20/04/2026
Há momentos em que a dor parece não caber em palavras — e, ainda assim, é justamente o diálogo que pode sustentar a vida. Neste artigo, proponho uma integração entre duas abordagens potentes: o Diálogo Aberto e o Diálogo Antecipatório. Juntas, elas nos ajudam a cuidar da crise suicida de forma mais humana, relacional e esperançosa.
De um lado, a escuta radical que acolhe o sofrimento no presente. De outro, a construção compartilhada de pequenos futuros possíveis.
Mais do que técnicas, são convites: a sustentar a incerteza, a reconhecer a dor como experiência relacional, e a reconstruir caminhos de vida junto com aqueles que caminham conosco.
Porque, mesmo quando tudo parece sem saída,
o encontro pode abrir possibilidades.
Leia o artigo completo na Nova Perspectiva Sistêmica, v 34 (83), dez 2025
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