Benéria Donato

Benéria Donato Desenvolvemos atividades acadêmicas e clínicas desde 1997 com o objetivo de oferecer serviços de PSY.

13/02/2026

As olimpíadas de inverno me fez lembrar quanto nos encantou ver a mãe de Gabi movimentando o corpo inteiro durante as apresentações da filha. Essa cena não era apenas entusiasmo. Era o cérebro dela participando ativamente da cena.

Impossível não lembrar que no ano 1990, o neurocientista Giacomo Rizzolatti e sua equipe, na Universidade de Parma, identificaram os chamados neurônios-espelho. Essas células cerebrais são ativadas tanto quando executamos uma ação quanto quando observamos outra pessoa executando a mesma ação.

Mas por qual motivo associei as olimpíadas de inverno 2026 a essa história da mãe da Gabi? Quarta, dia 11 de fevereiro, vimos algo semelhante na final da patinação artística em dupla pelo ouro. O casal italiano ganhou a medalha de ouro e uma das apresentações que garantiu esse ouro teve a coreografia criada por um coreógrafo brasileiro especialista em movimentos de braços. Durante a apresentação da final, ao assistir, o corpo do coreográfo atento acompanhou cada gesto, cada movimento. Braços subiam juntos. Tronco inclinava junto. Esse coreógrafo é o , ele foi o responsável pela coreografia da primeira apresentação dos franceses Laurence Fournier e Guillaume Cizeron.

Valeu a vitória, saber sobre a participação do coreógrafo Brasileiro e ver nele mais um exemplo vivo dos neurônios espelhos.

Isso é o que a neurociência chama de simulação encarnada: quando observar ativa no nosso cérebro circuitos motores e emocionais semelhantes aos de quem executa a ação. É conexão. Os neurônios-espelho estão associados à empatia, à aprendizagem por observação e à chamada “ressonância emocional”. Eles ajudam a explicar por que vibramos com um gol, choramos em uma apresentação ou sentimos o frio na barriga de quem está competindo.

O cérebro transforma a conquista individual em experiência compartilhada.

Celebrar o outro não é apenas um gesto social, é um fenômeno biológico. Nosso sistema nervoso foi feito para conectar.

E você, já percebeu seu corpo reagindo como se estivesse vivendo a cena junto com alguém?

Desejos altos sem comportamentos compatíveis para alcançar levará a frustração silenciosa e punitiva.A psicologia mostra...
11/02/2026

Desejos altos sem comportamentos compatíveis para alcançar levará a frustração silenciosa e punitiva.

A psicologia mostra que sucesso profissional e financeiro acompanha escolhas consistentes, regulação emocional e alinhamento com valores. Ao menos esses três pontos precisamos rever e investir, se preciso for!

Orientação básica para iniciar: Menos comparação. Mais processo. Menos expectativa. Mais direção.

Crescimento profissional e financeiro exige mais do que intenção. Então, invista em um método com clareza e responsabilidade.

Dinheiro reflete padrões de decisão, capacidade de regulação e coerência entre valores e ações. Quando esses processos não estão organizados, o esforço se dispersa e os resultados não se sustentam.

Segurança financeira é construída por escolhas consistentes, possíveis de manter ao longo do tempo, inclusive quando o entusiasmo inicial cede lugar à rotina. Pois bem, já vivo isso entre meus 20/30 anos!

Na clínica, observo diariamente: resultados duradouros surgem quando comportamento, emoção e propósito caminham integrados. E a pessoa tem habilidades adequadas para conseguir isso. É "ter condições" emocionais, cognitivas e comportamentais para sustentar o processo.

Desenvolvimento real e realista depende de prática bem conduzida, com consciência e direção.

Eu acredito que querer crescimento profissional e financeiro a qualquer momento da vida é legítimo. Porém vejo que o que diferencia as trajetórias de quem consegue, e de quem não conseguiu ainda, é a forma como cada pessoa decide e sustenta escolhas ao longo do tempo.

