Psicóloga Thayná A. S. Foresto

Psicóloga Thayná A. S. Foresto Ψ Atendimento em psicoterapia online para adolescentes e adultos. Terapia Cognitivo-Comportamental.

Vivemos tentando evitar o desconforto.Fugimos de conversas difíceis, distraímos a mente, adiamos decisões, buscamos alív...
15/04/2026

Vivemos tentando evitar o desconforto.

Fugimos de conversas difíceis, distraímos a mente, adiamos decisões, buscamos alívio imediato. Tudo para não sentir.

Mas existe um custo nisso.

Quanto mais evitamos o sofrimento, menos desenvolvemos a capacidade de tolerá-lo.

E, aos poucos, até pequenos desconfortos começam a parecer grandes demais.

O que antes seria apenas incômodo, passa a ser insuportável.

A evitação alivia no curto prazo, mas fragiliza no longo.

Porque tolerância emocional não nasce da ausência de dor, mas do contato com ela.

É enfrentando, sentindo e atravessando que aprendemos que conseguimos lidar.

Que passa.
Que não nos destrói.
Que podemos suportar.

O caminho não é eliminar o desconforto, mas desenvolver recursos para viver com ele.

Porque uma vida sem desconforto não existe.
Mas uma vida com mais capacidade de enfrentamento sim.

🧠 Nosso cérebro busca prazer e evita dor o tempo todo. O problema é que o mesmo sistema que nos recompensa também nos co...
07/04/2026

🧠 Nosso cérebro busca prazer e evita dor o tempo todo. O problema é que o mesmo sistema que nos recompensa também nos cobra depois. Quanto mais buscamos pequenas recompensas imediatas (comida, redes sociais, compras, jogos, procrastinação, etc.), mais o cérebro precisa se reorganizar para manter o equilíbrio. E esse equilíbrio muitas vezes vem na forma de desânimo, culpa, ansiedade, irritação ou vazio.

Ou seja, o prazer rápido muitas vezes cobra um sofrimento depois.

Isso explica por que muitas pessoas dizem:
• “Eu nem queria ter feito isso.”
• “Eu sabia que não ia me fazer bem.”
• “Depois eu me arrependo.”
• “Eu não consigo parar.”

Não é apenas falta de força de vontade. É um funcionamento neurobiológico: quanto mais estímulos prazerosos imediatos, mais o cérebro aumenta a sensação de desconforto depois para compensar.

Essa reflexão leva a algo importante:
nem tudo que dá prazer faz bem, e nem tudo que é desconfortável faz mal.

Muitas coisas que constroem uma vida melhor envolvem desconforto:
• estudar;
• trabalhar;
• fazer terapia;
• fazer exercício;
• ter conversas difíceis;
• dizer não;
• mudar hábitos;
• esperar;
• se frustrar;
• se responsabilizar.

Enquanto isso, muitas coisas que dão prazer imediato podem nos afastar da vida que queremos construir se feitas sem equilíbrio.

🔸Talvez a maturidade emocional esteja justamente em entender isso:
uma vida boa não é uma vida sem desconforto, é uma vida em que escolhemos quais desconfortos valem a pena.

🔸Porque no fim, sempre haverá algum desconforto.
A diferença é se ele vem do excesso de prazeres imediatos ou do esforço para construir algo que realmente importa.

30/03/2026

Tudo que preciso fazer nessa fase é agradecer. 😮‍💨

Agradecer as experiências que vivi até chegar aqui, os erros e acertos, as oportunidades, o ensinamento das dificuldades, o riso dos momentos alegres, as lágrimas quando a emoção surge…

Mas sobre tudo, agradeço as pessoas, a cada uma que cruzou seu caminho com o meu, família, amigos, pessoas que confiam em meu trabalho e me permitem acompanhar e fazer parte de sua história. Vocês me transformam em alguém melhor a cada encontro!

Aos meus filhos Aurora e Apolo, pela oportunidade de viver o amor mais inexplicável e leve. Vocês são minhas inspirações!

Ao meu marido Gabriel. Nos encontramos em 28 de janeiro de 2017 e nos escolhemos todos os dias desde então. Crescendo e aprendendo juntos, cuidando com zelo do que é mais precioso, a família que construímos e a admiração um pelo outro. Obrigada pelo seu apoio e por todo seu amor!
Essa brincadeira em formato de vídeo só foi possível com a ajuda do Gabriel.

“You’re taking me out of the ordinary”

Sempre fui de correr riscos, minha mãe diz que sou a que mais deu trabalho, mas também diz que admira minha coragem. Tal...
30/03/2026

Sempre fui de correr riscos, minha mãe diz que sou a que mais deu trabalho, mas também diz que admira minha coragem. Talvez seja isso: entre o medo e a valentia, eu sempre segui caminhando, testando, errando e crescendo.

