Dr Rodolpho Hakime Scalize

Dr Rodolpho Hakime Scalize Médico e atleta, me especializei em ortopedia esportiva pela vivência pessoal com lesões na prática esportiva.

Torcer o joelho durante esporte, queda ou mudança brusca de direção é relativamente comum.Mas nem toda torção deve ser t...
22/05/2026

Torcer o joelho durante esporte, queda ou mudança brusca de direção é relativamente comum.

Mas nem toda torção deve ser tratada como algo simples.

Inchaço importante, estalo no momento da lesão, sensação de falseio, dificuldade para apoiar, bloqueio do movimento ou dor persistente são sinais que merecem atenção.

Em alguns casos, a entorse pode estar associada a lesões ligamentares, meniscais, condrais ou até a lesões combinadas.

O ponto principal não é assustar o paciente, mas evitar que uma lesão relevante seja subestimada.

Uma boa avaliação clínica ajuda a diferenciar uma torção simples de um quadro que exige investigação e acompanhamento mais cuidadoso.

Quando o joelho torce e não evolui bem, vale investigar com critério.

Dor no ombro é uma queixa comum.Mas quando, além da dor, o paciente começa a perceber que o ombro está “travando”, a ava...
18/05/2026

Dor no ombro é uma queixa comum.

Mas quando, além da dor, o paciente começa a perceber que o ombro está “travando”, a avaliação precisa ser mais criteriosa.

Dificuldade para levantar o braço, colocar a mão nas costas, vestir uma camisa ou dormir sobre o lado afetado pode estar associada a quadros de rigidez do ombro, como a capsulite adesiva, conhecida como ombro congelado.

Nesses casos, tratar apenas como “inflamação” pode atrasar o diagnóstico e prolongar a limitação.

O mais importante é entender se o problema é predominantemente dor, rigidez, perda de força ou uma combinação desses fatores.

Esse detalhe muda completamente a condução.

Quando o ombro perde movimento, o diagnóstico correto faz diferença no tratamento.

Lesão do menisco é um achado bastante comum nos exames do joelho.Mas encontrar uma lesão no exame não significa, automat...
13/05/2026

Lesão do menisco é um achado bastante comum nos exames do joelho.

Mas encontrar uma lesão no exame não significa, automaticamente, que o caminho seja a cirurgia.

A decisão depende de alguns pontos importantes: o tipo da lesão, a localização, a idade do paciente, os sintomas, a presença de travamento, o grau de limitação, o nível de atividade e se existe desgaste associado no joelho.

Em alguns casos, o tratamento conservador pode ser suficiente.
Em outros, especialmente quando há sintomas mecânicos ou limitação importante, a cirurgia pode ser considerada.

O ponto central é: não se trata apenas de operar ou não operar.
Trata-se de entender se aquela lesão realmente explica a dor e qual conduta faz mais sentido para aquele paciente.

Na ortopedia, a melhor decisão costuma nascer da soma entre exame físico, imagem e contexto clínico.

Se você recebeu o diagnóstico de lesão do menisco e ficou em dúvida sobre a necessidade de cirurgia, uma avaliação criteriosa pode ajudar a definir o melhor caminho.





Ácido hialurônico no joelho pode ser uma boa opção em alguns casos.Mas não é um tratamento que deve ser indicado de form...
08/05/2026

Ácido hialurônico no joelho pode ser uma boa opção em alguns casos.

Mas não é um tratamento que deve ser indicado de forma automática.

A decisão depende de vários fatores: o tipo de dor, o exame físico, o grau de desgaste da articulação, a presença ou não de inflamação, a rotina do paciente, o nível de atividade e a expectativa real de resultado.

Em alguns joelhos, a infiltração pode ajudar no controle dos sintomas e na melhora funcional.

Em outros, pode ter pouco benefício se a indicação não estiver bem feita.

Por isso, antes de pensar no procedimento, é preciso entender o contexto.

O problema não é o ácido hialurônico em si.

O problema é tratar todos os joelhos como se fossem iguais.

Em ortopedia, uma boa conduta não é repetir a mesma solução para todos.

É saber quando um tratamento faz sentido — e quando ele não é a melhor escolha.

Tratamentos para o joelho precisam ser indicados com critério e individualização.

Dor no ombro à noite é um sintoma que merece atenção.Durante o dia, muitas pessoas conseguem adaptar os movimentos, evit...
04/05/2026

Dor no ombro à noite é um sintoma que merece atenção.

Durante o dia, muitas pessoas conseguem adaptar os movimentos, evitar alguns gestos ou conviver com certo grau de desconforto.

Mas quando a dor começa a aparecer ou piorar à noite, atrapalhando o sono, mudando a posição para dormir ou fazendo o paciente acordar durante a madrugada, isso pode indicar que existe algo além de uma dor passageira.