Organização, regulação emocional, clareza de valores e consistência cotidiana criam efeitos acumulativos que vão muito além de metas de curto prazo. Na prática isso é mais complexo, entretanto, com as habilidades necessárias se torna possível e é isso que estudei, pratiquei e ensino há alguns anos.

Por isso, crescer exige alinhamento entre intenção, ação e responsabilidade. É nesse ponto que o desenvolvimento pessoal deixa de ser discurso e passa a ser prática. E é exatamente nesse ponto que a psicologia baseada em evidências pode ajudar e vem ajudando tantos. Entendeu?

Depois de falar sobre pausa, férias, descanso e retorno à rotina, trago algo que costuma passar despercebido no seu dia ...
07/02/2026

Depois de falar sobre pausa, férias, descanso e retorno à rotina, trago algo que costuma passar despercebido no seu dia a dia:
a sua mente costuma ser "tocada" espontaneamente por situações ou lugares?

Isso se relaciona com contemplação e encantamento.

Contemplar envolve uma presença sustentada. Que acontece quando a atenção desacelera, o corpo se acalma e a mente se permite apenas perceber e sentir.

Já o encantamento surge quando algo ultrapassa o interesse comum e mobiliza emoção, abertura e encantamento ao mesmo momento.

Pesquisadoras como Ellen Langer associam estados contemplativos à atenção plena espontânea, aquela que surge quando estamos genuinamente envolvidos com o ambiente e contexto. Essa atenção amplia a percepção, reduz ruminação mental e favorece bem-estar psicológico.

Estudos em neurociência mostram que essas experiências ativam circuitos ligados à emoção positiva, curiosidade e vínculo, reduzindo a hiperatividade do sistema de alerta constante. O cérebro entra em um estado de segurança + interesse, combinação fundamental para saúde mental.

Durante nossa viagem eurocasal2026, muitos lugares foram visitados. Alguns foram belos, interessantes, outros impressionantes, cativantes e todos ricos culturalmente. Entretanto, houve um que produziu algo diferente, mais: admiração, leveza, presença.

Esse tipo de experiência não se mede pela quantidade do que foi visto, e sim pela qualidade do que foi visto.

Sevilha foi esse lugar. Claro, que cada parte da Espanha tem sua beleza e importância, porém quero destacar o lugar que me mobilizou mais contemplação e encantamento.

Sevilha convida à contemplação e encantamento, pois não exige consumo rápido. Ela se oferece em detalhes: sombras, azulejos, laranjeiras, silêncio entre ruas estreitas, passos mais lentos.

Essa combinação produz um efeito emocional específico que eu estava precisando e que valorizo: leveza com profundidade.

Em um mundo que estimula pressa, excesso e desempenho,
o encantamento e a contemplação funcionam como um lembrete de pausa e consciência. Seguem registros de Servilla, Barcelona, Valência e Granada.
🇪🇸

07/02/2026

Nosso esquenta para a prévia de hoje , não foi . Algumas pessoas levaram faltam, mas não vamos entrar em detalhes 🎶🎶🎶🎶🚲🚲🚲🚲 . E o professor heeemmm?! 🔝 .personal

04/02/2026

Paramos 2 semanas de treinar 💪 e quando voltamos parace que foram 2 meses. Eu não sei vcs, mas mesmo tendo academia nos hotéis, não consigo dormir bem, aproveitar, relaxar, e incluir treinos nas viagens, de trabalho consigo, de férias, não. Me conta a sua experiência, por favor? Claro, que ando muito, em Sevilla andamos 22 km , no primeiro dia, para terem ideia. Enfim, voltei, uns três níveis atrás... Peso ok, força nem tanto... Sigamos, recuperando... 😜🤪🙃🤣😳. A voz é do personal com toda paciência

03/02/2026

De hoje, terça, com ela, sempre 🔝🔝🔝

02/02/2026

Jamais valerá a pena transformar o esgotamento em símbolo de relevância. A ausência de pausa não é sinônimo de produtividade, compromisso ou sucesso.

Agendas cheias, noites mal dormidas, exaustão crônica passaram a ser exibidas quase como troféus, mas sinceramente, isso pode ser vantajoso para alguns por um tempo, porém não para sempre...

