Amet-PSICOLOGIA & SAÚDE

Amet-PSICOLOGIA & SAÚDE Georgia Menezes, psicóloga, neuropsicóloga, mestre e doutoranda-co-criadora do Ian

Viver em um mundo pensado para outro tipo de funcionamento cansa.Cansa se adaptar, se explicar, se justificar o tempo to...
30/01/2026

Viver em um mundo pensado para outro tipo de funcionamento cansa.
Cansa se adaptar, se explicar, se justificar o tempo todo.
Ser neurodivergente não é o problema.
O problema é quando só um jeito de existir é considerado aceitável.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

Imersão em Recife: Harmonia na Neurodiversidade — 28/02/2026O Instituto Harmonia & Neurodiversidade promove uma imersão ...
29/01/2026

Imersão em Recife: Harmonia na Neurodiversidade — 28/02/2026

O Instituto Harmonia & Neurodiversidade promove uma imersão presencial dedicada a compreensão, acolhimento e fortalecimento do pertencimento de pessoas neurodivergentes e de quem caminha ao seu lado. Um olhar que vai além do diagnóstico, focado na vida cotidiana e em suportes que favoreçam autonomia e inclusão.

O que será trabalhado:
• Vida cotidiana e rotinas
• Emoções e comunicação
• Sensorialidade e aprendizagem
• Burnout e autocuidado
• Autonomia e estratégias de apoio
• Práticas para promover pertencimento social

Público: pessoas neurodivergentes, familiares, cuidadores, educadores e profissionais da saúde.
Data e horário: 28/02/2026 — 8h às 12h e 13h30 às 17h30
Local: Beach Class Convention, Rua Maria Carolina, 661, Boa Viagem, Recife/PE
Valores: Oferta afetiva R$ 190 | Com certificado R$ 290
Informações: (81) 98515-3417

“Um encontro pensado para viver, cuidar, ensinar e pertencer com mais leveza, clareza e apoio,” dizem as organizadoras Isla Queiroz e Geórgia Menezes.

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   with .repost・・・Milhões de pessoas neurodivergentes em todo o mundo vivem diariamente o desafio de se adaptar a ambien...
28/12/2025

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Milhões de pessoas neurodivergentes em todo o mundo vivem diariamente o desafio de se adaptar a ambientes que ainda valorizam a “normalidade” como sinônimo de aceitação. Desde cedo, aprendem a conter gestos, falas e interesses para se encaixar em padrões sociais e profissionais que nem sempre acolhem a diferença. Esse comportamento, conhecido como masking ou camuflagem social, tem sido apontado por pesquisadores como um dos principais fatores de desgaste emocional entre pessoas no espectro autista, com TDAH ou outras condições neurodivergentes.

“O masking é uma tentativa de sobrevivência emocional em contextos que não reconhecem plenamente a diversidade neurológica”, explica Geórgia Menezes, psicóloga, mestre e doutoranda em Psicologia pela UFPE e sócia do Instituto Harmonia e Neurodiversidade (IAN). “O cérebro, ao perceber que suas formas naturais de expressão não são bem-vistas, cria estratégias para passar despercebido, evitando críticas, exclusão e constrangimento. Mas essa adaptação cobra um preço alto, físico, psíquico e individual”, destaca.

As pesquisas científicas confirmam o alerta. Estudos internacionais associam a prática do masking a níveis elevados de ansiedade, depressão, burnout e até ideação suicida. O esforço constante para monitorar expressões faciais, tom de voz e contato visual, ou para esconder gestos de autoestimulação, leva ao esgotamento e à perda do senso de identidade.

Em diferentes fases da vida, o disfarce assume formas distintas:

- Na infância, a criança percebe que precisa conter comportamentos espontâneos para ser aceita.

- Na adolescência, o desejo de pertencer intensifica a camuflagem, em meio à pressão social por “ser igual aos outros”.

- Na vida adulta e no trabalho, o esforço para parecer neurotípico se transforma em uma performance diária de autocontrole e cansaço invisível.

Leia a íntegra no nosso site!

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Alta funcionalidade não é sinônimo de ausência de sofrimento. Muitos neurodivergentes podem cumprir tarefas, trabalhar o...
19/12/2025

Alta funcionalidade não é sinônimo de ausência de sofrimento. Muitos neurodivergentes podem cumprir tarefas, trabalhar ou socializar, mas com exaustão, ansiedade e sobrecarga constantes. E isso é um sinal de alerta para como você vem se tratando e escutando.

Suporte não deve depender de colapso.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

Falar com empatia é reconhecer que o outro tem um modo singular de sentir o mundo.Respeitar essas diferenças é o que rea...
12/12/2025

Falar com empatia é reconhecer que o outro tem um modo singular de sentir o mundo.
Respeitar essas diferenças é o que realmente constrói inclusão.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

Assumir essa dimensão da própria identidade não limita, liberta. Permite entender seus ritmos, respeitar seus limites, p...
05/12/2025

Assumir essa dimensão da própria identidade não limita, liberta. Permite entender seus ritmos, respeitar seus limites, pedir o que precisa e se tratar com mais gentileza.
Quando você se vê por inteiro, o pertencimento deixa de ser uma cobrança e se torna um lugar possível.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

Não basta reconhecer o potencial e desafios, é preciso garantir suporte e pertencimento.🔹️Georgia MenezesPsicóloga e neu...
15/10/2025

Não basta reconhecer o potencial e desafios, é preciso garantir suporte e pertencimento.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

É muito comum que pessoas diagnosticadas tardiamente com alguma neurodiversidade (como autismo, TDAH ou superdotação) de...
08/10/2025

É muito comum que pessoas diagnosticadas tardiamente com alguma neurodiversidade (como autismo, TDAH ou superdotação) descrevam esse momento como libertador.
O diagnóstico, quando vem acompanhado de escuta e acolhimento, pode abrir caminhos para um novo tipo de autoconhecimento: aquele que permite compreender o próprio funcionamento e ressignificar a própria história.

Muitas vezes, o que antes era visto como falha ou incapacidade passa a ser reconhecido como parte de um modo singular de existir. E isso muda tudo porque compreender não é limitar, é cuidar com mais verdade.

🔹️Georgia Menezes
Psicóloga e neuropsicóloga
CRP 02/13670

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