05/03/2026
Muitos pais acreditam que, depois de um tempo, o filho “se acostumou” com a medicação psiquiátrica.
Mas, na maioria das vezes, não é isso que acontece.
O que muda é a vida.
As matérias da escola f**am mais difíceis, as responsabilidades aumentam, as interações sociais f**am mais complexas.
Ou seja: as demandas crescem.
E quando a vida f**a mais exigente, é comum parecer que o efeito do remédio diminuiu.
Por isso, tratamentos bem conduzidos não dependem apenas da medicação. Psicoterapia, rotina de sono, atividade física e acompanhamento regular fazem parte do processo.
Porque tratar saúde mental não é só ajustar remédio — é preparar a pessoa para lidar com as demandas da vida.
Eduardo Gonçalves
Psiquiatra da Infância e Adolescência
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