Flavio Maciel - Fisioterapeuta

Flavio Maciel - Fisioterapeuta Informações técnicas e científicas relacionadas à Fisioterapia Respiratória, Cardiovascular e

A maioria das complicações pulmonares na isquemia cerebral não é coincidência.É fisiologia.Depois de um AVC, o cérebro n...
07/04/2026

A maioria das complicações pulmonares na isquemia cerebral não é coincidência.

É fisiologia.

Depois de um AVC, o cérebro não sofre sozinho.

Ele reprograma o organismo, e o pulmão é um dos principais alvos.

Muitos ignoram alguns pontos essenciais na prática:

👉 Imunossupressão induzida pelo AVC

Resultado?

✔️ maior risco de infecção
✔️ pneumonia precoce
✔️ pior desfecho

Mas não para por aí.

Existe também:

👉 Disfunção neurogênica respiratória

Que leva a:

⚠️ disfagia
⚠️ perda do reflexo de tosse
⚠️ aspiração silenciosa

E ainda:

👉 descarga autonômica → inflamação → edema pulmonar

Agora junta tudo isso.

👉 Os pulmões viram extensão da lesão cerebral.

E aqui está o erro mais comum na UTI:

Tratar pulmões e cérebro como sistemas separados.

Porque na prática:

❌ CO₂ altera fluxo cerebral
❌ PEEP impacta hemodinâmica intracraniana
❌ ventilação inadequada piora lesão secundária

👉 Cada ajuste ventilatório é também uma intervenção cerebral.

Hiperventilar demais reduz perfusão cerebral.
PEEP mal ajustada pode gerar impacto hemodinâmico.

👉 Não existe estratégia segura sem contexto.

Existe estratégia individualizada.

Se você ainda separa:

🧠 neurológico
🫁 respiratório

Você está vendo só metade do problema.

🧠 + 🫁 = estratégia
Mais individualização. Menos receita de bolo.

📌 Salva esse post — isso muda desfecho
📤 Compartilha com quem ainda ventila sem considerar o eixo cérebro–pulmões

📚Lung fuction impairment following cerebral ischemic stroke: Pathophysiology, mechanisms, and clinical challenges. Somogyi P et al. Respiratory Physiology & Neurobiology 2026;342:104567.

Você acha que usa VNI bem…Mas deixa eu te provocar:👉 Você domina VNI… ou só adapta uma máscara?Porque na prática, o que ...
05/04/2026

Você acha que usa VNI bem…

Mas deixa eu te provocar:

👉 Você domina VNI… ou só adapta uma máscara?

Porque na prática, o que mais vejo é isso:

Paciente em insuficiência respiratória
👉 máscara instalada
👉 parâmetros ajustados
👉 equipe “confiante”

…mas sem entender o que está acontecendo de verdade na fisiologia.

E é aí que a VNI falha.

A VNI não falha por falta de tecnologia.
Ela falha por falta de conhecimento.

Quando você não entende os efeitos fisiológicos:

❌ você não sabe por que está melhorando
❌ não percebe quando está piorando
❌ perde o timing de decisão

E na terapia intensiva…

👉 timing é desfecho.

Agora olha o jogo real:

Quando você entende fisiologia, você começa a enxergar:

✔️ quando o esforço caiu de verdade
✔️ quando a PEEP está recrutando ou só hiperinsuflando
✔️ quando o CO₂ está sendo eliminado por ventilação eficaz (ou não)
✔️ quando o paciente está ganhando tempo… ou caminhando para falha

E aqui vai o ponto que separa o técnico do protagonista:

👉 VNI não é sobre pressão.
É sobre interpretação.

Se esse conteúdo te fez pensar diferente:

📤 Compartilha para ajudar quem ainda “usa VNI no automático”

E se você quer dar o próximo passo:

💬 Comenta “FISIOLOGIA”

que eu te mostro como sair do protocolo…
e começar a tomar decisão com base no que realmente importa.

🧠 Porque no final:

Quem entende fisiologia… não depende de receita.

Você está atrasando o desmame… sem perceber.Você ainda tenta desmamar o ventilador……sem treinar o músculo que realmente ...
02/04/2026

Você está atrasando o desmame… sem perceber.