Esse quadro pode estar relacionado a diferentes causas, como alterações do manguito rotador, bursite, síndrome do impacto, rigidez articular, inflamações persistentes ou até lesões que precisam ser avaliadas com mais cuidado.

O ponto principal é: dor no ombro não deve ser tratada apenas com um rótulo genérico.

Nem toda dor é “tendinite”.
Nem todo incômodo melhora apenas com repouso.
E nem todo exame alterado significa necessariamente cirurgia.

O diagnóstico correto depende da história clínica, do exame físico, do padrão da dor, da limitação funcional e, quando necessário, de exames de imagem bem indicados.

Quando a dor começa a limitar o sono ou a rotina, uma avaliação criteriosa faz diferença.

Congresso é importante.Mas, sozinho, não muda conduta.O que realmente muda a prática é a capacidade de ouvir, comparar, ...
10/04/2026

Congresso é importante.

Mas, sozinho, não muda conduta.

O que realmente muda a prática é a capacidade de ouvir, comparar, ponderar e filtrar o que de fato faz sentido para o paciente certo, no contexto certo.

Em áreas com muita técnica, inovação e novidade, conhecer o novo é só uma parte do trabalho.

A outra parte, muitas vezes mais difícil, é decidir o que merece ser incorporado com critério.

Atualização sem filtro aumenta o ruído.
Atualização com maturidade pode melhorar decisão.

Mais importante do que ver novidade é saber o que merece entrar na prática.

Muita dor no ombro ainda recebe um nome genérico cedo demais: tendinite.Em alguns casos, esse rótulo está correto.Em mui...
06/04/2026

Muita dor no ombro ainda recebe um nome genérico cedo demais: tendinite.

Em alguns casos, esse rótulo está correto.
Em muitos outros, ele simplifica excessivamente um problema que merece leitura melhor.

Porque o ombro doloroso pode envolver manguito, bursa, impacto, rigidez, controle muscular e outros mecanismos com implicações diferentes na conduta.

Quando o diagnóstico sai amplo demais, o tratamento também tende a perder precisão.

Na prática, uma boa decisão começa antes do tratamento.
Começa entendendo exatamente o que está sendo tratado.

Diagnóstico genérico costuma levar a tratamento genérico.

Muita gente se assusta quando percebe o joelho “estalando”.Mas nem todo estalo significa um problema grave.O ponto princ...
30/03/2026

Muita gente se assusta quando percebe o joelho “estalando”.

Mas nem todo estalo significa um problema grave.

O ponto principal é entender se esse estalo acontece isoladamente ou se vem acompanhado de dor, inchaço, travamento, sensação de falseio ou perda de desempenho.

É esse contexto que ajuda a diferenciar situações mais benignas daquelas que realmente merecem uma investigação cuidadosa.

Mais do que o som, importa o conjunto: história clínica, exame físico e correlação adequada com os exames.

Salve este post para consultar depois ou envie para alguém que vive com essa dúvida.





Em ortopedia, técnica importa.Mas critério também.A boa decisão não depende apenas de saber operar.Depende de avaliar co...
27/03/2026

Em ortopedia, técnica importa.
Mas critério também.

A boa decisão não depende apenas de saber operar.
Depende de avaliar com precisão, indicar com responsabilidade e entender o que realmente faz sentido para cada paciente.

Nem todo caso exige o mesmo caminho.
E é justamente esse olhar criterioso que torna a conduta mais segura, mais madura e mais adequada.

Na prática, isso significa unir experiência, análise clínica e responsabilidade na indicação.

Casos que envolvem dor persistente, limitação funcional ou dúvida sobre a melhor conduta merecem avaliação especializada.

25/03/2026

Nem toda dúvida significa excesso de preocupação. Muitas vezes, significa prudência.

Em casos de dor persistente, limitação funcional ou decisão cirúrgica em discussão, buscar uma segunda opinião pode ajudar a confirmar o diagnóstico, esclarecer possibilidades e trazer mais segurança para a conduta.

Na ortopedia, o exame não deve ser interpretado de forma isolada. O tratamento precisa fazer sentido para o quadro clínico como um todo.

Quando o quadro merece mais segurança para decidir, uma avaliação criteriosa faz diferença.


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Dor no ombro é uma queixa frequente, mas nem toda situação representa indicação cirúrgica.O ponto mais importante é ente...
23/03/2026

Dor no ombro é uma queixa frequente, mas nem toda situação representa indicação cirúrgica.

O ponto mais importante é entender a causa da dor, o grau de limitação, o tempo de evolução do quadro e o impacto funcional no dia a dia do paciente.

Em ortopedia, a melhor decisão não vem da pressa. Ela vem do diagnóstico correto, da análise clínica cuidadosa e da indicação responsável.

Quando o tratamento é individualizado, a conduta tende a ser mais segura e mais eficiente.

Quadros persistentes ou limitações importantes no ombro merecem avaliação especializada.

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