Cuidar do que nos move é assumir uma grande responsabilidade.O médico neurocirurgião atua em uma das áreas mais sensívei...
14/04/2026

Cuidar do que nos move é assumir uma grande responsabilidade.

O médico neurocirurgião atua em uma das áreas mais sensíveis do corpo humano, onde cada decisão exige precisão, conhecimento e compromisso com a vida.

Sua atuação impacta diretamente a autonomia, a consciência e a qualidade de vida dos pacientes.

Neste 14 de abril, o Simepe homenageia esses profissionais.

É voz. É direito. É presença. É sindicato.

Você sabia que a Doença de Cushing leva, em média, mais de 5 anos para ser diagnosticada?Rosto arredondado. Gordura na n...
08/04/2026

Você sabia que a Doença de Cushing leva, em média, mais de 5 anos para ser diagnosticada?

Rosto arredondado. Gordura na nuca. Estrias roxas no abdômen. Pressão alta que não cede. Diabetes difícil de controlar. São sinais que o corpo dá — e que frequentemente são tratados separadamente, sem investigar a causa raiz.

A Doença de Cushing é causada por um pequeno tumor na hipófise que produz excesso de ACTH — e isso coloca o cortisol em níveis que destroem o organismo.

A boa notícia: existe tratamento cirúrgico altamente eficaz, com taxa de cura acima de 80% nos casos bem selecionados.

A cirurgia é feita inteiramente pelas narinas. Sem corte. Sem abertura do crânio. Com o paciente de volta para casa em 2 ou 3 dias.

Essa é a cirurgia endoscópica endonasal — minha especialidade, desenvolvida durante minha formação em Pittsburgh (berço mundial dessa técnica), Stanford e Baylor College of Medicine.

Se você suspeita que pode ter Cushing, ou se você é médico e tem um paciente com esse quadro — estou aqui.

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Sexta-feira, fim de tarde. Escrevo depois de um dia que podemos chamar de “comum” ao lado da família e amigos. Mas nada ...
03/04/2026

Sexta-feira, fim de tarde. Escrevo depois de um dia que podemos chamar de “comum” ao lado da família e amigos. Mas nada hoje parece comum.

Essa sexta não é sobre “sextar” ou “quem fez, fez”. Essa sexta, a da paixão, é sobre uma pausa. Uma pausa para encarar o que a gente vive evitando. A dor. A injustiça. O silêncio de Deus…

A cruz não foi o fim bonito de uma história inspiradora. Foi o pior dia de todos. Traição. Negação. Abandono. Dor. E, no meio disso tudo, silêncio.

Nenhum milagre para impedir. Nenhuma intervenção para salvar. Só a entrega. E talvez seja isso que mais nos incomode.

Porque a gente foi treinado para resolver, para agir, para lutar…mas existem momentos em que a vida exige algo diferente:

Aceitar.

Esta sexta-feira é o dia em que a gente percebe que não controla tudo. Vcs sabem… eu quase deixei de viver também numa sexta-feira…

Mas existe um detalhe que muda tudo. A cruz não foi acidente. Foi escolha. Amor que decide ficar. Amor que decide suportar. Amor que decide perdoar… mesmo sangrando.

Na medicina, a gente aprende a lutar pela vida. Na cruz, a gente aprende a entregar a vida. E existe uma diferença profunda entre as duas coisas. Uma vem da força. A outra vem da fé.

Esta sexta-feira não tem aplausos. Não tem final feliz. Não tem resposta pronta. Tem lágrimas. Tem dúvida. Tem um “por quê?”. Mas também tem algo silencioso acontecendo… Algo que você não vê, mas que está sendo preparado. Porque o maior milagre de Deus não é evitar a cruz. É dar sentido a ela.

Então, hoje, se a sua vida parece uma sexta-feira da paixão… Se algo em você está doendo, sangrando, cansando…

Não fuja. Entregue e responda com coragem: o que você precisa confiar a Deus… mesmo sem entender? Lembre-se que foi nesta época também que, mesmo sem entender, o povo hebreu, liberto do Egito, iniciou a travessia no deserto. É a celebração do Pessach.

Assim, hoje não é o fim desde que vc aceite o convite para a travessia e para o Domingo. Um convite para morrer para o orgulho, para a falta de perdão… E ressuscitar melhor, mais verdadeiro. Quiçá Santo.

Confesse-se. O que precisa morrer em você para que algo melhor possa ressuscitar?

Feliz Páscoa e Chag Pessach Sameach!