A psicologia e a neurociência mostram outro cenário: o cérebro exausto não cria, não aprende e não sente na mesma intensidade.

Profissionais que trabalham sob privação constante de descanso cometem mais erros, têm menor flexibilidade cognitiva e dificuldade de tomar decisões complexas.
Equipes pressionadas por metas contínuas tendem a repetir soluções antigas, evitando inovação.

Enquanto alguns escolhem demonstrar exaustão como escolha ou símbolo de status, outros a vivem como limite real do corpo e da mente, sem nem ter de fato possibilidade de pausa, cuidado ou recuperação.

A ciência é clara ao falar sobre algo oposto a essa lógica:

Christina Maslach, referência mundial em estudos sobre burnout, demonstra que o esgotamento não surge por fragilidade individual, mas por contextos de trabalho cronicamente desregulados.

Daniel Kahneman, Nobel de Economia, explica que o pensamento humano depende de recursos cognitivos limitados. Sob fadiga, o cérebro opera quase exclusivamente no “Sistema 1” (automático, impulsivo), reduzindo análise profunda, criatividade e autocontrole. Descanso é condição para pensamento de qualidade.

Matthew Walker, neurocientista do sono, comprova que a privação de descanso afeta diretamente memória, regulação emocional e imunidade. Segundo suas pesquisas, dormir e pausar não são luxos modernos, e sim necessidades biológicas fundamentais para funcionamento psíquico saudável.

Cuidar-se, descansar, ter pausas, portanto, é um deve e obrigação.
Pois também será: regulação fisiológica, proteção emocional e estratégia de proteção da saúde mental qa longo prazo.

Finalizo com uma pergunta simples e profunda: você tem percebido, respeitado e cuidado dos seus limites?

Reflita. Compartilhe esse alerta, pois viver bem é um ato de responsabilidade!

Conviver de forma contínua, fora da rotina, em outro contexto, com novos estímulos, cria um oportunidade de ter uma prox...
31/01/2026

Conviver de forma contínua, fora da rotina, em outro contexto, com novos estímulos, cria um oportunidade de ter uma proximidade diferente e necessária.

Um contato prolongado (quase 15 dias por 24 h) gera oportunidades: nos pequenos gestos, nas decisões compartilhadas, nos ajustes do dia a dia.

Pode surgir um momento de tensão em viagens longas, porém ele pode gerar mais maturidade relacional.

Muitos sabem sobre como a necessidade da regulação emocional, escuta ativa e capacidade de reparo fazem diferença em momentos de tensão.

Na minha prática clínica, um dos objetivos com casaais sempre foi fortalecer vínculos capazes de atravessar desafios cotidianos com flexibilidade emocional. As habilidades de comunicação ajudam a sustentar relações (não apenas conjugais) ao longo do tempo.

John Gottman, observou que casais estáveis desenvolvem habilidades muito específicas:
eles percebem sinais precoces de escalada emocional, sabem interromper padrões desgastantes e retomam a conexão depois.

Um belo dado dessas pesquisas mostra que relações duradouras mantêm uma predominância clara de interações positivas no cotidiano, em média, cerca de cinco para cada interação tensa. Esse equilíbrio funciona como um "colchão emocional" que preserva o vínculo quando surgem desgastes. Vejo muito isso acontecer na prática.

Casais, viagem SOZINHOS! No máximo de 3 em 3 anos. Viajar juntos amplia tudo: o cansaço, as expectativas, as diferenças de ritmo, a cooperação, o humor compartilhado e a parceria. Por isso, experiências fora da rotina revelam com nitidez o qualidade real do casal.

No consultório orientamos muito sobre como estabelecer conexão, por exemplo: momentos regulares a dois, pausas conscientes da rotina e experiências que reforçam a identidade do casal ao longo da vida.

Vejam, nada disso é regra e sim escolhas consistentes de prioridade. Faz sentido?