A verdade é que o medo e a insegurança já me travaram em muitas situações. Mas até isso virou aprendizado. Em outros momentos, foi a imprudência ou simplesmente o desejo intenso de viver que me empurrou para frente, me fez buscar mais, experimentar, testar limites. Às vezes pelo prazer de ser do contra, às vezes por pura curiosidade. Ainda assim, minhas escolhas nunca ultrapassaram aquilo que faz sentido para mim, aquilo que desejo de verdade.

Com a maturidade, aprendi a direcionar minha energia para as obrigações e, surpreendentemente, encontrei prazer nelas. Sempre gostei de rotina e nela encontrei o sentido de ponte: é ela que me aproxima da vida que almejo viver, passo a passo, com intenção.

Neste ano, realizei sonhos profissionais importantes e cresci como pessoa. Me desenvolvi, me observei, me refinei. Sei que ainda há muito a aprender, muito a melhorar e é exatamente isso que me move. A certeza de que o processo nunca termina, e que sempre existe espaço para evoluir.

Que o próximo ano me encontre com a mesma coragem, mas com ainda mais consciência!

• Deixa ela viver a crise dos 30 dela •

30/03/2026

Que fase boa… 😮‍💨
Quanta sorte! 🍀♥️

Será que algum dia vou deixar de me surpreender com a sorte do fato de aniversariar com você?!A probabilidade de um filh...
30/03/2026

Será que algum dia vou deixar de me surpreender com a sorte do fato de aniversariar com você?!

A probabilidade de um filho nascer no mesmo dia em que sua mãe numa via de parto natural é de 0,27%, o que é especialmente raro.

Quantas vidas poderiam ser vividas para um evento como esse acontecer?

Em média, seria preciso viver cerca de 365 gestações para que uma coincidência como essa acontecesse uma vez.

Ou seja: é como se, a cada 365 histórias possíveis, apenas uma trouxesse esse encontro exato de datas.

Por isso, só pode ser visto como algo muito especial. Quase como se nossas histórias tivessem sido “escritas” para se encontrar no mesmo dia.

A primeira pergunta que me fazem quando conto que você nasceu no mesmo dia que eu é: foi cesária? E todos se surpreendem quando nego e revelo que você veio de um parto normal, na sua hora, a sua maneira. Você escolheu, foi assim e a mim só coube aceitar esse presente.

Aniversários sempre foram importantes para mim e desde 2024, o dia que era meu passou a ser nosso, ganhou um novo sentido e as comemoração passaram a ser em dobro.

O parto natural, dá a oportunidade do bebê indica sua hora. Nesse protagonismo você escolheu essa data, a sua maneira, me presenteando…

É um prazer pra mim dividir esse dia com você, meu Sol! ☀️
Amo você, infinito e além! ♥️

Ser assertivo não é ser grosso, frio ou egoísta.Ser assertivo é conseguir se comunicar com clareza, respeito e responsab...
26/03/2026

Ser assertivo não é ser grosso, frio ou egoísta.
Ser assertivo é conseguir se comunicar com clareza, respeito e responsabilidade emocional.

Muitas pessoas vivem entre dois extremos:
ou guardam tudo e são passivas,
ou explodem e são agressivas.

⚖️A assertividade é o equilíbrio entre esses dois comportamentos.

É conseguir dizer:
• o que sente
• o que precisa
• o que pensa
• quais são seus limites

Sem atacar o outro e sem se anular.

😮‍💨Aprender a se comunicar de forma assertiva melhora relacionamentos, reduz conflitos, diminui sobrecarga emocional e aumenta o respeito nas relações.

Assertividade não é sobre controlar a reação do outro.
É sobre se posicionar de forma clara e respeitosa, independentemente da reação dele.

💡Isso muda relacionamentos, autoestima e a forma como as pessoas passam a te tratar.

🔹 Já reparou como é fácil dar um conselho a uma pessoa querida, mas como é difícil resolver o problema quando somos nós ...
24/03/2026

🔹 Já reparou como é fácil dar um conselho a uma pessoa querida, mas como é difícil resolver o problema quando somos nós na mesma situação?

🗣 Quando algo acontece com alguém que amamos, conseguimos acolher, orientar, pensar em soluções e oferecer palavras de cuidado. Mas, quando é conosco, muitas vezes nos tratamos com mais dureza, nos colocamos em segundo plano e permanecemos em situações que nos fazem mal, como se merecêssemos menos cuidado do que oferecemos aos outros.