02/04/2026

Tumor cerebral benigno não é tumor inofensivo!
Busque sempre a opinião de um especialista e entenda quais são suas opções de tratamento




Dia de  . Fim de tarde, consultório já em silêncio. Abro a galeria do celular. Duas fotos. Em uma, eu ao lado de São Fra...
26/03/2026

Dia de . Fim de tarde, consultório já em silêncio. Abro a galeria do celular. Duas fotos. Em uma, eu ao lado de São Francisco de Assis celebrando a gratidão e a graça. Na outra, eu operando diante de uma Menorá acesa. Dois presentes de duas pacientes muito queridas. Dois símbolos. E a mesma luz.

Cuidar de pessoas é sobre servir. Assim, depois de servir durante todo o dia e quando o último paciente vai embora, as perguntas aparecem. O que é, afinal, a verdade? Aqui minha fé caminha, entre raízes e promessas, na busca de entendimento. Uma busca do próprio Deus, especialmente quando as perguntas são maiores que as respostas.

O judaísmo ancora na origem. O cristianismo projeta ao sentido. Um apresenta as raízes, a aliança, o pertencimento. O outro apresenta a promessa, o cumprimento, a graça. O Velho e o Novo como partes de um mesmo caminho que forma aquilo que guia nossas vidas: a Palavra.

E a vida real não cabe em respostas fáceis. Existem tensões e contradições. Assim, ela nos obriga a rezar, estudar, ter fé e coragem. Ela nos coloca na luta pelo bom, pelo belo e pelo verdadeiro. É o espírito humano tentando, com suas limitações, tocar o infinito. É o coração insistindo em Deus mesmo sem compreendê-Lo por inteiro. E, no meio disso tudo, há uma certeza que sustenta: A misericórdia de Deus. Porque, no fim, não é a nossa compreensão que nos salva. É a graça. Não é a nossa clareza que nos guia. É a luz d’Ele.

Nesse ponto, eu também me recordo de algo que sempre me marcou. São João Paulo II, na magistral ‘Fides et ratio’, mostra que nossa civilização foi construída sobre três pilares: A fé judaico-cristã da “aliança nunca desfeita”, o direito romano e a filosofia grega. Fé para dar sentido. Direito para dar ordem. Razão para dar direção. Ele não separou mundos. Ele integrou verdades. E talvez seja exatamente isso que nos falte hoje.

No meio disso tudo, eu sigo trabalhando, servindo e buscando. Hoje, olhando essas fotos, eu vejo história, continuidade e revelação. Vejo um convite permanente à verdade. Jesus era judeu e estabeleceu uma nova e eterna aliança. Essa frase é pesada… e bíblica.

Bem, que Ele, em Sua infinita misericórdia, nos conduza à verdade.

🇧🇷Porque a gente ama o que faz. Paciente com 50 anos, apresentou crise convulsiva, avaliação com exame de ressonância ma...
13/03/2026

🇧🇷Porque a gente ama o que faz. Paciente com 50 anos, apresentou crise convulsiva, avaliação com exame de ressonância magnética revelou uma imagem compatível com um glioma de baixo grau localizado no giro frontal esquerdo. Realizada microcirurgia com monitorização neurofisiológica intraoperatória onde alcançamos uma ressecação supramáxima da lesão. Paciente evoluindo bastante bem, esperamos que em poucos dias ele já esteja em casa para recuperar-se plenamente. Vc já ouviu falar na ressecção supramáxima dos gliomas cerebrais? Se vocês quer saber mais detalhes, mande sua mensagem e entre em contato com a nossa equipe. Compartilhe esse post com quem você acha que vai se beneficiar dessas informações!

🇺🇸Because we truly love what we do. A 50-year-old patient presented with a seizure. Magnetic resonance imaging revealed a lesion consistent with a low-grade glioma located in the left frontal gyrus. The patient underwent microsurgical resection with intraoperative neurophysiological monitoring, allowing us to achieve a supramaximal resection of the tumor. He is recovering very well, and we expect that within a few days he will be able to return home and continue his recovery. Have you ever heard about supramaximal resection in brain gliomas? If you would like to learn more about this approach, feel free to send a message and get in touch with our team. Share this post with someone who might benefit from this information.

tractoneuro

San Diego, Março de 2026. Um encontro que já deixa saudades. No congresso anual da North American Skull Base Society nós...
09/03/2026

San Diego, Março de 2026. Um encontro que já deixa saudades. No congresso anual da North American Skull Base Society nós nos reunimos para estudar, debater, atualizar e avançar protocolos da cirurgia da base do crânio, uma das fronteiras mais complexas, exigentes e delicadas da medicina. Um território onde milímetros separam o impossível do feito.

