08/02/2026
Entenda a “química” da saciedade é o que separa um jejum sofrido de um jejum que flui com energia e leveza.
Quando focamos em proteínas e gorduras, estamos basicamente dando um “truque” inteligente no nosso corpo para ele esquecer que a geladeira existe por umas horas.
1. O Poder de Saciedade da Proteína
A proteína é o macronutriente que mais “enche”. Quando você come proteína, seu corpo libera hormônios como o PYY e o GLP-1, que avisam o cérebro que você está satisfeito. A proteína é mestre em baixar a grelina, que é o famoso “hormônio da fome”. Se a grelina está baixa, você não sente aquela urgência de comer.
2. A Estabilidade das Gorduras
Se a proteína mata a fome no momento, a gordura garante que ela demore a voltar. A gordura leva mais tempo para ser digerida. Isso mantém seu estômago ocupado e satisfeito por um período muito maior. Diferente dos carboidratos, a gordura quase não estimula a insulina. Isso é crucial porque, quando a insulina sobe e desce rápido (efeito montanha-russa do açúcar), você sente uma fome voraz poucas horas depois.
3. O “Combustível” para o Jejum
Comer gorduras boas ensina seu corpo a usar a gordura como fonte de energia. No jejum, queremos exatamente isso: que o corpo acesse as nossas reservas. Se você termina a janela de alimentação com proteína e gordura, a transição para o estado de jejum é muito mais suave, sem aquela “tremedeira” ou irritação de quando falta glicose.
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