Você ainda tenta desmamar o ventilador…

…sem treinar o músculo que realmente sustenta a ventilação?

👉 O diafragma.

A ventilação mecânica salva vidas.

Mas também induz:

⚠️ disfunção diafragmática
⚠️ atrofia por desuso
⚠️ fraqueza muscular respiratória

👉 E isso é um dos principais limitadores do desmame ventilatório.

Agora vem o erro mais comum na UTI:

👉 achar que qualquer treinamento muscular inspiratório (TMI) resolve.

Não resolve.

A evidência mais recente mostra:

📊 Meta-análise em rede (18 estudos | 1.137 pacientes)

❌ Baixa intensidade → efeito mínimo
✅ Alta intensidade → maior força inspiratória (PImáx)
✅ Maior sucesso no desmame
✅ Redução significativa de falha (OR 0,32)

👉 Não é “fazer TMI”.

É fazer com intensidade suficiente para gerar adaptação.

E o que muda na prática?

✔️ ↓ padrão respiratório rápido e superficial (IRRS)
✔️ ↓ fadiga
✔️ ↑ tolerância à carga

👉 O paciente volta a sustentar a própria ventilação.

Se você não treina o diafragma…

o ventilador vira muleta.

Ventilação mecânica não é só ajuste de parâmetros.

É fisiologia muscular aplicada à beira do leito.

💾 Salva — isso muda conduta
📤 Compartilha com quem atua na UTI
💬 Comenta “Fisiologia” que eu te mostro como aplicar isso na prática.

A maioria acha que está no controle do ventilador.Mas em alguns pacientes…👉 é o ventilador que está “controlando” o paci...
01/04/2026

A maioria acha que está no controle do ventilador.

Mas em alguns pacientes…
👉 é o ventilador que está “controlando” o paciente.

E você nem percebe.

Isso tem nome: disparo reverso.

Uma assincronia silenciosa, comum em pacientes sedados,
e que pode estar acontecendo agora no seu plantão.

O problema não é só a assincronia.

É o que vem depois:

⚠️ duplo disparo
⚠️ empilhamento de ciclos
⚠️ aumento de volume corrente
⚠️ lesão pulmonar

👉 Você acha que está protegendo…
mas pode estar lesionando.

E aqui está o ponto:

Disparo reverso não é só erro.

Mas quando:

❌ não é reconhecido
❌ não é monitorado
❌ não é ajustado

👉 vira problema.

Ventilação mecânica não é mero aperto de botão.

É fisiologia aplicada ao suporte ventilatório.

💾 Salva — você vai precisar no plantão
📤 Compartilha com quem ventila com você

Agora clica no link da BIO, vem dominar a Fisiologia Pulmonar e fazer a diferença no manejo ventilatório dos teus pacientes.

Quem manda é o “The Boss”.Eu tô falando desse elemento tão importante da fisiologia da ventilação:O DRIVE ventilatório.O...
01/04/2026

Quem manda é o “The Boss”.

Eu tô falando desse elemento tão importante da fisiologia da ventilação:

O DRIVE ventilatório.

O ventilador entrega suporte.

Mas quem dita o comportamento do paciente é o drive ventilatório.

Ignorar isso é o que faz você alternar entre dois extremos perigosos:

⚠️causar lesão pulmonar pelo esforço excessivo (P-SILI).
ou
⚠️induzir atrofia diafragmática por suporte em excesso (VIDD).

Quem domina ventilação mecânica não ajusta só parâmetros.

Entende de fisiologia.

Nem pouco. Nem demais.
Equilíbrio neuro-mecânico é o alvo.

Salva esse post para revisar antes do próximo plantão.

E se você quer dominar a Fisiologia Pulmonar Aplicada ao Suporte Ventilatório Mecânico, clica no link da BIO.

Tá longe de ser só antibiótico.A atualização da📄 Surviving Sepsis Campaign 2026 – International Guidelines for Managemen...
28/03/2026

Tá longe de ser só antibiótico.

A atualização da
📄 Surviving Sepsis Campaign 2026 – International Guidelines for Management of Sepsis and Septic Shock
reforça algo que muitos ainda negligenciam:

👉 O desfecho passa pelo manejo respiratório.