Reencontramos mestres, abraçamos amigos e celebramos a amizade entre aqueles que dedicam a vida para tornar o impossível operável. Lembramos por que começamos e mais uma uma vez percebemos que a ciência avança pelas mãos, mas floresce pelos encontros. Cada conhecimento compartilhado é uma esperança a mais para nossos pacientes. Lembramos também que excelência não é privilégio, é responsabilidade.

Que continuemos estudando, operando, ensinando e compartilhando o propósito que nos move. Assim, quando a medicina é levada a sério, a ciência deixa de ser técnica para tornar-se legado e vidas inteiras podem continuar.



As férias deveriam ter sido descanso. Sol, mar, risadas, fotos na areia. Mas bastou um segundo. Uma onda mais forte. Uma...
03/03/2026

As férias deveriam ter sido descanso. Sol, mar, risadas, fotos na areia. Mas bastou um segundo. Uma onda mais forte. Uma queda na praia.

E o chão sumiu. O diagnóstico veio pesado: a medula cervical foi lesionada. Sem força nos braços e nas pernas, havia um homem e sua família que pareciam ter acabado ali, naquela areia. Foi assim que começou meu “ano neurocirúrgico”.

Operamos. Cirurgia longa e delicada: Descompressão + Artrodese de quatro níveis por via anterior. Uma cirurgia incomum para casos bem selecionados. Tudo correu bem. Quando terminei, senti aquele misto de exaustão e oração. “Será que vai voltar?”. Porque há momentos em que a técnica vai até certo ponto. Depois disso é fé.

Nos primeiros dias, ele mal conseguia mexer os braços. O olhar era de quem ainda estava tentando entender se aquilo era um pesadelo. Mas aí aconteceu algo que eu nunca me canso de testemunhar: o ser humano começou a reagir. Um pequeno movimento. Depois outro. Um dedo que responde. A vida é teimosa. E ele também.

Ainda no hospital, iniciou a reabilitação. Com dor. Com cansaço. Mas com disciplina. Com esperança. Semanas depois cruzou um oceano e hoje está em um centro de reabilitação no seu país, perto de casa, junto da família. Treina como quem reconstrói, e celebra, a própria casa tijolo por tijolo.

Pense comigo. Quantas vezes reclamamos porque o vôo atrasou? Porque o treino foi cancelado? E há alguém reaprendendo a mover as mãos. A vida muda em um segundo, mas, às vezes, ela também recomeça em segundos. Pequenos segundos de movimento.

Eu não sei qual será o desfecho final dessa história. Medicina não é roteiro fechado de cinema. É trabalho. É insistência. Mas eu sei de uma coisa. Enquanto houver fé, haverá futuro. E talvez seja essa a maior lição: a força não está apenas em andar. Está em decidir lutar quando o corpo não obedece.

Hoje, se você pode caminhar, abrace alguém. Se você pode mover as mãos, construa algo. E, se estiver passando por sua própria queda, física, emocional ou profissional, lembre-se: a reabilitação começa quando a esperança decide ficar.

Que Deus nos dê humildade para valorizar o que temos. E coragem para reconstruir o que perdemos.

Confete é leve.Dogma é pesado.Hipocrisia faz barulho.Quando a crítica vira monopólio e a liberdade desfila só na ala cor...
20/02/2026

Confete é leve.
Dogma é pesado.
Hipocrisia faz barulho.

Quando a crítica vira monopólio e a liberdade desfila só na ala correta, talvez o problema não seja o conservadorismo, mas o medo dele.

Entre o tambor e a prudência, eu fico com o que constrói.

E viva o Carnaval!

Que tenhamos todos um excelente final de semana de saúde, paz, reflexão e também oração.

Afinal 2026 acabou de começar pra valer.

A notícia chegou do jeito que ninguém gosta: rápida, seca, sem aviso.Chegou numa sexta-feira. E isso muda tudo. A vida t...
07/02/2026

A notícia chegou do jeito que ninguém gosta: rápida, seca, sem aviso.

Chegou numa sexta-feira. E isso muda tudo. A vida tem dessas crueldades silenciosas.

“Sexta-feira, mei-dia, quem fez, fez…”

Henrique Maderite morreu jovem. De repente. Como se o tempo tivesse decidido encurtar o próprio caminho. Isso incomoda.

