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Grupos de família, ancestralidade e o que a memória guardaOntem teve uma discussão interessante no grupo de WhatsApp da ...
19/04/2026

Grupos de família, ancestralidade e o que a memória guarda

Ontem teve uma discussão interessante no grupo de WhatsApp da família.

Antes de continuar, preciso abrir um parêntese — e quem me conhece sabe que meus parênteses têm fôlego próprio. Todo mundo aqui conhece esses grupos, não é? São a nova arquitetura do afeto familiar. Um mundo invisível, frenético e intenso, onde ainda tem gente debatendo se o homem foi mesmo à lua, enquanto ninguém questiona o poder avassalador de um grupo de família. Eles agregam, aproximam, criam a ilusão gostosa de que estamos juntos — e também têm o dom raro de destruir qualquer relação em menos de três mensagens. As discussões vão das receitas culinárias até a mais aterrorizante de todas as guerras domésticas: a política.

Dito isso, fecho o parêntese.

Chamo atenção para uma expressão que usei: falsa proximidade. Porque nos vemos menos, tocamos menos, trocamos menos vírus e, paradoxalmente, estamos próximos de forma virtual até com aquele que mora na esquina. Não é crítica, é observação. Se é bom ou ruim, merece uma conversa mais longa e mais honesta. E qualquer coisa, eu bloqueio. Simples assim.

Foi então que minha irmã caçula fez uma pergunta no grupo. Ela estava num curso e precisava mapear a ancestralidade da família para uma dinâmica. Uma pergunta despretensiosa, jogada ali no meio das figurinhas e dos áudios esquecidos.

E o que veio depois foi bonito demais.

Nossa família andou pelos povos indígenas, passou pelo seringal, visitou o Nordeste e fez uma breve escala na França. Desencavamos gravidez na adolescência, colégio interno para moças "errantes", desbravadores da floresta, lutos na infância, adoção, a dúvida eterna de madrasta é mãe?, o Santo Daime, os "quase" parentes e mais histórias que se acham e se perdem nas margens da memória.

Continua em
https://www.acreaovivo.com/noticia/198166/grupos-de-familia-ancestralidade-e-o-que-a-memoria-guarda

Bem PinkNem Pink.
13/04/2026

Bem Pink
Nem Pink.

13/04/2026
O que você faria se...Por Giselle MoraesO que você faria se, três dias antes do seu casamento com o amor da sua vida, vo...
12/04/2026

O que você faria se...

Por Giselle Moraes

O que você faria se, três dias antes do seu casamento com o amor da sua vida, você descobrisse algo "terrível" sobre ele?

Esta é a pergunta que rege O Drama — queridinho ou não dos cinéfilos de plantão. O novo longa, dirigido pelo norueguês Kristoffer Borgli, tem um casal adorável com uma química peculiar: o sempre galã e agora muito mais sexy Robert Pattinson — lembram dele? O vampiro mais conhecido dos últimos tempos, da série Crepúsculo — e a linda Zendaya, que imprime no filme sua marca e seu carisma emblemático.

Dois queridinhos atraem para o cinema todos os públicos, desde os fãs das comédias românticas até os "curiosos" mais antenados nas críticas de filmes.

O certo é que não vou dar spoiler do filme, nem pretendo realizar uma crítica contundente sobre o impacto dele nas cadeiras dos cinemas, pois impacta, é lógico. O fruto central do drama traz uma realidade americana controversa, com uma ferida ainda aberta em muitos lares do país.

A reflexão vem a respeito do ser humano e perpassa um viés bem perigoso da mente. Me pergunto: até onde conhecemos o outro? E não aquele que está nos filmes ou nos noticiários. Falo daquele que mora ao lado, a pessoa que divide seus dias, seus sonhos e sua realidade.

E venho com uma pergunta: qual o seu segredo mais escabroso? Aquilo que você fez e procura esconder do seu próprio inconsciente? Ah, nada fiz — ou melhor, nada assim que eu possa temer ou me envergonhar. Minha vida sempre foi muito certinha, diria até enfadonha!

Que medo!

Então o bom costume nos diz o seguinte: identificamos o certo e o errado, o bem e o mal, o feio e o bonito, a luz e a sombra. Critérios estabelecidos pela sociedade e pelos costumes aos quais fomos educados e moldados. Pois vocês sabem, né? Isso também muda de acordo com a região, o país, a religião, os costumes e os valores. Tudo é obra de uma convenção estabelecida, sei lá há quantos milhões de anos.

Bem clichê.

Continua em:

https://www.acreaovivo.com/noticia/197512/o-que-voce-faria-se

O que estou atraindo para a minha vida?Por Giselle MoraesRecentemente, iniciei um estudo que traz à tona a força das nos...
06/04/2026

O que estou atraindo para a minha vida?
Por Giselle Moraes

Recentemente, iniciei um estudo que traz à tona a força das nossas criações. Somos, em grande parte, resultado das construções que fazemos e das crenças que cultivamos e das formas como acolhemos ou rejeitamos nossos desejos.
À primeira vista, parece simples. Quase utópico.
Mas, ao observar com mais atenção a própria vida e os padrões que se repetem, algo se revela: nossas escolhas desenham a realidade que habitamos.
E então surge a pergunta inevitável:
Seria fácil vibrar apenas no que é bom e, como num passe de mágica, transformar tudo?
A resposta, silenciosa, vem com a experiência.
Ainda persistimos em rotinas que nos aprisionam, em crenças limitantes, em desejos frustrados, em comparações que nos esvaziam. Pequenos movimentos internos que, aos poucos, nos conectam a uma energia mais densa, quase como se estivéssemos presos a correntes invisíveis.
E como sair desse lugar?
Talvez o primeiro passo seja olhar com honestidade para dentro.
Reconhecer nossas limitações sem julgamento.
Aceitar que mudar não é imediato, mas é possível.
Nada acontece de um instante para o outro.
Mas tudo começa a se transformar a partir de um gesto consciente.
Existem pensamentos que nos atravessam e nos derrubam. Que nos colocam no chão e silenciam a paz que tanto buscamos.
E, ainda assim, talvez não sejam inimigos, mas sinais.
Convites para observar.
Para compreender.
Para redirecionar.
A mudança, muitas vezes, está nos detalhes: em suavizar atitudes, em ampliar o olhar, em sair do lugar estreito do “eu” e experimentar o mundo com mais presença e integração.
Quando nos perdemos em excessos, em comparações ou em vazios não compreendidos, dissipamos energia. E, nesse movimento, nos afastamos de nós mesmos.
É nesse ponto que a vida, com delicadeza, nos chama de volta.

Continua:

https://www.acreaovivo.com/noticia/196898/o-que-estou-atraindo-para-a-minha-vida

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