E não é sobre técnica.
É sobre timing + estratégia + fisiologia.

📌 O que mudou (e o que você ainda erra):

🔹 Alvo de SpO2: 90–96%
(Hiperóxia também lesiona)

🔹 SpO2 ≠ gasometria
(Padrão-ouro ainda é gasometria, embora a oximetria nos ajude imensamente)

🔹 CNAF é primeira linha na hipoxemia
(Evite alternar com VNI)

🔹 Prona acordada → sem sedação, com monitorização e sem atrasar IOT inevitável
(Sedou? perdeu indicação)

🔹 O maior erro não é intubar cedo
👉 É intubar tarde

🔹 Ventilação protetora:
→ Vt ≈ 6 mL/kg (SDRA)
→ Platô ≤ 30 cmH2O
👉(Não esqueça da Driving Pressure)

🔹 PEEP:
👉 Mais ≠ melhor
🚫 Contra titulação incremental fixa. Individualize.

🔹 Prona invasiva salva
→ > 12h/dia

🔹 BNM: prefira bolus
(Evite infusão contínua)

🔹 ECMO = resgate, não tratamento primário

💡 O problema não é desconhecer.

É errar na sequência:

❌ começa tarde
❌ escala mal
❌ ventila sem proteger
❌ intuba no colapso
❌não individualiza

👉 Sem fisiologia, não há decisão segura.

Se isso te ajudou, salva esse post e me diz:

👉 Onde você mais vê erro hoje — timing ou estratégia?

🚀 Quer dominar a ventilação mecânica e se tornar referência?

A Trilha é o caminho.

Comenta EU QUERO ou acessa o link da bio.

📚Surviving Sepsis Campaign: international
guidelines for management of sepsis and septic
shock 2026. Intensive Care Med 23 March 2026.

Ventilar “dentro do protocolo” nem sempre garante proteção pulmonar.Já vi pacientes sairem do centro cirúrgico e rapidam...
26/03/2026

Ventilar “dentro do protocolo” nem sempre garante proteção pulmonar.

Já vi pacientes sairem do centro cirúrgico e rapidamente desenvolver lesão pulmonar, mesmo sendo ventilados com volume corrente dito “correto”.

E o problema não era o ventilador.

Era a interpretação.

Durante muito tempo, ensinaram que proteção pulmonar era só:
👉 baixar o volume corrente

Mas isso é só o começo.

Hoje a gente sabe que o pulmão não “enxerga” volume.
Ele sente força, energia e repetição.

📌 Driving pressure elevada
📌 PEEP mal ajustada
📌 Frequência respiratória excessiva
📌 FiO₂ alta por tempo prolongado

Tudo isso pode gerar lesão mesmo com VC aparentemente adequado.

E é aqui que a maioria erra:

👉 Ajusta número…
👉 mas não entende fisiologia.

Proteção pulmonar de verdade é sobre:

✔️ Controlar a intensidade mecânica
✔️ Ventilar na melhor zona da curva pressão-volume
✔️ Reduzir driving pressure
✔️ Individualizar PEEP
✔️ Evitar excesso de energia ao longo do tempo

No intraoperatório, isso também é crítico.

Porque quando ventilamos mal,
o paciente não “reclama”.
Mas o pulmão responde.

E muitas vezes, a conta é paga depois.😉

Se esse conteúdo fez sentido pra você, tem duas coisas que você precisa fazer agora:

📌 Salve — você vai querer revisar isso
📌 Compartilhe — alguém da sua equipe ainda pensa só em volume.

E me responde:

👉 Você já ajusta pensando em driving pressure ou ainda está preso no volume corrente?

Se você quer dominar ventilação mecânica de verdade, com raciocínio fisiológico e aplicação prática à beira-leito:

🔥 A TRILHA é o caminho.

Comenta EU QUERO ou acessa o link da bio.

📚How to set the ventilator during surgery? Key principles to guide intraoperative mechanical ventilation. Schaefer et al. Intensive Care Medicine 2026.

Não cometa esse erro na UCO.O maior erro no desmame da ventilação na UTI cardiológica (UCO) é achar que você está testan...
24/03/2026

Não cometa esse erro na UCO.