Relações maduras se constroem na presença, na curiosidade e na escolha cotidiana de cuidar do vínculo. É isso que sustenta a parceria ao longo do tempo, na intimidade, na viagem e na vida real.

Eu e ele vamos seguir escolhendo.
Com afeto, profundidade e humanidade. E você?

25/01/2026

Voltar de viagem sempre me lembra de algo essencial: saúde física e mental não acontecem por acaso. Falo sempre isso nas minhas aulas focadas em prevenção de transtornos mentais.

A saúde física e mental são construídas, dia após dia, através das escolhas que fazemos, pelos limites que colocamos e pela forma como habitamos o tempo.

A Espanha encanta um pouco exatamente por isso. Pela maneira como as pessoas vivem o presente (com menos culpa). Pelo respeito às pausas, às refeições sem pressa, às conversas que não são interrompidas pelo relógio. Enfim, pela clareza de que trabalhar é importante, mas viver bem é indispensável. Não é mesmo?

Longe de mim viver sem algumas ambições. Porém sempre com sabedoria emocional.

Sendo bem repetitivo esses últimos dias e propositadamente: aprenda a entender que o corpo precisa de descanso, a mente precisa de silêncio, e o vínculo humano precisa de presença. Combinado?

Como psicóloga, volto hoje desse simples e pequeno viagem ainda mais convicta: somente cuidamos da saúde mental se formos para além do tratando sintomas. Cuidamos (e muito bem) quando organizamos a rotina, quando sustentamos rituais de prazer, quando autorizamos o descanso e quando damos espaço ao que nos nutre.

Estou levando na mala comigo (para além dos perfumes e makes compradas) um bom aprendizado: vamos viver em diante com mais inteireza, menos pressa e mais consciência. Afinal, saúde não é algo que se espera (nem se compra, como fiz com alguns itens aqui), é algo que se constrói. Contém comigo, por aqui vamos falar mais sobre esses temas e juntos aprendermos mais... 🇪🇸

Continuando por aqui... Pausar é uma decisão consciente, alinhada ao cuidado com a saúde física, emocional e mental.Esco...
24/01/2026

Continuando por aqui... Pausar é uma decisão consciente, alinhada ao cuidado com a saúde física, emocional e mental.

Escolham para esses momentos de pausas lugares com sentido, ritmos mais humanos e experiências que favorecem a presença é uma forma legítima de autocuidado. Diversão, boa comida, longas conversar podem fazer parte das pausas.

A Espanha me inspirou esse movimento, por isso a escolha. A cultura valoriza o tempo vivido, as refeições compartilhadas, o caminhar sem pressa, a convivência e o descanso como parte da vida, não como luxo.

Estudos sobre estilo de vida mediterrâneo associam esses hábitos a melhor saúde cardiovascular, bem-estar subjetivo e maior longevidade. Vocês já devem saber disso!

Viajar, nesse contexto, amplia o olhar que precisava e reorganiza as minhas prioridades para 2026.
Então, o objetivo não foi apenas muda meu cenário, mas ajustar o meu ritmo interno e externo. Muitos sabem que tendo a um ritmo intenso demais...

Foram dias de renovação, conexão e constante escolha intencional por experiências que nutriam corpo e mente. Afinal, sustentar uma vida produtiva, criativa e saudável como a que eu gosto e preciso, requer saber quando desacelerar. Concordam?

Que a gente siga em 2026 cultivando pausas necessárias e com sentido. Elas ajudam a manter nosso caminho sustentável sem atrapalhar nem interromper.

(Alguns registros da parte 1 da viagem : aqui apenas Madrid e Toledo, depois compartilho Barcelona, Valência, Sevilla e Granada).

19/01/2026

Ainda há quem pense que saúde mental no trabalho é um “detalhe” que não precisa de atenção? Pois bem, na prática, trata-se mesmo é de uma necessidade coletiva e urgente.

Em 2025, o número de pessoas falando (e vendendo cursos) sobra a Norma Regulamentadora NR1 cresceu aceleradamente, portanto, não preciso entrar em detalhes, apenas quero relembrar que ela estabelece diretrizes para a gestão de riscos ocupacionais e passou a incluir de forma explícita os riscos psicossociais. Alguns exemplos de riscos psicossociais: sobrecarga, assédio, metas irrealistas, falta de autonomia e clima organizacional adoecedor.