Ele era aquele sujeito que organizava a semana de milhões de pessoas com uma frase simples mas que não era só um bordão. Era um combinado coletivo. Um alívio compartilhado. Um sorriso automático.

Eu sei que tem gente que lê isso e pensa que é exagero, mas não é. Eu aprendi isso do jeito menos poético possível e, provavelmente por isso, me identifiquei tanto com alguém que nunca conheci pessoalmente. Foi também numa sexta-feira que estive perto demais do fim. Nesse dia eu fiquei. E poderia não ter ficado. Henrique não ficou.

Depois disso, TUDO muda. O tempo deixa de ser garantido e passa a ser presente, no sentido mais literal da palavra. A sensação clara de que estar vivo é algo muito menos sólido do que a gente imagina. Para perceber que o amanhã não é um direito adquirido. Para aprender que continuar aqui é algo que não se explica, apenas se agradece.

A vida é um sopro. Não como frase bonita. Como constatação. Talvez por isso o bordão dele nunca tenha sido só brincadeira. “Quem fez, fez” carrega uma verdade dura e silenciosa: nem todo mundo faz depois. Nem todo mundo alcança a próxima sexta. Nem todo mundo tem tempo para adiar. Eu fiquei pra fazer. Ele não. E isso não é mérito, nem escolha, nem justiça. É mistério. É acaso. É a vida passando e escolhendo caminhos diferentes.

Então, quando chegar a próxima “sexta-feira, mei-dia” e alguém disser “sextou, bebê”, que isso não seja só brincadeira. Que seja aviso. Que seja gratidão. Que seja um lembrete delicado de que estar aqui é raro e
precioso. Que seja coragem de viver agora.

Porque quem fez, fez. E quem ainda pode, que faça.

Porque a vida é estrada. E a gente nunca sabe onde desce.


Orelha não morreu sozinho. Ele morreu em um mundo que me deu Mamute e Urso. É esse contraste que machuca.Mamute foi minh...
01/02/2026

Orelha não morreu sozinho. Ele morreu em um mundo que me deu Mamute e Urso. É esse contraste que machuca.

Mamute foi minha primeira criança. Quase quinze anos de fidelidade cotidiana e amor sem cláusulas. Rabugento, mas dono de uma doçura quase infantil. Cuidamos dele até o fim como se cuida do que é sagrado: com tempo, paciência e amor.

E quem chama isso de “só um cachorro” nunca experimentou o privilégio de ser amado por uma criatura assim. Eu não me irrito mais com essa frase. Eu sinto pena.

Uma semana depois, Deus me pediu Urso.
Minha segunda criança. Um bebê lindo, vivo e brincalhão. Havia entre eles um amor que não precisava de palavras. Urso era alegria insistente. Não havia tristeza que resistisse àquela vontade infinita de brincar. Talvez por isso Deus o tenha chamado logo depois. Há amores que já nascem prontos.

Eu gosto de imaginá-los agora correndo atrás de São Francisco de Assis. Não como fantasia infantil, mas como co***lo adulto. São Francisco entendia algo que a gente desaprendeu: quem é capaz de amar um animal já começou a amar corretamente o mundo.

E então vem Orelha. Um cão de rua.
Sem casa, sem defesa. Orelha, metonímia perfeita da escuta que a sociedade perdeu.

Santo Agostinho ensinou algo simples: o mal não é uma coisa que nasce pronta, mas acontece quando o bem falta. Quando ninguém segura a mão. Quando ninguém interrompe o golpe. O que fizeram com Orelha não é um desvio isolado. É um vazio onde a bondade deveria estar. Séculos depois, Tomás de Aquino também nos ensinou que o bem nos torna mais humanos. A crueldade faz o oposto, nos diminui, nos deforma.

Se ainda houver saída para o nosso tempo, e eu acredito que há, ela não virá embrulhada em novidade. Será antiga, simples e exigente. Será voltar a Deus não no que se diz, mas no que se faz. Voltar às mãos que protegem, à misericórdia que interrompe o golpe. À fé que se reconhece no cuidado, porque fé sem compaixão é só barulho.

“Não é só um cachorro.” Mamute. Urso. Orelha. Hoje correm juntos. Três nomes. Três vidas. Um mesmo chamado à nossa consciência. Porque quem é capaz de amar os pequenos ainda não se perdeu, e onde essa bondade existe, Deus continua morando.

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Recife, PE

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