O maior erro no desmame da ventilação na UTI cardiológica (UCO) é achar que você está testando apenas o sistema respiratório.

Você não está.

Você está testando o coração sob estresse máximo.

E é exatamente por isso que tantos pacientes “passam no TRE”…
mas falham poucas horas depois.

O ventilador não é só suporte respiratório nesses pacientes.
Ele é um modulador hemodinâmico.

Quando você retira a pressão positiva:
→ aumenta o retorno venoso
→ aumenta a pós-carga do VE
→ e expõe um sistema que muitas vezes ainda não está pronto

Por isso, desmame na UCO exige mais do que protocolo.

Exige raciocínio.

✔ Otimizar o coração antes do teste
✔ Escolher o TRE certo (nem sempre mais “difícil” é melhor)
✔ Avaliar via aérea e risco de falha
✔ Proteger ativamente com VNI/CNAF
✔ Entender que falha não é azar — é fisiologia não tratada

Se você ignora isso, você não está guiando a ventilação mecânica pela fisiologia.

Você está apostando.

👉 Salve esse conteúdo — você vai precisar revisitar isso na prática.
👉 E me conta: você já viu um paciente cardiológico “pronto”, falhar depois da extubação?

Se você quer dominar esse nível de raciocínio e não depender de protocolo pronto:

Comenta EU QUERO ou acessa o link da bio.
A Trilha é o destino e meu curso de Fisiologia é o caminho.

📚Liberation From Mechanical Ventilation in
the Cardiac Intensive Care Unit. Andi Shahu et al. JACC Adv 2023;2:100173.

VNI pode salvar… ou piorar o paciente.E o problema não é a técnica.É a indicação.A mesma VNI que reduz mort@lid@de no DP...
21/03/2026

VNI pode salvar… ou piorar o paciente.

E o problema não é a técnica.

É a indicação.

A mesma VNI que reduz mort@lid@de no DPOC e no edema agudo cardiogênico…

não tem o mesmo efeito em todos os cenários.

👉 Na exacerbação da asma, pode melhorar a dispneia,
mas sem evidência consistente de impacto clínico.

👉 Em cuidados paliativos, o objetivo muda:
não é evitar intubação… é aliviar dispneia.

👉 E no desmame, pode ser uma aliada poderosa —
especialmente no paciente hipercápnico ou naqueles com alto risco de IRpA pós extubação.

Mas aqui está o ponto crítico:

👉 na insuficiência respiratória hipoxêmica por pneumonia/SDRA
👉 ou na falha pós-extubação já instalada

a VNI pode atrasar a intubação
e piorar desfechos.

E esse é o erro mais comum no plantão:

insistir na VNI quando ela já falhou.

A diretriz da ERS/ATS 2017 é clara:

📌 VNI não serve para todos
📌 exige seleção rigorosa
📌 precisa de reavaliação precoce

Se o paciente não melhora em poucas horas…

não é a VNI que falhou.

É a decisão.

📌 Salve para revisar no plantão
📌 Compartilhe com sua equipe
📌 E me diga:

em qual cenário você mais vê uso inadequado de VNI?

Se quiser dominar esse raciocínio na prática:

Comenta EU QUERO que eu te mostro o caminho.

📚Official ERS/ATS clinical practice guidelines: noninvasive ventilation for acute respiratory failure. Rochwerg B, Brochard L, Elliott MW, et al. Eur Respir J 2017;50:1602426.

Ventilar trauma torácico não é apenas seguir protocolo.É tomar decisão.E é aqui que muita gente erra.Já vi paciente pior...
20/03/2026

Ventilar trauma torácico não é apenas seguir protocolo.

É tomar decisão.

E é aqui que muita gente erra.

Já vi paciente piorar não pela lesão…
Mas pela ventilação mal ajustada.

👉 VNI no paciente errado
👉 PEEP sem critério
👉 Hipercapnia onde não pode
👉 Ventilação “padrão” em um cenário que NÃO é padrão

No trauma, você não trata só pulmões.