O objetivo central é exigir que as empresas identifiquem, avaliem, previnam e monitorem esses riscos com a mesma seriedade dedicada aos riscos físicos e ambientais. Sim, mais pressão e responsabilidades para alguns e mais direitos e segurança para outros...

A obrigatoriedade relacionada aos riscos psicossociais sofreu uma alteração na data. O que não apenas as empresas precisam saber? Pois bem, então:

• Saúde mental passa a integrar a gestão contínua de riscos;
• Será necessário mapear fatores organizacionais que impactam o bem-estar emocional;
• Não basta oferecer palestras isoladas: é preciso evidência de cuidado, prevenção e acompanhamento;
• Lideranças terão papel central na construção de ambientes psicologicamente seguros.

Espero imensamente que o adiamento tenha ajudado a organizar tudo que se faz necessário, e não reforçado a inércia.

Ambientes de trabalho saudáveis reduzem afastamentos, previnem adoecimentos como o burnout e preservam o que temos de mais precioso: a mente, ou seja, saúde mental.

Saúde emocional sempre foi e cada ano será mais sendo um investimento estratégico, indispensável, humano e ético.

Se este assunto faz sentido, compartilhe este conteúdo.

Vamos falar mais sobre esse tema por aqui em 2026, combinado?

Meu foco, disponibilidade e habilidades técnicas serão cada vez mais para projetos em prol da prevenção e da promoção do bem estar, resiliência emocional, habilidades socioemocionais e, claro, saúde mental. Conte comigo!

Minha experiência com prevenção de transtornos de ansiedade e de humor não começou nos livros, começou na vida e com as ...
15/01/2026

Minha experiência com prevenção de transtornos de ansiedade e de humor não começou nos livros, começou na vida e com as necessidades reais.

Ao longo de quase 30 anos de atuação como psicóloga, convivendo com crianças, famílias, adultos e organizações, fui percebendo algo essencial: o sofrimento, e muito menos os transtornos mentais, raramente surgem de repente. Dão sinais: no corpo, nos pensamentos, no comportamento.

Percebi que quando aprendemos a de fato escutá-los e percebê-los podemos intervir antes que o "adoecimento" se torne a única saída de alguém próximo a nós.

O cuidado emocional precisa fazer parte da vida real, das escolhas diárias e das relações que construímos e investimos no dia a dia.

Ambientes, ritmos, expectativas e formas de convivência podem adoecer ou proteger.

Vivemos em uma cultura de excesso: excesso de informação, de demandas, de estímulos e de urgência. Pesquisadores como Daniel Levitin, neurocientista cognitivo, mostram que o cérebro humano não foi projetado para operar em estado constante de alerta e multitarefa. Esse funcionamento contínuo aumenta o estresse fisiológico, reduz a clareza mental e favorece o esgotamento emocional.

A psicologia contemporânea é clara: investir em prevenção é mais eficaz, mais humano e mais sustentável do que agir apenas quando o sofrimento já se instalou.

Pesquisas em psicologia positiva e ciência do bem-estar, como as de Martin Seligman e Sonja Lyubomirsky, mostram que práticas simples e consistentes fortalecem fatores de proteção.

Autocuidado é estratégia de saúde que podem ser ensinadas.

Todos nós impactamos a saúde mental uns dos outros, seja em casa, no trabalho, nas amizades e nas pequenas interações do cotidiano. Promover ambientes mais respeitosos, humanos e possíveis é parte fundamental da prevenção do adoecimento emocional.

Cuidar da saúde mental é um investimento diário. E quanto mais cedo esse cuidado começa, maiores são os benefícios ao longo da vida.

Janeiro é um convite. Mas a responsabilidade e a oportunidade é de todos nós, o ano inteiro. Combinado?

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Rua Fernando Simões Barbosa, 266
Recife, PE

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