Às vezes, não é falta de saber o que fazer.
É falta de olhar para si com a mesma responsabilidade e compaixão com que olhamos para quem amamos.

Então vale se perguntar:

• Qual é a sua responsabilidade no problema em que você se encontra?
• O que você diria a uma pessoa querida se ela estivesse vivendo exatamente o que você está vivendo agora?

Talvez esteja na hora de começar a se tratar com o mesmo cuidado que você oferece aos outros.

“É necessário sair da ilha para ver a ilha, não nos vemos se não saírmos de nós.”
- José Saramago.

resoluçãodeproblemas

Apesar de não atuar com a psicanálise, demonstro meu total respeito por tudo que Freud conquistou para a saúde mental.Es...
20/03/2026

Apesar de não atuar com a psicanálise, demonstro meu total respeito por tudo que Freud conquistou para a saúde mental.

Essa reflexão dele remete a autorresponsabilidade, um conceito que gosto muito.

É mais fácil ter uma visão do outro, olhar de fora para outra pessoa, o que ela está fazendo ou deixando de fazer para nos causar sofrimento, o que o universo, sorte ou acaso tem ou não nos oferecido, e deixamos passar a nossa própria responsabilidade. Olhar de dentro é mais difícil, limita nosso alcance, o que provoca distorções.

O que você tem feito para mudar a sua situação? Como tem se esforçado? O que está fazendo ou deixado de fazer que te mantém aonde está? O que já tentou e o que ainda pode testar? Reflita o que é possível fazer hoje na direção do que deseja alcançar e transformar no futuro.

16/03/2026

O efeito borboleta diz que pequenas mudanças no início de um processo podem gerar consequências muito diferentes no futuro. A ideia vem da Efeito Borboleta, ligado à Teoria do Caos, e foi popularizada pelo meteorologista Edward Lorenz ao perceber que uma pequena alteração em um modelo climático produzia resultados completamente diferentes nas previsões. 

Na psicoterapia, algo parecido acontece.

Muitas vezes as mudanças parecem pequenas demais para fazer diferença:
uma pergunta feita na sessão,
um pensamento questionado,
uma nova forma de responder a uma situação.

Nada disso parece revolucionário no momento.

Mas pequenas mudanças internas começam a se espalhar silenciosamente:
mudam a forma como você interpreta o que acontece,
mudam a maneira como reage às pessoas,
mudam as decisões que você toma.

E quando você percebe, aquela pequena mudança inicial já transformou muita coisa.

A psicoterapia raramente muda a vida com um grande acontecimento. Ela muda com micro movimentos repetidos.

Um novo olhar.
Uma escolha diferente.
Um limite colocado.
Um pensamento flexibilizado.

Pequenas mudanças internas podem gerar grandes transformações externas.

Às vezes, o que parece só uma conversa… é o começo de um efeito borboleta na sua vida. 🦋

Sabe quando alguém comete um erro ou uma criança cai e a primeira frase que se ouve é: “eu avisei” ou “se tivesse me ouv...
04/03/2026

Sabe quando alguém comete um erro ou uma criança cai e a primeira frase que se ouve é: “eu avisei” ou “se tivesse me ouvido…”?

Em um primeiro momento, pode parecer apenas um comentário. Mas, muitas vezes, essa frase não ensina, afasta. Não orienta, acusa. Quando alguém já está lidando com a frustração ou a dor, o “eu avisei” acrescenta outras sensações desagradáveis como culpa, vergonha, incompreensão, falta de apoio…

Naturalizamos esse tipo de comunicação. Crescemos ouvindo e, sem estar conscientes, repetimos. Só que aprender não acontece melhor sob humilhação. A aprendizagem verdadeira acontece quando há acolhimento, validação, espaço para refletir sobre o que aconteceu, compreender as consequências e pensar em alternativas para a próxima vez.

Ninguém nasce sabendo. Ninguém acerta sempre. Errar faz parte da condição humana e é justamente por isso que o erro pode ser uma ferramenta de crescimento. Quando acolhemos o erro, ensinamos responsabilidade sem destruir a autoestima. Quando validamos a dor, abrimos caminho para a maturidade emocional.

Talvez, em vez de “eu avisei”, possamos experimentar:
“Como posso te ajudar agora?”
“Vamos pensar juntos no que fazer diferente?”
“O que você aprendeu com isso?”

Mais importante do que provar que se está certo é cuidar da relação. E transformar o erro em aprendizado, não em afastamento.

Entrando na brincadeira 🥰
16/02/2026

Entrando na brincadeira 🥰

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Ribeirão Prêto, SP

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