Você precisa pensar em três coisas ao mesmo tempo:

🧠 Cérebro → controle de CO₂
🫁 Pulmão → proteção ventilatória
❤️ Circulação → tolerância à PEEP

Se você não integra isso…

Você não está ventilando.
Está apenas ajustando máquina.

E isso muda desfecho.

📌 Salva esse post pra revisar no plantão
📌 Compartilha com quem trabalha com você
📌 E me diz: você começa com CNAF, VNI ou já intuba?

Se quiser dar o próximo passo:

Comenta EU QUERO que eu te mostro como estruturar esse raciocínio na prática.

📚Mechanical Ventilation in Trauma-Induced Respiratory Failure: A Clinical Review. Carolina Ruiz et al. Respiratory Care 2026.

Prona não é só sobre oxigenação.E esse é o erro que mais vejo na prática.Quando bem indicada e bem executada, a posição ...
19/03/2026

Prona não é só sobre oxigenação.

E esse é o erro que mais vejo na prática.

Quando bem indicada e bem executada, a posição prona:
✔ melhora a relação ventilação-perfusão
✔ reduz a lesão pulmonar induzida pelo ventilador (VILI)
✔ protege o ventrículo direito
✔ melhora a mecânica respiratória

Mas aqui está o ponto que pouca gente fala 👇

⚠️ Pronar mal feito também causa dano.

Aumento da pressão intracraniana, lesões de pele, impacto hemodinâmico e até disfunção renal podem aparecer, principalmente quando a execução é negligenciada.

👉 Ou seja:
Não é só “indicar prona”.
É saber como pronar e o que monitorar durante o processo.

Se você ignora:
❌ hemodinâmica
❌ proteção de pele
❌ resposta clínica
❌ tempo adequado

Você pode transformar uma terapia salvadora em risco.

💡 Regras de ouro:
O benefício da prona depende mais da EXECUÇÃO do que da indicação.

A melhora do desfecho não depende primariamente da oxigenação, mas da proteção pulmonar e do ventrículo direito.

Agora me diz 👇
Você conhece os benefícios da prona além da oxigenação?

Comenta EU QUERO que eu te mostro como dominar essa estratégia e aplica-la com segurança na prática.

Salva esse post, você vai precisar revisar isso no plantão.

📚Physiological effects of prone positioning
during invasive mechanical ventilation: beyond PaO2. Rodrigo Comejo, Laurent Papazian and Maria Cruz Martin Delgado. Intensive Care Medicine 09 February 2026.

O ventilador está cheio de informações, mas a maioria não sabe interpretar.E isso custa caro.Porque você pode estar:⚠️ca...
18/03/2026

O ventilador está cheio de informações, mas a maioria não sabe interpretar.

E isso custa caro.

Porque você pode estar:

⚠️causando sobredistensão
⚠️deixando áreas colapsadas
⚠️mantendo esforço respiratório inadequado
⚠️aplicando PEEP alta em quem não responde
⚠️subestimando a interferência da autoPEEP
⚠️realizando leitura errada da DP
⚠️permitindo fechamento de vias aéreas

Sem perceber.

Alguns sinais fundamentais:

✔ Stress Index
1,1 → sobredistensão

✔ Driving Pressure
>15 cmH₂O → maior mort@lid@de

✔ Relação R/I
Identifica pacientes que realmente se beneficiam de PEEP alta

✔ PEEP intrínseca (PEEPi)
Pode gerar assincronia e aumentar esforço

✔ Pressão de abertura (AOP)
Pode mascarar a driving pressure real

✔ Pressão condutiva (Pcond)
Reflete a pressão necessária para vencer resistência

Se você não olha para isso, está ventilando “às cegas”.

E ventilação mecânica não perdoa erro silencioso.

Se quer dominar ventilação mecânica de verdade e tomar decisões com segurança:

A Trilha é o caminho.

Comenta EU QUERO que eu te envio o link para você garantir seu acesso.

📚Referência Bibliográfica: Understanding lung physiology through ventilator screen. Guillaume Carteaux, Elena Spinelli and Samir Jaber. Intensive Care Medicine, February, 2026.

Endereço

Santevie Centro De Saúde E Bem Estar, Rua General Joaquim Ignácio, 830, Empresarial The Plaza, Salas 1507 A 1510
Recife, PE
50070-495

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